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Estadão Contéudo

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O principal comitê consultivo sobre imunização do Canadá recomendou nesta segunda-feira, 1º, que a vacina contra covid-19 produzida pela AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, não seja administrada a pessoas com 65 anos de idade ou mais no país, citando evidências insuficientes sobre a eficácia para aquele grupo. A avaliação do Comitê Consultivo Nacional sobre Imunização está alinhado com países europeus, e foi entregue três dias após o regulador de medicamentos do Canadá ter autorizado o uso da vacina da AstraZeneca. A agência afirmou que a vacina atende aos requisitos de segurança, eficácia e qualidade e pode ser administrada a pessoas de todas as idades. No entanto, "os dados são insuficientes para determinar a eficácia em indivíduos com idade igual ou superior aos 65 anos", afirmou o Comitê. Itália e Alemanha seguem linha semelhante, e não administram as vacinas em pessoas acima dos 65 anos. Fonte: Dow Jones Newswires.

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Menos de uma semana após deixar o Beira-Rio amargando o vice-campeonato brasileiro, o Internacional voltou ao seu estádio para a estreia na temporada 2021. E ela foi com vitória. Com um time formado praticamente só por garotos das divisões de base, derrotou o Juventude por 1 a 0, pela primeira rodada do Campeonato Gaúcho. O triunfo do Inter foi assegurado graças ao forte início de primeiro tempo do time, que buscou sufocar o Juventude e abriu o placar logo aos 14 minutos, com Guilherme Pato. Depois, contou com as boas defesas de Daniel para manter a vantagem. Além disso, se aproveitou da fragilidade do Juventude, que teve atuação ruim no seu primeiro compromisso na temporada que voltará a jogar na Série A. Na segunda rodada do Gaúcho, o Inter vai enfrentar o Pelotas, na Boca do Lobo. Já o próximo compromisso do Juventude será diante do São Luiz. As duas partidas foram agendadas para quinta-feira. O JOGO - O Inter foi a campo nesta segunda com um time que tinha média de idade de 20 anos, sendo que o mais experiente era o goleiro Daniel, de 26 anos. E, entre os titulares, o jogo foi de estreia entre os profissionais para 5 dos 11 escalados por Fabio Matias, técnico do sub-20 do clube. Já o Juventude, agora dirigido por Marquinhos Santos, utilizou o que tinha a melhor à disposição, pois a Série B se encerrou no fim de janeiro. E quem começou melhor foi o Inter, com os seus jovens. Mais presente no campo de ataque, abriu o placar aos 14 minutos. Johnny acionou Guilherme Pato na grande área, do lado direito. Ele ganhou dividida com Eltinho e finalizou cruzado, com a bola entrando por baixo das pernas de Marcelo Carné. O gol foi sinal da superioridade inicial do Inter, que sufocava o Juventude, inclusive com a marcação adiantada. E poderia ter feito mais, tanto que logo depois, em uma cobrança de falta forte, Lucas Ramos deu trabalho ao goleiro do Juventude, que espalmou a bola para fora. Mas aos poucos a equipe de Caxias do Sul conseguiu equilibrar o jogo e teve sua melhor chance de empatar o duelo, aos 26 minutos, em disparo da entrada da grande área de Eltinho. Foi o sinal de um fim de primeiro tempo mais aberto, ainda que sem muita qualidade técnica das equipes. Na volta para a etapa final, os times retornaram com novidades, sendo a mais chamativa delas a do Inter, o meia Amaya, que costuma ser o capitão da seleção sub-20 da Colômbia e está emprestado até o fim de junho pelo Atlético Hulia. Porém, a superioridade foi do Juventude. Cleberson perdeu chance clara aos 6 minutos, ao pegar mal na bola em finalização da pequena área. Já aos 15, Daniel salvou o Inter duas vezes, em finalizações de Matheuzinho, sendo a primeira de cabeça. E essa acabou sendo a tônica do segundo tempo: maior presença ofensiva do Juventude, com o Inter se livrando de sofrer o empate. Foi assim, também, aos 30 minutos, quando Cleberson cabeceou com perigo, após cobrança de falta de Renan Bressan. No último lance do jogo, Matheuzinho acertou a trave, em lance muito comemorado ao apito final pelos jovens da equipe colorada. O Inter enfrentou o Juventude nesta segunda com a seguinte formação: Daniel; Lucas Mazzetti (Igor), Pedro Henrique, João Feliz e Léo Borges; Johnny, Lucas Vital, Lucas Ramos e Nicolas (Amaya); Guilherme Pato e Vinicius Mello (Matheus Cardoni).

