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Estadão Contéudo

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Aviões de resgate e navios que vasculham o mar ao norte de Bali podem ter encontradonesta sexta-feira, 23, sinais do submarino indonésio desaparecido com 53 tripulantes a bordo. As buscas pela embarcação atingiram uma fase crítica, devido ao fornecimento limitado de oxigênio a bordo, que segundo autoridades locais deve durar apenas até este sábado (24). Embora nada conclusivo tenha sido encontrado, Yudo Margono, chefe do Estado-Maior da Marinha, disse que um item com "alta força magnética" a uma profundidade de 50 a 100 metros foi localizado. Não ficou claro se o objeto estava suspenso ou no fundo do mar. Uma busca aérea também detectou um vazamento de óleo próximo ao local de mergulho do submarino, que, segundo a Marinha, pode indicar danos à embarcação ou ser um sinal da tripulação. O submarino movido a diesel pode suportar uma profundidade de até 500 metros - além disso o mergulho pode ser fatal, segundo explicou um porta-voz da Marinha. O Mar de Bali, onde o contato com o KRI Nanggala-402 foi perdido, na quarta-feira, durante um exercício militar, pode atingir profundidades de mais de 1.500 metros. A embarcação de 1.395 toneladas foi construída na Alemanha em 1977 e juntou-se à frota indonésia em 1981, de acordo com o Ministério da Defesa. O equipamento passou por uma reforma de dois anos na Coreia do Sul, concluída em 2012. A Marinha avalia que pode ter ocorrido um "apagão" durante o mergulho estático, causando uma perda de controle e impedindo a realização de procedimentos de emergência. "A principal prioridade é a segurança dos 53 tripulantes", disse o presidente Joko Widodo, na noite de quinta-feira, pedindo um esforço total para encontrar a embarcação. Oxigênio Em uma luta contra o tempo, os navios da Marinha indonésia tentam localizar um submarino. Se ainda estiverem vivos, os 53 tripulantes podem ficar sem as reservas de oxigênio neste sábado. "As reservas de oxigênio do submarino durante uma queda de energia são de 72 horas", informou à imprensa o comandante Yudo Margono. Assim, estas reservas poderão esgotar-se no "sábado às 3 horas. "Espero que os encontremos antes", declarou. Ajuda internacional Vários países responderam aos pedidos de assistência da Indonésia, com a Austrália, Malásia, Índia, Cingapura e os Estados Unidos enviando navios ou aeronaves especializadas. O Departamento de Defesa dos EUA está enviando "recursos aerotransportados" para ajudar nas buscas, disse o porta-voz do Pentágono, John Kirby, no Twitter. Enquanto isso, dois navios australianos se dirigiam para a área de busca, incluindo um navio de apoio e uma fragata com capacidade de sonar, disse o Departamento de Defesa, em um comunicado. A Indonésia tem procurado modernizar suas capacidades de defesa, mas alguns de seus equipamentos são antigos e ocorreram acidentes fatais nos últimos anos. (Com agências internacionais).

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A American Express publicou um balanço misto nesta sexta-feira (23). Os números do primeiro trimestre surpreenderam as expectativas em termos de lucro líquido, mas frustraram em receita. Nos primeiros três meses do ano, a gigante de serviços financeiros registrou lucro líquido de US$ 2,2 bilhões, ou US$ 2,74 em termos ajustados por ação. A leitura representa um salto em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o lucro líquido ajustado por ação foi de US$ 0,41, e veio acima da previsão de analistas consultados pelo FacSet, que esperavam US$ 1,61. Por outro lado, a receita da empresa caiu 12%, de US$ 10,31 bilhões para US$ 9,06 bilhões entre o primeiro trimestre de 2020 e o primeiro trimestre de 2021, frustrando a projeção do FacSet, de US$ 9,21 bilhões.

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A Via Varejo informou que sua marca Pontofrio passará a ser chamada apenas de Ponto :>, com a nova fase focada em tecnologia, com a "essência de romper o óbvio por meio de uma comunicação divertida, simples e digital", disse a empresa em comunicado. "Essa é uma mudança muito importante no Pontofrio. Demos um grande salto, a marca ficou mais jovem, mais moderna e inovadora. E também trouxe mais protagonismo a uma personalidade descontraída, divertida, bem-humorada e focada no digital", afirma Ilca Sierra, diretora de marketing e marca da Via Varejo. Para a virada da marca, a companhia repaginou todas lojas do Brasil com a nova identidade visual, além de todo interior reformado e material gráfico com as novas cores. "Fizemos algo inédito na história da Via Varejo. Reinauguramos as mais de 160 lojas em um único dia. Todo nosso time de venda já recebeu os uniformes e crachás com a cara nova de Ponto :>. Além disso, o app e site da marca também já estão com os novos layouts e podem ser vistos pelos clientes", completa Abel Ornelas, COO da Via Varejo.

