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Redação Douranews

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Em resposta a questionamento de empresa do ramo de funerária acerca da condução dos velórios e sepultamentos, o Comitê de Gerenciamento de Crise do Coronavírus de Dourados emitiu nota com várias orientações.Em uma delas, sugere a cremação de cadáveres que tenham sido diagnosticados com o Covid-19, embora essa medida não seja obrigatória, como acrescenta o rol de indicações. 

A resposta do Comitê cita ainda que a duração dos velórios não deve exceder duas horas e deve limitar-se à presença de no máximo dez pessoas concomitantemente no recinto, como estabelecido no Artigo 5° do Decreto 2.480, publicado pela prefeitaDélia Razuk no dia 23. O velório cuja declaração de óbito conste como suspeição ou causa Covid-19 deve ser realizado com urna fechada e o sepultamento deve seguir as regras de distanciamento mínimo de 1,5 metro entre cada pessoa presente ao momento de execução.

Em relação a demais condutas relacionadas aos cuidados após a morte, o Departamento de Vigilância em Saúde do Município de Dourados recomenda que siga-se as orientações estabelecidas na Nota Técnica da Anvisa de 21 de março de 2020 sobre “Medidas de Prevenção que devem ser adotadas na assistência a pacientes com suspeita ou confirmação de Covid-19”, as quais estão dispostas a seguir.
I) Quanto aos transportes dos corpos, orienta-se que:
● Quando para o transporte do cadáver, é utilizado veículo de transporte, este também deve ser submetido à limpeza e desinfecção, segundo os procedimentos de rotina;
● Todos os profissionais que atuam no transporte, guarda do corpo e colocação do corpo no caixão também devem adotar as medidas de precaução, que devem ser mantidas até o fechamento do caixão.
II) Em relação às orientações para empresas funerárias:
● É importante que os envolvidos no manuseio do corpo, equipe da funerária e os responsáveis pelo funeral sejam informados sobre o risco biológico classe de risco 3, para que medidas apropriadas possam ser tomadas para se proteger contra a infecção.
● O manuseio do corpo deve ser o menor possível.
● O corpo não deve ser embalsamado.
● Deve-se realizar a limpeza externa do caixão com álcool líquido a 70% antes de levá-lo ao velório.
● De preferência, cremar os cadáveres, embora não seja obrigatório fazê-lo.
● Após o uso, os sacos de cadáver vazios devem ser descartados como resíduos enquadrados na RDC 222/2018.
● O(s) funcionário(s) que irá (ão) transportar o corpo do saco de transporte para o caixão, deve(m) equipar-se com luvas, avental impermeável e máscara cirúrgica. Remover adequadamente o EPI após transportar o corpo e higienizar as mãos com água e sabonete líquido imediatamente após remover o EPI.
III) Em relação às recomendações relacionadas ao funeral:
● Atendendo à atual situação epidemiológica, os funerais deverão decorrer com o menor número possível de pessoas, preferencialmente apenas os familiares mais próximos, para diminuir a probabilidade de contágio e como medida para controlar os casos de Covid-19.
● Recomenda-se às pessoas que:
- Sigam as medidas de higiene das mãos e de etiqueta respiratória, em todas as circunstâncias;
- Devem ser evitados apertos de mão e outros tipos de contato físico entre os participantes do funeral;
- Recomenda-se que as pessoas dos grupos mais vulneráveis (crianças, idosos, grávidas e pessoas com imunossupressão ou com doença crônica), não participem nos funerais; bem como, pessoas sintomáticas respiratórias;
- Recomenda-se que o caixão seja mantido fechado durante o funeral, para evitar contato físico com o corpo;
- Devem ser disponibilizados água, sabonete líquido, papel toalha e álcool gel a 70% para higienização das mãos.

Por fim, considerando a dinamicidade do cenário da saúde em âmbito nacional e das orientações repassadas pelo Ministério da Saúde, os técnicos Emerson Correa e Daniel Abrahão, respectivamente, diretor do Departamento de Vigilância Sanitária e presidente do Comitê de Gerenciamento de Crise do Coronavírus, informam que tais orientações podem ser alteradas e, caso isso ocorra, "tornaremos públicas as novas orientações”. 

