Timber by EMSIEN-3 LTD
Douranews - Economia
Redação Douranews

Redação Douranews

A banda Full House, há três anos estabelecida no mercado do som sertanejo de Dourados e região, e já com algumas incursões pelo interior do País, realiza neste sábado (11) a primeira Live Solidária, desta vez para ajudar o Lar Ebenezer a conseguir se sustentar e continuar a oferecer o abrigo e acolhimento às pessoas em situação de vulnerabilidade no Município. O Douranews é parceiro da live.

Cleverson Titton, percussionista e um dos porta-vozes do grupo, afirmou na manhã desta quinta-feira (9), no Douranews, que a banda se dispôs a ajudar o Lar Ebenezer por considerar que “nesse momento de pandemia, se a gente não se abraçar [‘figurativamente, claro’, brincou, considerando as regras de distanciamento social], a situação fica pior do que está”.

A Live Solidária começa a partir das 18 horas, com transmissão pelos canais do YouTube e no Facebook, com apresentação do famoso locutor de rodeios, Fagner Rangel, e deve ter duração aproximada de três horas, em média. A Full House é composta, ainda, pelo vocalista Marcos Logan, o contrabaixista Rogério e na bateria o Bruno, além do Igor, no violão e guitarra.

Comentário

O vereador Juarez de Oliveira (MDB) encaminhou requerimento para a senadora Simone Tebet (MDB), solicitando a destinação de emendas parlamentares para a realização da pavimentação asfáltica no Parque dos Jequitibás.

"Considerando que a pavimentação asfáltica das ruas do Parque dos Jequitibás se faz necessária, uma vez que os moradores sofrem constantemente com a lama nos períodos chuvosos e com a poeira nos períodos de estiagem, ocasionando problemas de saúde e também prejudicando a trafegabilidade no local, solicito que seja encaminhado à senadora Simone Tebet o pedido de emendas parlamentares para a realização da pavimentação asfáltica do local indicado", afirmou Juarez.

"A pavimentação, desta forma, trará melhorias significativas na qualidade de vida dos munícipes que ali residem, além de contribuir para o desenvolvimento econômico e social do local", completou o vereador. (Da assessoria)

Comentário

Diante da pandemia mundial do novo coronavírus (Covid-19) e o fechamento das fronteiras como uma das formas de prevenir o contágio da doença, abatedouros de suínos, bovinos e frangos não tiveram mais como mandar suas amostras para laboratórios fora do Estado para análises de controle de qualidade e o LabSenai Alimentos e Bebidas, que integra o complexo IST Alimentos e Bebidas (Instituto Senai de Inovação em Alimentos e Bebidas), localizado em Dourados, foi autorizado pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) a realizar esses atendimentos em indústrias em Regime de Inspeção Federal pelo prazo de 60 dias, podendo ser prorrogado.

Com a medida, o laboratório passa a se tornar o único de Mato Grosso do Sul apto para o atendimento nas matrizes de alimentos e bebidas, devido ao aumento das normas de biossegurança para todos os segmentos e principalmente sobre as indústrias produtoras de alimentos que se enquadraram em atividades essenciais.

Segundo a coordenadora do IST Alimentos e Bebidas, Maria Carolina Silva Pêgo, o laboratório já realizava ensaios físico-químicos e microbiológicos referente a matriz de carne, mas teve sua demanda ampliada em 45%. “Houve um aumento da demanda por parte dos abatedouros para que o LabSenai pudesse atender as amostras de controle de qualidade dos estabelecimentos em Regime de Inspeção Federal junto ao Mapa”, afirmou.

Atualmente, o LabSenai Alimentos e Bebidas tem estrutura para atender toda a cadeia produtiva de abatedouros de suínos, bovinos, frangos e pescados, desde a matéria prima utilizada na alimentação das matrizes até ao controle de contaminação das linhas de produção.

