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Redação Douranews

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Com decreto de isolamento, a situação de recolhimento nas residências continua devido à pandemia do novo Coronavírus. Com esta medida em vigor, as famílias estão em casa realizando diversas atividades que buscam aliviar a ansiedade e ocupar o tempo. Porém, uma situação precisa ser encarada com muita responsabilidade e seriedade por todos. O uso racional da água em Mato Grosso do Sul.

Nesse sentido, a Sanesul observa que todos os reservatórios estão trabalhando na capacidade normal de abastecimento, mas, a orientação para a população é para evitar o desperdício de água, não lavando carro, calçadas e controlando a abertura das torneiras quando as pessoas forem lavar as mãos ou a louça, por exemplo. Agindo desta maneira, as chances de faltar água potável são menores.

Acesse: http://www.coronavirus.ms.gov.br/ para acompanhar as medidas adotadas pelo Governo de Mato Grosso do Sul para combater o Covid-19

Alguns hábitos que ajudam neste momento, de acordo com informe da empresa de saneamento, são:
- Tomar banho rápido
- Usar a capacidade máxima da máquina de lavar roupas, e estabelecer um dia para lavar a roupa da família
- Limpar os restos de comida antes de lavar a louça
- Lavar frutas e verduras na bacia
- Fechar bem todas as torneiras da casa
- Evitar vazamentos em casa
- Lavar o carro com balde
- Adquira o hábito de usar a vassoura, e não a mangueira, para limpar a calçada e o quintal da casa

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O microblog Twitter apagou duas publicações da conta oficial do presidente Jair Bolsonaro na noite deste domingo (29), e deixou no lugar das postagens a seguinte mensagem: "Este tweet não está mais disponível porque violou as regras do Twitter".

Em nota, o Twitter disse que anunciou recentemente “em todo o mundo a expansão de suas regras para abranger conteúdos que forem eventualmente contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais e possam colocar as pessoas em maior risco de transmitir COVID-19”.

No post citado pela empresa, são listados todos os tipos de mensagens que podem colocar em risco a saúde pública em relação ao coronavírus. Mais cedo neste domingo, o presidente Jair Bolsonaro provocou aglomerações durante um passeio em Brasília e voltou a se posicionar contra o isolamento social, defendido por autoridades de saúde do mundo inteiro. O passeio e o posicionamento foram registrados em posts no Twitter.

Conteúdos contrariam autoridades de saúde do mundo

O Twitter não informou quais pontos específicos das imagens ou das declarações dos dois posts levaram à exclusão. Além dos dois apagados, há outros posts do passeio dele em Brasília e de declarações deste domingo sobre o coronavírus que continuam no ar.

Em um dos vídeos apagados, Bolsonaro conversa com um ambulante, defende que as pessoas continuem trabalhando, e diz para "quem tem mais de 65 ficar em casa". Ele acena positivamente quando uma das pessoas na aglomeração diz que "tem que abrir os comércios e trabalhar normalmente".

No segundo vídeo, ele entra em um supermercado, volta a provocar aglomerações, critica as medidas de isolamento e diz para jornalistas que "o país fica imune quando 60, 70% foram infectados" e que um remédio contra o coronavírus "já é uma realidade", sem apresentar comprovação. Apesar de haver pesquisas iniciais, não há remédio com atuação comprovada contra o coronavírus.

As autoridades sanitárias do mundo inteiro defendem que todos os que puderem fiquem em casa para diminuir os riscos de quem tem de trabalhar, como aqueles de setores essenciais, como saúde, transportes e fábricas, entre outros. Bolsonaro, porém, insiste num isolamento mais restrito, apenas de idosos e doentes crônicos.

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O calendário de vacinação contra a febre aftosa, na primeira etapa, prevista oficialmente para maio próximo, bem como o calendário de ações programadas (para o Estado) do Plano nacional que prevê a retirada da vacinação até 2023 está mantido em Mato Grosso do Sul.

A decisão foi anunciada após reunião do diretor-presidente da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Vegetal e Animal), Daniel Ingold, com diretores de agências de todo o País e representantes do Mapa (o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) por teleconferência, e em seguida com o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar no Estado, Jaime Verruck, que preside o Comitê Gestor do Pnefa (Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa) em Mato Grosso do Sul.

O cronograma de vacinação não sofrerá nenhuma alteração e os pecuaristas já podem organizar a sua programação para aquisição das doses da vacina, bem como a de aplicação, decidiram as autoridades do setor.

