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Redação Douranews

Redação Douranews

Acompanhada da secretária municipal de Saúde, Berenice de Oliveira Machado, do assessor especial Alexandre Mantovani, e do médico Ricardo do Carmo, membro do Comitê de Covid-19, a prefeita Délia Razuk esteve na manhã desta quinta-feira (21) no Hospital Porta da Esperança, que receberá, por conta de convênio do município com a empresa JBS, 42 leitos para tratamento de pacientes com o coronavírus.

O gerente da unidade local da JBS, Dirceu Rech, também esteve no na unidade, onde foram recebidos pelo reverendo Benjamin Bernardes, superintendente executivo da Missão Caiuás e pelo responsável técnico, enfermeiro Eder Mariola. O gerente explicou que já está encaminhada a aquisição de 22 camas com colchões, que o fornecedor deve entregar nos próximos dias.

A empresa também se propôs a reformar o chamado 'Centrinho', adequando para a colocação de outras 20 camas, totalizando 42 leitos de enfermaria para pacientes da Covid-19, para atender a demanda da doença surgida na Reserva Indígena, onde dezenas de casos foram confirmados nos últimos dias. Uma tenda começou a ser instalada no momento da visita e será utilizada para triagem dos pacientes.

Durante a visita, prefeita e secretária visitaram as instalações da unidade de saúde da Missão e foram informadas sobre todo o funcionamento e capacidade de atendimento do hospital, que também está sendo preparado para atender pacientes em estado não graves da Covid-19. A prefeita ouviu dos dirigentes que o hospital da Missão Caiuá tem um histórico de trabalho de proteção aos índios, com respeito à cultura. 47% dos colaboradores são indígenas, o que facilita a relação entre paciente e os profissionais.

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A Secretaria municipal de Administração contribuiu, por meio do Departamento de Tecnologia da Informação, para que mais de R$ 1 milhão fossem economizados diretamente nos cofres públicos municipais em Dourados. Isso foi possível através de um projeto implantado em maio de 2018, onde todo o serviço de internet da Prefeitura passou a ser centralizado, otimizando gastos, tornando a rede mais gerenciável, rápida, padronizada e organizada, sendo possível o monitoramento do tráfego, níveis de sinal, inoperância, instabilidade e qualidade, o que reflete em uma gestão mais barata e eficiente.

O projeto teve início em 2017, quando a prefeita Délia Razuk solicitou à secretária de Administração, Elaine Terezinha Boschetti Trota que otimizasse os gastos públicos, cortando consumos à revelia e regulando serviços permanentes. Todo esforço foi concentrado neste sentido e os envolvidos mapearam as unidades e dimensionaram suas respectivas demandas de tráfego de rede.

“Havia um alto gasto com internet, pouca qualidade e desatendimento em locais remotos. Inadmissível uma situação como esta”, comenta a prefeita Délia Razuk. “Solicitei que todos os pontos de atendimento ao cidadão fossem atendidos (postos de saúde, escolas, Cras, Ceims, etc.) da melhor forma possível”, completa.

De acordo com o diretor de Tecnologia da Informação, Rafael Henrique Koller, a tecnologia que estava em uso (xDSL) não tinha eficiência ante à necessidade de comunicação dos pontos com o data center municipal, por conta dos planos comerciais disponíveis. Outros produtos com tecnologias diferentes foram cogitados, mas o valor não compensava. Além da baixa qualidade e alto custo, os processos de instalação demoravam de 3 a 6 meses, chegando em alguns casos a um ano e em locais fora da área urbana não havia cobertura, ficando assim vários pontos desconectados.

Os pontos precisavam ter acesso na rede da Prefeitura, mas, em alguns casos, não necessariamente à internet. A partir desse problema, o Departamento de Tecnologia da Informação iniciou um estudo voltado ao transporte de dados. A equipe realizou a elaboração do projeto de uma Rede Metropolitana com foco em serviço, vislumbrando aumento de tráfego (throughput), baixo tempo de resposta (latência), alta disponibilidade (SLA) e estabilidade de rede (jitter). Parâmetros estes exigidos em contrato.

Não houve necessidade de compra ou troca de qualquer ferramenta durante o processo e três profissionais estiveram envolvidos na implementação do projeto. Os técnicos notaram um aumento em mais de 43% no número de pontos atendidos (incluindo áreas rurais e indígenas), além de um aumento em mais de 270% na velocidade de tráfego nos pontos atendidos.