“Os ensaios físico-químicos que realizamos são nitrato, nitrito, umidade a 105ºC, proteínas, cinzas, carboidratos, fibras, digestibilidade em pepsina, valor energético, tabela nutricional, composição centesimal, amido. Já entre os ensaios microbiológicos, realizamos swabs do tipo esponja e cotonete para salmonella, listeria monocytogenes, enterobactérias, plaqueamento em mesófilos e bolores e leveduras, coliformes, staphylococcus coagulase positiva, clostridium sulfito redutor (perfringens)”, detalhou Maria Carolina Pêgo.

Ela explica que o atendimento para amostras de controle de qualidade em amostras de abatedouros e frigoríficos de todo segmento contribui de forma positiva na manutenção e garantia da qualidade, rastreabilidade e segurança alimentar dos abatedouros do Estado. “No atual cenário que estamos vivendo, com a importância da biossegurança para a prevenção de doenças, estamos mostrando para a sociedade toda a estrutura e capacidade do Senai para geração de resultados e garantia de produtos de qualidade e seguros”, ressaltou.

Comentário

Com o objetivo de envolver moradores de condomínios na batalha contra a violência doméstica, principalmente no período de pandemia da Covid-19, o Ministério da Mulher, da Família e do Governo Federal lançou a campanha “Alô vizinho!”. Atualmente, a campanha está sendo desenvolvida em 10 estados, entre eles Mato Grosso do Sul.

“Aderimos a campanha por que acreditamos que o enfrentamento da violência doméstica é um dever de todos, ainda mais nesse momento de isolamento em que as mulheres vítimas de violência doméstica estão convivendo em maior período com o agressor. A denúncia de um vizinho ao escutar ou presenciar uma agressão pode salvar a vida dessa vítima”, ressalta Luciana Azambuja, Subsecretária estadual de Políticas Públicas para Mulheres.

O material informativo da campanha indica os canais para o registro de denúncias. Destaca o número do Ligue 180, o aplicativo Direitos Humanos Brasil e o endereço do portal da ONDH, a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos. Além disso, apresenta orientações de segurança para as mulheres e informações com exemplos de atos de violência previstos na lei Maria da Penha.

De acordo com a delegada da Polícia Civil do Distrito Federal e diretora do Departamento de Políticas de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres, Grace Justa, a campanha teve início no Distrito Federal por iniciativa da Coordenadoria com o objetivo de envolver toda a sociedade, muito naquela linha de ‘meter a colher’. “É necessário que a sociedade reconheça que é responsável pela segurança e a proteção das mulheres em situação de violência (..), pensamos nessa campanha para os condomínios pois são grupos de pessoas no mesmo lugar, na mesma condição e a ideia foi muito bem aceita”.

A SNPM (Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres), coordenadora da campanha, disponibilizou o material gráfico que já conta com o apoio do Estado. O download pode ser realizado pelo link: https://www.secid.ms.gov.br/campanhas/. Além do Mato Grosso do Sul, os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Goiás, Maranhão, Paraná, Rondônia, Roraima e Tocantins fazem parte do projeto. Lembrando que por meio da central do Ligue 180, é possível registrar denúncias e obter informações sobre os direitos das mulheres, inclusive com garantia de anonimato. O serviço funciona 24 horas, todos os dias, inclusive finais de semanas e feriados. Pode ser acionado de qualquer lugar do Brasil e de vários outros países no exterior. Porém, em caso de urgência. o recomendado é ligar para a Polícia Militar no número 190.

Comentário

Com recursos do Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário) e da Sanesul (Empresa de Saneamento de MS), os investimentos do Governo de Mato Grosso do Sul em infraestrutura urbana e viária não desaceleraram na pandemia de coronavírus. Obras do Programa Governo Presente espalhadas pelos 79 municípios, em execução e licitadas, somam mais de R$ 1 bilhão neste primeiro semestre do ano.

Mesmo com as dificuldades financeiras decorrentes da queda abrupta de arrecadação, um dos efeitos diretos da crise de saúde pública, o Estado também mantém o cronograma de outras obras essenciais para a população, como a construção e reforma de nove hospitais, dentre os quais os de grande porte em Dourados e Três Lagoas. Os investimentos contemplam ainda as demais áreas prioritárias, como educação, segurança, logística e produção.

