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Redação Douranews

Redação Douranews

O Instituto Mulher realizou, na tarde de terça-feira (26), uma ação social de entrega de doações em forma de cestas básicas, itens de higiene pessoal, produtos de limpeza, roupas de cama e agasalhos, destinada a atender aos indígenas que se encontram no isolamento social na Casa de Cursilhos cedida pela Igreja Católica de Dourados, devido à Covid-19.

Todos os produtos arrecadados pelas mulheres que integram o Instituto foram entregues para o Cacique-Capitão e presidente do Consellho Comunitário de Segurança da Aldeia Jaguapiru, Izael Morales, que está acompanhando de perto o tratamento que é oferecido aos indígenas em regime de internato durante o período da quarentena exigida para o controle da pandemia.

O Instituto Mulher foi criado em Dourados com o objetivo de defender os interesses e direitos da mulher. "Pugnar pelo respeito ao princípio da igualdade de gênero e incentivá-la a assumir posição firme e inovadora como forma de eliminar a discriminação, são os nossos propósitos", definiu a presidente da organização social, advogada Regina Bonelli, exemplificando essa preocupação também com a causa maior de enfrentamento do novo coronavírus que mobiliza toda a sociedade.

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O presidente da Câmara de Dourados, vereador Alan Guedes (Progressistas), participou na manhã desta quarta-feira (27), de uma reunião com o secretário estadual de saúde e deputado federal licenciado, Geraldo Resende e a prefeita Délia Razuk (PTB), quando foi anunciado o repasse do valor equivalente a R$ 6 milhões de recursos para o combate à pandemia da Covid-19 em Dourados. O auxílio do governo estadual servirá para mitigar os efeitos da pandemia no município e contribuir com o trabalho da saúde no enfretamento ao coronavírus.

Durante a reunião, Geraldo Resende também anunciou a entrega de 10.000 máscaras para a aldeia indígena, em parceria com a iniciativa privada. “O Mato Grosso do Sul apresenta o menor índice de disseminação do Brasil. Estamos trabalhando para a eficácia das ações no combate à pandemia em nossas cidades”, afirmou o secretário estadual de saúde.

Alan Guedes reforçou o esforço coletivo no enfrentamento à pandemia. “A Câmara continuará a postos para seguir apoiando as ações do município e do estado, pois os vereadores estão muito próximos da população e por isso são porta-vozes imediatos. Esses recursos do governo do estado ao município para combate à pandemia serão muito importantes, considerando também o aumento dos casos no perímetro urbano e na reserva indígena”, destacou.

O presidente da Câmara fez, mais uma vez, um apelo para que toda a preocupação e esforço no momento sejam direcionados para as ações relacionadas ao combate aos efeitos do coronavírus. “Nossos olhares e esforços estão concentrados para as ações de combate à Covid-19’, reiterou.

A prefeita Délia Razuk destacou o apoio financeiro do Estado e cumprimentou os esforços dos membros do Comitê de Gerenciamento da Crise. Mencionou também que a Câmara tem sido importante parceira institucional na efetivação de medidas de mitigação na cidade.

Conforme o último boletim epidemiológico divulgado pela Prefeitura, Dourados confirmou nesta quarta-feira 197 casos de coronavírus; desses, 37 estão recuperados e 141 são monitorados em isolamento domiciliar. Com o crescimento dos casos no município, foi instalada a primeira barreira sanitária, na Avenida Presidente Vargas, saída para Itaporã. A medida de enfrentamento a pandemia do Covid-19 visa orientar e verificar se as pessoas que entram na cidade sentido Capo Grande/Maracaju/Itaporã estão com algum sintoma da doença. A administração municipal já anunciou que irá instalar em outras saídas.