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Um painel de especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nesta segunda-feira, 1º, uma recomendação contrária ao uso da hidroxicloroquina como método de prevenção para a covid-19. Eles dizem que os estudos não mostraram efeitos significativos sobre mortes ou internações e apontaram riscos de efeitos adversos provocados pela substância. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu o uso do remédio ao longo da pandemia, embora várias pesquisas tenham mostrado que ele não tem eficácia contra o vírus. A nova recomendação é de autoria do Grupo de Desenvolvimento de Diretrizes (GDG, na sigla em inglês) da OMS. Os especialistas dizem que a "forte recomendação" é baseada em evidências de alta certeza obtidas em seis estudos randomizados e controlados com 6 mil participantes. "A evidência de alta certeza mostrou que a hidroxicloroquina não teve efeito significativo em mortes e admissões em hospitais, enquanto evidência de certeza moderada mostrou que a hidroxicloroquina não teve efeito significativo sobre infecções confirmadas em laboratório e provavelmente aumenta o risco de efeitos adversos", declarou a OMS em nota à imprensa. O grupo, diz a organização, considera que a droga não tem mais prioridade para pesquisa e que os recursos devem ser usados para avaliar outras drogas mais promissoras na prevenção contra o vírus. "Essa diretriz se aplica a todos que não têm covid-19, independentemente da exposição a uma pessoa com a infecção", reforçou. A recomendação desta segunda é a primeira versão de uma diretriz voltada a medicamentos capazes de prevenir a doença. O objetivo da OMS é promover orientação confiável sobre a gestão da covid e ajudar médicos a tomarem melhores decisões para seus pacientes. A diretriz poderá ser atualizada diante de evidências. Novas recomendações serão acrescentadas no momento em que estudos de relevância se tornarem disponíveis. A cloroquina e a hidroxicloroquina integram orientação oficial emitida pelo Ministério da Saúde no ano passado, com recomendação voltada a casos leves, moderados e graves. Neste ano, um aplicativo da pasta chegou a sugerir os remédios até a bebês, e foi retirado do ar. O Estadão mostrou que as prefeituras que receberam a doação do ministério agora querem devolver os medicamentos sem eficácia.

