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Redação Douranews

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Tite assumiu a seleção brasileira com a responsabilidade de retomar os bons resultados, mas já terá um desafio de peso pela frente. Nesta quinta-feira (23), a CBF divulgou através do site oficial o Mineirão como palco de Brasil x Argentina pela 11ª rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Além do clássico, a partida marca o primeiro jogo no estádio após a semifinal do Mundial de 2014, famoso pelo 7 a 1 da Alemanha contra a Seleção, na época comandada por Luiz Felipe Scolari

O Twitter oficial do Mineirão também divulgou a informação, comemorando a escolha do estádio como palco da partida. Na história das Eliminatórias, Brasil e Argentina já se enfrentaram duas vezes no Mineirão: na busca por uma vaga na Copa do Mundo de 2006, a Seleção venceu por 3 a 1, com três gols de Ronaldo Fenômeno; na segunda, empate sem gols nas Eliminatórias para o Mundial de 2010. Em 1975, na primeira fase da Copa América, a Seleção bateu os hermanos por 2 a 1, com dois de Nelinho na capital mineira.

Os argentinos têm uma boa relação com Belo Horizonte. A cidade foi a sede da seleção durante a Copa do Mundo de 2014. Durante a competição, apenas um jogo: vitória por 1 a 0 contra o Irã, com gol de Lionel Messi.
Antes do duelo contra a Argentina, a Seleção terá pela frente Equador e Venezuela, fora de casa, Colômbia, dia 6 de setembro, na Arena da Amazônia, e Bolívia, 7 de outubro, na Arena das Dunas. Após seis rodadas, o Brasil ocupa a sexta posição, com nove pontos. A Argentina é a terceira colocada, com 11, conforme o Globoesporte.

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O ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou nesta quinta-feira (23) o pedido do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que queria transitar livremente pela casa legislativa para se defender no processo de cassação que é movido contra o mandato dele.

No pedido para acessar o Legislativo, os advogados de Cunha alegaram que o deputado do PMDB tem sido prejudicado com o afastamento no processo na Câmara por não poder se defender pessoalmente com os colegas do Legislativo. A defesa também argumentou que houve ilegalidades, abuso de poder e cerceamento ao direito de defesa do peemedebista no processo de quebra de decoro.

Barroso rejeitou o pedido por questões processuais, alegando que jurisprudência do tribunal já definiu que decisões monocráticas de magistrados do Supremo não podem ser contestadas por meio de um habeas corpus, instrumento utilizado pela defesa de Cunha para solicitar o acesso do peemedebista às dependências da Câmara.

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A redução do prazo e das verbas de campanhas eleitorais municipais deste ano vai impactar em cheio nas indústrias gráficas do Estado, conforme análise do presidente do Sindigraf/MS (Sindicato das Indústrias Gráficas de Mato Grosso do Sul) e Abigraf/MS (Associação Brasileira da Indústria Gráfica no Estado), Julião Flaves Gaúna. “A redução das verbas para as campanhas em um momento já complicado para a economia deve trazer perdas ao segmento. Nesse cenário é que estamos inseridos e, portanto, prevemos recuo em nosso faturamento. É uma queda expressiva, que deve flutuar entre 30% e 40% neste ano”, afirmou.

O motivo é a mudança nas regras dos gastos eleitorais definida pela Resolução 23.457/2015 do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que vai limitar os recursos da campanha atual em 70% do que foi utilizado no pleito anterior, em 2012. Além disso, o tempo de campanha também será reduzido de 90 para 45 dias, começando dia 16 de agosto e terminando no dia 29 de setembro.

Dentre as práticas proibidas para o período estão a distribuição de camisetas, chaveiros, bonés, canetas e brindes. A vedação vale, ainda, para quaisquer outros bens que possam proporcionar alguma vantagem ao eleitor. O candidato que extrapolar os limites determinados pelo TSE pode ser obrigado a pagar multa de 100% do valor excedido e, além disso, o político pode ser alvo de representação pelo MP (Ministério Público) por abuso de poder econômico.

