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Estadão Contéudo

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O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, repetiu nesta sexta-feira, 23, que o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm) será reeditado em breve. A equipe econômica aguardava a sanção do Orçamento para enviar ao Congresso um pedido de credito extraordinário para bancar o programa, estimado em R$ 10 bilhões. Essas despesas não serão computadas no teto de gastos e na meta de déficit primário do Governo Central. "Sempre temos como diretrizes atender os mais vulneráveis e a o mesmo tempo ter uma gestão fiscal responsável", respondeu ele, sem projetar uma data para a reedição do programa. O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, lembrou que o governo espera gastar R$ 10 bilhões com a reedição do BEm e outros R$ 5 bilhões com a reabertura do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Já o secretário especial de Relações Governamentais da Casa Civil, Bruno César Grossi de Souza, esclareceu ainda que, se for necessária uma prorrogação do auxílio emergencial para além dos R$ 44 bilhões autorizados pelo Parlamento, será necessária pedir uma nova autorização ao Congresso.

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O Ministério do Desenvolvimento Regional foi o que mais sofreu com o veto de despesas no Orçamento de 2021. De um total de R$ 19,841 bilhões em gastos vetados pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, a pasta comandada pelo ministro Rogério Marinho foi alvo de um corte de R$ 8,646 bilhões, de acordo com cálculo realizado pela Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado. Mesmo em meio à pandemia, as despesas do Ministério da Saúde foram vetadas em R$ 2,228 bilhões. Os vetos a despesas de Saúde foram repartidos em diversos programas, que incluem a adequação de sistemas tecnológicos, ações de pesquisa e desenvolvimento, manutenção de serviços laboratoriais, assistência farmacêutica e até construções de sedes regionais da Fiocruz. Desafeto público do ministro da Economia, Paulo Guedes, por quem já foi chamado mais de uma vez de "ministro fura-teto", o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, teve vetadas despesas uma série de programas do ministério. Entre as rubricas afetadas estão ações de infraestrutura em fronteiras e áreas urbanas, qualificação viária em municípios, programas de irrigação, contenção de encostas, drenagem e contenção de cheias, mobilidade urbana, regularização fundiária, construção de barragens e adutoras e saneamento básico. Os investimentos em obras do Ministério da Infraestrutura sofreram o segundo maior veto, em R$ 2,787 bilhões. O Ministério da Educação teve vetadas despesas de R$ 1,181 bilhão, pulverizadas entre programas de universidades e institutos federais. Na sequência aparecem Agricultura (R$ 875,587 milhões), Justiça e Segurança Pública (R$ 587,230 milhões), Cidadania (R$ 450,932 milhões, Turismo (R$ 411,393 milhões), Ciência e Tecnologia (R$ 371,658 milhões), Meio Ambiente (R$ 239,832 milhões) e Economia (R$ 109,676 milhões). Entre os menores vetos de despesas, estão as pastas das Comunicações (R$ 55,481 milhões), Mulher, Família e Direitos Humanos (R$ 31,932 milhões), Minas e Energia (R$ 18,400 milhões) e Relações Exteriores (R$ 1,327 milhão). Houve ainda veto a R$ 1,941 milhão em encargos financeiros da União e a R$ 145 mil em gastos da Presidência da República. Remanejamento O veto de R$ 19,8 bilhões em dotações orçamentárias aprovadas pelo Congresso Nacional faz parte da "ginástica" financeira feita pelo governo para sancionar o Orçamento deste ano, que havia sido aprovado pelo Congresso Nacional com despesas obrigatórias subestimadas. Para fazer frente às despesas que são impositivas, como o pagamento de aposentadorias, o governo remanejou os valores e encaminhou ao Legislativo projeto de lei que destina R$ 19,767 bilhões em crédito suplementar para os ministérios da Economia e Cidadania e para despesas de encargos financeiros da união e operações oficiais de crédito. Na quinta-feira, 22, à noite, a Secretaria-Geral da Presidência da República informou que, ao sancionar o Orçamento, além de vetar os R$ 19,8 bilhões em dotações orçamentárias, o governo bloqueou mais de R$ 9 bilhões em despesas. Isso para "fechar as contas", já que, segundo o Ministério da Economia, era necessária uma recomposição de R$ 29 bilhões no Orçamento deste ano. Com isso, os valores vetados foram remanejados no novo projeto enviado ao Congresso. "A aprovação desse projeto será necessária para a cobertura das despesas obrigatórias que possuem risco de cobertura insuficiente, como as da Previdência Social. Contudo, as projeções indicam que esses valores somente serão efetivamente necessários no último bimestre do exercício fiscal", informou a secretaria, em nota. De acordo com o órgão, com o veto e o bloqueio, o Orçamento de 2021 "cumpre plenamente a regra do teto de gastos, consideradas as projeções técnicas feitas pelo Ministério da Economia".

