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Estadão Contéudo

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) saiu em defesa do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello nesta quinta-feira, 22. Em transmissão ao vivo pelas redes sociais, o chefe do Executivo disse que o trabalho do seu ex-auxiliar "foi muito bem feito" em Manaus (AM), onde o sistema de saúde entrou em colapso por falta de oxigênio para pacientes com a covid-19, em janeiro. Para elogiar Pazuello, Bolsonaro usou como referência o título de cidadão manauara que ele mesmo deverá receber nesta sexta-feira, 23, na capital do Amazonas. "É sinal que o nosso trabalho em Manaus, o meu trabalho, e o do Pazuello como ministro da Saúde, foi muito bem feito naquela região. Lamentamos a crise que teve lá, mortes, a coisa que chocou a todos nós, mas, infelizmente, foi uma coisa que ninguém esperava", disse. A homenagem foi proposta pelo deputado estadual Delegado Péricles (PSL) e aprovada pela maioria da Assembleia Legislativa do Amazonas. O caos no sistema público de saúde do Amazonas foi o estopim para a criação da CPI da Covid, que será instalada no Senado na próxima terça-feira, 27. A eventual responsabilidade de Pazuello na crise é uma das frentes de apuração no colegiado, onde o governo não tem maioria. Substituído pelo médico Marcelo Queiroga no ministério, Pazuello é um dos alvos da CPI e a convocação dele para questionamentos é dada como certa. O governo tem trabalhado para proteger o general, que deve ganhar uma secretaria no Palácio do Planalto. Os senadores também têm mãos um duro relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que apontou uma série de omissões graves de Pazuello no comando da pasta. O documento apontou que o ministério evitou assumir a liderança do combate à covid-19 e abriu mão de responsabilidades. "O governo brasileiro fez sua parte (na crise de Manaus)", declarou Bolsonaro na transmissão ao vivo. Como mostrou o Estadão, além do general Pazuello, militares levados por ele para postos importantes da pasta também estão na mira da CPI. A pressão preocupa o Planalto em razão do risco de recair sobre militares o rótulo de ineficiência e incompetência no enfrentamento à pandemia. O atual ministro da Defesa, general Braga Netto, também está na mira da CPI. Como chefe da Casa Civil, Braga Netto coordenava o comitê de crise do governo que, na avaliação de técnicos do TCU, foi omisso.

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Após um hiato de 25 anos fora de uma competição continental, o Red Bull Bragantino iniciou sua trajetória na Copa Sul-Americana com vitória consistente sobre o Tolima, eterno algoz do Corinthians - por eliminar o clube alvinegro da Copa Libertadores em 2011 -, por 2 a 1, na noite desta quinta-feira, no estádio Nabi Abi Chedid, pela primeira rodada da fase de grupos. Com o resultado, o Red Bull Bragantino divide a liderança do Grupo G com o Emelec, que, mais cedo, derrotou o Talleres, na Argentina, por 2 a 1. Assim como o clube argentino, o Tolima não pontuou. O Tolima começou o jogo recuado, esperando uma ação do Red Bull Bragantino e ela veio com um gol logo aos nove minutos. Claudinho pela esquerda, na entrada da área, e chutou cruzado. A bola desviou em Castrillón, bateu na trave e parou no fundo das redes. Arbitragem assinalou gol contra. Com uma marcação alta, o Bragantino dificultou a saída de bola do Tolima, que não conseguiu encaixar uma jogada de mais perigo. Já o time paulista foi cirúrgico. Aos 44 minutos, Helinho partiu em velocidade e chutou. O goleiro Montero espalmou nos pés de Ytalo, que ampliou o marcador. No segundo tempo, com ampla vantagem no placar, o Bragantino fez um jogo estratégico. Maurício Barbieri recuou o time, que ficou com a posse de bola e foi ditando um ritmo lento contra um adversário que não conseguiu criar. Com jogadores rápidos e talentosos na frente, a equipe paulista foi deixando o tempo passar. Com a vitória praticamente assegurada, o Bragantino se acomodou e sofreu um sufoco do Tolima nos minutos finais. Aos 47 minutos, o árbitro marcou um pênalti após a bola bater no braço de Aderlan dentro da área. Mosquera foi para a cobrança e diminuiu, mas já não havia mais tempo para buscar o empate. Na próxima rodada, o Red Bull Bragantino enfrenta o Emelec na quarta-feira, às 21h30, no estádio George Capwell, no Equador. No mesmo dia e horário o Tolima desafia o Talleres, na Colômbia.