“Houve também uma redução em mais de 53% de gastos com internet e economia de mais de R$ 700 mil ao ano aos cofres públicos municipais”, segundo a secretária de Administração, Elaine Trota. “O projeto é fruto de um planejamento realizado por profissionais comprometidos com a qualidade e custo-benefício, voltado a suprir uma necessidade de longa data. Basicamente concentramos o uso de internet e interligamos os pontos em nosso data center, formando um provedor municipal. Um único link de acesso à Internet foi contratado e redistribuímos para os pontos remotos, formando assim uma Rede Metropolitana”, complementa a secretária.

Após a implantação total do contrato (em julho de 2018), todos os pontos previamente levantados estavam operando com velocidades variadas que, em sua totalidade, podem chegar até 2Gbps no ponto concentrador, com latência inferior a 20 ms, Jitter de 4 ms e disponibilidade de 98% (entre o ponto remoto e a prefeitura), além de SLA de 6 horas (em casos emergenciais como hospitais, até 2 horas).

“Além de podermos atender todas as demandas de internet em qualquer lugar da cidade com qualidade, gerando economia e aumentando velocidade, pudemos também restringir acesso a conteúdos impróprios e bloquear tráfego indesejável (streaming, torrentes, vírus, etc.)”, explica o diretor de Tecnologia da Informação, Rafael Henrique Koller.

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O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (21) o mais recente balanço de casos e mortes causadas pelo novo coronavírus. Foram 1.188 registros de morte incluídos no balanço em 24 horas e o País superou a 20.047 mortes desde o início da pandemia. Já são 310.087 o total de casos confirmados, 18.508 novos casos incluídos em 24 horas. Há 125.960 pacientes recuperados (40,6%).

O país tinha registrado o marco de 10 mil mortes no dia 9 deste mês. O número dobrou em um intervalo de 12 dias. Antes disso, o marco com 5 mil mortes foi registrado em 28 de abril, e o tempo para alcançar os 10 mil foi de 11 dias. De acordo com o Ministério, o coronavírus avança e está presente em mais de 60% das cidades brasileiras.

20 mil mortos no mundo

Além do Brasil, que chegou ao marco 65 dias depois da primeira morte, os seguintes países também passaram dos 20 mil óbitos:
- Itália (20.465) em 13 de abril, 53 dias depois da 1ª morte
- Espanha (20.002) em 17 de abril, 46 dias depois da 1ª morte
- Reino Unido (20.223) em 21 de abril, 47 dias depois da 1ª morte
- Estados Unidos (20.255) em 9 de abril, 41 dias depois da 1ª morte

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A Caixa Econômica Federal está creditando, nesta sexta-feira (22), novos lotes do Auxílio Emergencial, tanto da primeira parcela, para novos aprovados, quanto da segunda, para quem recebeu a anterior até 30 de abril. Ao todo, o benefício será pago a 7,9 milhões de trabalhadores, segundo o banco.

Veja quem está apto a receber nesta sexta-feira

- Segunda parcela: 5,3 milhões trabalhadores inscritos no Cadastro Único ou que se cadastraram através do aplicativo e do site, e que receberam a primeira parcela até 30 de abril, nascidos em maio e junho.

- Segunda parcela: 1,9 milhão de trabalhadores beneficiários do Bolsa Família, cujo NIS termina em 5

- Primeira parcela: 0,7 milhão de trabalhadores do novo lote de aprovados do benefício, nascidos em abril

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br.

Depósito em poupança digital e restrição para saque e transferências

Para os beneficiários que vão receber a segunda segunda parcela e não fazem parte do Bolsa Família, os pagamentos trazem mais restrições: todos vão receber por meio de conta poupança digital da Caixa - mesmo quem recebeu a primeira parcela em outra conta.

Além disso, a poupança digital não vai permitir transferências inicialmente - apenas pagamento de contas, de boletos e compras por meio do cartão de débito virtual. Transferências para outras contas e saques só serão liberados a partir de 30 de maio

A primeira parcela para os novos aprovados no programa será creditada na conta escolhida pelo beneficiário, da forma como receberam os primeiros beneficiários: nas contas da Caixa, na Poupança Social Digital ou em contas de outros bancos. Esses beneficiários também poderão fazer o saque em espécie do auxílio na data da liberação.

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Os deputados aprovaram, em segunda votação, na sessão remota desta quinta-feira (21) da Assembleia Legislativa em Mato Grosso do Sul, a proposta que traz mudanças na previdência estadual, entre elas que os servidores estaduais e aposentados vão contribuir com 14%, enquanto que o patronal repassa 25%. Foram 16 votos a favor e 7 contrários. As alterações começam a valer a partir de janeiro de 2021.