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O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello foi transferido para a Secretaria-Geral do Exército. Com isso, o general deixou de estar ligado (adido, no termo militar) à 12ª Região Militar, em Manaus (AM). A mudança foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 23. O segundo no comando da Saúde durante a gestão de Pazuello, coronel Elcio Franco, também ganhou novo cargo em Brasília como novo assessor especial da Casa Civil da Presidência. Alvo de inquérito e na mira da CPI da Covid, a realocação de Pazuello para a Secretaria-Geral do Exército é, contudo, temporária. Assim como Franco, o ex-ministro deve receber uma vaga no Palácio do Planalto nos próximos dias. Um dos postos cogitados é a chefia da Secretaria Especial de Modernização do Estado. Eduardo Pazuello foi o terceiro ministro da Saúde do governo de Jair Bolsonaro. Ele ficou no cargo entre maio de 2020 a março deste ano. Sua gestão foi marcada principalmente pelo atraso na negociação das vacinas. O militar deixou o ministério pressionado por críticas à sua atuação durante a pandemia da covid-19. Em seu lugar, assumiu o cardiologista Marcelo Queiroga. O ex-ministro é investigado por possível omissão no colapso da saúde com a falta de oxigênio medicinal em Manaus no início do ano. Depois de sair do ministério e perder o foro privilegiado, o inquérito foi enviado à primeira instância da Justiça Federal de Brasília, por decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além disso, na semana passada, o Ministério Público Federal apresentou ação de improbidade administrativa contra Pazuello e secretários do Ministério da Saúde pelo ocorrido em Manaus. Motivo de preocupação para o governo, a CPI da Covid deve ouvir Pazuello e também seus auxiliares. O colegiado será instalado no próximo dia 27 e deve apurar as ações e omissões do governo federal no combate ao novo coronavírus, além dos repasses da União aos Estados e municípios. Em entrevista à Veja divulgada ontem, o ex-secretária especial de Comunicação Social Fábio Wajngarten afirmou que houve "incompetência" e "ineficiência" do Ministério da Saúde nas negociações com a farmacêutica Pfizer. Ele negou estar acusando diretamente Pazuello, mas sim toda a equipe que "gerenciava o Ministério da Saúde nesse período". O coronel Elcio Franco foi nomeado nesta sexta-feira para o cargo de assessor especial da Casa Civil, pasta chefiada por Luiz Eduardo Ramos. Antes, Franco exerceu a função de secretário executivo do Ministério da Saúde durante a gestão de Eduardo Pazuello. Segundo no comando da pasta, Franco deixou o cargo após Marcelo Queiroga assumir a chefia do órgão.

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Após vetar R$ 19,8 bilhões em dotações orçamentárias aprovadas pelo Congresso Nacional, o governo remanejou os valores e encaminhou ao Legislativo projeto de lei que destina R$ 19,767 bilhões em crédito suplementar para os ministérios da Economia e Cidadania e para despesas de encargos financeiros da União e operações oficiais de crédito. O projeto de abertura de crédito suplementar faz parte da "ginástica" financeira feita pelo governo para sancionar o Orçamento deste ano, que havia sido aprovado pelo Congresso Nacional com despesas obrigatórias subestimadas. Os valores foram remanejados para cumprir despesas de caráter impositivo, como o pagamento de aposentadorias e benefícios. A mensagem com o encaminhamento do texto foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira. Em outras mensagens, o governo informa o encaminhamento ao Legislativo e outros órgãos de Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias extemporâneo. Na noite de quinta-feira, a Secretaria-Geral da Presidência da República informou que, ao sancionar o Orçamento, o presidente vetou R$ 19,8 bilhões em dotações orçamentárias e bloqueou mais de R$ 9 bilhões em despesas. Isso para "fechar as contas", já que, segundo o Ministério da Economia, era necessária uma recomposição de R$ 29 bilhões no Orçamento deste ano. Com isso, os valores vetados foram remanejados no novo projeto enviado ao Congresso. "A aprovação desse projeto será necessária para a cobertura das despesas obrigatórias que possuem risco de cobertura insuficiente, como as da Previdência Social. Contudo, as projeções indicam que esses valores somente serão efetivamente necessários no último bimestre do exercício fiscal", informou a secretaria, em nota. De acordo com o órgão, com o veto e o bloqueio, o Orçamento de 2021 "cumpre plenamente a regra do teto de gastos, consideradas as projeções técnicas feitas pelo Ministério da Economia".