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Um surto de covid-19 foi registrado neste fim de semana no Lar Vicentino, em Rio Branco, após um dos profissionais que atuam na unidade de acolhimento testar positivo para a doença viral. Todos os 54 moradores do asilo, bem como os 30 trabalhadores do local, haviam tomado as duas doses da vacina Coronavac. Segundo especialistas, se a pessoa tiver a doença logo após receber a 2ª aplicação, não significa que o imunizante falhou. O Instituto Butantan, responsável pela Coronavac, estima pelo menos duas semanas para que o organismo crie anticorpos neutralizantes. Além disso, o grau de proteção da vacina é de 50,38%. Por isso, especialistas reforçam que é preciso manter os cuidados - como uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento social - mesmo após a imunização. Diante da contaminação rápida, os idosos que já testaram positivo para a doença foram colocados em isolamento, numa área anexa à comum, dentro do asilo. Também estão sendo medicados. Dois dos infectados acabaram morrendo. Os exames para confirmar a presença do coronavírus só saíram após o sepultamento dos idosos. Em nota, o Lar Vicentino confirmou os números de doentes, e afirmou que trabalha para conter ao máximo os casos dentro da instituição. Além disso, reclama que na semana passada pediu ajuda da prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, mas recebeu a negativa de apoio para testagem dos idosos e funcionários do local. "Na quinta-feira, 25, notificamos a secretaria de saúde do município informando que nossos idosos estavam com os sintomas. Solicitamos que realizassem testes em todos os idosos e funcionários. Na data de ontem (domingo, 28) não tínhamos ainda recebido nenhuma resposta da secretaria. Com uma doação dos Vicentinos de Patos de Minas-MG, conseguimos comprar os testes e realizar em todos os moradores da casa", afirmou a instituição. O secretário de Saúde de Rio Branco, Frank Lima, minimizou a queixa da instituição, alertando que esse não seria o "momento de procurar de quem é a responsabilidade", mas de agir rapidamente para conter o surto e salvar a vida dos idosos que vivem no local. "O momento de a gente dar a resposta. Se o teste fosse feito na sexta-feira, ou fosse feito hoje, o resultado não sairia diferente. O fato é que na sexta à noite foi noticiado pra nós que havia um cuidador que estava positivo para covid, e esse cuidador pode ser o condutor dessa contaminação. Não podemos afirmar, pois o que vai afirmar são os testes que serão feitos." A professora universitária Ana Paula Pinto, de 44 anos, relata que há cerca de um mês já havia a informação do primeiro caso de contaminação dentro do Lar Vicentino, contudo, desde então, o problema foi empurrado para "debaixo do tapete", levando ao surto de agora. "Quando a gente soube, fomos atrás de informações sobre meu tio. Infelizmente, disseram que as visitas continuavam suspensas. Só que os funcionários de lá continuam entrando e saindo, e isso é arriscado demais, principalmente porque alguns estavam indo para o hospital, onde tinha um idoso internado com covid. Agora já morreu outro", reclama. A reclamação é a mesma entre os familiares da enfermeira Ana Clara Marques, que tem o avô internado no Lar Vicentino. "Chegamos a ligar, mas ver mesmo, só de longe, pela grande, porque ele senta lá na área da frente. Desde o ano passado não conseguimos visitar, e até entendemos. Agora, infelizmente, ele está doente. O pior é sabermos que ninguém (da secretaria) quis testá-los na semana passada, e o Lar não tinha dinheiro", desabafa. A informação do surto no Lar Vicentino se espalhou rapidamente. Surgiram dúvidas sobre a imunização contra o coronavírus, já que os idosos e trabalhadores estava imunizados com as duas doses da vacina Coronavac. Moradores e trabalhadores de instituições de longa permanência para idosos estão entre os grupos prioritários da campanha nacional de vacinação. O médico infectologista Eduardo Farias, que atua no atendimento de pacientes com o coronavírus, explica que é possível, mesmo após a segunda dose, que os imunizados sejam infectados pelo vírus e desenvolvam a covid-19. A tendência, porém, é de que os sintomas seja mais leves. "Muito provavelmente o que ocorreu é que a resposta imunológica dessas pessoas ainda não alcançou o pico que a vacina promove. Na primeira dose, já há uma resposta primária, mas quando você faz a segunda dose, isso se eleva ainda mais em nível de imunidade. Mas também leva um tempo", explica. Farias pontua que é preciso aguardar de 15 a 20 dias para ter mais segurança diante da imunização. "Nesse prazo, a pessoa acaba tendo os níveis de proteção que levariam para os números que o trabalho de eficácia da vacina mostrou". Além disso, é possível que a pessoa não tenha uma virada sorológica no tempo estimado, deixando-se ainda suscetível ao vírus. O médico infectologista destaca que o fato de os idosos ou qualquer outro imunizado com a CoronaVac adquirirem o coronavírus após a vacinação, não é necessário tomar as duas doses da vacina novamente. "Só se ficar provado que eles não fizeram a soroconversão. Ou seja, neste caso, a vacina não teria produzido anticorpos suficientes pra proteger a pessoa da doença", finaliza. Segundo o Instituto Butantan, após testes, a eficácia geral da vacina CoronaVac é de 50,38%. Contudo, há outros índices que são levados em conta como, por exemplo, os 78% para prevenção de casos leves de coronavírus.