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Já sob os olhares do técnico Tiago Nunes, ainda que dos camarotes, o Grêmio não encontrou dificuldades para vencer o La Equidad (COL), por 2 a 1, na noite desta quinta-feira, na Arena, em Porto Alegre, pela primeira rodada do Grupo H da Copa Sul-Americana. O novo treinador gremista se reuniu com a diretoria no período da tarde e em seguida se deslocou ao estádio com o restante de sua comissão técnica para avaliar os jogadores que terá em seu comando provavelmente a partir do próximo final de semana. Tiago Nunes foi liberado no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta quinta e a expectativa é que sua estreia aconteça diante do Ypiranga, sábado, pela última rodada da primeira fase do Campeonato Gaúcho. De certa forma, a vitória sobre o La Equidad dá mais tranquilidade ao treinador antes mesmo de assumir o time. Isso porque o Grêmio já figura na liderança do Grupo H, que ainda conta com Lanús-ARG e Aragua-VEN. Com bola rolando, o Grêmio ditou o ritmo no primeiro tempo e criou as principais chances de abrir o placar. Apesar da superioridade, os brasileiros só abriram o placar aos 36 minutos, quando Ferreira cruzou na área e encontrou o experiente Diego Souza para cabecear para as redes. No segundo tempo o Grêmio poderia ter se complicado ao ver o zagueiro Rodrigues ser expulso aos 26 minutos, após falta fora do lance com bola. Mesmo com um homem a menos o Grêmio conseguiu ampliar o placar. Aos 31, Rafinha cobrou escanteio, Diego Souza desviou de cabeça e Paulo Miranda finalizou forte para o fundo das redes. O curioso é que Paulo Miranda estava há apenas dois minutos em campo, após entrar no lugar de Jean Pyerre, que inclusive deixou o campo reclamando bastante da substituição. O segundo gol fez o Grêmio tirar o pé em campo e o La Equidad aproveitou para descontar no placar. Aos 44, Omar Duarte driblou Rafinha e acertou um belo chute no ângulo do goleiro Brenno, que até tentou se esticar para defender, mas sem sucesso. Antes do apito final, o La Equidad também teve um jogador expulso, quando Omar Duarte, autor do gol colombiano, fez falta dura em Rafinha e levou o vermelho direto. O Grêmio voltará a campo na quinta-feira que vem para enfrentar o Lanús às 21h30, em Buenos Aires. No mesmo dia e horário, o time colombiano receberá o Aragua (VEN), em Bogotá. FICHA TÉCNICA: GRÊMIO 2 x 1 LA EQUIDAD-COL GRÊMIO - Brenno; Rafinha, Ruan, Rodrigues e Bruno Cortez; Thiago Santos (Lucas Silva), Matheus Henrique, Jean Pyerre (Paulo Miranda), Alisson (Léo Pereira) e Ferreira (Léo Chú); Diego Souza (Victor Bobsin). Técnico: Thiago Gomes (interino). LA EQUIDAD-COL - Bonilla; Pacheco, John Garcia, Mena e Torralvo; Pablo Lima, Mahecha e Motta (Andrés Correa) (Camacho); Ângulo (Zapata), Mantilla e Herazo (Omar Duarte). Técnico: Alexis García. GOLS - Diego Souza, aos 36 minutos do primeiro tempo. Paulo Miranda, aos 31, e Omar Duarte, aos 44 minutos do segundo tempo. ÁRBITRO - Eber Aquino (PAR). CARTÕES AMARELOS - Ruan e Victor Bobsin (Grêmio); Mena, Andrés Correa, Mantilla e Herazo (La Equidad). CARTÕES VERMELHOS - Rodrigues (Grêmio); Omar Duarte (La Equidad). RENDA E PÚBLICO - Jogo sem torcida. LOCAL - Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS).