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O governo bloqueou R$ 9,285 bilhões em despesas primárias previstas no Orçamento de 2021. O decreto com o bloqueio das dotações orçamentárias foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (23) e faz parte da "ginástica" financeira feita pelo governo para sancionar o Orçamento deste ano, que havia sido aprovado pelo Congresso Nacional com despesas obrigatórias subestimadas. O DOU desta sexta-feira traz também a sanção de Bolsonaro à lei orçamentária deste ano. Após semanas de embate entre a equipe econômica e o Congresso Nacional e um acordo que descontou da meta fiscal as despesas de combate à pandemia, Bolsonaro sancionou o Orçamento ontem, último dia do prazo legal. A sanção foi informada pela Presidência da República por volta de 22h. Corte O decreto 10.686, que dispõe sobre o bloqueio de dotações orçamentárias, atingiu 28 ministérios, agências e autarquias. Ontem, em sua "live" semanal nas redes sociais, Bolsonaro indicou que todos os ministérios sofreriam corte e disse que o bloqueio seria "bastante grande". "A peça orçamentária para os 23 ministérios é bastante pequena e é reduzida ano após ano. Tivemos um problema no Orçamento no corrente ano, então tem um corte previsto bastante grande no meu entender, pelo tamanho do Orçamento, para todos os ministérios. Todo mundo vai pagar um pouco a conta disso aí", disse Bolsonaro. Em meio à pandemia, o Ministério da Saúde ficou de fora do bloqueio. O maior atingido foi o Ministério da Educação, que teve R$ 2,728 bilhões em despesas bloqueadas. O ministro da Economia, Paulo Guedes, também teve que "cortar na carne" e a pasta sofreu o congelamento de R$ 1,406 bilhão. Do orçamento da Defesa, foram bloqueados R$ 1,364 bilhão. Entre os mais atingidos, o Ministério do Desenvolvimento Regional perdeu R$ 827,2 milhões, o Ministério da Infraestrutura, R$ 777,841 milhões, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, R$ 372,326 milhões e o Ministério da Cidadania, R$ 322,103 milhões. Também houve bloqueio nas despesas da Presidência da República, de R$ 56,054 milhões, e no gabinete da Vice-Presidência, de R$ 943 mil. Vetos De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência da República, as projeções realizadas pelo Ministério da Economia indicavam a necessidade de abrir espaço de R$ 29 bilhões no Orçamento aprovado pelo Congresso Nacional, o que, em acordo com o Legislativo, foi feito com veto parcial, abrangendo R$ 19,8 bilhões de dotações orçamentárias, e com o bloqueio adicional de mais R$ 9 bilhões. "A diferença entre o veto de dotações e o bloqueio é que o veto representa um corte definitivo da despesa, enquanto que o bloqueio permite que o valor bloqueado possa vir a ser desbloqueado ao longo do ano, na hipótese de novas projeções indicarem a existência de um novo espaço no teto de gastos", informou o órgão. De acordo com a secretaria, foram vetadas R$ 10,5 bilhões em emendas do relator, R$ 1,4 bilhão em emendas de comissão e R$ 7,9 bilhões em despesas discricionárias do próprio Poder Executivo . "A pedido do Ministério da Economia, também foi vetada a autorização para a criação de cargos na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, os quais são custeados pela União. Embora se reconheça o mérito dessa proposta, o veto foi necessário por motivos fiscais, uma vez que a criação desses cargos não estava autorizada pela Lei de Diretrizes Orçamentárias, nem possui espaço no Orçamento", completa o órgão.