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O presidente Jair Bolsonaro foi irônico ao comentar o novo reajuste nos preços de combustíveis, o quinto anunciado pela Petrobras desde o início do ano. "Gostaram do novo aumento da gasolina amanhã?", questionou os apoiadores, ao chegar no Palácio da Alvorada na noite desta segunda-feira, 1. Sem citar o nome do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, Bolsonaro, que anunciou a demissão do executivo por meio das redes sociais no último dia 19, disse que o novo escolhido para o cargo, general Joaquim Silva e Luna, não vai interferir na política de preços da companhia. O mandato de Castello Branco se encerra no dia 20 de março. "Ele (Castello Branco) só sai depois do dia 20, não quer dizer que o outro (Silva e Luna) vai interferir. Para evitar que o pessoal do mercado fale um montão de besteira, ou melhor, o pessoal especular no mercado", disse, manifestando contrariedade com a reação dos investidores à saída de Castello Branco, comportamento que levou a uma forte queda nas ações da companhia. Bolsonaro disse ainda que diversas frentes poderiam ter sido buscadas para reduzir o preço dos combustíveis, mas Castello Branco não atuou em nenhuma delas. Ele defendeu ainda novas refinarias no País - sem deixar claro se elas seriam construídas pela Petrobras, que, por sua posição de domínio no mercado, assumiu compromisso de vender seus ativos nessa área junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), ou se isso caberia a outras empresas do setor privado. "Mas tem como atacar outras áreas, fraude, batismo, preço abusivo para diminuir o preço, porque nos dois anos em que esteve lá nada disso foi levado em conta. Buscar maneiras de termos mais refinarias no Brasil, eu sei que demora, mas tem que começar", afirmou. A um de seus apoiadores, Bolsonaro reconheceu haver pouca chance de que o projeto de lei amplie o excludente de ilicitude para policiais e reduza a pena de agentes que matarem cidadãos durante o serviço. "Com esse nosso parlamento acho difícil passar. No Senado acho difícil", disse. Segundo o presidente, essa é a razão pela qual, em pouco mais de dois anos de mandato, ele autorizou poucas operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) - quando militares são enviados para garantir a segurança. "Pode ver, GLO, em dois anos, quase não tivemos. Eu segurei, porque se manda tropa pra rua, depois acontece um embate, um embate, morre um vagabundo, e porque morreu com mais de dois tiros você acusa o lado de cá de execução", disse. A um pedido feito por um policial para isentar a categoria do pagamento de imposto de renda, Bolsonaro disse que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) exige que a renúncia seja compensada com aumento de outro tributo. "Eu não quero prometer nada, quando isento alguém tem que arranjar outra fonte de custeio, isso está na LRF", afirmou. Como exemplo, ele citou o decreto que vai isentar, por dois meses, tributos federais que incidem sobre o diesel e o gás de cozinha. "Vou ter que tirar de algum lugar, se eu for tirar IR de policial (militar), vamos supor, vou ter que tirar de policial civil, Forças Armadas. Dá uma quantia que vamos ter que aumentar imposto em outro lugar. Isso diz a LRF, e duvido que alguém consiga alterar, a não ser numa reforma tributária que está para acontecer", afirmou. Bolsonaro afirmou ainda que não conseguiu cumprir a promessa de campanha de atualizar a tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) em razão da pandemia. "Eu ia mexer na tabela do IR mas a pandemia me fez endividar em R$ 700 bilhões", afirmou. "(É como) Prometer uma bicicleta pro teu filho no Natal, mas alguém ficou doente, gastou muito com médico e não tem, só isso. Esse problema que eu enfrentei por ocasião da pandemia." O presidente disse ainda que o fechamento de comércio e serviços em Estados e municípios para conter a circulação da covid-19 estaria ainda pior com Fernando Haddad, que disputou a eleição em 2018 pelo PT. "Agora, se tivesse Haddad em meu lugar, esse lockdown no brasil seria brincadeira. Você não imagina o que poderia estar acontecendo." Bolsonaro voltou a defender o projeto de transformar a baía de Angra dos Reis em uma "Cancun" brasileira.

