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Estadão Contéudo

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O filme Titanic, com Leonardo DiCarpio e Kate Winslet, é o título de filme mais procurado no Google de todos os tempos. O Poderoso Chefão e Rocky, o invencível lutador que conquistou corações nos anos 1980, também estão no topo da lista. O levantamento foi feito pelo Google com exclusividade para o Estadão e contabiliza o número de buscas desde o início do Google Trends, em 2004. Lembrando que a cerimônia do Oscar, a maior premiação do cinema mundial, será novamente com isolamento social em decorrência da pandemia do novo coronavírus neste domingo, 25, nos Estados Unidos. A maioria dos longas mais procurados por internautas já passou pela história da premiação. A lista revela a força de alguns títulos clássicos, produzidos antes mesmo de existir a internet, como E O Vento Levou, de 1939, Casablanca, de 1942, Ben Hur, de 1959, e A Noviça Rebelde, de 1965.

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O secretário de Orçamento Federal, George Soares, informou nesta sexta-feira que a equipe econômica alterou projeções para as despesas com a Previdência Social em 2021, com a redução de R$ 5,700 bilhões nos gastos esperados para esse ano. "O relatório extemporâneo de receitas e despesas reduz os gastos da Previdência com a reavaliação de fraudes e outros ajustes. Houve mudanças muito significativas quanto a abono salarial e outras despesas do INSS", destacou. Ele respondeu que o volume de bloqueio nas despesas com Educação - o foi o mais atingido, com R$ 2,7 bilhões em gastos suspensos - e maior porque a pasta representa cerca de um terço de toda a dotação orçamentária. Garantiu que as despesas com Educação continuam acima do mínimo constitucional. Soares respondeu que não há bloqueio adicional neste momento no Ministério do Meio Ambiente, mas lembrou que qualquer pasta poderá pedir suplementação orçamentária ao longo do ano. O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, enfatizou que o contingenciamento de mais de R$ 9 bilhões em despesas permite o atendimento ao teto de gastos, que a equipe econômica defende na íntegra. "Os critérios para cada pasta garantem que os órgãos suportem operacionalmente, mas esses valores poderão ser reavaliados à frente", completou. O secretário especial de Relações Governamentais da Casa Civil, Bruno César Grossi de Souza, reconheceu que parte das despesas da Saúde precisaram ser vetadas ou bloqueadas, mas garantiu que os gastos relacionados à pandemia de covid-19 não foram afetados. "Gastos da covid estão fora da meta e do teto de gastos, nos permite manobra maior", completou.

