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Redação Douranews

Redação Douranews

Os mares de Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro, terão, em breve, o ator e apresentador de TV Rodrigo Faro navegando com um barco superpoderoso que custou R$ 6 milhões. A nova lancha do apresentador tem 64 pés, o equivalente a 200 metros quadrados.

O 'brinquedinho' de Rodrigo também tem quatro quartos que foram todos redecorados a pedido do dono. Faro contratou a arquiteta Simone Gaviolli para personalizar os dormitórios para as as três filhas, Clara, Maria e Helena, do casamento dele com Vera Viel. O preço no novo decor? R$ 300 mil, como revela o folhetim EGO.

A decoradora forrou os estofados com tecidos alemães repelentes ao calor e resistentes à água. A iluminação foi toda projetada em led e as portas forradas com couro. A lancha de Rodrigo Faro também traz duas cozinhas: uma para refeições durante o dia e outra para a noite.

O barco, um Cimitarra 640 Fly, foi projetado na Itália e feito pelo estaleiro que dá nome à embarcação. Ele foi batizado de Clamarhe, o começo do nome das filhas Clara, Maria e Helena, conforme desejo do pai.

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O número de acessos em banda larga pela tecnologia 4G no Brasil cresceu 180% em um ano e chegou a 46,3 milhões em agosto, de acordo com o levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). Foram ativados 30 milhões de novos acessos entre agosto do ano passado e o mesmo mês deste ano.

De acordo com o levantamento, o 4G está em 569 municípios, que concentram mais da metade da população brasileira (58%). No período de 12 meses, o número de municípios com 4G praticamente triplicou, com a implantação da tecnologia de quarta geração em 375 cidades. A meta de expansão do governo era de 286 municípios com essa tecnologia até o fim deste ano.

A banda larga móvel, considerando os acessos em 3G e 4G, fechou o mês de agosto com 197,3 milhões de acessos. As redes de 3G já estão instaladas em 4.847 municípios, que concentram 97% da população. Em 12 meses, houve um crescimento de 14% no número de munícipios cobertos pelo 3G, com a ativação de 606 novas cidades nesse período. Também no 3G a cobertura atual supera a meta, que é de 3.668 municípios, prevista para dezembro de 2016, apurou a Agência Brasil.

Considerando banda larga fixa e móvel, o balanço de agosto mostra um total de 223,6 milhões de acessos. Destes, 26,3 milhões são de banda larga fixa, segmento que apresentou crescimento de 4,3% no período de 12 meses.

O estudo aponta ainda que na banda larga fixa, a velocidade média aumentou 36% no segundo trimestre de 2016 em relação ao mesmo período de 2015, alcançando 4,8 Mbps. Na banda larga móvel, a velocidade média chegou a 3,9 Mbps, com crescimento de 19% no período.

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O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta terça-feira (4) as notas do Enem 2015 por escola. Os arquivos reúnem as notas de 1.212.908 estudantes de 14.998 escolas do país que prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio no ano passado. Os dados são divulgados anualmente pelo governo federal para fomentar o debate sobre a qualidade na educação.

É possível fazer recortes que levam em conta desde o porte da escola até a condição socioeconômica dos alunos, fatores que influenciam no desempenho acadêmico dos estudantes e que, portanto, devem ser considerados na hora de avaliar a situação de cada escola.

Entretanto, em uma análise que considera apenas a nota das provas objetivas (excluindo redação), os dados apontam um aumento do abismo que separa as escolas públicas das privadas. Neste ano, das 100 escolas com maior nota média no Enem 2015, 97 são privadas. No universo de mil escolas, somente 49 são da rede pública. No ano anterior, eram 93, e em 2013, 78.

Esse cenário considera o cálculo da média aritmética das quatro provas objetivas (linguagens, matemática, ciências humanas e ciências da natureza). A lista apresenta o Colégio Objetivo Integrado, de São Paulo, com a melhor média geral. De Dourados, o melhor ranqueado é o colégio Lumiere, na posição 82, seguido da Unidade II do Anglo, na posição 131.

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Escolas públicas com melhor desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) formam estudantes desde o 1º ano do ensino médio, têm maior parte dos professores formados na área que lecionam e atendem estudantes de nível socioeconômico alto ou muito alto. Os dados foram divulgados hoje (4) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 

Nove das dez escolas têm 80% dos estudantes matriculados na instituição desde o 1º ano do ensino médio e têm mais de 70% dos professores formados na disciplina que lecionam. “Isso demonstra que o Brasil sabe fazer uma escola pública extremamente estruturada com professores mais valorizados e isso acaba tendo resultado”, diz o coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara.