“Nosso foco sempre foi o combate ao coronavírus, desde o início da pandemia. Mas, também optamos por manter nosso programa de obras e a estrutura administrativa, com projetos que geram empregos e renda e proporcionam a confiança do empresariado e qualidade de vida para a população”, afirmou o governador Reinaldo Azambuja.

Infraestrutura urbana e logística

Relatório de junho da Agesul (Agência Estadual de Gestão e Empreendimentos de MS) detalha as mais de 270 obras em execução ou em processo de autorização de serviço, a maioria contemplando a melhoria da pavimentação, restauração e drenagem das vias urbanas, ampliação e modernização das redes de água e esgoto e construção de pontes e asfaltamento de rodovias. Investimentos que garantem infraestrutura urbana e escoamento de produção.

Grande parte das obras integra o programa Governo Presente, lançado em março deste ano pelo governador Reinaldo Azambuja para distribuir investimentos em todas as áreas em Mato Grosso do Sul, com recursos assegurados da ordem de R$ 4,3 bilhões. São nove rodovias sendo pavimentadas, dentre as quais a MS 223 (Figueirão-Costa Rica) e a MS 379 (Laguna Carapã-Aral Moreira), e 14 pontes de concreto em edificação em nove municípios.

Uma das obras iniciadas recentemente está em Anastácio. A ponte de madeira sobre o Rio Ribeirão Taquarussu, na MS 170 entre a BR 262 e o Assentamento Paulista, será trocada por uma de concreto armado, que dá mais segurança. “De seis em seis meses tem que trocar as tábuas da ponte, fora os acidentes que acontecem, principalmente com quem está de moto”, diz o produtor Etelvino Barbosa de Freitas, de 62 anos. “Vai ser a melhor coisa do mundo (a troca) porque por aqui passam todos os produtos que vêm das colônias para a cidade”, completa José Carlos Valério, de 46 anos.

Em Campo Grande, a recuperação da Avenida Mato Grosso vai modernizar o trânsito. Em Corumbá, construções de pontes de concreto e galerias na MS 243 estão no rol de investimentos. Em Ponta Porã, o Estado garante a implantação e pavimentação da MS 382, entre a BR 060 e a MS 270. Também serão asfaltados os acessos do distrito de Taunay, em Aquidauana; do Balneário Municipal de Anaurilândia; do campus do IFMS de Nova Andradina; e do distrito portuário de Porto Murtinho.

Na área de saneamento, o Estado desenvolve um dos maiores programas de universalização do esgotamento sanitário, executando somente em Dourados projetos que somam R$ 60,9 milhões, com recursos próprios da Sanesul, de um total de R$ 177,5 milhões em investimentos neste semestre no município. Corumbá, onde o Estado contratou R$ 35 milhões em obras, também é contemplada com expansão e modernização das redes de esgoto e água.

Hospital de Três Lagoas

Em Três Lagoas, onde o Governo contratou projeto executivo para pavimentar 95 km da MS 320 (entre a BR 158 e a MS 377) e restaura vias urbanas e estradas não pavimentadas, a maioria das obras em andamento se concentra na área de saneamento básico. Os investimentos no município somam R$ 117 milhões, incluindo a construção do Hospital Regional (R$ 56,4 milhões), que está com mais de 80% das edificações concluídas, segundo a Agesul.

Conclusão do Aquário

Em Campo Grande, o Governo do Estado executa serviços de pavimentação, restauração, e drenagem nos bairros, recuperando vias expressas como a avenida Mato Grosso, que vai receber R$ 5,3 milhões em melhorias e modernização do sistema de trânsito. As obras de infraestrutura em execução na Capital somam R$ 35,1 milhões, incluindo a conclusão do Aquário do Pantanal, no Parque das Nações Indígenas, e revitalização de praças.