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O senador Jorginho Mello (PL-SC), vice-líder do governo no Congresso, afirmou que o Palácio do Planalto falhou na articulação política na CPI da Covid. Para Jorginho, os aliados poderiam ser maioria na comissão se o Executivo tivesse se esforçado. Mesmo assim, ele disse ser preciso aguardar os próximos capítulos da batalha para ver "no que dá isso". Ao ser questionado se o governo poderia ter se articulado melhor, o senador não hesitou na resposta. "Claro que sim", devolveu ele, de pronto. "Mas talvez a preocupação não seja a de ter CPI do governo ou da oposição. Na CPI você tem de ser juiz, avaliar e responsabilizar quem quer que seja de forma desarmada. Não adianta ter maioria. Para quê? Fazer inquisição? Vamos ver os fatos. Eu estou de sangue doce." Jorginho é um dos quatro titulares governistas da CPI. Dos 11 senadores da comissão, sete se intitulam independentes ou de oposição. O governo tentou que o PSD do ministro das Comunicações, Fábio Faria, indicasse dois aliados para a CPI. O partido, porém, escolheu Omar Aziz (AM), que será o presidente da CPI, e Otto Alencar (BA), da chamada "ala independente" da sigla. Como mostrou o Estadão, o Palácio do Planalto tenta ganhar tempo e adiar ao máximo os trabalhos da CPI após sua instalação, marcada para a próxima terça-feira, 27, com o objetivo de negociar cargos no primeiro escalão e atender à pressão de parlamentares para acomodar suas emendas no Orçamento. A negociação tem sido conduzida atualmente pelo ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos. Há cinco deputados no comando de ministérios e nenhum senador. No início do ano houve pressão para que Davi Alcolumbre (DEM-AP) ou Nelsinho Trad (PSD-MS) assumissem o Ministério do Desenvolvimento Regional, mas as conversas não prosperaram. Aliados do governo no Senado avaliam que o Planalto desprestigia a Casa. Ainda que as pastas não estejam definidas, há nos partidos a expectativa de que dois senadores sejam escolhidos para vagas na Esplanada dos Ministérios. Sem emoção O vice-líder do governo admitiu não estar muito a par de como a CPI da Covid vai funcionar. "Não falei com ninguém. Já escolheram relator, vice-presidente, presidente. Já sabem quem vão chamar para dar depoimento. Não estou muito emocionado, não", afirmou. Um acordo entre a maior parte dos integrantes da comissão prevê que Omar Aziz (PSD-AM) seja o presidente; Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o vice, e Renan Calheiros (MDB-AL) atue como relator. O plano de trabalho deverá ser definido na quarta-feira, 28. Aliados do presidente Jair Bolsonaro ainda fazem pressão nas redes sociais para impedir Renan de assumir esse posto porque, além de ser crítico do governo, ele apoia o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nas plataformas digitais, bolsonaristas batem na tecla de que o senador não pode integrar a CPI por ser pai do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB). A CPI vai investigar o destino do dinheiro repassado pelo governo federal a municípios e Estados, entre os quais Alagoas, para o combate à pandemia de covid-19. O senador Jader Barbalho (MDB-PA) também está em situação semelhante à de Renan. Jader é suplente da CPI e pai do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB). Jorginho é contra a participação dos dois colegas na comissão: "Quem tem filho governador fica difícil estar (na CPI), sendo juiz. A própria legislação proíbe isso". Responsável pela articulação do Planalto com o Congresso, a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, disse na terça-feira, 20, que a CPI da Covid não tem sido o foco da sua pasta. "(Estamos) fechando a questão do Orçamento", respondeu a ministra, quando indagada sobre as críticas. Nesta quinta-feira, 22, último dia do prazo legal, Bolsonaro sancionou o Orçamento deste ano, com alguns vetos, como combinado com o Congresso. Irritado com o que chamou de "erros" do Palácio do Planalto, o senador Marcos Rogério (DEM-RO), vice-líder do governo e integrante da CPI, também criticou a articulação política de Bolsonaro. "O governo errou, deixou correr solto (a CPI). Agora, querem correr atrás do prejuízo. O Palácio não procurou a própria base para conversar", reclamou Rogério, em entrevista à CNN Brasil, na noite de segunda-feira, 19. A ministra da Secretaria de Governo disse ao Estadão que conversou com Marcos Rogério para explicar a ausência na articulação da CPI. "Liguei para vários senadores e deputados e deputadas, como faço todo dia. Encontrei o senador Marcos Rogério no plenário", contou. Flávia garantiu que, com o Orçamento sancionado por Bolsonaro, a secretaria comandada por ela, "assim como todo o governo", passará a atuar mais na CPI.

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A Agência de Medicamentos Europeia (EMA, na sigla em inglês) afirma que os benefícios da vacina da AstraZeneca contra a covid-19 superam seus riscos em adultos de todas as faixas etárias e que os casos de coágulos após a imunização são "muito raros". As declarações contam de uma atualização da EMA sobre o tema, divulgada nesta sexta-feira, 23. A vacina, conhecida como Vaxzevria, está autorizada para uso na União Europeia para prevenir a covid-19. Ela é apontada pela EMA como eficiente para evitar hospitalizações e mortes pelo vírus, com a maioria de seus efeitos colaterais "geralmente leves ou moderados", durante poucos dias. "Os efeitos colaterais mais sérios são de coágulos sanguíneos pouco usuais com poucas plaquetas no sangue, com ocorrência estimada em 1 a cada 100 mil pessoas vacinadas", diz a agência em seu comunicado. No período de quatro meses da aplicação da vacina na UE, a eficácia dela é por enquanto de 80%, segundo a EMA.