“Infelizmente Dourados aparece pelo terceiro dia consecutivo com o maior número de confirmações de coronavírus em Mato Grosso do Sul. Contudo, acredito que temos feito um trabalho incansável na luta para que esse vírus não se alastre mais. À exemplo, o Poder Legislativo encaminhou ao Executivo o Projeto de Lei Complementar aprovado por todos, e que dispõe sobre o uso obrigatório de máscaras de proteção por toda a população durante circulação nas ruas do município e áreas de acesso público como uma medida de conscientização e de caráter pedagógico, embora contenha dispositivos de multa, que serão regulamentados pelo Poder Executivo”, finalizou Alan Guedes. (Com assessoria)

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A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) decidiu manter até o dia 31 de dezembro de 2020 a bandeira tarifária verde para a energia elétrica, como medida emergencial para aliviar a conta de luz e auxiliar o setor elétrico durante a pandemia do coronavírus (Covid-19). O anúncio foi feito na terça-feira (26), durante Reunião Pública da Diretoria da Agência.

A bandeira tarifária verde vem sendo aplicada desde fevereiro, devido à combinação de reservatórios mais elevados com o impacto das medidas de combate à pandemia sobre o consumo de eletricidade e ela não tem custo adicional para os consumidores

Os valores das bandeiras tarifárias são atualizados todos os anos, levando em consideração parâmetros como estimativas de mercado, inflação, projeção de volume de usinas hidrelétricas, histórico de operação do Sistema Interligado Nacional, além dos valores e limites do PLD (Preço de Liquidação das Diferenças).

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O governo de São Paulo anunciou, no início da tarde desta quarta-feira (27), a prorrogação da quarentena no estado por 15 dias, com flexibilizações e aberturas econômicas progressivas, que serão feitas levando em conta as características de cada município. "A partir do dia 1º de junho, por 15 dias, manteremos a quarentena, porém, com uma retomada consciente de algumas atividades econômicas no estado de São Paulo", disse o governador João Doria (PSDB), durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, na Zona Sul da capital.

Denominado Plano São Paulo, a proposta prevê cinco etapas. As regiões serão classificadas em fases por cor, de acordo com os critérios definidos pela Secretaria estadual da Saúde e pelo Comitê de Contingência para Coronavírus. "Ela [a flexibilização] será possível nas cidades que tiverem redução consistente do número de casos, disponibilidade de leitos em seus hospitais públicos e privados e estiverem obedecendo o distanciamento social nos ambientes públicos, além da disseminação e do uso obrigatório de máscaras", afirmou Doria.

A capital paulista foi classificada como em fase de controle (laranja), ou seja, município que está em fase de atenção para eventuais liberações. Sendo assim, é permitido reabrir, com restrições, a partir do dia 1º de junho: As atividades imobiliárias, escritórios, concessionárias, comércio e o Shopping Center. A Grande São Paulo e a Baixada Santista, no entanto, foram classificadas ainda como na fase vermelha, em que nenhuma medida de flexibilização é permitida.

Segundo o governo estadual, a flexibilização deverá ser feita por decreto pelos prefeitos das cidades observando também os planos regionais. Esses indicadores são avaliados junto com dados de mortes, casos e internações por Covid-19 para determinar a fase em que se encontra cada região. A cada sete dias haverá uma reavaliação. Depois, a cada 15 dias, a região poderá se mover para fases menos restritivas. As fases poderão regredir conforme os indicadores sofram alterações, diz o Governo.

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A Energisa entregou ao Governo do Estado 10 mil máscaras que serão disponibilizadas nesta quarta-feira (27) aos indígenas de Dourados, parte deles isolados na Casa dos Cursilhos depois de testarem positivo para o novo coronavírus. Desde a semana passada, os casos confirmados foram levados para o local para serem monitorados pelas autoridades sanitárias do Município.

A ação faz parte do Movimento Energia do Bem, voltada ao enfrentamento da pandemia, informa a assessoria da concessionária de energia elétrica do Estado. Em Mato Grosso do Sul, a iniciativa vai fabricar 65 mil máscaras que serão destinadas a indígenas e idosos por meio da Semagro, a Secretaria estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar.