Conforme Julião Gaúna, tais alterações exigirão mudanças de estratégia para que os candidatos consigam cumprir os cronogramas de divulgação. “Os candidatos que forem disputar pela primeira vez o cargo de prefeito e vereador terão mais dificuldades para serem eleitos e quem trabalha na elaboração de campanhas vai ter que se acostumar com demanda e faturamento menores a partir de agora, pois os candidatos também estão proibidos de utilizar outdoors de qualquer natureza nas campanhas, independentemente do local ser ou não propriedade privada”, reforçou.

Alternativas

Para o presidente do Sindigraf/MS e Abigraf/MS, as mudanças nas regras obrigarão o fomento da inovação entre os políticos e os empresários da indústria gráfica, que terão uma campanha eleitoral de grandes desafios. “Essa será uma campanha eleitoral da criatividade e, por isso, os empresários gráficos terão, primeiro, de disputar o cliente (candidato), principalmente, com as redes sociais por ser um tempo muito curto”, lembrou.

Ele acrescenta que a indústria gráfica terá de usar da inventividade para atrair o candidato, que terá de ser convencido sobre as vantagens da impressão em papel dos seus materiais de campanha. “O candidato deverá priorizar materiais sobre os seus feitos públicos e o porquê de estar disputando uma eleição. Além disso, apesar do avanço das mídias sociais, muitos eleitores ainda não têm recursos financeiros para ter um smartphone e, por isso, precisa do material impresso para conhecer melhor em quem vai votar”, destacou.

Julião Gaúna analisa que se o candidato apresentar aos eleitores os seus projetos em material impresso terá mais visibilidade e mais tempo de exposição, pois os folhetos acabam passando de pessoa a pessoa. “Com isso, a abrangência do material de trabalho junto à população aumenta. Além disso, o alcance da informação se fixa em vários pontos da cidade, possibilitando ao candidato convencer melhor os seus eleitores”, afirmou.

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A UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) e a Universidade Federal da Grande Dourados vão realizar, entre os dias 28 e 30 de setembro, em Dourados, o III Enepex (Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão) organizado pelas duas instituições com a temática “O Impacto da Universidade na Sociedade”.

O evento é uma fusão do 7° Epex, da UEMS e do 10° Enepe, da UFGD, e tem por objetivo divulgar as atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão das duas instituições, promovendo o intercâmbio de produções acadêmicas, e reforçando o papel da Cidade Universitária no desenvolvimento de Dourados e região.

Na abertura oficial do III Enepex, está confirmada a presença do professor Ángel Badillo, titular do Departamento de Sociologia e Comunicação da Universidade de Salamanca, na Espanha, e um dos grandes nomes atuais em pesquisas de Comunicação, Política e Cultura. O palestrante também é um dos fundadores da Seção espanhola da União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura.

A organização do evento destaca que a submissão e a apresentação de trabalhos serão na modalidade de resumo simples, e obrigatória, aos alunos que finalizaram projetos de ensino, pesquisa ou extensão, seja na UEMS ou na UFGD. As inscrições serão abertas no mês de julho, exclusivamente no site do evento. O evento será aberto à comunidade .

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O projeto de extensão Cineclube UFGD exibe gratuitamente, às 17 horas deste sábado (25), o longa-metragem “Durval Discos” e o curta “A Origem dos Bebês Segundo Kiki Cavalcante”, no cine-auditório da Unidade 1 da UFGD, localizado na rua João Rosa Góes, 1.765, na Vila Progresso.

Grande vencedor do Festival de Gramado de 2002, Durval Discos, longa-metragem de estreia da diretora Anna Muylaert, alterna elementos de comédia absurda, drama comportamental e suspense, além de se valer bem da mistura de gêneros e estilos e das frequentes mudanças de tom.

A história traz um quarentão, solteiro, com jeitão de hippie, que teima em vender apenas vinis em sua loja de discos, sua relação com a mãe amalucada e dominadora e a chegada de uma menina que vai implodir esse universo, mudando para sempre suas vidas e mostrando que tudo na vida tem um lado A e um lado B, como nos LPs.

O elenco de Durval Discos é formado por Marisa Orth (Elisabeth), Letícia Sabatella (Célia), Rita Lee (Tia Julieta), Ary França (Durval), Etty Fraser (Carmita), Isabela Guasco (Kiki), André Abujamra (Fat Marley) e Theo Werneck (DJ Theo).

