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Redação Douranews

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Operação do Gaeco (o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) do MPE (Ministério Público do Estado), cumpriu nesta quinta-feira (11) 32 mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Criminal de Campo Grande. A operação ‘Malleus’ atingiu integrantes da organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) com atuações em Dourados, Ribas do Rio Pardo, Deodápolis, Fátima do Sul, Jateí, Caarapó, na capital do Estado e também no estado do Ceará, praticando assassinatos, assaltos e tráfico de drogas ilícitas.

Parte desses alvos participa ativamente de “Tribunais do Crime”, como são chamadas pela organização criminosa as conferências realizadas para aplicação de punições a membros faltosos ou a integrantes de facções rivais, inclusive com o ritual de assassinatos macabros. As ações contaram com o apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Militar, do Batalhão de Choque e do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul.

No curso da investigação foi apurado que, durante estas conferências, além de ter sido debatido o assassinato de um delegado de Polícia e de policiais militares, houve integrantes da organização que, por determinação de um dos alvos das ordens de prisão, sequestraram e executaram barbaramente uma jovem com golpes de picareta e com pedradas na cabeça, por acreditarem que ela poderia fazer parte do Comando Vermelho, conforme nota do MP estadual.

“Malleus”

A operação “Malleus” recebeu este nome em referência ao manual inquisitorial que previa formas de inquirição e castigos corporais severos, espécie de ‘bíblia’ da caça às bruxas em tempos antigos.

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O prefeito Alan Guedes anunciou, no final da tarde desta quinta-feira (11), que o pagamento das parcelas dos salários atrasados dos 1.199 servidores, que não receberam o vencimento referente a dezembro, devido à falta de empenho da verba na gestão passada, estão se do atendidos com o pagamento em parcela única nesta sexta-feira (12) em Dourados.

Inicialmente, a previsão era pagar a primeira das três parcelas no dia 5 de fevereiro, porém o pagamento foi antecipado para o dia 27 de janeiro. O cronograma inicial também previa o pagamento das duas últimas parcelas nos dias 16 e 26 deste mês, mas o depósito das parcelas restantes estava previsto para ser feito nesta quinta, de uma vez, eliminando de vez essa ‘herança’ da administração anterior.

Com esse pagamento a Prefeitura vai injetar R$ 5.863.290,40 na economia local, dinheiro que poderia estar sendo utilizado “para fazer outras melhorias na cidade, mas não dá pra chorar o leite derramado”, resignou-se o prefeito, via assessoria de comunicação, no final do dia. A Semfaz (Secretaria Municipal de Fazenda) informou que a arrecadação de impostos municipais como IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e ISS (Imposto sobre Serviços), além de repasses do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e FPM (Fundo de Participação dos Municípios) por parte do Estado, proporcionou essa antecipação.

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O carnaval 2021 na Região Centro-Oeste do Brasil será marcado por dias abafados e com muitas pancadas de chuva, especialmente à tarde e à noite. As capitais Cuiabá, Campo Grande, Brasília e Goiânia também terão um carnaval quente e abafado, com pancadas de chuva em geral à tarde e à noite. Mas a chuva não se prolonga por muitas horas.

Durante o fim de semana de carnaval, essas pancadas de chuva podem acontecer a qualquer hora em Campo Grande e no centro-leste de Mato Grosso do Sul. Pode chover com moderada a forte intensidade em todas as áreas do Centro-Oeste. O sul de Goiás também pode ter chuva a qualquer hora. Já para o domingo de carnaval, a tendência é que as pancadas de chuva aconteçam à tarde ou à noite, na maioria das áreas da região. O sol aparece durante várias horas, mas sempre junto de algumas nuvens. A região norte de Goiás e o Distrito Federal podem ter pancadas de chuva qualquer hora, tanto no sábado quanto no domingo. Há risco de chuva forte.

Durante a segunda-feira de carnaval, áreas de instabilidade ganham força sobre o Mato Grosso do Sul espalhando muita nebulosidade e provocando chuva a qualquer hora. O alerta é para temporais. O Distrito Federal, Goiás e o Mato Grosso terão períodos com sol e pancadas de chuva com raios principalmente à tarde à noite, mas que também podem ser fortes em alguns momentos.

