Pensei em pesquisar sobre as pessoas em destaque que sentaram nos bancos escolares do “Presidente Vargas”, e nem sequer perceberam o quanto o tempo passou ligeiro: profissionais liberais, diplomatas, advogados, juízes, promotores, pecuaristas, agrônomos, professores, diretores, funcionários, médicos, enfermeiros, empresários, religiosos, pais e mães de família.
Entretanto, resolvi prosear diretamente com todos os que foram, de alguma forma, beneficiados com essa escola que, ao longo dos anos, se incorporou à paisagem douradense e faz moradia na mente de tantos.
Tenho certeza de que este miúdo manifesto chegará aos olhos de quem passou por lá e detém o poder de mudança, em razão dos primeiros aprendizados recebidos dos dedicados e abnegados profissionais, professores, doadores de sabedoria mental, espiritual e psicológica. Profissionais que hoje estão entristecidos por verem de perto o desleixo e o desrespeito do homem público, ao deixar ao descalabro, entregue às traças, a reforma do prédio do Colégio Presidente Vargas, que se arrasta por anos a fio, desnecessariamente, porque sabemos todos das urgências em acontecer e ser realizado com perfeição todos os eventos de interesse dos políticos mandatários de poderes. Os exemplos da “eficiência” dos nossos governantes são muitos:
• Festivais regionais com artistas renomados com cachês altíssimos, que nem em sonho viriam aqui fazer caridade e voltando de bolsos vazios.
• Obras faraônicas em quase todos os 76 municípios do Estado, construídas a crédito de votos das pessoas que ainda esperam os efeitos da política paternalista do “ toma- lá- dá- cá”.
• Mídia massificadora de grandes proporções, alcançando os objetivos da atenção desviada da verdade capsulada.
• Marqueteiros dolarizados, desfilando sua elegância forçada ao lado de seus produtos, fazendo sorrir um sorriso construído à custa de muito treinamento nas academias da calada da noite, onde o conteúdo programático é mostrar o que nunca foi e ser o que nunca será.
• Placas de lançamento de obras que, parecendo um monumento, desviam a atenção de que ali e em mais milhares de esquinas pelo estado inteiro, foi gasto cimento, ferro, areia, cascalho, tinta, pintores, veículos para logística, profissionais que trabalham em cima de uma idéia de fixação, objetivando ligar a pequena placa* ao “grande” político que mandou plantá-la.
• Sites, Blogs, Twitter, facebook, e-mails, jornais impressos, jornais virtuais, se encarregam de levar ao povo a ideia de que “O Homem está trabalhando pelo povo!”
Sou otimista por natureza comportamental, acredito que no meio de tantas palavras ditas sem entrelinhas, há de existir uma só que poderá chamar a atenção, não desses políticos que passam e por mais que demoram, passam! Meu sentimento de eterno estudante é que este texto caia na mão de quem sabe escrever de verdade, que sabe por onde que as palavras saem e onde elas podem entrar e produzir os efeitos desejados e acima de tudo, é necessário demais, que surjam efeitos.
Não podemos mais ficar alheios à demora em terminar essa obra que, segundo muitos entendidos com quem conversei, a verba necessária foi aprovada, liberada e encaminhada ao responsável em dar andamento a essa encruada reforma do nosso “Presidente Vargas”.
Entregar de volta à população, encher de vida nova os corredores do Colégio, fazer regar a neblina da esperança nos corações dos que tanto precisam de estudar, passar na rua e ter que esperar o carro da frente largar uma certeza em forma de menino, esperar o outro que manda descer um projeto cheio de motivação calçando seus tênis surrados propositalmente, ouvir uma buzina que nos apresse querendo abrir a porta e deixar sair alguém que no futuro será um belo geriatra que, talvez nos colocará a colher carinhosamente na boca para engolir dificultosamente o que nos fortaleça para a vida, braços que abracem livros e cadernos cheios de tabelas periódicas, análise morfológica, história contemporânea, seno, cateno, tangente, retas, paralelas, estatísticas, deveres de casa impecavelmente resolvidos.
Cada um de nós, cada um de vocês, cada um dos que degustam o suco doce da liberdade de expressão, cada um dos que sabem do seu poder, poderá parar por um curto espaço de tempo e descerrar a cortina dos seus conhecimentos e de seu poder conquistados lá atrás, nos bancos que viraram sucatas e precisam ser URGENTEMENTE SUBSTITUÍDOS, para mostrar que estamos construindo um país melhor, um estado melhor, uma cidade melhor, consequentemente, sendo melhores do que fomos antes.
