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O diretor administrativo da UCP (Universidad Central Del Paraguay), Karlos Bernardo, recebeu na noite de quinta-feira (13), o título de Cidadão Pontaporanense pelo serviço prestado à comunidade da cidade e da fronteira entre o Brasil e o Paraguai. A honraria foi proposta pelo vereador Paulinho Roberto.

Na justificativa, o vereador disse que Karlos vem fazendo a diferença principalmente para a população mais carente de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, através das ações de pesquisa e extensão da UCP e de gestos pessoais dele como cidadão. Paulinho propôs também o título para o professor doutor Carlos Bueça Buçon.

Karlos Bernardo chegou em Ponta Porã há cerca de dez anos onde cursou alguns anos de medicina e depois passou a trabalhar no desenvolvimento de universidades e hoje dirige uma das maiores instituições de ensino superior da região, com sedes em Pedro Juan Caballero e Ciudad Del Este.

“Minha família e eu não fazemos nada pensando em reconhecimento, mas quando este reconhecimento vem da sociedade, acredito que de fato estamos contribuindo para a qualidade de vida da comunidade onde vivemos. Receber este título ao lado de outras pessoas que contribuem para o desenvolvimento da região me deixou muito feliz e agradeço ao vereador Paulinho e a toda Câmara de Vereadores de Ponta Porã”, disse Karlos.

A sessão foi conduzida pelo presidente da casa, vereador Cândido Gabinio, junto com os vereadores Farid Afif, Adãozinho Dauzacker e Anny Espínola e cerca de 20 personalidades da região de fronteira foram homenageadas.

Vice-governador eleito, o ex-prefeito de Dourados Murilo Zauith (DEM) trocou forte aperto de mão com o governador reeleito Reinaldo Azambuja (PSDB) durante o ato de diplomação dos eleitos, na noite desta sexta-feira (14), no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande.

A diplomação do governador e do vice marcou o encerramento do processo eleitoral em Mato Grosso do Sul, em cerimônia conduzida pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul.

Também foram diplomados o senador e a senadora eleitos com os respectivos suplentes e os oito deputados federais e 22 dos 24 deputados estaduais; os douradenses Zé Teixeira e Neno Razuk faltaram.

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O deputado estadual reeleito Zé Teixeira, do DEM, atual primeiro secretario da mesa diretora da Assembleia e o estreiante Neno Razuk, do PTB, não participaram da cerimônia de diplomação dos eleitos, que acontece nesta noite no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, em ato organizado pelo Tribunal Regional Eleitoral.

A diplomação marca o encerramento do processo eleitoral no Estado e torna aptos os diplomados a assumirem os cargos a partir de janeiro do ano que vem. De Dourados, assumiram o radialista Marçal Filho, pelo PSDB, que ensaiou fazer um 'aviãozinho' com o diploma para o plenário e os reeleitos José Carlos Barbosinha, do DEM e Renato Câmara, do MDB.

diploma marçal

Deputado eleito, Marçal ensaia arremessar diploma para assistência

Também foram diplomados os oito deputados federais e os dois senadores que vão integrar a bancada do Estado em Brasília, com os respectivos suplentes. A professora Terezinha Bazé, que foi pro-reitora na Unigran e hoje comanda um polo de ensino a distancia da instituição em Três Lagoas, é uma das suplentes do novo senador Nelsinho Trad, juntamente com o empresário José Chagas, dono da rede de supermercados Chama. A outra senadora eleita Soraya Thronicke, é nascida em Dourados.

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Ary Almeida de Souza, de 52 anos, morreu em um acidente envolvendo quatro veículos no início da tarde desta segunda-feira (10) na BR 267 na altura do Km 432 entre Maracaju e Guia Lopes da Laguna.

Ary estava em um Ford Escort que era guinchado por uma camionete GM Silverado, no sentido Maracaju – Guia Lopes da Laguna.

De acordo com a PRF, o condutor da Silverado avistou uma caminhonete Toyota Hilux que vinha no sentido contrário e logo atrás vinha outra Toyota Hilux, que iria fazer a ultrapassagem. Ao perceber a Silverado, o condutor da Hilux que tentava a ultrapassagem, tentou retornar à pista, porém, o condutor da Silverado realizou uma frenagem. Neste momento, o cambão que guinchava o Escort se desprendeu dos veículos.

O condutor do Escort perdeu o controle da direção do carro que colidiu contra as duas Hilux, que vinham no sentido contrário. Após as colisões, o Escort foi parar fora da pista, e o condutor ficou preso nas ferragens.

De acordo com o jornal Maracaju Speed, o Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, porém Ary morreu no local. Todos os outros envolvidos no acidente não sofreram ferimentos graves. O caso foi registrado na delegacia de Guia Lopes da Laguna.