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Depois de distribuir ofícios a todos os 27 governadores, cobrando informações sobre a desativação dos hospitais de campanha e o uso de verbas públicas na pandemia, a Procuradoria Geral da República (PGR) minimizou o movimento e disse nesta quarta-feira, 21, que "cumpre seu dever de fiscalizar" e que as notificações a agentes públicos fazem parte da rotina da instituição. "É dever da CCR [Câmara de Direitos Sociais e Fiscalização de Atos Administrativos em Geral] velar por atos, contratos e aplicação de verbas públicas, e fiscalizar e controlar a correta destinação de recursos públicos federais nas áreas de saúde e educação", diz a nota institucional. Os governantes foram notificados após a instalação da CPI da Covid no Senado, que vai investigar a atuação e possíveis omissões do governo Jair Bolsonaro na crise sanitária. Foram requisitados esclarecimentos complementares depois que uma primeira leva de informações foi considerada "insuficiente" ou "incompleta" pelo Ministério Público Federal. "A fiscalização, que é dever do órgão superior do Ministério Público Federal, não começou na semana passada", segue a PGR. "Em outra linha de atuação, na esfera criminal, a PGR investigava oito governadores desde o início da pandemia." Nos documentos, a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo pede esclarecimentos sobre o uso de repasses federais. Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em guerra com governadores e prefeitos desde o início da pandemia, levantou desconfiança sobre supostos desvios de recursos da Saúde. No final de fevereiro, o presidente chegou a publicar nas redes sociais uma lista com valores enviados pela União para cada Estado em 2020. Lindôra é braço direito do chefe do Ministério Público Federal, Augusto Aras, que vem sendo criticado nos bastidores da PGR por, na visão de adversários, tentar se cacifar para a vaga que será aberta no Supremo Tribunal Federal em julho, com a aposentadoria do decano Marco Aurélio Mello. Na nota divulgada, a PGR esclarece que a decisão de enviar os ofícios aos governadores foi tomada em conjunto pelos membros da Câmara de Direitos Sociais e Fiscalização de Atos Administrativos em Geral do MPF. "É preciso destacar que as Câmaras de Coordenação e Revisão do MPF são órgãos cujos membros têm independência funcional e que o procurador-geral da República, Augusto Aras, não interfere nos seus trabalhos. Além disso, as apurações que envolvem governadores vêm sendo realizadas, dentro das atribuições da instituição, para garantir a correta aplicação das verbas públicas no enfrentamento da grave epidemia de covid-19", concluiu a Procuradoria. Na semana passada, o próprio procurador-geral pediu informações dos governadores sobre o ritmo de vacinação contra a covid-19. Aras quer esclarecimentos sobre diferença entre número de vacinas que Ministério da Saúde diz ter distribuído e doses efetivamente aplicadas. Como mostrou o Verifica, núcleo de checagens do Estadão, reservas para segunda aplicação e intervalo para entrega de lotes e registro de informações contribuem para diferença nas contagens.