Comentário

Com proposta voltada à saúde da população indígena frente à pandemia causada pelo novo coronavírus, a professora Simone Simionatto, da FCBA (a Faculdade de Ciências Biológicas e Ambientais) da UFGD, foi a única pesquisadora de Mato Grosso do Sul selecionada em chamada de apoio a pesquisas em Covid-19, lançada em abril numa ação conjunta do CNPq (o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações) e o Ministério da Saúde.

Sob o título “Epidemiologia e evolução da infecção pelo SARS-CoV-2 na população indígena do Mato Grosso do Sul”, a proposta tem como objetivo estudar a dinâmica da transmissão do vírus entre a população indígena do Estado, buscando determinar o período de incubação, número de indivíduos que têm anticorpos contra o patógeno, a evolução imunológica da infecção, bem como os fatores de prognósticos para gravidade e óbito. Considerando a condição de vulnerabilidade dessa comunidade, o estudo permitirá identificar se os pacientes que tiveram a doença estarão protegidos em uma nova exposição ao vírus, conforme a proposta da pesquisadora.

Paralelo a isso, será realizado um estudo de epidemiologia molecular, associando dados do genoma do vírus com o desfecho clínico dos casos, verificando se os casos com mais gravidade têm alguma relação com as características genéticas do patógeno. De acordo com a pesquisadora, essas informações poderão subsidiar estratégias de contenção da pandemia e a priorização de locais para intervenções por parte do poder público. Pela chamada, o projeto receberá financiamento no valor de R$ 881.711,50.

simone simionatto

Projeto é coordenado pela professora Simone Simionatto, da UFGD

Simone frisa que o acesso limitado ao saneamento e à água potável, as baixas condições socioeconômicas, bem como a localização geográfica de algumas comunidades próximas às áreas urbanas, aumentam a vulnerabilidade dos indígenas à Covid-19. “Estratégias para reduzir a disseminação do vírus nessa população enfrentam muitos desafios, entre eles, questões econômicas e culturais, dificultando as ações de controle da transmissão da doença, como a implementação do isolamento social. Considerando que o estado de Mato Grosso do Sul tem a segunda maior população indígena do País, é nosso papel, enquanto pesquisadores, fazer algo que possa contribuir para o controle da pandemia nessa comunidade. Fico feliz que este projeto tenha sido contemplado com o recurso, pois, assim, poderemos colaborar de alguma forma com o fortalecimento das ações em saúde indígena”, afirma.

A docente, que é bióloga e doutora em Biotecnologia, explica que a equipe científica do projeto é formada por pesquisadores de diferentes instituições do Brasil e do exterior: além de profissionais da UFGD, há estudiosos da UFMS (a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), da UFBA (Universidade Federal da Bahia), da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), da Stanford University (nos Estados Unidos) e da Universidad Autónoma de Barcelona (na Espanha). “Este grupo já desenvolve pesquisas com agentes infecciosos e irá transpor seus conhecimentos para o estudo da Covid-19”, pontua.

“O edital foi bastante concorrido. Foram mais de dois mil projetos submetidos e o nosso foi o único aprovado em todo o estado. É uma satisfação para mim enquanto pesquisadora concorrer com grandes grupos e ter elaborado uma proposta competitiva que, ao ser julgada por avaliadores externos, foi reconhecida com a aprovação. Acredito que o mérito vem de um trabalho sério construído ao longo do tempo pelo grupo de pesquisadores envolvidos. Os resultados, inclusive, serão compartilhados com os gestores do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (o Sasisus), para planejamento de ações e intervenções pactuadas com a nação indígena, no intuito de reduzir a carga de doença atribuída à Covid-19”, conclui a professora, sobre a chamada do CNPq.

Bolsista em Produtividade em Pesquisa junto ao CNPq, Simone também é orientadora de estudantes do Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde da UFGD. O grupo de pesquisa liderado por ela já vem desenvolvendo outro trabalho de investigação científica junto aos povos indígenas da região – com foco em doenças sexualmente transmissíveis – e conta com a colaboração do Dsei (o Distrito Sanitário Especial Indígena) do Estado e das Secretarias estadual e municipal de Saúde.