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A Polícia Federal (PF) executou na manhã desta sexta-feira, 23, mais um mandado de busca e apreensão no âmbito da Operação Contágio - investigação sobre supostos desvios na prestação de serviços da Saúde de municípios paulistas, em contratos que somados superam R$ 100 milhões - e encontrou "vultosa quantia em dinheiro em espécie". Após horas de contagem dos valores, a corporação apontou que foram apreendidos R$ 463.845,00. A diligência foi realizada após a PF verificar as imagens das câmeras de edifício identificado como outro endereço da Organização Social que é alvo das investigações. Nas gravações de segurança do prédio localizado em Cotia, a PF observou "a chegada de pessoas carregando uma mala e a saída de um indivíduo com um pacote aparentando conter dinheiro". A corporação monitorou o local, durante a noite, para então efetuar a apreensão nesta manhã. A "Contágio" foi aberta na última terça, 20, para investigar supostos desvios em contratos firmados pelas prefeituras de Hortolândia, Embu das Artes e Itapecerica da Serra com uma organização social que está em nome de um veterinário de 28 anos, recém-formado e residente em Presidente Bernardes, município localizado a mais de 400 km dos locais em que os serviços seriam prestados. A PF suspeita da subcontratação de outras empresas, algumas delas classificadas como "de fachada" para a efetiva prestação de serviços. De acordo com a corporação, parte dessas companhias efetuaram centenas de saques em espécie que somam mais de R$ 18 milhões. O transporte do dinheiro era feito sob a escolta armada de um guarda civil municipal, suspeitam os investigadores.

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O Estado de São Paulo contabilizou entre quinta-feira (22) e hoje, 17.812 novos casos de contaminação pela covid-19 e 863 mortes pela doença em 24h. Ao todo, o Estado registra 2.811.562 de casos confirmados e 91.673 mortes no Estado. De acordo com dados da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), o Estado registrou um regresso na variação semanal - comparativo entre os sete últimos dias e os sete anteriores - de 16% em novos casos. Novos óbitos regridem 26,2% e novas internações 6,4%. Na região metropolitana de São Paulo, novos casos regrediram 13,1%, novos óbitos, 28,2% e novas internações, 9%. Segundo dados do governo do Estado, até as 12h55 desta sexta-feira (23), 6,8 milhões de pessoas foram alvo da campanha de imunização contra a covid-19: 3,6 milhões receberam as duas doses e cumpriram com o cronograma vacinal e 3,2 milhões receberam apenas a primeira dose prevista e, portanto, devem retornar a um posto de saúde para receber a segunda. Ao todo, foram aplicadas 10,4 milhões de doses. Primeiras doses aplicadas são 6,8 milhões e segundas doses, 3,6 milhões. Butanvac O vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (DEM), anunciou nesta sexta-feira que o Instituto Butantan enviou pela manhã à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a solicitação para o início dos testes da Butanvac, a vacina brasileira produzida pelo instituto. O dossiê enviado à agência sanitária pede o início dos testes do imunizante em humanos. Garcia destacou a importância da vacina para o combate à pandemia no País, lembrando que o imunizante será totalmente produzido no Brasil "sem a necessidade de importação de matéria-prima, como ocorre atualmente". O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, reforçou a fala de Garcia afirmando que a vacina seria "muito rapidamente produzida" no Brasil. De acordo com Covas, a capacidade de produção do imunizante pode ser ampliada com a liberação de uma fábrica do Instituto responsável pela vacina da gripe, que já teria terminado sua produção, assim sendo, estando disponível para produção da Butanvac. A expectativa de Covas é que, entre os meses de junho e julho "no mais tardar", cerca de 40 milhões de doses da vacina sejam produzidas, que aguardarão os resultados dos estudos clínicos para autorização do uso emergencial. Segundo Covas, os estudos têm a previsão de duração de 20 semanas, "mas a partir da 15ª, 16ª semana, nós poderemos ter já os dados de análise primária", afirmou. O diretor disse que agora aguarda o parecer da Anvisa, o que espera que ocorra "dentro do mais curto espaço de tempo possível, dada a urgência do momento", declarou.