Também tendo uma menina imaginativa como protagonista, o curta “A origem dos bebês segundo Kiki Cavalcanti”, realizado sete anos antes do longa, já revelava o gosto da cineasta Anna Muylaert pelo humor insólito e o talento para a direção de crianças.

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Uma grande articulação da sociedade. Assim, o vereador Madson Valente (DEM) definiu, nesta quinta-feira (23), a escolha do nome do atleta mais premiado do atletismo douradense, o veterano Francisco José Paulino, de 97 anos, o ‘Seo Paulino’, para ser um dos condutores da tocha olímpica durante o Revezamento em Dourados.

O corredor, que já participou de várias etapas da São Silvestre, a mais famosa corrida de rua do País, realizada na virada do ano em São Paulo, dedicou esta quinta-feira para fazer o que gosta: ele correu cerca de 2 km pelas ruas da cidade.

De acordo com o vereador, a inclusão do nome dele no circuito nacional, atendendo o clamor da sociedade, se deu pelo esforço pessoal do prefeito Murilo Zauith (PSB). “O prefeito é um admirador da garra e da disposição do ‘seo Paulino’ e, como viu que ele não havia sido indicado por ninguém, e nem estava selecionada, houve uma intercessão junto aos patrocinadores oficiais. ‘Seo Paulino’ vai estar na rua, domingo”, assegurou Madson.

O vereador esteve no jornal Douranews juntamente com o comandante da Guarda Municipal de Dourados, João Vicente Chencareck, que também coordena a Defesa Civil no Município. “Está tudo organizado, vamos estar nas ruas [Guarda e Defesa Civil], juntamente com a Polícia Militar e a Agetran, para garantir o sucesso desta festa na nossa cidade-celebração”, garantiu Vicente.

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Quatro atletas e dois professores do Instituto Alecrim participam, em São Paulo, neste final de semana, da I Etapa Nacional do Circuito Brasil Caixa Loterias na modalidade de Atletismo Paralímpico.
Os paratletas integram o projeto Dourados Paralímpico que funciona no estádio Douradão através de uma parceria da Funed e da Secretaria de Educação de Dourados, e da Secretaria estadual de Educação, e atende 60 alunos com deficiência física, visual e intelectual nas modalidades de atletismo e bocha.

Os destaques da equipe que estará em São Paulo são Henrique Andrade dos Reis, de 17 anos, deficiente visual que em 2015 terminou o ano como primeiro do ranking nacional adulto na prova do salto em altura; Pedro Elias Barros Tenorio, de 19 anos, deficiente físico que em 2015 terminou o ano no segundo lugar do ranking nacional nas provas do arremesso de peso e 100m; Jonatan da Silva Ferreira, deficiente físico segundo melhor do Brasil nas provas de 100m e 400m em 2015; e Igor Miranda, deficiente visual de apenas 15 anos, que já figura entre os três melhores do Brasil.

Outros destaques da equipe são Rosenilda Aoyama e Felipe Alves Marcelino que também estão classificados para as etapas dos nacionais, porém não vão estar presente nessa etapa de São Paulo porque estarão representando o projeto na condução da tocha olímpica e paraolímpica pelas ruas de Dourados.

O coordenador do projeto Alecrim, professor Antônio Pietramale, ressalta que com certeza a equipe busca um bom resultado, “pois estamos treinando desde janeiro visando estas competições”. Ele cita também que o resultado do atleta Jonatan da Silva Ferreira poderá colocar o douradense ainda nas Paralímpiadas 2016 no Rio; ele já está pré-convocado e tem ainda duas oportunidades de melhorar as marcas para estar na lista do dia 29 de julho.

Os atletas participarão desta primeira etapa, pois atingiram os índices pré- estabelecidos pelo Comitê Paralímpico Brasileiro na etapa regional realizada em Brasília no início do ano. Pietramale aproveitou para agradecer o apoio da Ortopédica São Paulo nessas atividades.

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Das 83 toneladas de drogas apreendidas pelas forças policiais de Mato Grosso do Sul nos últimos 12 meses, 12 toneladas saíram dos depósitos da Defron (a Delegacia de Fronteira) em Dourados, e foram apreendidas pelo DOF somente no ano de 2016. A incineração começou a ser feita a partir desta terça-feira (21), no Frigorífico JBS em Campo Grande.

