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Terça, 31 Março 2020 14:56

Família reclama de diagnóstico tardio para primeira morte por coronavírus no Estado Destaque

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Eleuzi era muito conhecida em Batayporã, onde foi merendeira de escola pública por muitos anos Eleuzi era muito conhecida em Batayporã, onde foi merendeira de escola pública por muitos anos Reprodução

Eleuzi Silva Nascimento, de 64 anos, que teve o óbito confirmado no início da tarde desta terça-feira (31), vítima da Covid-19, abre a polêmica em torno de eventuais falhas que possam estar relacionadas com as notificações da doença em Mato Grosso do Sul.

A aposentada vivia em Batayporã onde foi merendeira em escola pública estadual durante quase toda a vida, e estava internada no Hospital da Cassems, em Dourados há uma semana. A família diz que ela teve que ser transferida de Nova Andradina, onde foi internada com problemas respiratórios graves, mas que em nenhum momento foi testada para coronavírus. Uma irmã da vítima está em isolamento domiciliar depois que teve a doença confirmada.

O teste só aconteceu um dia após receber alta e passar mal novamente, a ponto de precisar ser entubada e trazida às pressas para Dourados, repercute o jornal Correio do Estado. “Só então desconfiaram que poderia ser coronavírus. Aí que viram, porque piorou muito e foi entubada. Mas a gente não imaginou que poderia ser coronavírus”, explicou a cunhada da vítima, Leonilda do Amaral Silva, de 65 anos.

“Quando levaram ela (a Eleuzi) para Dourados a irmã que tinha voltado da Bélgica fez o exame e deu positivo para o coronavírus. Só depois de tudo isso. Ela está bem, em casa e não teve sintomas. Outras pessoas da família, uma filha e uma sobrinha, também fizeram o teste e deu negativo. Mas a Eleuzi esteve em Cuiabá no começo do mês. Voltou para Batayporã no dia 7, já bem gripada, comprometida”, relata Leonilda.

A situação grave da aposentada pode ter sido mascarada por outros problemas de saúde que ela enfrentava. “Ela já tinha problemas respiratórios, acharam que era pneumonia. Ela era fumante, fazia tratamento para efizema há quatro anos”, explicou a cunhada. O corpo da mulher será sepultado na cidade onde morou, sem o ritual funerário, atendendo orientação das autoridades de saúde do Estado.

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