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O Banco Central publicou nesta sexta-feira, em sua página na internet, o questionário pré-Copom, encaminhado a profissionais do mercado financeiro. As respostas para o questionário servirão de base para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC sobre a Selic (a taxa básica de juros), atualmente em 2,75% ao ano. O próximo encontro do Copom ocorre em 4 e 5 de maio. Na pesquisa desta sexta, o BC solicita aos participantes projeções sobre os principais indicadores da economia. Além disso, pede uma avaliação sobre o impacto das medidas emergenciais sobre o resultado primário do governo central em 2021. "Qual o impacto no resultado primário do Governo Central em 2021 de medidas de combate à pandemia - como nova edição do auxílio emergencial, gastos com aquisição de vacinas e eventuais outras medidas com impacto primário - incluídas em sua projeção fornecida na tabela acima?", questiona o BC no documento. Na pesquisa anterior, realizada antes do encontro do Copom de março, o BC já havia pedido esta mesma avaliação sobre os impactos das medidas emergenciais. No questionário desta sexta, o BC também busca avaliações sobre o emprego no Brasil. "Comente sobre aspectos que considere relevantes para o mercado de trabalho (ex: recuperação da população ocupada, perspectivas para a força de trabalho, diferença entre a dinâmica dos mercados formal e informal, evolução do rendimento médio, diferença recente entre CAGED e PNAD-C)", registra o documento.

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A startup espanhola Cabify anunciou nesta sexta-feira, 23, que irá encerrar sua operação no Brasil a partir do próximo dia 14 de junho. Em comunicado, a empresa diz que a persistência da pandemia do novo coronavírus no País dificulta a criação de valor dos seus serviços de carona compartilhada, dependente da mobilidade urbana, e por decisão de rentabilidade tomou a decisão de sair do Brasil. "Todos os motoristas parceiros, passageiros e empresas que utilizam seus serviços no País foram devidamente informados e a Cabify tem transmitido sua gratidão pela confiança depositada na empresa nos últimos 5 anos, desde sua chegada ao Brasil em 2016. A empresa continuará atenta às necessidades e oportunidades futuras de mobilidade neste mercado", fala a startup, em nota. Fundada em 2011, em Madri, a Cabify expandiu, alguns meses depois, para a América Latina e atualmente está presente na Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Espanha, México, Peru e Uruguai. No Brasil, a startup viu um mercado altamente competitivo, que conta com a Uber e a 99 como as principais operadoras de serviços de carona compartilhada.

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A Nasa, agência espacial dos Estados Unidos, e a empresa SpaceX lançaram uma nave com quatro astronautas rumo à Estação Espacial Internacional (ISS) nesta sexta-feira, 23. A cápsula foi lançada às 6h49 (horário de Brasília) pelo foguete Falcon 9 do Cabo Canaveral, no Estado da Flórida. A estação espacial fica a cerca de 400 quilômetros da Terra. Com isso, os astronautas devem realizar um voo de 23 horas até chegarem ao destino no sábado, 24. A missão - batizada de Crew-2 - usa novamente o foguete de reforço da missão anterior (Crew-1). Já a cápsula Crew Dragon é a mesma usada na missão de teste. Essa é a primeira equipe a entrar em órbita em uma nave construída a partir de material reciclado, o que representa uma grande economia para a Nasa. A tripulação é formada por pesquisadores de três países diferentes. O voo inclui os astronautas americanos Shane Kimbrough e Megan McArthur, junto com o membro da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (Jaxa), Akihiko Hoshide, e o membro francês da Agência Espacial Europeia (ESA), Thomas Pesquet. Os quatro devem ficar seis meses no espaço. Kimbrough, McArthur, Hoshide e Pesquet se juntarão à tripulação de sete pessoas que já está na Estação Espacial Internacional. Por um curto período, o número de tripulantes na estação espacial aumentará para 11 pessoas até que os astronautas da primeira tripulação retornam à Terra. Um dos objetivos da missão é estudar uma tecnologia que gera pequenos modelos de órgãos humanos contendo vários tipos de células que se comportam da mesma forma que no organismo. São os chamados "chips de tecidos". Esse é o terceiro lançamento da parceria entre a Nasa e a SpaceX, empresa fundada por Elon Musk, bilionário e diretor executivo da montadora de carros elétricos Tesla. A empresa de Musk conseguiu se estabelecer como o provedor de transporte favorito da agência dos Estados Unidos. O primeiro teste tripulado da SpaceX, em maio de 2020, encerrou nove anos de dependência dos Estados Unidos em foguetes russos para viajar para a ISS após o fim do programa de ônibus espaciais "Shuttle", em 2011. Em novembro de 2020, a Estação Espacial Internacional completou 20 anos com presença humana contínua. As pesquisas permitem a preparação para missões na Lua e em Marte. Até o momento, 243 pessoas de 19 países visitaram o laboratório orbital.

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O Ministério das Comunicações aprovou o enquadramento de projeto da TIM como prioritário para fins de emissão de debêntures incentivadas. Com isso, a empresa poderá emitir papéis com incentivo fiscal para financiar os investimentos. De acordo com portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, a empresa foi autorizada a emitir até R$ 5,753 bilhões para financiar projeto, que inclui investimentos em rede 5G. De acordo com a descrição do projeto, o objetivo é "implantar, ampliar, manter, recuperar, adequar e/ou modernizar rede de transporte, rede acesso fixo e móvel, centro de dados (datacenter), rede de comunicação máquina a máquina, rede 5G ou superior e infraestrutura para virtualização de rede de telecomunicações, melhorando a qualidade e a disponibilidade de serviços oferecidos" em 21 unidades da federação, incluindo São Paulo, Distrito Federal e Rio de Janeiro.