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Após oito anos, o Fluminense voltou a disputar um jogo de Copa Libertadores, nesta quinta-feira, ao empatar com o River Plate, por 1 a 1, no Maracanã, em duelo válido pela primeira rodada do Grupo D. Junior Barranquilla e Independiente Santa Fé, ambos da Colômbia, completam esta chave. O destaque da partida foi o equatoriano Cazares, ex-Corinthians, que entrou no segundo tempo e foi o grande responsável pela mudança de atitude do time das Laranjeiras no segundo tempo. Já Fred fez seu gol 401 na carreira e o 183º com a camisa do tricolor carioca. O primeiro tempo deu a impressão de que o jogo estava sendo disputado em Buenos Aires, tal foi o domínio e a tranquilidade com que o River Plate atuou no Maracanã, graças a uma forte marcação e com pelo menos oito jogadores no campo de ataque. Com isso, o Fluminense ficou pouco com a bola durante os 45 minutos e viu suas principais armas de ataque, Kayky e Luiz Henrique sem espaço para receber a bola em velocidade. O time carioca esteve preso em seu campo e ainda contou com uma falha do goleiro Marcos Felipe, que propiciou o gol de abertura do placar. Lançado na grande área, Borré invadiu pelo lado direito e foi derrubado por Marcos Felipe. Detalhe: o atacante do River não iria alcançar a bola, que saiu pela linha de fundo. Montiel cobrou a penalidade com enorme categoria e fez 1 a 0. O gol fez o Fluminense acordar um pouco na partida e por intermédio de bolas paradas chegou a incomodar Armani. Na melhor delas, Lucas Claro, de cabeça, forçou o goleiro argentino a fazer boa defesa. Como o ataque estava omisso, o mesmo zagueiro do Fluminense surgiu em mais dois bons momentos no ataque. No segundo tempo, o panorama continuou o mesmo, com o River tocando a bola no campo de ataque. O Fluminense não tinha forças nem para puxar contra-ataques, mas, aos 12 minutos, Roger Machado colocou Cazares no lugar de Nenê. E o jogo virou. Com o River demonstrando queda na parte física, o que resultou em erros nos passes, Cazares só precisou de oito minutos em campo para puxar contra-ataque ao lado de Fred. O equatoriano fez lindo passe de trivela para o experiente atacante, que empatou a partida, aos 20 minutos. A partir daí, o jogo ficou aberto e as chances de gols surgiram dos dois lados. Na melhor delas, Cazares lançou Lucca, que invadiu a área e foi travado na hora da finalização. Todos os jogadores e e Roger Machado reclamaram demais, até Fred que já havia sido substituído, o que lhe valeu um cartão amarelo. Aos 40, Cazares, mais uma vez, surgiu de forma espetacular e teve a chance da virada, mas o seu chute muito bem colocado foi defendido de forma sensacional por Armani. O empate acabou sendo um resultado justo, pois o River foi melhor no primeiro tempo, enquanto o Fluminense, após a entrada de Cazares, dominou a segunda etapa. FICHA TÉCNICA FLUMINENSE 1 X 1 RIVER PLATE FLUMINENSE - Marcos Felipe; Calegari, Nino, Luccas Claro e Egídio; Martinelli (Wellington), Yago Felipe e Nenê (Cazares); Kayky (Gabriel Teixeira), Fred (Abel Hernández) e Luiz Henrique (Lucca). Técnico: Roger Machado. RIVER PLATE - Armani; Montiel, Paulo Díaz, Héctor Martínez e Angileri; Enzo Pérez, Palavecino (Simón) e Casco (Girotti); Julián Álvarez (Beltrán), Borre e De La Cruz. Técnico: Marcelo Gallardo. GOLS - Montiel aos 13 minutos do primeiro tempo. Fred aos 20 do segundo tempo. ÁRBITRO - Roberto Tobar (CHI). CARTÕES AMARELOS - Yago Felipe, Fred, Lucca, Martinelli. LOCAL - Maracanã.

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O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou nesta quinta-feira, 22, a 27.945.152, o equivalente a 13,2% da população total. Nas últimas 24 horas, 421.921 pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal. Entre os mais de 27 milhões de vacinados, 11,3 milhões receberam a segunda dose, o que representa 5,35% da população com a imunização completa contra o novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, 391.056 pessoas receberam essa dose de reforço. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, o Brasil administrou 812.977 doses nesta quinta-feira. Em termos proporcionais, o Rio Grande do Sul é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 17,46% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose. A porcentagem mais baixa é encontrada em Mato Grosso, onde 9,26% receberam a vacina. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (6,69 milhões), seguido por Minas Gerais (2,76 milhões) e Bahia (2,27 milhões).