Para todas as regiões sanitárias do Estado (Planalto, Fronteira e Pantanal) continua valendo a data de 15 de abril para pedidos de antecipação da vacinação. A data de vacinação para os animais das regiões do planalto e fronteira tem início em 1º de maio e termino em 31 de maio. A declaração de vacinação, no sistema, para os pecuaristas destas duas regiões termina em 15 de junho. O Pantanal, dada suas peculiaridades, continua com data diferenciada. A vacinação tem início em 1º de maio e o término em 15 de junho e a declaração pode ser feita até 30 de junho.

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A Prefeitura de Dourados está disponibilizando quatro números de telefone que atendem, pelo WhatsApp, no Serviço de Apoio Psicossocial implantado para atendimento às pessoas que, porventura, venham a enfrentar algum tipo de sofrimento, ou algum transtorno, por conta dessa situação de pandemia mundial.

“Tem pessoas que passam mal com esse tipo de notícia, e por este motivo a Prefeitura de Dourados disponibilizou esses 4 números para esses atendimentos específicos”, explicou a assessoria de comunicação do Município, observando que, com quatro opções de ligação, a pessoa pode ser atendida mais rápido por psicólogos e assistentes.

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As pessoas estão preocupadas com a saúde, com os idosos, com os empregos, a vida social, a economia. No entanto, é importante não deixar de fora os cuidados com a saúde mental em meio a essa crise. É difícil ficar imune a essa onda de ansiedade, já que é difícil prever quando a rotina vai voltar ao normal.

E os efeitos do cenário de incerteza podem ser ainda mais graves para quem já tem condições como a ansiedade e o transtorno obsessivo-compulsivo (o famoso TOC), situação que se acentua em tempos de pandemia. Trabalhar a mente, evitar as neuras, confira dicas com base em orientações da OMS (Organização Mundial de Saúde) e de especialistas:

Espalhe histórias positivas

A OMS recomenda que as pessoas compartilhem histórias positivas sobre esse tema, como de pessoas que se recuperaram da covid-19 e compartilharam essa experiência.

Não dá para negar que estamos vivendo uma crise sem precedentes na história recente, mas é preciso também ver o que há de positivo em meio a essa situação.

Em artigo, o professor de microbiologia na Universidade de Navarra, Ignacio López-Goñi, listou 10 boas notícias sobre o coronavírus, e duas delas, inclusive, relatam que mais de 80% dos infectados têm sintomas leves, e o vírus é facilmente inativado lavando a mão e limpando superfícies.

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As pessoas estão preocupadas com a saúde, com os idosos, com os empregos, a vida social, a economia. No entanto, é importante não deixar de fora os cuidados com a saúde mental em meio a essa crise. É difícil ficar imune a essa onda de ansiedade, já que é difícil prever quando a rotina vai voltar ao normal.

E os efeitos do cenário de incerteza podem ser ainda mais graves para quem já tem condições como a ansiedade e o transtorno obsessivo-compulsivo (o famoso TOC), situação que se acentua em tempos de pandemia. Trabalhar a mente, evitar as neuras, confira dicas com base em orientações da OMS (Organização Mundial de Saúde) e de especialista:

Use as redes sociais como aliadas

No momento em que muitas pessoas estão isoladas ou em quarentena, as redes sociais se tornam uma forma ainda mais importante de interação com os amigos e a família. E a própria OMS recomenda permanecer conectado por e-mail, redes sociais, videoconferência e telefone.

Por outro lado, também é nas redes sociais que muita gente pode encontrar informação falsa e ficar obcecado atrás de teorias da conspiração. Então aqui também vale a dica de selecionar o que você consome nas redes sociais: se tem algo te fazendo mal, silencie, deixe de seguir, exclua.

Procure manter os canais de informação confiáveis e o contato com as pessoas que te fazem bem.

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As pessoas estão preocupadas com a saúde, com os idosos, com os empregos, a vida social, a economia. No entanto, é importante não deixar de fora os cuidados com a saúde mental em meio a essa crise. É difícil ficar imune a essa onda de ansiedade, já que é difícil prever quando a rotina vai voltar ao normal.