A CHAMADA

Com mais de duas mil propostas submetidas, a Chamada MCTIC/CNPq/FNDCT/MS/SCTIE/Decit N° 07/2020 – Pesquisas para enfrentamento da COVID- 19, suas consequências e outras síndromes respiratórias agudas graves, divulgou os nomes dos pesquisadores contemplados na terça-feira (7), indicando 90 projetos de pesquisas classificados dentro dos limites orçamentários, totalizando cerca de R$ 45 milhões. São R$ 25,5 milhões do MCTI (21 propostas) e R$ 19,9 milhões do Ministério da Saúde (em 69 propostas).

A chamada consistiu na seleção de propostas em temas como tratamento, vacinas, diagnósticos, patogênese e história natural da doença, carga da doença, atenção à saúde e prevenção e controle. O processo de julgamento dos materiais inscritos envolveu análise do cumprimento dos critérios de elegibilidade; avaliação individual de cada projeto, avaliação contextualizada dos projetos, considerando, por exemplo, a adequação às linhas da chamada e seus objetivos propostos e, por fim, relevância sócio-sanitária, envolvendo os projetos que tiveram nota acima de 6 pelo Comitê de Mérito.

Das 90 propostas classificadas, 11 são de pesquisadores da região Centro-Oeste, quatro do Norte, 16 do Nordeste, 11 do Sul e 48 da região Sudeste. Quanto ao gênero dos proponentes, a maioria dos selecionados é formada por mulheres, 51, ante a 39 projetos apresentados por homens. (Com assessoria)

Comentário

Paulo Luna Moreira, de 45 anos, conhecido da maioria das pessoas como ‘Paulinho do Gás’, é um comerciante estabelecido há 30 anos na região do Jardim Piratininga, na zona norte de Dourados, que agora decidiu colocar a experiência e os conhecimentos adquiridos como pré-candidato a vereador pelo Podemos.

Casado com Cristina Benites de Souza, Paulinho é pai da Beatriz e do Eduardo e milita na política desde adolescente. A primeira experiência na área foi trabalhando na equipe do vereador Dioclécio Artuzi, nos anos 90 e já em 2002 assumiu a presidência da Associação de Moradores do bairro onde reside, sempre preocupado com o bem estar das pessoas.

Paulinho do Gás desenvolveu várias ações comunitárias e, atualmente, mantém ações e projetos sociais voltadas para a área da saúde, sempre se colocando a serviço da população. Com a vasta experiência adquirida na vida comunitária, e os inúmeros trabalhos prestados, o comerciante agora pretende, por meio da atuação no Legislativo, ampliar essa área de atuação.

“Por isso, me coloco como pré-candidato a vereador e quero somar aos projetos já anunciados pelo pré-candidato a prefeito Barbosinha, por uma Dourados melhor”, afirma Paulinho.

Comentário

O governador Reinaldo Azambuja reuniu-se, na manhã desta quarta-feira (8), juntamente com os secretários Eduardo Côrrea Riedel (Segov) e Geraldo Resende (Saúde), com o novo secretário municipal de Saúde de Dourados, Gecimar Teixeira, que assuimu nesta terça-feira (7) a função, em substituição à secretária Berenice Machado.

No encontro, na Governadoria, foi debatida a importância da rápida tomada de decisões diante do avanço da doença na cidade. Para Riedel, o caminho mais assertivo para diminuir impactos na saúde e na economia do município é o diálogo.

“O Governo está aberto ao diálogo com todos os municípios e está acompanhando de perto a situação de Dourados, que hoje ocupa o preocupante segundo lugar no ranking de maior número de casos no Estado. A união é o que fará diferença no combate à pandemia”, ressaltou o secretário destacando ainda iniciativas importantes como os postos de fiscalização sanitária, o drive-thru e ampliação de leitos, entre outras.

“A reunião foi produtiva, falamos sobre o apoio do Organização Pan Americana de Saúde (Opas) e da organização de vigilância. O governador e os secretários apresentaram apoio à nossa cidade, além de algumas orientações e sugestões, deixando claro que não vão determinar mas sim sugerir medidas”, destacou o novo secretário após o encontro.