Na terça-feira de carnaval as áreas de instabilidade vão ganhar força sobre Goiás, Mato Grosso e sobre o Distrito Federal, mas vão continuar ativas no centro-norte de Mato Grosso do Sul. Em todas essas áreas, a chuva será frequente e pode chover forte. Já para o sul e oeste de Mato Grosso do Sul, a previsão é de que o sol predomine na terça-feira, com chance de chuva baixa.

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Com uma mensagem dirigida aos “foliões da Saúde”, dizendo que “este ano não tem folia, mas o Carnaval tá aí”, a Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho) do HU (Hospital Universitário) da Universidade Federal da Grande Dourados lançou nesta quarta-feira (10) a Campanha Cuide da vida do outro, que ele também cuida da sua! A ideia é estimular os colaboradores a estarem atentos ao uso dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) também pelos colegas de setor, lembrando-os, se necessário, da importância do uso desses equipamentos no exercício diário da rotina de trabalho.

A elaboração da campanha foi um trabalho de criação coletiva dos membros da CIPA-Gestão 2020-2021, sendo a peça principal um vídeo de dois minutos, animado por uma marchinha de Carnaval, onde aparecem vários membros da Comissão utilizando, recebendo ou entregando um EPI a um colega. Com letra de Vanda Laurentino e música de Laura Cyrineu, a marchinha utiliza uma linguagem mais descontraída e bem-humorada, com o intuito de sensibilizar os colegas.

“O tema da prevenção de acidentes é de extrema importância e, por ser sério, acaba se tornando pesado. A ideia foi justamente fazer a abordagem de uma forma mais leve para ter maior alcance. Afinal, nunca foi tão importante cuidar da vida do outro como agora”, comenta a engenheira de segurança do trabalho Marcella Moura, atual presidente da Cipa, já no clima da campanha.

ACOMPANHE A MARCHINHA

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Pesquisa realizada pelo Departamento de Saúde, Previdência e Segurança da Fenaj, a Federação Nacional dos Jornalistas, comprovou que os profissionais da imprensa estão entre as principais vítimas da Covid-19. Do início da pandemia, em 2020, até o final de janeiro deste ano, pelo menos 93 profissionais morreram em decorrência da Covid-19. Depois da conclusão da pesquisa, a repórter cinematográfica Vanusa Torchi, de São Paulo também faleceu, elevando o número para 94.

A situação agravou-se nos últimos meses, com um crescimento dos óbitos. Entre julho e agosto de 2020, as mortes na categoria se mantiveram relativamente estáveis. Nos últimos dois meses de 2020 houve um crescimento acelerado e explodiu em janeiro de 2021, com 25% dos casos de mortes.

Amazonas e São Paulo são os dois estados com maior número de casos: 14 mortes em cada. Mas chama a atenção os números do Amazonas, que tem uma população dez vezes menor que São Paulo (4,2 milhões contra 44,6 milhões). O estado tornou-se, a partir de janeiro, símbolo da falência dos poderes públicos, em especial do governo federal, no combate à pandemia.

Rio de Janeiro, com nove óbitos, e Paraná, com oito, completam a lista dos estados com maior número de casos fatais na categoria. A Paraíba, com uma população quase idêntica à do Amazonas (4 milhões de habitantes), registrou cinco mortes de jornalistas.

O diretor do Departamento de Saúde e coordenador da pesquisa, Norian Segatto, disse que os números são assustadores, mas ainda podem estar subestimados. “Não existe um mecanismo o oficial de registro dos casos e nem sempre a morte do profissional de imprensa é noticiada”, explicou.

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Para impedir que pessoas furem fila na vacinação contra a Covid-19 em Mato Grosso do Sul, o deputado Barbosinha (DEM) apresentou, na sessão desta quinta-feira (11), importante projeto de lei que prevê a aplicação de multas aos cidadãos e agentes públicos que “burlarem” a ordem de vacinação dos grupos prioritários, de acordo com a fase cronológica definida no Plano Nacional e/ou Estadual de Imunização contra a doença.