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As vendas de moradias novas nos Estados Unidos avançaram 20,7% em março, na comparação com fevereiro, ao ritmo anualizado de 1,021 milhão, informou nesta sexta-feira o Escritório do Censo. Analistas ouvidos pelo Wall Street Journal previam crescimento menor, a 888 mil, o que representaria uma alta de 14,6% ante o dado divulgado no mês anterior. O dado de fevereiro, porém, foi revisado em alta de 775 mil a 846 mil. O dado de março representa o ritmo mais forte de vendas de casas novas no país desde 2006. O estoque de casas à venda no fim de março ficou estável ante o mês anterior, mas em queda de 7% na comparação anual. * Com informações da Dow Jones Newswires

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que o Climate Summit (Cúpula do Clima) é o começo "para tornar reais nossos objetivos" para combater mudanças climáticas. Ele ressaltou que a adoção de projetos para renovar as fontes de energia vai criar milhões de empregos bem remunerados, em vários setores produtivos. "Durante a transição energética temos de assegurar que todos tenham oportunidade", destacou. "Precisamos acelerar o desenvolvimento de tecnologias para viabilizar metas ambientais." Redução de carbono A secretária de Comércio dos EUA, Gina Raimondo, afirmou nesta sexta-feira na Cúpula do Clima que é necessário aumentar a ambição em inovação para viabilizar as aspirações ambientais que o mundo tem hoje para combater o aquecimento global, sobretudo com grande redução de emissão de carbono nos próximos anos. "A nova energia renovável será um mercado de muitos trilhões de dólares e criará milhões de empregos bem remunerados", comentou. Na mesma conferência, o diretor executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, destacou que a "retórica de defesa ambiental não corresponde a dados" relativos ao aquecimento global, que indica um "caminho perigoso" para a humanidade. Contudo, Birol ressaltou que iniciativas estão sendo adotadas para reduzir a emissão de carbono, o que conta com adesão de consumidores em termos mundiais, pois segundo ele, as vendas de automóveis elétricos atingirão recordes neste ano. "Mas precisamos fazer mais. É necessário drástico corte de emissões de C02 de carros, caminhões e aviões", destacou. "É importante avançar em inovação, pois muito da redução da emissão de carbono virá de tecnologias que ainda não estão em plena atividade."

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O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto dos EUA, que engloba os setores industrial e de serviços, subiu de 59,7 em março para 62,2 em abril, atingindo o maior nível da série histórica iniciada em outubro de 2009, segundo dados preliminares divulgados nesta sexta-feira pela IHS Markit. O avanço acima da marca de 50 mostra que a atividade econômica da maior economia do mundo se expande em ritmo mais forte este mês. Apenas o PMI industrial dos EUA foi de 59,1 para 60,6 no mesmo período, também nível recorde. Analistas consultados pelo The Wall Street Journal previam alta um pouco menor, a 60,5. Já o PMI de serviços americano subiu de 60,4 em março para 63,1 em abril, patamar igualmente recorde. Neste caso, o resultado veio bem acima do consenso do mercado, de aumento a 61.

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São Paulo, 23 - A fabricante norueguesa de fertilizantes Yara reportou, nesta sexta-feira, 23, lucro líquido após participações de acionistas minoritários de US$ 13 milhões (US$ 0,05 por ação) no primeiro trimestre de 2021. Em igual período do ano anterior, a companhia havia obtido prejuízo líquidos de US$ 117 milhões (US$ 0,43 por ação). A receita avançou 10,21% no mesmo comparativo, para US$ 3,142 bilhões ante US$ 2,851 bilhões no primeiro trimestre de 2020. Já o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) aumentou 14,68%, para US$ 586 milhões. Ao excluir itens especiais, o Ebitda do primeiro trimestre deste ano teve avanço de 16,07%, comparado com igual intervalo de 2020, para US$ 585 milhões. Em comunicado, a empresa afirma que a melhora tem a ver com o fato de o aumento nos preços dos seus produtos mais do que compensar a alta de custos com gás natural. As entregas de produtos da companhia foram 0,85% maiores em comparação com o primeiro trimestre do ano anterior, e atingiram 9,065 milhões de toneladas. A produção da companhia no período registrou baixa de 2,84%, para 5,159 milhões de toneladas. A empresa afirmou que "os fundamentos da Yara são robustos, já que os desafios de eficiência de recursos e pegada ambiental exigem transformações significativas tanto na agricultura quanto na economia de hidrogênio", e os produtos da empresa estariam bem posicionados para aproveitar essas oportunidades. A nota da Yara diz também que o aumento no preço de alimentos está criando incentivos melhores para plantio e nutrição de lavouras. "O negócio industrial da Yara também melhorou, após demanda mais fraca no início da pandemia."

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