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A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) calcula que o saldo total da carteira de crédito dos bancos brasileiros deve mostrar crescimento de 1,1% nos dados de março na comparação com fevereiro deste ano. O saldo acumulado em 12 meses, porém, deve subir 14,2%, uma desaceleração em relação aos 16,1% registrados no mês passado. De acordo com o diretor de economia, regulação prudencial e riscos da Febraban, Rubens Sardenberg, a desaceleração se dá pela base alta de comparação. Março de 2020 foi o mês em que as restrições para frear a disseminação da pandemia da covid-19 começaram a ser impostas no Brasil, o que levou grandes empresas a uma corrida por liquidez que causou a expansão da carteira de crédito. Naquele mês, a alta registrada foi de 2,8%. A previsão da Febraban é de que a carteira livre deve ter puxado a desaceleração, com a expansão caindo de 22,5% para 13,5% em termos anuais. A expansão mensal neste segmento de crédito deve ser de 1,8%. Na carteira de pessoa jurídica com recursos direcionados, deve haver estabilidade em março ante fevereiro (+0,1%). A entidade atribui a previsão ao fim dos programas públicos de crédito. "O resultado de março pode ser considerado uma surpresa positiva, sugerindo que a piora da pandemia e a retomada das medidas restritivas na maioria dos Estados, até agora, afetou menos a atividade econômica do que o esperado", diz Sardenberg em nota. Na carteira de crédito para pessoas físicas, a alta deve ficar em 1,1%. No segmento de recursos direcionados, em especial, deve haver alta mensal de 1,2%, puxada pelo crédito imobiliário. Nas concessões, a entidade espera alta de 29,9% em março ante fevereiro, resultado atribuído à maior quantidade de dias úteis em relação ao mês anterior. Sem este efeito, a alta calculada é de 7,3%. Entre pessoas jurídicas, a alta deve ser de 22,4% considerada a média dos dias úteis. No mesmo método, as concessões para pessoas físicas devem cair 4,2%, já mostrando impacto das medidas de distanciamento social, especialmente em produtos como cartão de crédito. Os dados oficiais de crédito de março serão divulgados pelo Banco Central no próximo dia 29. Os números compilados pela Febraban são uma espécie de prévia, e tomam como base os dados consolidados dos principais bancos do País. Estas instituições respondem por até 89% do saldo total do sistema financeiro brasileiro, dependendo da linha de crédito analisada.

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Em manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu a rejeição da ação proposta pela Rede Sustentabilidade para obrigar o governo federal a transferir dinheiro aos Estados e municípios para a compra de vacinas contra a covid-19. O partido argumenta que, diante da lentidão da União na aquisição de imunizantes, governadores e prefeitos têm corrido por fora para garantir doses, sem o devido repasse de verbas. Para Aras, não ficou provada inércia do governo federal. O chefe do Ministério Público Federal diz que as condições são "críticas" no atual estágio da pandemia e que há "esforço" do Planalto para aquisição das doses. "A oferta restrita de insumos e vacinas, noticiada recorrentemente em todo o mundo, inviabiliza imunização mais célere da população, como desejado", escreveu. O procurador-geral afirma ainda que não há motivo para crer que as negociações dos governadores e prefeitos poderão superar o empenho do governo federal. Em sua avaliação, obrigar a União a transferir verbas para compra das vacinas seria interferência indevida do tribunal no Executivo e comprometeria a operacionalização do plano nacional de imunização contra o coronavírus. "Podendo, inclusive, gerar indesejados atrasos", afirma Aras. A manifestação foi enviada ao gabinete do ministro Ricardo Lewandowski, relator de uma série de ações relacionadas à gestão da pandemia. Foi ele quem solicitou, no início da março, pareceres da PGR e da Advocacia Geral da União (AGU) antes de tomar uma decisão no caso. A Advocacia Geral da União foi na mesma linha da PGR e se opôs ao conhecimento da ação. A pasta afirma que a Rede busca "pormenorizar" o que foi decidido em outra ação, na qual o tribunal autorizou estados e municípios a importar vacinas em caso de falta de doses fornecidas pela União, e que o meio adequado para isso seria iniciar a discussão dentro daquele processo. Enquanto aguardam uma decisão do tribunal, governadores e prefeitos criam alianças para negociar e comprar vacinas, algumas apostando em obter recursos da União. Umas das frentes mais avançadas até agora é do Fórum de Governadores do Nordeste, que anunciou a compra de 37 milhões de doses da vacina russa Sputnik V.