A produção dos itens de proteção está sendo realizada desde a semana passada por mulheres da Associação de Capacitação de Economia Solidária do Povo (a ACIESP), de Campo Grande, instituição que atende vítimas de violência doméstica. “Essa parceria está sendo fundamental para as mulheres do projeto, pois oportuniza melhorias financeiras durante esse período de pandemia", explica a coordenadora e fundadora da entidade, Ceureci Santiago.

Para o secretário de Saúde do Estado, Geraldo Resende, a contratação de mão de obra local além de ser um estímulo para a economia tem viés social. "Somos um dos estados que tem maior percentual de violência doméstica no país, e é de extrema importância fomentarmos a geração de trabalho e emprego a essas mulheres”, disse.

A união de todos nós nesse momento é a garantia de um futuro melhor e mais humanizado, afirma o presidente da Energisa, Marcelo Vinhaes. “Enquanto pudermos ampliar o apoio a quem precisa, especialmente aqueles que estão no grupo de risco, o faremos. E a confecção das máscaras é uma forma de contribuir também com a economia local; um dos setores que vem sentindo os efeitos dessa pandemia”.

O Grupo Energisa está investindo R$ 5 milhões no movimento Energia do Bem em todos os estados onde atua e doou também R$ 1,5 milhão para a Fiocruz, a Fundação Oswaldo Cruz, visando estimular a a produção de testes para o diagnóstico da Covid-19. Uma parceria com instituto Evoe também arrecadou fundos para ajudar aos mais necessitados.

No Estado, além das 65 mil máscaras que estão sendo confeccionadas, 300 famílias carentes de Campo Grande receberam cestas básicas. A Energisa também está sendo responsável pelo transporte e calibração de 70 ventiladores pulmonares danificados de diversas instituições de saúde do interior do Estado.

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O vereador Braz Melo (MDB) solicitou da Prefeitura de Dourados e na Caixa Econômica Federal estudos para que se instale uma casa lotérica ou correspondente bancário na região dos bairros Dioclécio Artuzi e Guaicurus. A população aproximada daquela região, somada aos bairros já existentes, é superior a 20.000 pessoas, sendo considerada maior que muitos municípios do nosso Estado, argumenta Melo.

Durados possui na região sul do município, na continuação da Rua Coronel Ponciano, cerca de oito loteamentos sociais, construídos nos últimos sete anos, sendo eles o Guaicurus, Vival dos Ipês, Esplanada, Harrison de Figueiredo, Dioclécio Artuzi, Chácara Cidélis, Idelfonso Pedroso e Itapiranga, além do distrito industrial, sitiocas e um centro comercial, considera o autor do pedido
.
"Considerando a alta densidade populacional, os moradores anseiam pela ampliação de melhores condições de prestação de serviços, dentre elas a instalação de uma casa lotérica ou preposto bancário para facilitar o acesso aos serviços prestados, principalmente os bancários", justifica.

De acordo com Braz Melo, para que os moradores daquela região tenham aceso a esses serviços é necessário a travessia da BR 163, correndo risco de acidentes e ainda há dificuldade de acesso ao transporte coletivo, dentre outros. “Solicitei a Caixa Econômica Federal a implantação de uma casa lotérica ou um correspondente bancário naquela região para que a população possa ser melhor atendida”, ressaltou o vereador. (Com assessoria)

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O vereador Cido Medeiros (DEM) encaminhou indicação à Câmara de Dourados, solicitando dispensadores de álcool em gel 70% nas portas de entrada e saída dos ônibus coletivos que circulam no município. Para o vereador, a proposta se faz necessária devido ao avanço do contágio do Coronavírus em Dourados, principalmente no momento em que é essencial medidas para tentar conter o avanço da epidemia.