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A conta corrente da China registrou superávit acumulado de US$ 88,5 bilhões no primeiro trimestre de 2021, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (23) pela Administração Estatal de Câmbio (SAFE, na sigla em inglês). Só em março, o superávit foi de US$ 19,7 bilhões. E, na avaliação da porta-voz do órgão regulador, Wang Chunying, o superávit na conta corrente deve se manter "razoável" em 2021. Segundo Wang, a condição favorável ao saldo positivo se daria diante da demanda por bens produzidos no país asiático em meio à recuperação da economia global após o choque da covid-19. Além disso, a dívida externa chinesa relativamente baixa também pode ajudar a manter o superávit da conta corrente, ao estabilizar o mercado interno de câmbio. Em coletiva de imprensa, a porta-voz disse ainda que o órgão regulador está monitorando o aumento dos preços das commodities e seu potencial de elevar os pagamentos de importações em moeda estrangeira. (Com informações da Dow Jones Newswires).

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Em novo decreto publicado nesta sexta-feira, 23, no Diário Oficial do Rio, o prefeito Eduardo Paes (DEM) liberou a permanência de pessoas nas praias e para banho de mar nos dias úteis. A visitação e permanência em parques e cachoeiras também está permitida. A flexibilização das medidas restritivas de combate à transmissão do coronavírus passam a valer a partir deste sábado (24) e se estendem até 3 de maio. O prefeito havia decidido fechar as praias aos finais de semana há mais de um mês, mas ampliou as restrições para todos os dias na semana anterior à Páscoa. Apesar disso, muita gente decidiu ignorar a proibição. Com o novo decreto, será possível frequentar as praias do Rio de segunda a sexta-feira, com exceção aos feriados. Os vendedores ambulantes, que estavam proibidos de atuar na orla, poderão voltar a trabalhar. O decreto, contudo, mantém a proibição de permanência em vias públicas entre 23h e 5h. Boates, casas de espetáculo, rodas de samba e eventos que causem aglomeração seguem vetados.

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Houve progressos na pauta ambiental apresentada nesta quinta-feira (22) pelo presidente Jair Bolsonaro na Cúpula do Clima, avaliou o produtor rural e consultor em agronegócio Pedro de Camargo Neto. No entanto, para ele, que foi secretário de Produção do Ministério da Agricultura, "a credibilidade é o problema". Camargo Neto lembrou que o Brasil alterou as propostas apresentadas antes, em dezembro, adiantando para 2050 - em vez de 2060 - a intenção de zerar as emissões de gases do efeito estufa. Entretanto, o consultor lembrou que a fala do presidente "ignorou o plano recentemente apresentado pelo vice-presidente, Hamilton Mourão". Publicada no Diário Oficial da União de 9 de abril, a Resolução número 3, do Conselho Nacional da Amazônia Legal, presidida por Mourão, apresentava as propostas para reduzir o desmatamento e as emissões na Amazônia entre 2021 e 2022. Mesmo também tendo avançado, em seu pronunciamento, em relação à carta enviada ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, há alguns dias, Jair Bolsonaro ainda tem como desafio "construir a credibilidade (do País), pois as mudanças, mesmo melhorando, indicam fragilidade das políticas", ressaltou. "Vamos aguardar. Passar o pires fragiliza agora, mas houve uma melhora nos compromissos." Em seu discurso na Cúpula do Clima, Bolsonaro se comprometeu a alcançar a neutralidade climática no Brasil até 2050, "antecipando em dez anos a sinalização anterior". Além disso, disse que o Brasil pretende eliminar o desmatamento ilegal até 2030, "com a plena e pronta aplicação do Código Florestal", afirmando que a medida reduzirá em quase 50% as emissões de gases do efeito estufa no País até esta data. Bolsonaro também voltou a pedir a ajuda de recursos internacionais para a preservação ambiental no Brasil. Cobrou "a justa remuneração pelos serviços ambientais prestados pelos bioma brasileiros ao planeta" e disse que, "neste ano, a comunidade internacional terá oportunidade singular de cooperar com a construção de futuro comum".

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O Banco Central da Rússia decidiu elevar sua taxa básica de juros em 50 pontos-base, a 5%, após concluir reunião de política monetária nesta sexta-feira (23). Em comunicado, o BC russo avaliou que a rápida recuperação da demanda e pressões inflacionárias elevadas exigem a volta de uma política monetária neutra. Neste contexto, a instituição afirmou que irá considerar novos aumentos de juros em seus próximos encontros. O BC russo também revisou para cima sua projeção de inflação para 2021, para a faixa de 4,7% a 5,2%. Sua expectativa é que a inflação volte para a meta oficial de 4% em meados de 2022 e fique em torno desse nível a partir de então. A próxima reunião de política monetária do BC da Rússia está marcada para 11 de junho.

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