Sete das dez escolas com as melhores médias gerais são federais. Integram a lista escolas militares e escolas técnicas estaduais. Cara ressalta que são, na maioria, escolas que selecionam os estudantes, mas, segundo ele, não são boas porque os estudantes são selecionados, mas selecionam, segundo ele, porque a qualidade é alta e a procura por essas instituições é grande.

Desigualdade

No ranking geral, considerando também as escolas privadas, a primeira escola pública aparece na 33ª posição, o Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa, em Viçosa (MG). A primeira escola pública estadual a despontar entre as melhores médias está em 147º lugar, o Colégio Estadual Tiradentes, em Porto Alegre (RS), que atende a alunos de nível socioeconômico alto. 

Entre as privadas, seis das dez com melhores médias têm menos de 20% dos estudantes formados pela instituição desde o 1º ano do ensino médio. Também atendem alunos de nível socioeconômico muito alto ou alto -  quatro das escolas estão sem informações. 

“O que é preocupante é que o Enem por escola demonstra o quanto o Brasil reproduz desigualdades, entre as privadas, entre as públicas. As escolas que vão bem, são escolas de elite”, diz Cara.

“A larga maioria das escolas ainda deixa muito a desejar”, diz o diretor de articulação e inovação do Instituto Ayrton Senna, Mozart Neves Ramos. “Para mim, mudar o currículo é apenas um lado da moeda. Outro fator muito importante para reduzir a desigualdade que começa na alfabetização é que é preciso ter qualidade e equidade para todos os estudantes e isso passa pela formação do professor”.

Ramos acrescenta que é preciso atrair jovens para a carreira de magistério, sobretudo para as áreas de exatas, cujo desempenho dos estudantes é mais baixo.

Ranking

Ao todo, foram divulgados  pelo Inep os resultados de 14.998 escolas, que são aquelas nas quais pelo menos 50% dos alunos do terceiro ano participaram no Enem e esse número equivale a pelo menos dez estudantes. No país, são 25.777 escolas com alunos matriculados no 3º ano do ensino médio regular.

As médias foram calculadas pela Agência Brasil com base nas notas das escolas em cada uma das quatro provas objetivas do Enem - linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas. A prova de redação foi excluída do cálculo por ser subjetiva e por não seguir a Teoria de Resposta ao Item (TRI), como as demais.

Contextualização

O presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE ) e ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Francisco Soares, defende que os dados precisam ser contextualizados. Segundo ele, rankings colocam escolas que selecionam seus estudantes no topo e deixam de considerar projetos pedagógicos que merecem ser conhecidos e podem inspirar mudanças na educação brasileira.

“Divulgar os dados sem dizer que por trás daquele dado existe uma diferença é complicado”, diz à Agência Brasil. “Há escolas que não selecionam seus alunos, que são de nível socioeconômico baixo que precisam ter os projetos conhecidos e inspirar outras escolas”, acrescenta.

Escolas públicas com maiores médias no Enem:

Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (MG): 690,52
Colégio Politécnico da Universidade Federal de Santa Maria (RS): 690,26
Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Pernambuco (PE): 677,84
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (MG): 659,14
Escola Técnica Estadual de São Paulo (SP): 656,62
Colégio Estadual Tiradentes (RS): 652,79
Colégio Militar de Belo Horizonte (MG): 652,79
Colégio Técnico Industrial "Prof. Isaac Portal Roldán" - Unesp (SP): 652,03
Colégio Pedro II - Niterói (RJ): 650,32
Colégio Pedro II - Campus Centro (RJ): 647,20

Escolas privadas com maiores médias no Enem:

Colégio Integrado Objetivo (SP): 751,29
Colégio Etapa III (SP): 736,34
Colégio Ari de Sá Cavalcante - Sede Mário Mamede (CE): 733,67
Colégio Ari de Sá Cavalcante - Major Facundo (CE): 727,11
Colégio Bernoulli  - Unidade Lourdes (MG): 725,27
Colégio Christus - Pré Universitário (CE): 724,24
Instituto Dom Barreto (PI): 717,82
Colégio de Aplicação Farias Brito (CE): 715,91
Colégio Finonacci (MG): 714,94
Colégio Vértice - Unidade II (SP): 710,68

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A Editora da Universidade Federal da Grande Dourados vai reunir, sexta-feira (7) e sábado (8), autores de diferentes áreas do conhecimento, de obras publicadas recentemente, para o evento de lançamento coletivo no shopping Avenida Center, em Dourados.