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A PF (Polícia Federal) cumpre mandados de busca e apreensão desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (11) em imóveis do senador e deputado federal eleito Aécio Neves (PSDB) e da irmã dele Andréa Neves, em Minas Gerais e Rio de Janeiro. A operação também cumpre mandados em Mato Grosso do Sul e outros seis estados.

Presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, Cristine Brasil (PTB-RJ), Benito da Gama (PTB) e os senadores Antônio Anastasia (PSDB-MG) e Agripino Maia (DEM-RN) também são alvos. Os mandados foram autorizados pelo ministro Marco Aurélio Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal).

A busca é baseada na delação premiada do empresário Joesley Batista e do executivo da JBS, Ricardo Saud. Eles afirmam que repassaram em torno de R$ 100 milhões em propina ao tucano e a aliados, entre os anos de 2014 e 2017.

A Polícia Federal investiga se Aécio e aliados receberam propina por meio da contratação de serviços que não eram prestados, usando notas fiscais frias. A Operação Ross é desdobramento da Operação Patmos, que culminou no afastamento de Aécio do mandato de senador, em 2017.

Ao todo, a operação mobiliza cerca 200 policiais federais para cumprir 24 mandados de busca, conforme informa a organização policial

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A Câmara de Dourados aprovou, na sessão dia 3 deste mês, Projeto de Lei 127/2018, de autoria da vereadora Daniela Hall (PSD), que altera o § 1º do Artigo 1º da Lei nº 1.883/1993, que dispõe sobre a obrigatoriedade das empresas concessionárias do Transporte Coletivo Urbano de Dourados, reservarem poltronas nos ônibus para usuários especiais.

De acordo com Daniela, o pedido é para que pacientes ostomizados, que possuem abertura no corpo para saída de urina ou fezes, tenham poltronas reservadas nos ônibus de transporte coletivo. A ACCGD (Associação do Combate ao Câncer da Grande Dourados) aponta que os pacientes oncológicos sofrem desconforto, por conta da utilização de bolsas de colostomia.

“O paciente ostomizado sente muito desconforto por conta da bolsa. Ao ficar em pé no ônibus, algum outro passageiro pode encostar e a bolsa acabar desgrudando, o que gera constrangimento para o paciente e para as outras pessoas”, explicou a coordenadora da ACCGD, Maria Aparecida Palmeira.

Ela ainda comentou que muitos pacientes, mesmo depois do tratamento, permanecem com a bolsa por anos. “Pensamos nesta possibilidade de melhorar o bem estar destes pacientes, por isso sugerimos a ideia para a vereadora, porque vimos que o município não possui nenhuma lei desta natureza”, completou Maria.

“Temos muitos cidadãos de Dourados que possuem a bolsa de colostomia e pegar o transporte coletivo pode gerar muitos transtornos para eles, por isso solicitei a obrigatoriedade na reserva dos acentos, acreditando que gerará maior conforto e bem estar para todos”, comentou Daniela Hall. (Com assessoria)

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O MP (Ministério Público) do Estado e o SIG (Setor de Investigações Gerais) da Polícia Civil, por intermédio do 16º Promotor de Justiça Ricardo Rotunno, com o apoio do Promotor de Justiça Etéocles Brito Mendonça Dias Júnior, do Gaeco (Grupo Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e o delegado de Polícia Rodolfo Daltro, deflagraram nesta terça feira (11) a 2ª Fase da Operação Pregão, em Dourados.

Em nota oficial, informa-se que foram cumpridos dois mandados de prisão, bem como dois mandados de busca e apreensão na cidade, todos expedidos pelo Juiz de Direito Luiz Alberto de Moura Filho, da 1ª Vara Criminal de Dourados. Os nomes não foram divulgados oficialmente. O jornal Campo Grande News revela, entretanto, que trata-se do contador exonerado da Prefeitura no mês passado, Rosenildo França e da mulher dele.

A nota do MP distribuída para alguns orgãos de imprensa do Estado diz que as medidas desencadeadas nesta data dão continuidade à Operação Pregão, deflagrada no dia 31 de outubro em Dourados e Campo Grande, quando foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e 16 de busca e apreensão.

Na primeira fase foram presos o então secretário municipal de Fazenda, João Fava Neto e o chefe do Setor de Licitações da Prefeitura, Anilton Garcia, além da ex-secretária de Educação e suplente de vereadora no exercício do cargo, Denize Portolann, mais um empresário que prestava serviços para o Município. Do grupo, Fava foi o único removido para presídio de Campo Grande e Denize cumpre pena no presídio feminino de Rio Brilhante. Os outros dois estão na PED (Penitenciária Estadual de Dourados).