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Novak Djokovic enfim alcançou o recorde de Roger Federer na liderança do ranking. Nesta segunda-feira, o sérvio igualou a marca de 310 semanas como número 1 do mundo que pertencia ao suíço de forma isolada. Na segunda que vem, ele vai registrar novo recorde na história do tênis ao completar 311 semanas no topo. O empate com Federer e o subsequente novo recorde já estavam garantidos a Djokovic desde que Rafael Nadal foi eliminado no Aberto da Austrália, no mês passado. O espanhol era o único que poderia desbancar o sérvio do topo nas semanas seguintes. Agora Djokovic só poderá deixar o posto de número 1 do mundo após bater o recorde de Federer. O atual líder do ranking já avisou que deixará de tratar o topo como prioridade, como vinha fazendo nos últimos meses. A partir de agora ele disse que vai se concentrar na busca por superar outra marca do suíço, que também pertence a Nadal: o recorde de 20 títulos de Grand Slam. Djokovic, ao ser campeão na Austrália, soma 18. "Agora, após alcançar a marca histórica de semanas na liderança do ranking, terei um pouco de alívio porque agora vou focar toda a minha atenção nos Grand Slams", disse o sérvio logo após ser campeão do Aberto da Austrália. "Quando você busca o recorde no ranking você precisa jogar a temporada toda e jogar bem todos os torneios." Depois de Djokovic e Federer, aparecem na lista de mais semanas na liderança o americano Pete Sampras, com 286 semanas. Ele é seguido pelo checo Ivan Lendl (270), pelo americano Jimmy Connors (268) e por Nadal (209). O tenista da Suíça, contudo, ainda detém o recorde de semanas seguidas na liderança do ranking. São 237, contra 122 do sérvio, que já avisou que jogará menos torneios nesta temporada para evitar lesões. Djokovic está em sua quinta passagem pelo topo do ranking, que começou em fevereiro do ano passado. Aos 33 anos, ele havia conquistado a posição de número 1 pela primeira vez em 4 de julho de 2011, aos 24 anos.

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Edina Alves Batista será a primeira mulher a apitar o clássico entre Corinthians e Palmeiras. O duelo será na quarta-feira, às 19 horas, na Neo Química Arena, e será pela segunda rodada do Campeonato Paulista. A Federação Paulista de Futebol divulgou as equipe de arbitragens da rodada nesta segunda-feira e Edina vai comandar o dérb, que terá Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral como o árbitro de vídeo. Edina fez história no mês passado quando fez parte do primeiro trio de arbitragem feminino a trabalhar em um jogo oficial da Fifa no futebol masculino. Ela apitou a decisão do quinto lugar no Mundial de Clubes, no Catar, entre Al Duhail, do Catar, e Ulsan, da Coreia do Sul. A auxiliar Neuza Inês Back também participou da partida. Paranaense de Goioerê, Edina, de 40 anos, começou no futebol em 2007. Seu primeiro jogo de Série A do Campeonato Brasileiro foi em 27 de maio de 2019, na partida entre CSA e Goiás. Atualmente, a brasileira é árbitra Fifa e atuou em jogos da Copa do Mundo Feminina na França, no ano passado.

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Em comunicado ao mercado, a Petrobras ressaltou nesta segunda-feira, 1º, o resultado de 2020 da Transpetro, a sua subsidiária integral de transporte e logística de combustíveis. A companhia registrou lucro líquido de R$ 1,3 bilhão no ano passado, o maior desde a sua fundação, em 1998. O Retorno sobre Capital Empregado (ROCE) teve o melhor desempenho dos últimos cinco anos e atingiu 15,6%. O fluxo de caixa operacional da Transpetro alcançou R$ 4,2 bilhões em 2020, crescimento de 38% comparado ao ano anterior. No período, o acréscimo na geração de valor (medido pela variação do Economic Value Added - EVA) foi de R$ 918 milhões. Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado registrou um salto de 52% sobre 2019. Segundo a Petrobras, a Transpetro aprimorou sua eficiência operacional. Em 2020, a disponibilidade dos navios foi a maior dos últimos três anos: o número de manobras de transbordo/ship to ship (STS) realizadas registrou recorde, de 543 operações. Ao mesmo tempo, manteve a melhor marca para a Taxa de Acidentados Registráveis (TAR) de 0,47, o principal indicador de segurança da Petrobras e de suas subsidiárias.