No início da incineração, a maior da história do Estado, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) cobrou do Governo Federal participação efetiva no combate ao tráfico de drogas. “Precisamos de uma presença maior das forças federais nas fronteiras de nosso Estado”, decretou Reinaldo, afirmando que a droga apreendida em território sul-mato-grossense é produzida na Bolívia e Paraguai, países que usam Mato Grosso do Sul como rota para distribuição de entorpecentes no Brasil.

No mercado do tráfico, as 83 toneladas de drogas gerariam um lucro superior a R$ 100 milhões. Nesse sentido, o governador destacou o trabalho das forças policiais e, em especial, do Departamento de Operações de Fronteira que, no balanço de um ano, apreendeu mais de 74 toneladas de drogas na fronteira do Mato Grosso do Sul com o Paraguai e a Bolívia.

Para motivar o trabalho dos agentes de segurança e estruturar ainda mais as polícias do Estado, o governador lembrou ainda do programa “MS Mais Seguro”, lançado na última semana, que vai investir R$ 96,4 milhões na Segurança Pública do Estado.

Também participaram da solenidade que antecedeu a incineração das drogas no Frigorífico JBS o secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, José Carlos Barbosa, o deputado estadual Coronel David, o delegado-geral da Polícia Civil, Marcelo Vargas, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Edgard Júdice Teixeira, além do diretor do DOF, coronel Ary Carlos Barbosa.

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O presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Cláudio Lamachia, designou esta semana o douradense Alexandre Mantovani, conselheiro federal da OAB por Mato Grosso do Sul, para presidir a Comissão Nacional da Jovem Advocacia.

A nomeação foi recebida com entusiasmo pelos novos advogados do Estado, e em Dourados foi destacada pelo presidente da Seção local da ANA (Associação dos Novos Advogados), Diego Zanoni Fontes, como reconhecimento para preencher esse espaço de discussões na direção nacional da entidade.

“Aos meus pares no Conselho Federal, grandes companheiros de luta, rendo minhas reverências e sincero agradecimento. À Unigran, aos meus amigos, familiares e alunos faço as minhas homenagens, pela compreensão e pelo apoio constantes”, retribuiu o advogado.

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A Funasa (Fundação Nacional de Saúde) e a Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena) assinam, nesta quinta-feira (23), um termo de cooperação técnica para a perfuração de um novo poço na aldeia Jaguapiru, situada na Reserva Indígena de Dourados. A assinatura acontecerá às 15 horas na Câmara de Vereadores.

O termo de cooperação possibilitará à Funasa, com a experiência de vários anos atendendo à questão indígena, auxiliar à Secretaria Especial na busca de uma solução para o problema da falta d’água na Reserva em Dourados. A medida atende à uma articulação feita pelos deputados Geraldo Resende (PSDB) e George Takimoto (PDT).

“Recebi a solicitação dos parlamentares e, ao analisar o caso, chegamos à conclusão de que poderíamos atender a essa demanda, com o objetivo de, pelo menos, minorar o problema da falta de água na aldeia”, explica o superintendente da Funasa em Mato Grosso do Sul, Sérgio Castilho.

Ainda de acordo com Sérgio Castilho, o novo poço tubular terá uma profundidade de 112 metros e será perfurado próximo a um antigo, que desabou e está desativado e possivelmente deverá ter a mesma vazão, que era de 17.100 litros/hora. A expectativa é que dentro de 15 dias o novo poço já seja ativado.

Preocupação

Segundo Geraldo Resende, a falta de água tem obrigado famílias inteiras a andar quilômetros para encontrar água potável, sendo que várias delas saem de casa várias vezes ao dia, o que é suficiente apenas para matar a sede por algumas horas. Isso tem levado, ainda, vários indígenas a recorrerem a minas e córregos que podem estar poluídos por agrotóxicos ou outras substâncias nocivas à saúde, explica.

Para o deputado George Takimoto, “a consequência é visível nos postos de saúde, que estão lotados. Como não há rede de esgoto, que muitas vezes fica a céu aberto e próximo dos poços, famílias inteiras podem estar tomando água contaminada", explicam.

“Há cerca de um mês o problema se agravou tanto que escolas como a Tengatuí Marangatu tiveram que dispensar os alunos mais cedo por causa da falta de água”, complementa Takimoto, que acredita numa diminuição drástica desse problema com a perfuração do novo poço.

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