O MP informou ainda, na nota, que essas investigações têm por objetivo esclarecer a atuação de uma suposta organização criminosa, composta por agentes públicos, políticos e empresários, visando a prática de diversos crimes, incluindo fraude em licitação, dispensa indevida de licitação, falsificação de documentos e advocacia administrativa, além do crime contra a ordem financeira e incidência na conduta da Lei Anticorrupção, sem prejuízo de outros, notadamente em razão de fraudes em licitações e contratos públicos, praticados, em tese, durante a atual gestão municipal.

O nome da operação, “Pregão”, refere-se à modalidade de procedimento licitatório mais utilizada pelos investigados na atuação pública.

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O vereador Romualdo Ramim (PDT), que se ausentou das duas primeiras votações convocadas para a eleição da nova Mesa diretora da Câmara de Dourados, divulgou nota no final da tarde deste domingo (9), após o cancelamento da terceira tentativa de se resolver a sucessão na Mesa, para dizer que não vota em nenhuma das duas opções colocadas.

Apresentando-se como "Maçom da Loja Terceiro Milênio número 21 de Dourados/MS", Ramim diz que deixou claro fui muito claro "com meus colegas vereadores que não vou votar em hipótese alguma em uma chapa que tenha como integrante um vereador preso", referindo-se ao projeto encabeçado pelo vereador Pedro Pepa (DEM) e que tem como integrante o medebista Cirilo Ramão, também preso junto com o ex-presidente da Casa, Idenor Machado (PSDB).

A nota de Ramim observa, contudo, que ele não vota "tampouco na chapa integrada pelo Demolay - referiondo-se à ordem secreta de princípios filosóficos patrocinada pela Maçonaria, para jovens - Alan Guedes, no pastor Sérgio Nogueira, Daniela Hall e Elias Ishy", observando que acredito que a Câmara conta com parlamentares "prontos para oferecerem outra opção, contemplando com o anseio da população douradense".

A nota soa como justificativa para a defesa da proposta defendida pelo vereador Alberto Alves dos Santos e Junior Rodrigues, ambos do PR, que se apresentam como alternativas aos nomes de Pepa e Cirilo, eventualmente impedidos de dirigirem os destinos da Câmara. Ramim diz que pediu, junto com o grupo da base de apoio da prefeita Délia Razuk na Casa, a substituição dos nomes na chapa, mas, segundo observou no comunicado, "infelizmente a presidente não acatou".

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Uma mulher, vendedora de uma loja na área central da cidade, foi ferida gravemente ao ser colhida com a motocicleta que conduzia pela rua Joaquim Teixeira Alves com um carro Honda Fit que trafegava pela rua Toshinobu Katayama.

O acidente, ocorrido por volta 12 horas deste domingo (9), atraiu a atenção de curiosos e transeuntes que passavam pelas imediações, muito mais em função das circunstâncias do fato. Pela violência do choque, a mulher foi arremessada da moto e jogada no canteiro central da Toshinobu.

VEJA O VÍDEO

Katrine Silva, que trabalha em uma loja de confecções próximo da Caixa Econômica, na Joaquim Teixeira Alves, conduzia a moto Honda placa HTT 8824, de Dourados, no sentido bairro-centro, quando foi colhida pelo Honda Fit placas EBG 4900, também de Dourados, que era dirigido pela comerciante Marlene Wagner, que cruzou a rua Toshinobu Katayama, invadindo a via preferencial.

A equipe do Samu chegou em menos de 10 minutos ao local do acidente e teve muito trabalho para conter o sangramento da vítima, que apresentava vários ferimentos no rosto e nas pernas, e fratura exposta no pé esquerdo.

Marlene disse que não viu a moto. Ela contou ao Douranews que subia pela Toshinobu, também no sentido bairro-centro, obedeceu ao sinal de 'pare' da esquina e ao avançar para o outro lado da pista, "não sei de onde apareceu essa moto", relatou, nervosa. A comerciante permaneceu no local e ofereceu socorro à vítima.

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O juiz Luiz Alberto de Moura Filho, da 1ª Vara Criminal de Dourados, que já havia decretado as prisões preventivas de João Fava Neto (ex-secretário municipal de Fazenda), Anilton Garcia de Souza (ex-diretor do Departamento Municipal de Licitação) e Denize Portolann (vereadora licenciada e ex-secretária municipal de Educação), também acatou a tese do MPE (Ministério Público Estadual) de que os vereadores Pedro Pepa (DEM), Cirilo Ramão (MDB) e Idenor Machado (PSDB), presos na operação 'Cifra Negra' deflagrada quinta-feira (6), comandavam uma organização criminosa na Câmara de Dourados.