“A proposta de álcool gel nos ônibus que prestam serviço de transporte público visa a fazer com que a empresa instale dispensadores de álcool em gel abastecidos, no interior dos veículos”, cita o documento. Cido reforça que a medida irá permitir que usuários e funcionários possam higienizar as mãos, auxiliando assim na prevenção de uma iminente contaminação e buscando impedir a disseminação da doença pelo contato com os apoios dos veículos.

A indicação foi encaminhada a prefeita Délia Razuk (PTB), ao secretário municipal de Governo Celso Schuch, ao diretor da Vigilância Sanitária Valdir Sader Gasparotto e ao gerente geral da empresa Medianeira, Marcelo Saccol. (Da assessoria)

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Como parte das aulas online adotadas devido ao avanço da pandemia mundial do novo coronavírus (Covid-19), os alunos do 4º ano do Ensino Fundamental da Escola do Sesi de Dourados participaram de uma atividade prática sobre sonorização e instrumentos musicais. De acordo com a professora Mariza Backes, que leciona a disciplina de Arte, por meio da plataforma TEAMS, da Microsoft, os estudantes aprenderam sobre diferentes instrumentos musicais e os seus sons.

Ela explica que foi elaborado um espaço para a montagem dos instrumentos musicais para que durante a aula online os alunos conseguissem ouvir e visualizar a demonstração da atividade prática com os diferentes instrumentos. “A aula foi desenvolvida a partir da contextualização do conteúdo didático sobre diferentes sons e instrumentos musicais estudados na apostila de Arte com destaque especial da aula para a demonstração dos instrumentos musicais como teclado, violão, gaita, bongo e pandeiro feitos pela professora”, relatou.

Para Mariza Backes, em tempo de isolamento social em que as aulas estão ocorrendo em sistema online, é imprescindível que os professores planejem aulas dinâmicas, criativas e inovadoras para que os alunos se sintam parte integrante nas atividades desenvolvidas. “Os alunos gostaram bastante da atividade e conseguiram perceber claramente os diferentes sons que foram emitidos quando era tocado cada instrumento musical. O desenvolvimento dessa atividade promoveu momentos de ludicidade, criatividade, interação e conhecimento”, garantiu.

A aluna Maria Angélica Fernandes Mota gostou bastante da aula. “Aprendi a classificação dos instrumentos, além de conhecer instrumentos que são bem incomuns como o reco-reco e o teremim, que aparecem na apostila de Arte”, ressaltou. “A aula foi muito interessante, pois despertou o interesse dos alunos em aprender a tocar algum instrumento musical, além claro de ter a professora fazendo algumas participações especiais”, completou Angelina Paiva Fernandes Mota, mãe da aluna Maria Angélica.

Já a aluna Isadora Orozimbo Monteiro destacou que o diferencial da atividade foi a demonstração prática da professora com os diferentes instrumentos musicais. “Na aula online, eu pude desenhar um violão e fazer a pintura. Procurei também no Google uma imagem que pudesse me auxiliar para ficar bem bonito”, completou.

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A decisão da prefeita Délia Razuk (PTB) em estender o período do toque de recolher, inicialmente fixado no período das 22 horas até 5 horas da manhã do dia seguinte, e agora vigorando a partir das 20 horas, sob a alegação de medida adotada para o enfrentamento da pandemia do coronavírus (Covid-19) em Dourados, "deveria vir acompanhada de uma justificativa suficientemente esclarecedora", sob pena de transformar-se em mais uma letra morta no rol das legislações do Município, afrontando, sobretudo o direito à liberdade econômica, entre tantos sacrifícios que o setor empresarial já tem feito para contribuir com a questão de preservação da saúde pública.

A opinião é do deputado estadual e advogado Barbosinha (DEM), para quem esse intervalo de duas horas nada mais é "do que mais um ônus para o setor empresarial", destacando o funcionamento de estabelecimentos do ramo alimentício, como restaurantes, pizzarias e churrascarias, além de bares e estabelecimentos do gênero "que praticamente se tornam atividades inviabilizadas para o período noturno, por exemplo".