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A média móvel de mortes pela covid-19 ficou 1.223 nesta segunda-feira, 1º, e bateu recorde pelo terceiro dia consecutivo. De acordo com o consórcio de veículos de imprensa, o País somou mais 818 mortes e 40.479 casos pela doença nas últimas 24 horas. No domingo, a média de mortes referente aos dados dos últimos sete dias havia ficado em 1.208, até então o recorde da pandemia. No sábado o registro foi de 1.180, segundo o balanço formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com as 27 secretarias estaduais de Saúde. Ainda de acordo com os dados, o País superou a marca de 255 mil vítimas e chegou aos 10.589.608 casos confirmados da doença. O balanço mais recente foi divulgado às 20h. Vivendo o pior momento da pandemia, o Brasil conta com 18 Estados somando mais de 80% de UTIs ocupadas. Segundo levantamento do Observatório Fiocruz Covid-19, os dados apontam para o risco iminente de colapso no sistema de saúde. Diante da situação, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) defendeu a adoção imediata de lockdown nos Estados em que a ocupação dos leitos de covid-19 tenha alcançado mais de 85%. O Conass também defendeu a adoção de um toque de recolher nacional, das 20h às 6h, inclusive nos finais de semana, e a suspensão do funcionamento das escolas. Estado mais afetado pelo vírus em números absolutos, São Paulo chegou ao total 59.546 óbitos e 2.044.699 casos confirmados durante toda a pandemia. Entre o total de casos diagnosticados, 1.830.423 pessoas estão recuperadas. As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 74,3% na Grande São Paulo e 73,2% no Estado. O número de pacientes internados é de 15.977, sendo 8.701 em enfermaria e 7.276 em unidades de terapia intensiva. Consórcio dos veículos de imprensa O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados. Nesta segunda-feira, o Ministério da Saúde informou que foram registrados 35.748 novos casos e mais 778 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. No total, segundo a pasta, são 10.587.001 pessoas infectadas e 255.720 óbitos. Os números são diferentes do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

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O número de pessoas vacinadas contra a covid-19 no Brasil chegou nesta segunda-feira, 1º, a 6.770.596, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de saúde. O número de imunizados representa 3,20% da população brasileira. Nas últimas 24 horas, 24 Estados informaram dados atualizados e 194.487 pessoas receberam a primeira dose. Outro dado que o consórcio apresenta é o número de vacinados com a segunda dose, que chegou a 2.012.921 pessoas (0,95% da população). O maior número de vacinados pertence a São Paulo, que começou a aplicação das doses no dia 17 de janeiro. Até agora, o Estado imunizou 1.940.422 pessoas. No Rio de Janeiro, o número é de 499.853 imunizados. Vacinados no Brasil por Estado, segundo o consórcio de veículos de imprensa: Primeira dose: AC - 20.151 AL - 98.239 AM - 244.527 AP - 25.002 BA - 433.402 CE - 286.854 DF - 138.270 ES - 119.732 GO - 202.718 MA - 146.661 MG - 587.736 MS - 112.920 MT - 85.268 PA - 139.428 PB - 112.401 PE - 305.012 PI - 71.723 PR - 298.809 RJ - 499.853 RN - 91.319 RO - 46.890 RR - 27.913 RS - 464.466 SC - 180.199 SE - 45.836 SP - 1.940.422 TO - 44.845 Segunda dose: AC - 3.899 AL - 7.934 AM - 54.983 AP - 2.929 BA - 98.674 CE - 94077 DF - 49.251 ES - 25.791 GO - 45.669 MA - 50.898 MG - 251.590 MS - 48.652 MT - 32.294 PA - 49.227 PB - 35.554 PE - 111.622 PI - 21.402 PR - 102.481 RJ - 127.735 RN - 35.218 RO - 8.611 RR - 9.121 RS - 105.701 SC - 58.567 SE - 24.909 SP - 546.112 TO - 10.020

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