As multas podem ultrapassar os R$ 88 mil. Os valores da penalidade são definidos pela Uferms (a Unidade Fiscal do Estado de Mato Grosso do Sul), que na cotação de fevereiro está valendo R$ 36,71.

Para justificar a proposta, o parlamentar ressaltou que “as pessoas que buscam furar a fila da vacinação estão sendo imunizadas antes dos grupos prioritários. É necessário, portanto, uma rápida resposta desta Casa de Leis para coibir comportamentos criminosos e evitar prejuízos ao que foi determinado nos planos vigentes de imunização”.

De acordo com o projeto podem ser multados: o agente público, responsável pela aplicação da vacina, bem como seus superiores hierárquicos - que deram a ordem da imunização, e a pessoa imunizada ou seu representante legal.

Comprovada a infração do agente público, a multa aplicada será de até 650 Uferms (R$ 23.861,50). Já a pessoa imunizada, que recebeu a vacina indevidamente, ou seu representante legal será multado em até 1.200 Uferms, o que equivale a R$ 44.052,00. Se o imunizado for agente público, a multa será o dobro (baseado em 1.200 Uferms) podendo chegar a R$ 88.104,00; ser afastado de suas funções, podendo ao término do processo administrativo ter o contrato rescindido ou até ser exonerado.

Nos casos em que o “fura-fila” for agente público, com mandato eletivo, o infrator poderá ser afastado da função, observados os ritos previstos na legislação. As penalidades previstas na lei não se aplicam em casos devidamente justificados nos quais a ordem de prioridade da vacinação não foi observada para evitar o desperdício de doses da vacina.

Barbosinha solicitou que o projeto tramite em regime de urgência na Assembleia Legislativa. A legislação prevê que os valores decorrentes das multas deverão ser recolhidos ao Fundo Estadual de Saúde do Mato Grosso do Sul. A proposta dele mereceu considerações de vários parlamentares que se manifestarem solidários com essa preocupação. (Com assessoria)

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Interditado desde agosto de 2019, o estádio Fredis Saldivar (Douradão) reabriu os portões na tarde desta quarta-feira (10) para a estreia do DAC, o Dourados Atlético Clube, na Série B do Campeonato estadual de Futebol contra o Coxim Atlético Clube. Por conta da pandemia do novo coronavirus, o público não teve acesso liberado à partida.

O primeiro gol saiu logo nos primeiros minutos do jogo, após cobrança de pênalti. O lance foi carregado de simbolismo, já que foi o primeiro depois de quase dois anos no estádio, e também o primeiro da história do Dourados Atlético Clube. O time douradense levou a melhor marcando mais um gol no segundo tempo de jogo, finalizando a partida com o placar de 2x0.

O prefeito Alan Guedes foi ver o jogo, junto com o vice-prefeito Guto Moreira e relatou que este é um marco importante para a história esportiva da cidade e que o executivo do município continuará zelando do espaço para que aconteçam mais partidas no Douradão.

Fechado desde agosto de 2019 para competições, foi preciso realizar um grande trabalho de manutenção dentro da estrutura, tudo feito com mão de obra da Prefeitura de Dourados e de empresas parceiras. A limpeza e roçada do campo e dos arredores, reativação do transformador de energia, religamento das bombas d’água, manutenção hidráulica e sanitária, além da lavagem completa das arquibancadas, vestiários, banheiros e áreas comuns, exigiu uma força-tarefa.

História de um gigante

Localizado na Rua Coronel Ponciano, o estádio começou a ser construído em meados dos anos 1980 pelo então governador Pedro Pedrossian. Foi inaugurado um ano depois em que houve a redemocratização do Brasil, sendo inaugurado também quase dois anos após a morte do empresário que deu nome ao estádio, o construtor de obras Fredis Saldivar, um dos criadores do lendário Operário Esporte Clube com os irmãos e amigos da família.

Como o único estádio da cidade, o Napoleão Francisco de Souza (mantido pela LEDA-Liga Esportiva Douradense de Amadores), não tinha condições de receber uma competição oficial da CBF, o jeito foi improvisar. Como apenas os setores das cadeiras numeradas e arquibancadas cobertas estavam prontos, no lado posterior foram instalados tapumes, para garantir a segurança dos torcedores, jogadores e arbitragem. O diretor técnico da CBF Pedro Lopes, que era da Federação Catarinense de Futebol, liberou o estádio.