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Após três dias de disputa da Seletiva Olímpica, o Brasil enfim garantiu a primeira nadadora nos Jogos Olímpicos de Tóquio, nesta quinta-feira. Trata-se de Beatriz Dizotti venceu a prova dos 1.500 metros livre com o tempo de 16min22s07, abaixo do índice, no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro. Com a boa performance, a nadadora de 21 anos se tornou a primeira mulher a buscar a vaga olímpica nesta seletiva. "Foi um trabalho muito bem pensado. Acho que o Minas, a comissão, todo estafe me ajudaram muito. Tive uma tendinite, mas, graças a Deus, foi tudo muito rápido e voltei ainda melhor. Fiz uma tomada de tempo muito boa antes, já estava imaginando a prova e estou realizando o meu sonho olímpico", comentou Beatriz. Ana Marcela Cunha, especializada em maratona aquática, também disputou a prova e ficou em segundo, com 16min25s76, também abaixo do índice. Ela, no entanto, já avisou que não vai competir a prova de disciplina em Tóquio. E pretende se resguardar as provas no mar. Ela já está classificada para os 10km. Assim, a segunda vaga pode ficar com Viviane Jungblut, que já nadou oito vezes abaixo do índice olímpico, mas não pôde disputar a competição nesta semana por ter contraído a covid-19. Por essa, razão, fará sua seletiva no dia 12 de junho. No revezamento 4x200m livre, o time feminino ficou mais perto da classificação nesta quinta. A equipe formada por Aline Rodrigues, Larissa Oliveira, Nathalia Almeida e Gabrielle Roncatto nadou para 8min00s92, marca que será enviada à Federação Internacional de Natação (Fina) para que entre na repescagem dos revezamentos para a Olimpíada. O Brasil pode herdar uma das quatro vagas disponíveis para países que não obtiveram a classificação via Mundial de Gwangju, em 2019. No masculino, o destaque do dia foram André Calvelo e Pedro Spajari, que obtiveram o índice na tradicional prova dos 100 metros livre, com os tempos de 48s15 e 48s31, respectivamente. Breno Correia e Marcelo Chierighini também nadaram abaixo do índice e vão completar o revezamento 4x100m masculino, que já estava garantido na Olimpíada. "Quero agradecer aos meus pais, meus treinadores e todos aqueles que contribuíram para o processo. Venho trabalhando há muito tempo por esse momento. Foi uma prova duríssima e estou muito contente com meu desempenho. Agora é trabalhar ainda mais para chegar bem em Tóquio", afirmou Calvelo. Confira abaixo a lista dos nadadores já classificados: Guilherme Costa - 400m e 800m livre Felipe Lima - 100m peito e revezamento 4x100m medley Fernando Scheffer - 200m livre e revezamento 4x200m livre Breno Correia - 200m livre e revezamentos 4x100m e 4x200m livre Murilo Sartori - Revezamento 4x200m livre Luiz Altamir - Revezamento 4x200m livre Guilherme Basseto - 100m costas Guilherme Guido - 100m costas Leonardo de Deus - 200m borboleta André Calvelo - 100m livre e revezamento 4x100m livre Pedro Spajari - 100m livre e revezamento 4x100m livre Marcelo Chierighini - Revezamento 4x100m livre Bruno Fratus - 50m livre

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O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, negou nesta quinta-feira, 22, que algum país estrangeiro vá fiscalizar o trabalho da sua Pasta no combate ao desmatamento ilegal. "Quem fiscaliza o Ministério do Meio Ambiente é o meu chefe, presidente Jair Bolsonaro. Nenhum país vai fiscalizar o Ministério do Meio Ambiente, não", disse. Em transmissão ao vivo nas redes sociais do chefe do Planalto, Salles sustentou que será uma "satisfação" mostrar a outras nações o que o governo federal faz para eliminar o desmatamento ilegal. Mais cedo, em discurso na Cúpula de Líderes sobre o Clima, organizada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, Bolsonaro condicionou o sucesso do Brasil na eliminação da devastação florestal a ajuda financeira internacional. "O Brasil vai ajudar a resolver o problema criado pelos países ricos com as emissões de combustíveis fósseis e eles estão sendo chamados a nos ajudar a combater o problema do desmatamento ilegal", sustentou o ministro. "A gente agradece a oferta do presidente Biden de US$ 20 bilhões e estamos apresentando um plano de US$ 1 bilhão. Se esse US$ 1 bilhão não vier, vamos fazer tudo que a gente precisa fazer com nossos próprios recursos", completou. Salles defende que a quantia pleiteada seria suficiente para diminuir "substancialmente" o desmatamento ilegal na região amazônica em 12 meses. Na conferência climática, Bolsonaro se comprometeu a alcançar a neutralidade climática no País até 2050, "antecipando em 10 anos a sinalização anterior". Para isso, o presidente prometeu eliminar o desmatamento ilegal no País até 2030. O ministro do Meio Ambiente garantiu que as metas são factíveis, mas voltou a associá-las a repasses das nações desenvolvidas para ajudar o Brasil "a resolver o problema dos 23 milhões de brasileiros deixados para trás na Amazônia".