Comentário

Barbosinha pede suspensão da cobrança do pedágio na BR-163 durante pandemia do coronavírus

Em decorrência do período de pandemia do coronavírus e baseado nas recomendações expedidas pelo Governo do Estado e pelo Ministério da Saúde, o deputado Barbosinha (DEM-MS) apresentou indicação, na Assembleia Legislativa, pedindo a suspensão imediata da cobrança de pedágios na BR 163, enquanto perdurar as medidas restritivas decretadas pelo Estado e autoridades de saúde, deixando a via aberta e livre.

O parlamentar justifica a proposta baseado na paralisação dos serviços de diversas empresas privadas, autarquias e entes públicos que colocam os funcionários em contato direto com a população. “Neste serviço o risco de disseminação da doença aumentaria de forma imensurável”, comenta. Barbosinha reforça que neste momento somente os serviços essenciais estão em funcionamento, sendo adotadas por empresas e órgãos públicos medidas de prevenção.

De acordo com o deputado a BR 163 é uma rodovia que possui grande e constante fluxo de caminhões que fazem o abastecimento de todas as cidades do estado, além de ser elo de ligação entre o norte, o sul e sudeste do país. Na avaliação do parlamentar, no momento em que ocorre a coleta do pedágio os funcionários da concessionária ficam em contato direto com diversas pessoas que vêm de diferentes cidades e estados, o que aumenta, em muito, o risco de contato e disseminação do vírus.

“Passando pelo pedágio essa semana constatei pessoalmente que os funcionários não utilizam luvas e que o contato com o usuário é manual, ao receber o dinheiro e devolver o troco há inexoravelmente o contato, seja pelas mãos, seja pelo próprio dinheiro, de forma que um funcionário pode se contaminar ou difundir para diversas pessoas o vírus”, observa o deputado.

Barbosinha reforça que a medida é necessária e vital para preservar a saúde e integridade dos funcionários da CCR MS Vias, dos usuários, e de toda população. Caso a concessionária não atenda a solicitação, o deputado pede que o Governo do Estado feche as praças de pedágio e libere o trânsito na BR 163 de maneira impositiva, com base na recente decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que deliberou liminarmente sobre a competência dos estados e municípios para legislarem de maneira concorrente sobre a locomoção de pessoas em aeroportos e rodovias.

No entendimento do ministro do STF, Marco Aurélio de Mello, “nesse momento de pandemia global as medidas do Governo Federal não afastam a tomada de providências normativas e administrativas pelos Estados e municípios, sendo imprescindíveis para salvaguardar a população do contágio do vírus”.

Comentário

A CNM (Confederação Nacional de Municípios) encaminhou ofício ao presidente da República, Jair Bolsonaro, nesta sexta-feira (27), cobrando um discurso coerente do governante com as medidas econômicas e profiláticas que estão sendo adotadas pelo seu próprio governo e pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

A entidade - alinhada com as 27 entidades municipalistas estaduais - pede ainda esclarecimentos sobre informações que estão sendo disseminadas pelas redes sociais e o reconhecimento da autonomia municipal.

A Confederação preocupa-se com a confusão e os conflitos que as recentes declarações do presidente Jair Bolsonaro têm gerado na sociedade brasileira e em diversos segmentos, sugerindo desobediência civil. A mensagem da Confederação também foi encaminhada aos presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do STF (Supremo Tribunal Federal).

Comentário

A Justiça Federal no Rio de Janeiro suspendeu os efeitos do decreto do presidente Jair Bolsonaro definindo como serviço público essencial atividades religiosas e o funcionamento de casas lotéricas. A decisão desta sexta-feira (27) é da 1ª Vara Federal de Duque de Caxias.

A determinação atende a pedido do Ministério Público Federal para que as atividades religiosas e o funcionamento de lotéricas fossem suspensos enquanto durar o período de isolamento social para conter a disseminação do novo coronavírus.

"O acesso a igrejas, templos religiosos e lotéricas estimula a aglomeração e circulação de pessoas", escreveu o juiz federal substituto Márcio Santoro Rocha.