O primeiro jogo no local foi entre Ubiratan e Mixto, em 12 de abril de 1986, vencido pela equipe douradense por 4 a 2. O primeiro gol foi marcado pelo centroavante ubiratanense Ademir Patrício. Mas o Leão da Fronteira não foi longe na competição, caindo logo na primeira fase. Naquele ano, o Ubiratan Esporte Clube se qualificou para disputar o Campeonato Brasileiro da Série B (batizado na época de Torneio Paralelo).

No grupo do Leão da Fronteira estavam equipes bastante conhecidas no cenário nacional como América/MG, Uberlândia (MG), Anapolina (GO), Itumbiara (GO), Mixto (MT), Juventus (SP) e a Internacional de Limeira, que no ano anterior havia conquistado o campeonato paulista em uma vitória épica sobre o Palmeiras.

Uma segunda inauguração oficial ocorreu em 1994, dessa vez a estreia dos refletores com o jogo amistoso entre Fluminense e Internacional, um dos grandes clássicos brasileiros. O Douradão foi palco da comemoração de bicampeonato estadual do Ubiratan em 1998 diante do SERC Chapadão e em 1999, de forma invicta, contra o Comercial. No primeiro título em 1990, o jogo decisivo ocorreu em Naviraí. Em dezembro de 2012 houve a doação total do imóvel do estádio ao Município de Dourados, processo de doação previsto na Lei 4.297. A doação foi assinada pelo governador André Puccinelli, pelo então prefeito Murilo Zauith além de vereadores como testemunhas.

O maior público da história do Douradão, oficialmente, foi a primeira partida da decisão do Campeonato Sul-mato-grossense em 17 de julho de 1988, quando 18.780 pessoas pagaram ingresso para ver o empate de 1 a 1 entre Ubiratan e Operário de Campo Grande. No jogo de volta, na Capital, o Galo venceu por 1 a 0 e ficou com o título. Naquele mesmo ano, em duas semifinais memoráveis entre Ubiratan e CAD (Clube Atlético Douradense), o estádio recebeu mais de 15 mil torcedores em cada jogo, conforme retrospectiva da história do espaço que agora começa a ser resgatado na cidade.

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Mais saúde. Esse foi o pedido que norteou a reunião realizada na manhã desta quarta-feira (10) na Prefeitura de Dourados com representantes da APOMS (Associação de Produtores Orgânicos do Mato Grosso do Sul). O diretor administrativo da instituição, Olácio Komori, apresentou as propostas para ampliação das atividades do grupo e pediu apoio do prefeito Alan Guedes para que Dourados seja referência em agroecologia.

A APOMS trabalha pela promoção de uma agricultura sustentável e no fortalecimento das relações de solidariedade, das quais participam cerca de 12 famílias em Dourados, e 130 em Mato Grosso do Sul. Hoje, um dos principais desafios é aproximar o produtor do consumidor. “Queremos que essa relação seja estreitada nas diferentes frentes, seja com a merenda escolar, com compras do governo, seja na abertura de feiras com possibilidades de feiras temáticas ou até na destinação de alimentos para o Exército”, explicou Komori.

O secretário de Agricultura Familiar, Ademar Zanatta, acompanhou a reunião e colocou a pasta à disposição de todos produtores. Além da APOMS, estava presente o vereador Elias Ishy, representantes da UFGD e das comunidades quilombolas, indígenas, da agricultura familiar e de economia solidária. A professora Zefa Valdivina Pereira lembrou da importância de unir as forças. “Temos que trabalhar juntos. A universidade está à disposição de todos, temos projetos de pesquisa e extensão nessa área e estamos aqui para somar”, pontuou.

O presidente da Associação, Ramão Castro de Oliveira, pediu atenção da gestão municipal na manutenção das estradas. “Usamos essas vias para escoar a produção e precisamos que haja um trabalho para ajudar esses pequenos produtores”, apontou. O vereador Elyas Ishi tem atuado como interlocutor do grupo e propôs uma política de recuperação permanente de estradas.