Eduardo Riedel enfatizou que, semanalmente, o Governo vai enviar relatórios com as recomendações do Prosseguir (o Programa de Segurança e Saúde), em apoio às medidas de contenção do coronavírus.

“Assumo o cargo com muita vontade, até porque já tive a doença e como médico já trabalhei na linha de frente. Preciso de todo apoio possível”, ressaltou Teixeira, no encontro que contou com a presença, também, da secretária adjunta de Saúde do Estado, Christinne Maymone e do assessor especial da Prefeitura de Dourados, Alexandre Mantovani.

Situação

De acordo com o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde, Dourados ocupa o segundo lugar no ranking estadual de casos confirmados de coronavírus, com 3.135 pessoas infectadas com a doença. É a terceira maior incidência de Mato Grosso do Sul, com 1.294,7 casos para cem mil habitantes. Dourados já registra 38 óbitos. Em todo o Estado são mais de 10.800 casos confirmados e 134 óbitos.

Comentário

Com taxa de isolamento de 39,3% registrada nas últimas 24 horas, Dourados ainda precisa continuar fazendo esforço para atingir a meta recomendada, de 70%, pelas autoridades mundiais de saúde, se quiser conter o avanço do coronavírus. A queda de temperatura registrada a partir das 8 horas desta quarta-feira (8) pode contribuir nesse sentido, e ‘segurar’ um pouco as pessoas em casa. Por volta de 11 horas os termômetros marcavam 12ºC e o movimento nas ruas era bem reduzido, apesar de que o comércio só está funcionando a partir do meio-dia.

As cidades de Rio Verde de Mato Grosso e de Sete Quedas, no extremo oeste do Estado, indicam as menores taxas de obediência ao isolamento social: 21,7% e 26,7%, respectivamente. Quem segue melhor à recomendação de ficar em casa é a população de Aral Moreira, na fronteira, com 52%, e 18 casos confirmados da doença.

Desde o começo da pandemia, foram registradas 60.564 notificações de casos suspeitos do coronavírus em Mato Grosso do Sul. Destes, 44.480 foram descartados após os exames darem negativo para Covid-19. Dos 11.063 casos confirmados, 3.408 estão em isolamento domiciliar, 7.291 estão sem sintomas e já estão recuperados e 244 estão internados, sendo 129 em hospitais públicos e 115 em hospitais privados. Há 134 óbitos da doença no mapa do Estado.

Comentário

O estado de Mato Grosso está há mais de dez dias com as vagas de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) totalmente ocupadas nas redes pública e privada e pacientes estão sendo levados pra outros estados. Mato Grosso do Sul é um dos pontos procurados pelas autoridades do ‘estado-mãe’ para o socorro aos infectados.

Até o começo da manhã desta quarta-feira (8), havia no Brasil 66.887 mortos entre os 1.674.929 casos confirmados da Covid-19.

Em Mato Grosso já são 23.506 casos confirmados da doença, segundo o boletim publicado nesta terça-feira (7) pela Secretaria estadual de Saúde. Já são 896 mortes confirmadas pela doença, enquanto o MS tem 134 óbitos confirmados até agora. Em Dourados já há pacientes internados que vieram transferidos do Mato Grosso.

Marcos da Silva Sousa e o irmão dele, que é ajudante geral, vieram do Maranhão pra trabalhar em uma fazenda em Mato Grosso. Pouco dias depois, o irmão apresentou os sintomas da Covid-1 e como precisava de um leito de UTI e não conseguiu no estado, foi transferido de avião pra Mato Grosso do Sul.

Comentário

Página 3 de 1689
  • disk corona
  • full house
  • unigran 150
  • Editais
  • Alems respeito

O Tempo Agora

  • mascaras
  • unigran novo

Entre em Contato

Editor de conteúdo
Clóvis de Oliveira
Email: clovis@douranews.com.br

Rua Floriano Peixoto, 343
Jardim América – Dourados/MS
CEP 79803-050
Tel.: 67 3422-3014

WhatsApp 9 9913 8196

Telefones Úteis