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A poucas horas do fim do prazo para a sanção do Orçamento de 2021, o presidente Jair Bolsonaro indicou que todos os ministérios devem sofrer cortes em suas despesas para assegurar o respeito ao teto de gastos (a regra que impede que as despesas cresçam em ritmo superior à inflação), mas não indicou o tamanho exato da tesourada. Em sua live semanal, ele disse apenas que o bloqueio será "bastante grande" para o tamanho do Orçamento. O presidente evitou detalhar o assunto que, nos últimos dias, o colocou no centro de um impasse entre a equipe econômica e o Congresso Nacional. A live durou pouco mais de 42 minutos, mas o presidente dedicou apenas 42 segundos ao tema do Orçamento e do endividamento do País. "A peça orçamentária para os 23 ministérios é bastante pequena e é reduzida ano após ano. Tivemos um problema no Orçamento no corrente ano, então tem um corte previsto bastante grande no meu entender, pelo tamanho do orçamento, para todos os ministérios. Todo mundo vai pagar um pouco a conta disso aí", disse Bolsonaro. Na quarta-feira, como parte da solução do impasse do Orçamento, Bolsonaro sancionou lei que permite descontar do cálculo da meta fiscal deste ano os gastos emergenciais com saúde, o programa de manutenção de empregos (BEm) e o programa de crédito a micro e pequenas empresas, o Pronampe. O texto não prevê limite de valor para essas ações. Segundo o Ministério da Economia, serão destinados R$ 10 bilhões ao programa de emprego e R$ 5 bilhões ao Pronampe. Mas o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), que relatou o projeto sancionado hoje, disse ao Estado na segunda que o valor do Pronampe seria maior, de R$ 10 bilhões. O parlamentar adiantou ainda que eram esperados R$ 20 bilhões para a saúde. Como o governo já havia liberado R$ 44 bilhões para o auxílio emergencial a vulneráveis nas mesmas condições excepcionais, a nova lei pode elevar a mais de R$ 125 bilhões os gastos de combate à pandemia de covid-19 fora da meta fiscal e do teto de gastos, como mostrou o Estadão/Broadcast. A conta considera R$ 33,7 bilhões em restos a pagar da covid-19 herdados de 2020, dos quais R$ 7,8 bilhões já foram pagos. A mudança sancionada na quarta-feira ajuda a equipe econômica na resolução do impasse em torno do Orçamento de 2021. Com o ato de Bolsonaro, a Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) passa a permitir ao governo bloquear por decreto despesas discricionárias (que incluem custeio e investimentos) para recompor despesas obrigatórias, como benefícios previdenciários, seguro-desemprego e subsídios, que ficaram maquiadas em R$ 21,3 bilhões, segundo parecer de técnicos da Câmara com base em dados do Ministério da Economia. O dispositivo vai abrir caminho ao remanejamento que já vinha sendo estudado desde a semana passada e que tinha como objetivo preservar ao máximo as indicações de emendas de parlamentares, ainda que à custa de gastos do próprio Executivo. Esse "corte na carne" do governo deve ficar em R$ 9,5 bilhões, mas os cálculos exatos ainda estão sendo finalizados.