O jornalista Marcos Santos revela, em reportagem especial para o Diário MS, teor do processo número 0810971-68.2018.8.12.0002 que tramita sob segredo de Justiça, e que determinou a prisão não apenas dos vereadores Pedro Pepa, Cirilo Ramão e Idenor Machado, mas também do ex-vereador Dirceu Longhi (PT), dos ex-servidores da Câmara, Amilton Salina e Alexandro Oliveira de Souza, além dos empresários Denis da Maia, Karina Alves de Almeida, Franciele Aparecida Vasun e Jailson Coutinho.

Os empresários presos são donos das empresas Quality Sistemas, KMD Assessoria Contábil e Planejamento a Municípios e Vasum, todas envolvidas com as fraudes nas licitações do setor de TI (Tecnologia da Informação) na Câmara de Dourados. O relatório que chegou ao juiz Luiz Alberto de Moura Filho aponta que as empresas denunciadas atuam em cerca de 30 Câmaras no Estado Municipais e que tinham o hábito de pagar propina a vereadores em Mato Grosso do Sul e outros Estados. Cerca de 100 vereadores estariam na lista dos beneficiados.

O delegado Francis Flávio Tadano Araújo Freire, do 2º Distrito Policial, que atuou em conjunto com o promotor Ricardo Rotunno, da 16ª Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Dourados, também pediu a prisão de Edna Lúcia Pereira Salina, esposa de Amilton, mas o juiz negou. No entanto, os pedidos de quebras de sigilo bancário e fiscal de todos os envolvidos, pessoas físicas e jurídicas, foram acatados pelo juiz Luiz Alberto de Moura Filho, revela o jornalista.

Em uma decisão interlocutória de 13 páginas, o magistrado entendeu que os vereadores Pedro Pepa, Cirilo Ramão e Idenor Machado deveriam ser presos "em razão da necessidade da garantia da ordem pública, da ordem econômica e da conveniência da instrução criminal, já que os acusados vinham destruindo provas e atrapalhando as investigações do Ministério Público Estadual".

O juiz entendeu que Pedro Pepa, Cirilo Ramão e Idenor Machado comandavam uma organização criminosa voltada à fraude em licitações mediante desvio de dinheiro público e recebimento de propinas, configurando crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva. Caso sejam condenados, as penas somadas ultrapassam 20 anos de cadeia para cada um dos acusados na operação Cifra Negra, conforme se apurou.

As investigações mostraram que os vereadores presos dividiam entre R$ 20.000 e R$ 23 mil todos os meses, fruto do rateio entre as empresas. De acordo com a ação, ainda durante a disputa pela presidência da Câmara de Vereadores, em 2015, Idenor Machado usou os contratos com a Quality Sistemas, KMD Assessoria Contábil e Planejamento a Municípios e Vasum para 'comprar votos' que lhe garantiram a presidência.

O Ministério Público e o relatório do delegado revelaram, também, que ao deixar a presidência o vereador Idenor Machado passou para os vereadores Pedro Pepa e Cirilo Ramão a missão de continuar atendendo aos interesses da Quality Sistemas, KMD Assessoria Contábil e Planejamento a Municípios e Vasum em troca da propina que era intermediada pelo então servidor da Câmara de Vereadores Alexsandro Oliveira de Souza.

Como funciona

As investigações da 16ª Promotoria de Justiça de Dourados tiveram início quando a então vereadora Virginia Magrini procurou o Ministério Público Estadual, ainda em 2014, para denunciar as fraudes em licitações na Câmara de Dourados e detalhar como funcionava o esquema de distribuição de propina envolvendo os vereadores Pedro Pepa, Cirilo Ramão e Idenor Machado com as empresas Quality Sistemas, KMD Assessoria Contábil e Planejamento a Municípios e Vasum.

Virgínia Magrini foi ouvida outras vezes pelo Ministério Público Estadual e em cada depoimento como colaboradora apontava novos detalhes do esquema criminoso, como por exemplo a presença do empresário Denis da Maia nas dependências da Câmara de Vereadores para pagar pessoalmente a propina ao então presidente Idenor Machado.

As denúncias feitas pela então vereadora - ela está presente em todas as sessões onde se tenta escolher a nova Mesa - foram confirmadas, mais tarde, ao Ministério Público Estadual pelo ex-servidor da Câmara de Vereadores, Rodrigo Ribas Terra, que relatou aos promotores de Justiça que somente a Quality repassava propina mensal de R$ 20 mil ao presidente Idenor Machado. A partir daí o MPE passou a monitorar os acusados, com filmagens e fotografias, colhendo as provas que motivaram e sustentaram as prisões dos 10 acusados de formação da organização criminosa, como descreve o jornalista.

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