"Como um proprietário de restaurante, que abre às 18 horas para o expediente noturno, vai administrar a rotina de atendimento e horários de trabalho dos garçons, cozinheiros, atendentes em geral, se às 7 e meia da noite vai ter que encerrar o turno para que o pessoal esteja em casa às 20 horas?", indaga Barbosinha. Segundo ele, a explicação dada pelo assessor especial do Gabinete da prefeita, advogado Alexandre Mantovani, membro do comitê de gerenciamento da crise do coronavírus, de que a medida está sendo tomada 'dentro de um planejamento que tem como finalidade evitar que o sistema público de saúde entre em colapso', não se sustenta.

No entendimento do deputado Barbosinha, de posse dos dados coletados até aqui, quando o toque de recolher funcionava a partir das 22 horas, o Município "já deve ter percebido que faltou fiscalização para exigir o cumprimento das regras estabelecidas, controlar o cumprimento do decreto e fazer valer o que foi adotado como medida de prevenção à propagação da Covid-19". Ele quer saber se foram ouvidos os setores mais afetados com essa alteração no decreto e se os membros do comitê avaliaram o impacto que poderá provocar, com o fechamento de estabelecimentos e mais desemprego no comércio, cuja a maioria, do ramo de alimentação, já tinha promovido os ajustes, com o distanciamento social, a questão da higiene, normativas de uso dos equipamentos de proteção, e agora "voltam a ser os mais, senão os únicos, penalizados com um novo e inócuo decreto", criticou o parlamentar.

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A Câmara de Dourados aprovou, durante sessão ordinária desta segunda-feira (25), o Projeto de Lei Complementar 017/2020, que dispõe sobre a obrigatoriedade da utilização de máscaras de proteção no município. O PLC amplia o Decreto 2.575, de 4 de maio de 2020, que determina a utilização em apenas alguns locais, como bancos, lotéricas, transporte coletivo e supermercados.

De acordo com o projeto, as máscaras, ainda que de produção artesanal, devem ser usadas em qualquer local que possua aglomeração de pessoas, além de logradouros e áreas de acesso público, enquanto durar a situação da pandemia, em decorrência da Covid-19. Conforme emenda dos vereadores Bebeto (PTB) e Maurício Lemes (PSB), aprovada durante a sessão, o descumprimento acarretará notificação, de forma educativa, e caso o usuário volte a descumpri-la, será multado no valor de uma Uferms, ou seja, R$ 30,37. Ainda foi aprovada emenda do vereador Elias Ishy (PT), que prevê que os valores arrecadados através das multas serão depositados ao Fundo Municipal de Saúde.

“Agradeço a todos os colegas pela compreensão, pelo entendimento da imprescindibilidade deste projeto neste momento que estamos passando. Nós sabemos das dificuldades que isso impõe a todos, mas a utilização de máscaras tem o viés de fazer com que estas pessoas não recrudesçam ainda mais, que não haja o lockdown”, ressaltou o presidente da Casa de Leis, vereador Alan Guedes (Progressistas)

Ordem do Dia

A Câmara ainda aprovou, em 2ª discussão e votação, o Projeto de Lei 047/2020, do vereador Alan Guedes, que declara de utilidade pública a Associação Ministerial Tempo de Vida. Em 1ª discussão, foi aprovado Projeto de Emenda à LOM (Lei Orgânica do Município) 003/2020, que inclui o Inciso XIX, ao Artigo 17, que prevê a denominação de ruas internas e projetadas de lotes horizontais ou condomínios verticais fechados, denominados Conjuntos Populares ou Núcleos Habitacionais, em parceria com a Prefeitura, Estado e Governo Federal, de competência da Câmara Municipal de Dourados, excluindo-se loteamentos que já possuem denominação de nomes próprios.

Também foi aprovado o Projeto de Lei 045/2020, do vereador Maurício Lemes, que estabelece normas para implantação e regularização de acesso controlado, responsabilidades da Associação de Moradores e Proprietários, de concessão do direito real de uso.

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