Formalizada no ano de 2000, com um grupo de produtores de café orgânico, hoje a associação vive um cenário muito diferente de 21 anos atrás. Diva Dias do Santos Rigato a primeira presidente, disse que a consciência com o consumo e o meio ambiente hoje é visivelmente maior. “Houve uma mudança em relação à sustentabilidade e na relação com a terra. Hoje, as pessoas querem consumir produtos mais saudáveis, mas, infelizmente, eles ficam destinados ao público classe A e temos que popularizar esse consumo. Para isso, precisamos de investimentos de incentivos”.

O prefeito de Dourados foi um dos 47 eleitos no Estado que assinou, durante a campanha eleitoral, a carta compromisso da ANA, a Articulação Nacional de Agroecologia, para promoção de segurança alimentar e nutricional nos municípios. “Estamos à disposição da Associação e vamos apoiar a Apoms no desejo de realizar, em Dourados, um evento nacional da ANA”, concluiu Guedes durante o encontro.

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O Diário Oficial do Município desta quarta-feira (20) anuncia as duas primeiras baixas no time escolhido pela Mesa Diretora da Câmara de Dourados para comandar setores estratégicos da administração da Casa na legislatura iniciada neste mês sob o comando do presidente, vereador Laudir Munaretto, do MDB.

O arquiteto e ex-secretário municipal de Serviços Urbanos, Fabiano Costa, que também é o presidente do diretório do PTB na cidade, deixou a função de Diretor Geral, substituído por Lucas Garcete, que era subprocurador da Assessoria Jurídica. Outro que deixou a função foi o advogado Hassan Hajj, indicado chefe da Procuradoria Jurídica, agora substituído por Leandro Luiz Belon, que havia sido indicado Advogado Temporário junto com o ex-secretário municipal de Fazenda Carlos Pimentel.

O jornalista Henrique de Matos, diretor de Comunicação da Câmara, justificou a saída de Hassan da Procuradoria Jurídica pelo impedimento em obter a cedência nas funções que exerce em universidades no Município. Já para a saída de Fabiano Costa não foi apresentada nenhuma explicação técnica.

Demais funções

Nas demais funções administrativas da Casa, permanecem os escolhidos indicados no início dos trabalhos legislativos: Departamento financeiro, com José Zani Carrascoza; Controladoria do Legislativo, com Carlos Augusto Nantes Harb; Secretaria Legislativa, com a advogada Tatiana Moreno Romero; e Cerimonial, a professora Tatiane Lazzarini.

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Os ministros da Segunda Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) negaram, por unanimidade, provimento ao Recurso Especial interposto pela Câmara de Dourados em favor de membros da Casa que eram beneficiados com recursos extras da chamada ‘verba indenizatória’ instituída por meio da Lei Municipal 3455/2011, e que previa o ressarcimento das despesas relacionadas ao exercício do mandato parlamentar.

Os ministros Francisco Falcão, Herman Benjamin, Og Fernandes e Mauro Campbell Marques votaram com o parecer emitido pela Ministra Relatora, Assusete Magalhães, conforme Acórdão publicado na sessão de segunda-feira (8), e não acolheram os argumentos propostos pelos então vereadores Walter Hora, Cido Medeiros, Delia Razuk, Albino Mendes, Alberto Alves dos Santos (Bebeto), Dirceu Longhi, Elias Ishy, Gino Ferreira, Idenor Machado, Juarez de Oliveira, Cemar Arnal e Pedro Alves de Lima, o Pedro Pepa. Desses, a vereadora Délia virou prefeita e Cemar Arnal é o atual vice-presidente da Câmara, além de Ishy que foi reeleito.

O advogado Daniel Ribas, autor da ação popular impetrada contra essa medida da Câmara, comemorou mais um passo. Ainda cabe a última tentativa de impedir o ressarcimento das verbas recebidas, com recurso ao STF (Supremo Tribunal Federal). A Lei Municipal 3455/2011 já havia sido declarada inconstitucional, em decisão unânime dos desembargadores da 1ª Câmara Cível do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).

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