DO MS
Entretanto, resolvi prosear diretamente com todos os que foram, de alguma forma, beneficiados com essa escola que, ao longo dos anos, se incorporou à paisagem douradense e faz moradia na mente de tantos.
Tenho certeza de que este miúdo manifesto chegará aos olhos de quem passou por lá e detém o poder de mudança, em razão dos primeiros aprendizados recebidos dos dedicados e abnegados profissionais, professores, doadores de sabedoria mental, espiritual e psicológica. Profissionais que hoje estão entristecidos por verem de perto o desleixo e o desrespeito do homem público, ao deixar ao descalabro, entregue às traças, a reforma do prédio do Colégio Presidente Vargas, que se arrasta por anos a fio, desnecessariamente, porque sabemos todos das urgências em acontecer e ser realizado com perfeição todos os eventos de interesse dos políticos mandatários de poderes. Os exemplos da “eficiência” dos nossos governantes são muitos:
• Festivais regionais com artistas renomados com cachês altíssimos, que nem em sonho viriam aqui fazer caridade e voltando de bolsos vazios.
• Obras faraônicas em quase todos os 76 municípios do Estado, construídas a crédito de votos das pessoas que ainda esperam os efeitos da política paternalista do “ toma- lá- dá- cá”.
• Mídia massificadora de grandes proporções, alcançando os objetivos da atenção desviada da verdade capsulada.
• Marqueteiros dolarizados, desfilando sua elegância forçada ao lado de seus produtos, fazendo sorrir um sorriso construído à custa de muito treinamento nas academias da calada da noite, onde o conteúdo programático é mostrar o que nunca foi e ser o que nunca será.
• Placas de lançamento de obras que, parecendo um monumento, desviam a atenção de que ali e em mais milhares de esquinas pelo estado inteiro, foi gasto cimento, ferro, areia, cascalho, tinta, pintores, veículos para logística, profissionais que trabalham em cima de uma idéia de fixação, objetivando ligar a pequena placa* ao “grande” político que mandou plantá-la.
• Sites, Blogs, Twitter, facebook, e-mails, jornais impressos, jornais virtuais, se encarregam de levar ao povo a ideia de que “O Homem está trabalhando pelo povo!”
Sou otimista por natureza comportamental, acredito que no meio de tantas palavras ditas sem entrelinhas, há de existir uma só que poderá chamar a atenção, não desses políticos que passam e por mais que demoram, passam! Meu sentimento de eterno estudante é que este texto caia na mão de quem sabe escrever de verdade, que sabe por onde que as palavras saem e onde elas podem entrar e produzir os efeitos desejados e acima de tudo, é necessário demais, que surjam efeitos.
Não podemos mais ficar alheios à demora em terminar essa obra que, segundo muitos entendidos com quem conversei, a verba necessária foi aprovada, liberada e encaminhada ao responsável em dar andamento a essa encruada reforma do nosso “Presidente Vargas”.
Entregar de volta à população, encher de vida nova os corredores do Colégio, fazer regar a neblina da esperança nos corações dos que tanto precisam de estudar, passar na rua e ter que esperar o carro da frente largar uma certeza em forma de menino, esperar o outro que manda descer um projeto cheio de motivação calçando seus tênis surrados propositalmente, ouvir uma buzina que nos apresse querendo abrir a porta e deixar sair alguém que no futuro será um belo geriatra que, talvez nos colocará a colher carinhosamente na boca para engolir dificultosamente o que nos fortaleça para a vida, braços que abracem livros e cadernos cheios de tabelas periódicas, análise morfológica, história contemporânea, seno, cateno, tangente, retas, paralelas, estatísticas, deveres de casa impecavelmente resolvidos.
Cada um de nós, cada um de vocês, cada um dos que degustam o suco doce da liberdade de expressão, cada um dos que sabem do seu poder, poderá parar por um curto espaço de tempo e descerrar a cortina dos seus conhecimentos e de seu poder conquistados lá atrás, nos bancos que viraram sucatas e precisam ser URGENTEMENTE SUBSTITUÍDOS, para mostrar que estamos construindo um país melhor, um estado melhor, uma cidade melhor, consequentemente, sendo melhores do que fomos antes.
DO MS