E os efeitos do cenário de incerteza podem ser ainda mais graves para quem já tem condições como a ansiedade e o transtorno obsessivo-compulsivo (o famoso TOC), situação que se acentua em tempos de pandemia. Trabalhar a mente, evitar as neuras, confira dicas com base em orientações da OMS (Organização Mundial de Saúde) e de especialistas:

Controle o acesso a informações

A quantidade e qualidade da informação que você acessa deve ser foco de atenção, segundo a OMS. É importante controlar a quantidade de tempo que você passa assistindo, lendo ou ouvindo notícias que te trazem angústia. Uma sugestão é separar horários específicos do seu dia para fazer isso.
Outro cuidado importante é com as fake news. Informe-se com base em veículos confiáveis de informação e em fontes oficiais, como o site do Ministério da Saúde e da própria OMS.

Tome cuidado com informações falsas que circulam nos grupos de WhatsApp. Você pode ficar preocupado sem motivo, passar a informação pra frente e preocupar mais alguém com base em algo que nem é verdade.

Para verificar se a notícia é falsa, siga este passo a passo: leia a notícia inteira, não apenas seu título; cheque a fonte e a autoria da notícia; digite o título da notícia recebida em buscador como o Google; destrinche os fatos da notícia e tente checá-los individualmente; se for uma imagem, faça uma busca reversa por ela no Google. Se for um áudio ou um vídeo, resuma o acontecimento e faça uma pesquisa no buscador.

E pergunte à pessoa que encaminhou a notícia de quem ela recebeu e se essa pessoa conseguiu verificar a informação. Não compartilhe se não tiver certeza de que a notícia é verdadeira.

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O diretor do Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública) de Mato Grosso do Sul, Luiz Henrique Ferraz Demarchi, disse neste sábado (28) que a instituição tem liberado em até 48 horas e, às vezes, até no mesmo dia, os resultados de exames de pacientes com suspeita de infecção pelo coronavírus.

Ele explicou que não estão faltando kits para o exame no Estado e que vem recebendo semanalmente remessas do Ministério da Saúde. Demarchi disse que na próxima semana deve chegar 5 mil kits que foram adquiridos diretamente pelo governo do estado e depois mais uma remessa com a mesma quantidade. Revelou ainda que está sendo negociada uma compra de mais 15 mil kits.

Segundo ele, desde que o Lacen iniciou a realização dos exames, no início de março, já recebeu 840 kits e que já foram liberados os resultados de exames para 490 pacientes.

Apontou ainda que está sendo discutida uma parceria com várias instituições, com a Embrapa, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e a Fiocruz, entre várias outras, para desafogar o trabalho no Lacen nesse período de pandemia.

Comentou que o critério para a realização de exames é o estabelecido pelo Ministério da Saúde, que são pacientes que apresentam quadro de síndrome respiratória grave e que além do covid-19, as amostras também são testadas para outros oito tipos de vírus.

Mato Grosso do Sul fechou o sábado com 31 casos confirmados de coronavírus, 25 deles só em Campo Grande e as primeiras situações de Dourados, além de um caso em cada para Sidrolândia, Ponta Porã, Rio Verde de Mato Grosso e Batayporã.

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O Ministério da Saúde distribuiu neste sábado (28) a secretários estaduais de saúde e gestores do SUS (Sistema Único de Saúde) no país um plano de ação de quarentena que recomenda o fechamento de escolas e universidades no mês de abril, com a possibilidade de estender a medida para o mês de maio, como meio de combate à pandemia do coronavírus.

Elaborado pela equipe técnica da pasta, o documento, com data de sexta-feira (27), sugere uma estratégia de transição para os meses de abril, maio e junho, como o distanciamento social para idosos e pessoas abaixo de 60 anos com doenças crônicas. Também defende que, nesse período, pessoas que apresentem os sintomas da doença fiquem isoladas em casa, assim como os demais moradores do local.

O plano incentiva ainda a adoção de reuniões virtuais, teletrabalho (home office) e extensão do horário para diminuir a quantidade de pessoas no mesmo espaço físico. Além disso, propõe o distanciamento social no ambiente de trabalho.

No período de três meses, ficaria proibida a realização de qualquer evento de aglomeração, como shows, cultos, jogos de futebol, cinema, teatro e casa noturna. Para bares e restaurantes, o documento sugere reduzir em 50% a capacidade instalada e reforço das regras de prevenção, com o uso de álcool e intensificação da limpeza.

O documento defende a contratação de trabalhadores informais como promotores de saúde durante a crise de saúde no país. O objetivo é que eles orientem as pessoas na rua, identifiquem idosos que estão fora do isolamento para enviá-los para casa e façam a limpeza de superfícies.

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Clicando nesse aplicativo, pessoas do mundo todo podem acompanhar a evolução do novo coronavírus. Há ferramentas que permitem ainda a visualização no idioma da localidade desejada:

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