Na determinação, o magistrado também ordena que a União "se abstenha de editar novos decretos que tratem de atividades e serviços essenciais sem observar a Lei 7.783/1989 e as recomendações técnicas e científicas dispostas no art. 3º, § 1º da Lei 13.979/2020 sob pena de multa de R$ 100 mil".

A decisão também se estende ao Município de Duque de Caxias, que deverá se abster de tomar qualquer medida que envolva atividades religiosas ou funcionamento de lotéricas. Caso descumpra a ordem, a prefeitura da cidade também será multada em R$ 100 mil.

Tanto o Município de Caxias quanto a União, como previsto na decisão, não podem tomar qualquer medida que contrarie a recomendação de isolamento social da Organização Mundial da Saúde. O magistrado também fixou multa de R$ 100 mil caso essa ordem seja descumprida.

Na quinta-feira (26), Bolsonaro editou um decreto tornando essas atividades essenciais em meio à pandemia. Ao encaixá-las nessa categoria, o presidente definiu que elas poderiam continuar em operação mesmo durante restrição ou quarentena em razão do vírus.

O decreto presidencial, porém, faz uma ressalva em relação aos cultos: segundo o texto publicado no "Diário Oficial da União", o funcionamento da "atividade religiosa de qualquer natureza" deverá obedecer as "determinações do Ministério da Saúde".

Comentário

Resultado positivo para Covid-19, conforme publicou a assessoria de comunicação da Prefeitura de Dourados, a paciente oriunda de Batayporã e internada no hospital Cassems de Dourados desde quinta-feira (26), e o primeiro caso contabilizado no boletim coordenado pelo Departamento de Vigilância Epidemiológica da Secretaria municipal de Saúde nas estatísticas do Comitê de Crise criado pela Prefeitura, não teria essa doença.

O site Jornal da Nova ouviu as irmãs da mulher hospitalizada em Dourados, uma de 59 e outra de 66 anos, que confirmaram terem retornado de Bruxelas, capital da Bélgica, há 17 dias, e que nos três meses que passaram lá ninguém desenvolveu os sintomas do novo coronavírus. "Fizemos os testes e deram negativo, então, minha irmã não tem essa doença, o que a mídia tem feito é apavorar a cidade de Batayporã", disseram.

"Nós não estamos com o Covid-19, minha irmã tem enfisema pulmonar e pegou pneumonia bacteriana, ela não tem sintomas de coronavírus, foi fumante desde a adolescência, embora tenha parado há mais ou menos seis anos, e acreditamos que o estado dela é devido ao cigarro", explicaram as irmãs da paciente.

"Estávamos em contato com parentes em Bruxelas e absolutamente ninguém apresentou sintomas de coronavírus, aí chegamos aqui as pessoas começam a alimentar falsas informações e nos tratam com muita discriminação", reclamou uma das irmãs ao site da cidade.

Números

Até o final da tarde desta sexta-feira (27), Dourados fechou com 45 casos notificados, sendo 33 de residentes no município e 12 em municípios da região. Os casos suspeitos para douradenses são 12, e dois para moradores de outras cidades. 25 casos foram descartados e outros excluídos. O caso da moradora de Batayporã é o único que deu positivo até então. Não houve também nenhum óbito pela doença em Dourados.

Comentário

O Comitê de Gerenciamento de Crise para combate ao Covid-19 divulgou o boletim diário desta sexta-feira (27) e, ao citar a confirmação do caso da paciente diagnosticada com o novo coronavírus em Batayporã, apontada como 'residente vizinho', reforça a importância de os douradenses ficarem em casa, para evitar a propagação da doença.

Dourados agora tem, conforme o boletim, 45 casos notificados, sendo 33 de residentes locais e 12 da região. Há 12 casos suspeitos no Município, 17 descartados e quatro excluídos.

CONFIRA:

boletim dourados

Comentário

Novo boletim epidemiológico divulgado no meio da tarde desta sexta-feira (27) pela Secretaria estadual de Saúde confirmou a suspeita de que a mulher, com 64 anos de idade, internada no Hospital Universitário de Dourados, contraiu mesmo o novo coronavírus. O boletim diz que ela teve contato com familiar que viajou para a Bélgica.