Atualmente os servidores que recebem abaixo do teto do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), no valor de R$ 6.101,06, contribuem com 11% para a previdência e os aposentados, também neste patamar, são isentos. Com a mudança, a alíquota fica em 14% a todos.

Nesta segunda votação, os deputados debateram a inclusão de uma nova emenda, que tornaria isentos de contribuição, os aposentados que recebem até três salários mínimos. O líder do Governo, Gerson Claro (PP), justificou que caso fosse concedida esta isenção, os demais aposentados que recebem acima deste valor poderiam entrar com ações na Justiça, para que tivessem a mesma condição.

Entre os votos contrários, Barbosinha (DEM), João Henrique Catan (PL) e Marçal Filho (PSDB), que votou favorável na primeira discussão e votação, no dia anterior, disseram que outros estados concedem isenções e tetos para a contribuição, e como não tem essa medida no projeto, foram contrários. Já Felipe Orro (PSDB) disse que o momento de pandemia não é o adequado. Também foram contra os petistas Pedro Kemp e Cabo Almi e Lídio Lopes (Patriotas)

A emenda foi analisada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), e na comissão teve cinco votos contrários, inclusive de um dos autores, Lídio Lopes, alegando que após consulta jurídica, entendeu que o princípio de “isonomia” poderia gerar ações judiciais. A emenda foi arquivada, conforme repercutiu o site Campo Grande News

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Uma Coletiva de Imprensa, que terá a participação de membros do comitê de gerenciamento da crise da Covid-19 está sendo convocada pela diretoria da Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados) para às 10 horas desta sexta-feira (22) no auditório da entidade.

Durante a Coletiva, que deverá ser conduzida pelo representante da Aced no Comitê, Flávio Delgado, serão abordados os impactos e as perspectivas da pandemia causada pelo vírus Covid-19 no comércio de Dourados.

Além de Delgado, que é um dos vice-presidentes da Associação Comercial, a Coletiva será formada também pelo infectologista Frederico Oliveira Weissinger e o assessor especial da Prefeitura de Dourados, Alexandre Mantovani.

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Com mais 53 exames positivos para coronavírus (Covid-19) nas últimas 24 horas, o número de casos confirmados da doença no Estado chega a 743. As informações foram apresentadas nesta quinta-feira (21) em coletiva de imprensa online com autoridades do Governo do Estado.

Desse total, Dourados registrou 11 novos casos e atingiu 85 confirmados, com um detalhe: não há casos de infecções pelo novo coronavírus na área rural do município e do total, há oito situações que exigiram internação.

CONFIRA OS NÚMEROS ATUAIS DE DOURADOS

boletim dourados 21 de maio

Dos 746 casos confirmados, 434 estão em isolamento domiciliar, 267 estão sem sintomas e já recuperados. 31 estão internados, sendo 15 em hospitais públicos e 16 em hospitais privados. Três pacientes internados são procedentes de fora do Estado. Foram registrados 17 óbitos.

Desde o dia 25 de janeiro, foram registradas 6.277 notificações de casos suspeitos da coronavírus em Mato Grosso do Sul. Destes, 4.657 foram descartados após os exames darem negativo para Covid-19 e 21 foram excluídos por não se encaixarem na definição de caso suspeito do Ministério da Saúde. 231 exames aguardam resultado do Lacen. 622 casos foram notificados e não foram encerrados pelos municípios.

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O deputado Barbosinha (DEM-MS) confirmou nesta quarta-feira (20) que votou contrário ao Projeto de Lei Complementar 2/2020, proposto pelo Governo do Estado, e que trata de alterações nas aposentadorias, pensões e no plano de custeio do Regime Próprio de Previdência Social do Estado. Ele entende que a proposta do Estado fere a proteção da família e da maternidade e que o reajuste de 11% para 14% na contribuição previdenciária vai impactar fortemente no orçamento das famílias dos servidores estaduais neste momento de pandemia do coronavírus.

“Esse reajuste prejudica a todos, mas em especial os servidores que ganham menos. Os trabalhadores que recebem até três salários mínimos usam usas aposentadorias basicamente para alimentação e remédio. Portanto, o projeto, no meu entender, não pratica justiça social”, justificou o deputado douradense, para quem essa reforma da previdência “também retira benefícios já adquiridos pelos servidores públicos”.

Tentando amenizar os impactos da medida do Governo do Estado, Barbosinha apresentou duas emendas conjuntas com o deputado Lídio Lopes na tentativa de manter o que já está estabelecido na lei atual do salário maternidade, salário família e auxílio doença, mas as emendas foram rejeitadas. Participaram da sessão os 24 deputados estaduais.