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Os ministros Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes protagonizaram um bate-boca no final do julgamento desta quinta-feira, 22, no Supremo Tribunal Federal, levando o ministro Luiz Fux a encerrar prontamente a sessão quando a situação começou a sair do controle. Durante a discussão, Barroso acusou Gilmar de ‘manipular a jurisdição’ ao ‘sentar em cima’ do processo sobre a suspeição de Moro por dois anos e só pautá-lo após o ministro Edson Fachin anular as ações da Lava Jato contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Vossa Excelência sentou em cima da vista por dois anos e ainda se acha no direito de ditar regra para os outros", criticou Barroso. Ao fundo, Gilmar responde: "o moralismo", e "é a pátria da imoralidade". Barroso continua: "Não tem moralismo nenhum. Vossa Excelência cobra dos outros o que não faz. Fica criticando o ministro Fachin depois de ter levado dois anos com o processo embaixo do braço, esperou a aposentadoria do ministro Celso, manipulou a jurisdição. Ora, depois vai e acha que pode ditar regra para os outros". "Vossa Excelência perdeu, perdeu", rendeu Gilmar. O presidente da Corte, ministro Luiz Fux, tenta interferir na briga e encerrar a sessão, afirmando que concedeu a palavra a todos. Ao ver que a discussão começava a escalar, informa que finalizaria o julgamento. "Me perdoem, não gosto de cassar a palavra de ninguém, não gosto de cassar as palavras dos colegas, mas está encerrada a sessão", decretou, cortando o microfone dos ministros. A confusão começou após Gilmar defender seu entendimento de que a Segunda Turma tinha competência para julgar a suspeição de Moro, posição referendada pela maioria do plenário na sessão desta quinta. Ao criticar o colega, Barroso relembrou que foi o próprio Gilmar quem pediu vista nos autos da suspeição de Moro em 2018, e só os devolveu para julgamento após Fachin anular todos os atos do ex-juiz da Lava Jato ao reconhecer a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para julgar Lula. Para Barroso, a manobra de Gilmar atropelou o relator da operação no Supremo, que defendia que o caso fosse discutido no plenário. "O conflito não foi entre a turma e o plenário, foi entre o relator e a turma", disse Barroso. "A fórmula processual é: se os dois órgãos têm o mesmo nível hierárquico, um não pode atropelar o outro". Gilmar criticou: "Também eu quero aprender essa fórmula processual. Talvez isso exista no código do Russo", fazendo referência ao apelido da força-tarefa a Moro. "Isso existe no Código do bom senso, o respeito aos outros. Se um colega acha uma coisa e outro acha outra, é um terceiro que tem que decidir", disse Barroso. Mais cedo, Barroso já havia se envolvido em outra discussão acalorada com o ministro Ricardo Lewandowski em razão de seu voto no julgamento da suspeição de Moro. Barroso destacou as conquistas da Lava Jato e classificou como ‘pecadilhos’ as revelações descobertas nas mensagens hackeadas dos procuradores, o que não agradou o colega. Ao pedir a palavra, Lewandowski relatou o que vê como falhas e erros da Lava Jato, citando suposta busca da força-tarefa por cooperações internacionais fora dos trâmites regulares. "Não estamos tratando de pecadilhos. Estamos tratando de pecados mortais, que constitui colaborações à margem da lei brasileira com autoridade estrangeira". Barroso questionou: "Vossa Excelência acha que o problema então foi o enfrentamento à corrupção, e não a corrupção?". "Vossa Excelência sempre quer trazer à colação, à baila a questão da corrupção, como aqueles que estivessem contra o modus operandi da Lava-Jato fossem favoráveis à corrupção. Mas o modus operandi da Lava-Jato levou a conduções coercitivas, a prisões preventivas alongadas, ameaças a familiares, prisão em segunda instância, além de outras atitudes a meu ver incompatíveis com o Estado democrático de Direito", rebateu Lewandowski.

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