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A Embraer e a Força Aérea Brasileira (FAB) assinaram nesta sexta-feira, 23, um memorando de entendimento que estabelece a cooperação para estudo e avaliação das capacidades necessárias à concepção e ao desenvolvimento de um veículo aéreo não tripulado de classe superior, em atendimento às necessidades da FAB. "Esse estudo é de fundamental importância para a manutenção e a expansão das competências da Embraer no desenvolvimento de sistemas aéreos de defesa com alto teor tecnológico e grande complexidade de integração", disse em nota o presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança, Jackson Schneider. "É ainda uma oportunidade para o contínuo desenvolvimento de novas tecnologias e produtos para a FAB e o Ministério da Defesa, visando a ampliação da capacidade operacional e a garantia da soberania nacional." Segundo o executivo, um grande desafio para este sistema aéreo será a sua integração e a operação de forma conjunta com outros sistemas e aeronaves, tripulados ou não-tripulados. "É uma oportunidade ímpar para a Força Aérea Brasileira aprofundar seus estudos em tecnologias disruptivas que possam causar desequilíbrio no cenário atual e futuro", disse o Comandante da Aeronáutica, o Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior. "Na guerra moderna é imprescindível a utilização de plataformas aéreas não-tripuladas, operando isoladamente ou em conjunto com aeronaves tripuladas. Tal tecnologia permite reduzir custos e riscos, sem perder a eficácia no cumprimento das missões atribuídas à Aeronáutica." Segundo comunicado da fabricante de aeronaves, a cooperação no âmbito deste memorando de entendimento visa o estudo conjunto das necessidades da FAB no contexto de suas missões, bem como o levantamento e a priorização dos elementos operacionais e logísticos relacionados ao desenvolvimento de uma plataforma aérea não tripulada de classe superior e múltiplas capacidades. Ainda de acordo com a Embraer, o desenvolvimento de um veículo aéreo não tripulado superior com tecnologia nacional "oferece uma oportunidade relevante para a base industrial de defesa (BID) e suas empresas estratégicas, promovendo o seu desenvolvimento e fortalecendo conhecimentos para o atendimento das necessidades do Estado Brasileiro."