O deputado lembra que os servidores estaduais já não tiveram reposição salarial neste ano e que apenas um abono recompôs a perda inflacionária. “O funcionalismo público já está em desvantagem, pois o salário não foi equiparado com aos aumentos que vemos nas prateleiras dos supermercados, no gás de cozinha, nos medicamentos e outros itens”, argumentou.

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O Hospital Cassems de Campo Grande realizou na tarde desta quarta-feira (20) o primeiro transplante de coração de toda a rede hospitalar da Caixa de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso do Sul. O processo de implantação dos transplantes na unidade iniciou há cerca de dois anos quando uma equipe de médicos, coordenada pelo cirurgião cardiovascular Carlos Barbosa, se empenhou nas capacitações necessárias para a realização desse tipo de procedimento, buscando os centros especializados no Rio de Janeiro e São Paulo.

Em 2019 os preparativos se intensificaram. O processo de habilitação e credenciamento junto ao Ministério da Saúde iniciou no mês de fevereiro e, em maio do mesmo ano, a unidade hospitalar foi considerada habilitada. Em dezembro de 2019, o credenciamento foi finalizado. Para a diretora técnica do hospital, Priscilla Alexandrino, o primeiro transplante cardíaco da unidade vem “para coroar todo o esforço e dedicação das equipes de assistência em saúde e para mostrar que a rede Cassems já é uma referência em transplantes, com capacidade tecnológica e com qualidade de atendimento”.

O diretor de unidades hospitalares da Cassems, Flávio Stival, diz que a efetivação dos transplantes no Hospital Cassems de Campo Grande tem como objetivo contribuir para que o número de doações de órgãos seja ampliado em Mato Grosso do Sul. “É mais uma modalidade que a unidade assume e que tem plenas condições de realizar. Além disso, é uma forma de contribuir para redução das filas de espera pelo transplante”.

Como médico cardiologista, o presidente da Cassems, Ricardo Ayache, comemora a realização do primeiro transplante de coração da rede hospitalar vinculada à Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul. “O transplante consolida o nosso hospital como uma referência na assistência em saúde tanto no nosso estado quanto no país. É o resultado do trabalho de milhares de servidores públicos que acreditaram

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A disputa pela Prefeitura de Dourados vai ganhando forma com as pré-candidaturas delineadas desde o início do ano. Novo levantamento produzido pela empresa Ranking Comunicação e Pesquisas, de Campo Grande, mostra a ascensão do nome do deputado Barbosinha (DEM) e a estagnação dos números consolidados ao deputado estadual e radialista Marçal Filho (PSDB).

De acordo com a Ranking, se as eleições para prefeito de Dourados fossem realizadas hoje, Marçal Filho teria 12,20% dos votos, seguido por Barbosinha, com 6,60%. Délia tem 5,40%, Renato Câmara 3%, Geraldo Resende 1,40%, Murilo Zauith 1,20% e Alan Guedes 1%. Outros nomes citados somaram 0,80% e não sabem ou não responderam apontam que 68,40% permanecem alheios à disputa prevista para outubro.

Marçal ainda lidera em todos os cenários de disputa simulados, mas vê cair uma diferença que já foi mais ampla. O deputado estadual Barbosinha e a atual prefeita Délia Razuk (PTB), que já afirmou por diversas vezes que não pretende concorrer a um novo mandato, cresceram na amostra mais recente, onde o detalhe é o crescimento do número de indecisos.

Registrada sob o número MS-02090/2020 na Justiça Eleitoral, a consulta apurou intenções de voto e avaliações administrativas. Foi feita com 500 pessoas entre os dias 13 e 16 de maio. A margem de erro é de 4.4% para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%.

Na sondagem estimulada, no primeiro cenário, Marçal detém a liderança com 30,20%. Em seguida aparecem: Barbosinha (17,40%), Délia (11,60%), Renato Câmara (8,80%), Racib (1,40%), Daniela Hall (1,20%), Jefferson Bezerra (1%). Os que não sabem e não responderam são 28,40%. Em uma outra situação, citados apenas três candidatos, Marçal tem 36,40%, Barbosinha 20,60% e Câmara, 11%. Aqui o número de indecisos (não sabem/não responderam) cai pela metade: 32%.

Gestão

A mesma pesquisa mostrou que a prefeita Délia Razuk tem a gestão à frente do Município considerada como 24,20% de bom e ótimo, 28,60% de ruim e péssimo e 37,40% de regular. Não sabem e não responderam somaram 9,80%. O governador Reinaldo Azambuja tem 25,40% de bom e ótimo na cidade,, 36% de regular, 30,40% de ruim e péssimo e 8,20% não sabem ou não responderam.

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