Serão lançadas 10 obras:
“A Escravização Indígena e o Bandeirante no Brasil Colonial: Conflitos, Apresamentos e Mitos”, de Manuel Pacheco Neto;
“Desafios da Educação Física: Cultura e Corpo em Movimento”, de Manuel Pacheco Neto (Org.);
“Dicionário Crítico de Gênero”, de Losandro Antonio Tedeschi (Org.);
“O Patrimônio Ambiental Urbano de Corumbá-MS: Identidade e Preservação”, de Joelson Gonçalves Pereira;
“O Corpo na Ponta do Lápis Abrindo Janelas: O Ensino de Arte no Palco da Vida”, de Maria José de Oliveira Nascimento;
“Produção do Espaço Urbano e Regional: Leituras de uma Cidade Média”, de Maria José Martinelli Calixto e Valéria Ferreira da Silva (Orgs.);
“O Nível Médio de Escolarização: História e Discursos Contemporâneos”, de Rosemeire de Lourdes Ziliani (Org.);
“Fronteiras Invisíveis: As Relações do Brasil com a América Latina”, de Marcos Antonio da Silva e Guillermo Alfredo Johnson (Orgs.);
“A América Latina Contemporânea: Espectros, Diversidades e Seletividades”, Guillermo Alfredo Johnson e Marcos Antonio da Silva (Orgs.);
“Leituras sobre Mulheres: O Fazer e Refazer de Caminhos”, de Alzira Salete Menegat (Org.).

O evento faz parte da agenda de comemoração do aniversário da Editora e contribuirá para maior interação entre os autores, a universidade e a comunidade, já que cada autor fará a apresentação do livro de sua autoria.

Na primeira parte da agenda, sexta-feira, a partir das 19 horas, além do lançamento das obras, haverá apresentação do violonista Israel Conversani e do grupo “Coisa nossa... assim da terra”, da Coordenadoria de Cultura da UFGD. No dia seguinte, a partir das 10 horas, até às 22 (horário de funcionamento do shopping), o público poderá conferir uma exposição das obras publicadas pela Editora ao longo de 10 anos de existência. Incluindo e-books, livros impressos e cadernos acadêmicos (livretos didáticos para uso em sala de aula), a Editora já publicou cerca de 170 obras.

Os interessados em adquirir a versão impressa desses livros poderão comprar na Editora UFGD, que funciona das 7 às 11 e das 13 às 17 horas, na rua Albino Torraca, 1009, na Vila Progresso. Download gratuito das obras pode ser obtido através do endereço eletrônico: http://portal.ufgd.edu.br/setor/editora/catalogo.

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Conhecido como “a nova gasolina”, o lítio, matéria-prima para baterias que alimentam veículos elétricos e equipamentos de alta tecnologia, como smartphones, está cada vez mais demandado e caro. E a tendência é que essa expansão se acelere, diante das projeções de desenvolvimento da indústria de automóveis híbridos e elétricos no mundo.

Atualmente, 33% do consumo do lítio está vinculado à produção de baterias para veículos, conforme a consultoria IHS Chemical. Mas o índice deve aumentar, já que a expectativa é que, em 2025, carros elétricos e híbridos (os que estão equipados com uma bateria e um motor à combustão interna) constituirão 40% dos novos emplacamentos em todo o mundo. Serão 40 milhões de carros ingressando no mercado todos os anos e que precisarão de uma bateria de lítio.

Além disso, a discrepância que existe entre os preços dos modelos convencionais para os elétricos reduza, alavancando a procura por esses automóveis. Atualmente, o carro elétrico é 45% mais caro que o convencional. Em 2025, essa diferença deve cair para 5%. Os números são da consultoria AlixPartners. Outro indicativo para o aumento do mercado é o fato de a China ter a meta de ter, nas ruas, cinco milhões a mais de veículos elétricos até 2020.

Com tudo isso, a projeção é que a demanda pelo lítio em 2025 seja 11 vezes maior do que é hoje, podendo chegar à marca de 300 mil toneladas por ano. Para se ter uma ideia da necessidade do uso do metal, um automóvel como o Chevrolet Volt, híbrido da GM, precisa de 100 vezes mais lítio do que o usado em um notebook para ter autonomia de 60 quilômetros.

Produção e valorização

Esses cenários tornam o lítio um produto cada vez mais valorizado. O preço do espodumênio, mineral do qual ele é extraído, aumentou 20% em dois anos. Atualmente, o custo da tonelada é de US$ 480, US$ 100 a mais do que em 2014, segundo dados da consultoria londrina Benchmark Mineral Intelligence. Já o preço atual do carbonato de lítio, variante química mais utilizada no mercado chinês, subiu 215% entre o último trimestre de 2015 e o primeiro de 2016, até chegar a US$ 19.000 a tonelada, segundo analistas do Citigroup. Para este ano, é estimado um aumento de 30% no restante do mundo.