De acordo ainda com o boletim da Secretaria de Saúde, agora são 28 os casos confirmados em todo o Estado, dos quais 24 apenas na Capital. Os demais foram diagnosticados em Sidrolândia, Ponta Porã, Batayporã e um também em Rio Verde de Mato Grosso.

CONFIRA O BOLETIM

Dos 427 casos notificados ao Comitê de Operações Emergências criado para o enfrentamento ao Covid-19, há 51 suspeitas, 337 já foram descartados e 11 excluídos. Mato Grosso do Sul ainda não registrou mortes pelo vírus.

Comentário

Informação foi confirmada pelo médico Fred, integrante do Comitê de Gerenciamento de Crise do Covid-19, instituído no Município para avaliar ações e providências em relação ao tratamento e combate dos casos relacionados com a pandemia mundial do novo coronavírus em Dourados.

Confira a resposta dele ao Douranews na live realizada no começo da tarde desta sexta-feira (27) pelos membros do Comitê depois que empresários promoveram ‘buzinaço’ pedindo a abertura do comércio em expediente normal.

O Governo do Estado informou, por intermédio da Secretaria de Saúde e da Fundação de Serviços de Saúde, que criou grupo de trabalho, formado por profissionais de diversas áreas administrativas, para apoio às compras, em caráter emergencial de insumos que serão utilizados no combate à propagação do coronavírus, incluindo os kits que deve ser remetidos aos municípios.

Mais cedo, o assessor especial da Prefeitura de Dourados, Alexandre Mantovani, confirmou que não existe a disposição da prefeita Délia Razuk em ‘relaxar’ a decisão de manter fechado o comércio na cidade, com exceção dos serviços de natureza específica que podem funcionar de forma diferenciada. A prefeita recebeu representantes dos segmentos após o ‘buzinaço’ realizado pelo centro da cidade e que terminou no pátio da Prefeitura.

“As decisões estão sendo tomadas com base em estudos técnicos e científicos, ouvidos os membros do Comitê de Gerenciamento da Crise do Covid-19, criado pela prefeita; não há decisão isolada”, explicou Mantovani, que também considerou legítima e democrática a manifestação realizada na manhã desta sexta-feira.

O Sindicato dos Empregados no Comércio distribuiu comunicado aos associados em que repudiou o manifesto, acusou empregadores do comércio de terem forçado trabalhadores a participar do ‘buzinaço’ e classificou o movimento como ‘irresponsável’, defendendo que o expediente permaneça reduzido.

Comentário

A Gol suspende, a partir deste sábado (28), todas as operações nas bases regionais brasileiras, incluindo Dourados. A medida vai vigorar até o dia 3 de maio, e nesse período a companhia terá voos apenas para capitais brasileiras, a partir do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

Em comunicado distribuído à imprensa na manhã desta sexta-feira (27), a companhia informa que os clientes com bilhetes adquiridos para voos em bases regionais estão sendo previamente avisados pela Gol, que está flexibilizando a remarcação e o cancelamento dos voos.

Essa nova malha aérea temporária resulta na redução da oferta de opções desde o início da crise do Covid-19, de aproximadamente 92% nos mercados domésticos e 100% nos internacionais. As companhias Azul e Passaredo também já suspenderam as operações a partir do aeroporto de Dourados.

Comentário

O assessor especial da Prefeitura de Dourados, Alexandre Mantovani, confirmou há pouco, em live com a assessoria de comunicação do Município, que, em princípio, não existe a disposição da prefeita Délia Razuk em ‘relaxar’ a decisão de manter fechado o comércio na cidade, com exceção dos serviços de natureza específica que podem funcionar de forma diferenciada.

A prefeita vai receber, dentro de instantes, representantes dos segmentos do comércio que participaram de ‘buzinaço’ realizado pelo centro da cidade, pedindo a volta ao trabalho

“As decisões estão sendo tomadas com base em estudos técnicos e científicos, ouvidos os membros do Comitê de Gerenciamento da Crise do Covid-19, criado pela prefeita; não há decisão isolada”, explicou Mantovani, que também considerou legítima e democrática a manifestação realizada na manhã desta sexta-feira (27) por grupos que defendem a abertura do comércio integralmente.

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