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Ana Maria Braga recebeu João Luiz Pedrosa, décimo segundo eliminado do Big Brother Brasil 21 no paredão desta quinta-feira, 22, com 58,86% dos votos contra Arthur, que recebeu 28,21%, e Pocah, com 12,93%. No Café da Manhã com o Eliminado no Mais Você desta sexta-feira, 23, o professor de geografia falou sobre suas relações e as polêmicas dentro da casa. A apresentadora começou dizendo que não esperava encontrar João Luiz tão cedo. Quando foi indicado ao paredão, o professor disse que não estava com medo de ser eliminado, mas reflexivo e com sentimento de gratidão. "Continuo sentindo a mesma coisa. Eu não senti medo da eliminação ou do que eu ia encontrar aqui fora. Foi tão natural, tão leve. Eu só conseguia sentir um agradecimento. Estou muito feliz, de verdade, de ter participado do BBB e de tudo o que eu aprendi lá dentro." Na sala de aula, João acredita que não deve separar a amizade da sua relação com os alunos e afirma que encarou da mesma forma a convivência com os participantes do reality show. "Eu gosto muito de ouvir os meus alunos. Lá dentro eu também quis ouvir as pessoas: discordar, concordar, aprender, entender. Acho que eu levei isso da minha profissão, saber lidar com o conflito, entender o que gerou aquilo." Considerado um bom jogador pelos outros participantes, o professor foi elogiado no Jogo da Discórdia. "Fiquei muito feliz, foi importante ouvir aquilo, mas infelizmente caí no paredão e estou aqui. Mas não tenho nenhum grande arrependimento. Levei as minhas relações de uma forma muito natural." Sobre seu posicionamento no jogo, João defendeu que só se envolveu em conflitos que julgou importantes. "Eu consigo enxergar que existiram momentos ali que eu podia me posicionar de outro jeito, mas eu fui muito sincero comigo mesmo. As pessoas estão muito acostumadas com um posicionamento muito agressivo, firme. Mas eu tenho certeza que no momento que precisou ser firme, eu fui. Mas tem coisas que não me afetam: uma briga por louça, por um bolo, é tão simples de resolver." Ana Maria cobrou o posicionamento de João Luiz no complô que foi feito na casa contra Lucas Penteado no início do reality, e ele se defendeu. "Eu e Camila não fomos convidados. A gente não estava presente nos momentos do complô contra o Lucas. Dizer que eu participei é sério", disse ele. "Eu acredito que a Karol e o Lucas tiveram muitas faíscas dentro do jogo, não foi confortável assistir, mas existem coisas lá dentro que existe um receio de você entrar ali e explodir junto." Ele lembrou o momento que defendeu o ator depois do beijo com Gilberto. "Sexualidade não é uma coisa que a gente questiona. Eu sinto isso na pele, me afeta também. O que a gente deveria fazer naquele momento é respeitar, acolher." Racismo Durante o Jogo da Discórdia, João Luiz expôs um comentário racista direcionado à ele pelo cantor Rodolffo Matthaus, que foi eliminado no paredão seguinte. O sertanejo comparou o cabelo black power do professor de geografia com a peruca da fantasia do Monstro de homem das cavernas. O caso ganhou notoriedade e gerou discussões dentro e fora da casa. "Dentro do jogo, realmente chegou um momento que eu imaginei que não ia viver nada parecido com isso. Quando chegou o momento, eu consegui me abrir com a Camila, que eu sabia que ia receber um acolhimento. Ali eu sistematizo tudo o que eu to pensando, e, quando chegou no jogo da discórdia que eu consegui fazer o desabafo. Não pode falar que é uma brincadeira, é assim que a gente vai mudar as coisas. Esse é o recado que eu deixo: toda vez que a gente identificar isso a gente tem que dizer", alertou o professor. "Fiquei muito contente comigo mesmo de conseguir dizer e de ter o espaço para isso. É uma resposta pra mim e pra muitas pessoas que vivem isso. Não estou dizendo que o Rodolffo é uma pessoa ruim", disse. Ele lembrou do discurso do Tiago Leifert após o caso. "Foi um ensinamento para todo mundo, foi muito sensível, sério, mas muito leve. Acho que muitas pessoas conseguiram entender o porque aquilo me magoou. Precisamos usar isso pra mudar a realidade que a gente vive hoje, sabe identificar e se incomodar. É nesse momento que a gente fala, e que a gente muda." "Eu acho que é por isso que sou professor. Não quero que grande parte dos meus alunos precisem viver isso, contar as sua experiências associadas à dor", disse o educador. Popularidade Apesar de ter sido eliminado no reality show, ao contrário de outros participantes, João Luiz sai do programa sem grandes confusões e com o carinho do público do lado de fora do programa. O professor se assustou com os 3 milhões de seguidores que tem agora nas redes sociais. "Que loucura, pra quem tinha 1.500 seguidores! É usar essa plataforma como uma forma de ensinar, de mostrar a minha vida, da gente se conhecer mais." Sobre sua amiga e parceira no jogo, Camilla de Lucas, João Luiz disse que a espera daqui 11 dias com R$ 1,5 milhão no bolso. "O primeiro abraço que a Camila deu quando entrou na casa fui eu. E foi uma amizade de verdade, que eu quero levar para o resto da vida", concluiu o professor.

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