O professor e pesquisador da USP (Universidade de São Paulo) Douglas Wittmann explica que a grande diferença entre o preço do espodumênio e do lítio ocorre porque, para a obtenção de uma tonelada de lítio, são necessárias, em média, nove toneladas de espodumênio. Além disso, a produção demanda ácido sulfúrico, hidróxido de cálcio e carbonato de sódio. Somam-se aos custos das matérias-primas os de operação da produção e do tratamento dos efluentes e resíduos.

Além do elevado custo para obtenção, o lítio não tem uma cotação oficial de mercado e apenas quatro empresas controlam 85% da produção mundial. São elas: a chilena SQM, as norte-americanas FMC e Albermale e a australiana Talison.

Produção e reservas

Enquanto os chineses atingem uma produção expressiva do carbonato de lídio, devido a incentivos do estado, mais de 50% da reserva mundial do metal está concentrada na América do Sul. A Bolívia, com 22,7%, é o país que possui a maior quantidade, com cerca de 40 milhões de toneladas, segundo dados do US Geological Survey. Somado a Chile (18,9%) e a Argentina (16,4%), os três países concentram, na região das salinas, conhecida como o Triângulo do Lítio, a maioria das reservas mundiais.

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Com o tema “Valorize a vida previna-se”, acontece em Dourados, desde segunda-feira (3), a campanha “Dourados Rosa”, uma promoção da Prefeitura, através da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para a Mulher em parceria com a Rede de Enfrentamento de Violência contra Mulher e instituições aliadas, entre elas as Secretarias de Saúde e de Cultura do Município.

Na abertura da campanha, na Praça Antônio João, foram oferecidos diversos serviços gratuitos à população, como aferição de pressão e demais serviços em saúde, além de orientação jurídica, psicossocial e sensibilização acerca dos direitos da mulher. A ação, também, lembra os dez anos da instituição da Lei Maria da Penha no Brasil.

Também teve zumba e teatro com referência à violência contra a mulher e segurança familiar. Estiveram presentes no evento o delegado Lupérsio Degerone, titular da Delegacia Regional da Polícia Civil, que também representou a DAM (Delegacia de Atendimento a Mulher), a advogada Edna Bonelli, que é presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB/MS, Marlene Lima, representante do Ministério Público Estadual, da 13ª Promotoria, Violência Contra Mulher e representantes da Atenção Básica, da Secretaria de Saúde.

Segundo Danielle Viebrantz Silveira, presidente da Coordenadoria Especial municipal de Políticas Públicas para a Mulher, durante todo este mês haverá várias ações, tais como coleta de preventivos na Clínica da Mulher, palestras, entre outras atividades.

“Nós preparamos uma programação que além de conscientizar sobre a realização dos exames preventivos e o tratamento, ainda dá visibilidade aos mecanismos que hoje existem para a realização dos procedimentos. Por isso contamos com o envolvimento de toda a cidade em prol dessa campanha”, disse Danielle.

Programação

Nesta terça-feira (4), na unidade de saúde de Vila Vargas, foi feita a coleta de preventivo e exame clínico das mamas; na quinta-feira (6), na unidade de saúde da Chácara Caiuás e do Altos da Monte Alegre, também haverá coleta de preventivos e exame clínico das mamas, das 13 às 20 horas.

Na sexta-feira (7), pela manhã, haverá palestra proferida pelos acadêmicos de psicologia da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), na Clínica da Mulher, com o tema relacionado à auto-estima da mulher. No período da tarde haverá diversas orientações com acadêmicos de Nutrição da UFGD.

Também haverá coleta de preventivo e exame clínico das mamas na unidade de saúde do Parque das Nações II, das 7 às 11 e das 13 às 21 horas.

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O juiz federal Sérgio Moro defendeu nesta terça-feira (4/9) 'limites' na Lei da Repatriação. "Ainda que questionáveis essas leis de repatriação, ainda que eventualmente compreensíveis diante do momento econômico, causa preocupação qualquer tentativa de ampliar o rol de delitos contemplados na lei já existente. Eu, particularmente, sou contra", alertou Moro.

Em São Paulo, onde participou de debate no V Fórum Nacional dos Juízes Federais Criminais, o magistrado símbolo da Lava-Jato disse que deve haver uma "preocupação sincera" com a Lei de Repatriação.

 "Difícil avaliar do ponto de vista econômico, se a arrecadação fica melhor ou pior com essas leis de anistia fiscal", disse Moro. "Acredito que tem de haver uma preocupação sincera em relação a essa Lei de Repatriação. Se aquilo teve causas, propósitos que a justificassem naquele momento histórico de problema econômico", ponderou.

Para Moro deve haver "cuidado para isso não se tornar uma medida que se suceda por diversos anos, por diversos momentos e na prática acabe tendo um efeito contrário em incentivar a ilegalidade ao contrário de buscar a reparação de situações específicas".

O programa de repatriação de recursos no exterior não declarados no Brasil deve superar os R$ 25 bilhões previstos pelo governo.

O prazo para adesão ao Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT) foi inaugurado em abril e termina no dia 31 de outubro, apurou o Correio Braziliense.

A lei permite a regularização de recursos, bens ou direitos remetidos ou mantidos no exterior ou repatriados por residentes ou domiciliados no País, que não tenham sido declarados ou que tenham sido declarados incorretamente.

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Os britânicos David Thouless, F. Duncan Haldane e J. Michael Kosterlitz, que trabalham nos Estados Unidos, foram anunciados nesta terça-feira como os vencedores do Prêmio Nobel de Física por suas pesquisas sobre a matéria.

"Suas descobertas permitiram avanços na compreensão teórica dos mistérios da matéria e criaram novas perspectivas para o desenvolvimento de materiais inovadores", destacou a Fundação Nobel.

Thouless, 82 anos, nascido na Escócia, é professor emérito na Universidade de Washington em Seattle (noroeste dos Estados Unidos). Ele receberá metade do prêmio, ou seja, quatro milhões de coroas (417.000 euros).

A outra metade será dividida entre Haldane, 65 anos, nascido em Londres e que é professor na Universidade de Princeton (Nova Jersey), e Kosterlitz, também nascido na Escócia em 1942, professor na Universidade Brown em Providence (Rhode Island).

"Os premiados deste ano abriram o caminho para um mundo desconhecido, onde a matéria pode passar por estados estranhos. Eles utilizaram métodos matemáticos avançados para estudar fases ou estados inusuais da matéria, como os supercondutores, os superfluidos e as fitas magnéticas finas", explicou a Fundação.

As aplicações podem servir para a ciência dos materiais e para a eletrônica.

Em 2015, o japonês Takaaki Kajita e o canadense Arthur McDonald venceram o Nobel de Física por suas pesquisas que estabeleceram que os neutrinos - partículas elementares - têm massa.

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O XI Encontro de Iniciação Científica, realizado em conjunto com o VIII Salão de Pesquisa Docente e a VI Mostra de Pós-Graduação deste ano, teve como tema "Ciência Alimentando a Vida". A programação científica contou com palestras, minicursos e apresentações de trabalhos, nas formas orais, em banner ou web conferência.

A palestra de abertura foi sobre "Gamification: Uma alternativa inovadora para ensinar, motivar e faturar com prazer", ministrada pelo professor Fabiano Nagamatsu. O palestrante apresentou um pouco sobre o mercado de games para as empresas, além de abordar a questão da pesquisa cientifica na área de jogos de empresa e simuladores empresariais.

Segundo Fabiano, as principais características estão relacionadas, principalmente, aos fatores lúdico, de competição e o aprendizado mais prático em sala de aula. “A vantagem é que o aluno é mais participativo, sai a figura do professor e entra a figura do facilitador, daquele que vai simplesmente conduzir as aulas. Então isso se torna mais atrativo para o aluno, fazendo com que ele permaneça mais e se engaje mais nas disciplinas envolvidas”, afirma.

O evento é um importante meio de difusão de pesquisas acadêmicas e científicas. No segundo dia trouxe uma palestra com o médico infectologista Julio Henrique Rosa Croda, sobre “Zika: modelo de pesquisa no Brasil”. O médico fez um panorama geral da doença e a relação com a microcefalia, além da atualização científica do tema.

“Tivemos muitas publicações nos últimos dois anos mostrando a associação do zika com estas alterações congênitas. Pode-se dizer claramente que existe esta associação. Montamos um serviço [o Ambulatório de Investigação de Zika Vírus do HU-UFGD], para acompanharmos gestantes e crianças. O objetivo maior deste serviço é dar uma atenção multidisciplinar e acompanhar as principais alterações com a incidência da doença no nosso Estado, em Dourados especificamente”, menciona Julio Croda.

O médico citou o trabalho em conjunto realizado com o a Clínica de Fisioterapia da Unigran, pelo qual as crianças com microcefalia são encaminhadas para fazer estimulação precoce com protocolo preconizado pelo Ministério da Saúde. “Estamos montando uma rede de colaboradores para dar toda assistência a essa criança que venha a nascer com qualquer alteração congênita relacionada à zika”, garante.

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