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Redação Douranews

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Milhares de brasileiros que procuram o Paraguai para cursar Medicina estão sendo responsáveis por um incremento da ordem de R$ 400 milhões, anualmente, na economia do vizinho país. Só em Pedro Juan Caballero são 12 mil estudantes, de várias regiões do Brasil, que ajudam a reforçar esses números.

"Temos uma média de 30 mil alunos cursando Medicina entre Pedro Juan e Ciudad Del Este, e cada um desses gastando, em média, 1.200 dólares por mês, são em torno de 30 milhões por ano", observa Karlos Bernardo, CEO da UCP, a Universidad Central Del Paraguay. com unidades nessas cidades. 

Veja a reportagem produzida sobre o assunto pela RIT (Rede Inrternacional de Televisão), através do jornalista Fabio Dorta para o Jornal das 22, em rede nacional, da emissora brasileira

https://youtu.be/LCz4ChDWogo

 

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Sexta, 06 Dezembro 2019 10:43

Boletos do IPVA 2020 já começam a chegar

Os boletos do IPVA (Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores) de 2020 já começaram a ser entregue pelos Correios esta semana. O canhoto traz duas opções de pagamento, sendo uma em cota única e outra para a primeira parcela. A Sefaz (Secretaria estadual de Fazenda) reforça que os contribuintes que optarem pelo pagamento à vista vão continuar contando com o desconto de 15% sobre o valor do tributo.

O IPVA é a segunda fonte de arrecadação tributária do Governo do Estado, ficando atrás somente do ICMS, o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Ao todo estão sendo encaminhados 1 milhão e 100 mil carnês, número correspondente a frota de veículos sul-mato-grossense. Para os contribuintes que optarem pelo parcelamento, não há desconto.

O Governo manteve para 2020 os descontos no IPVA e as condições especiais dos anos anteriores. Carros de passeio, por exemplo, vão continuar com desconto de 25%, resultando em uma alíquota de 3,5%. Caminhão, ônibus, micro-ônibus e veículos de passeio novos permanecem isentos pelo primeiro ano. Para motocicletas, a primeira tributação tem desconto de 50%, resultando em uma alíquota de 1% sobre a Tabela Fipe.

As alíquotas para veículos usados são de 2% para caminhão, ônibus, motos, triciclos e quadriciclos; de 2,5% para embarcações e aeronaves; 3% para aeronaves e lanchas esportivas, como jet-skis, motor-home e kart; 3,5% para carros de passeio; 4,5% para carros de passeio com capacidade de até oito passageiros, que utilizem óleo diesel; e de 7% para veículos de corrida. Para frotistas, a redução também continua a mesma do ano passado.

O contribuinte poderá parcelar o imposto em cinco parcelas. A primeira delas deverá ser paga até 31 de janeiro de 2020. O mesmo prazo vale para a parcela única.

Como é calculado

Nos meses de dezembro e janeiro, diversos contribuintes trazem à tona questionamentos relacionados ao IPVA. Essa é a época em que as guias ou carnês começam a ser entregues e pagos. Para sanar algumas dessas dúvidas, o Governo de MS, por meio da Sefaz, explica que a alíquota do IPVA é calculada com base no preço médio discriminado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Assim, é possível afirmar que o valor dos veículos é de responsabilidade dos revendedores, não cabendo ao Governo tabelar preços.

A Fundação é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, criada em 1973 para apoiar o Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (Universidade de São Paulo). Já a Tabela Fipe é um indicador mensal que mensura o preço médio de motos, carros, utilitários pequenos, caminhões e micro-ônibus de diversas montadoras.

A tabela apresenta os valores médios dos modelos fabricados a partir de 1985 até a atualidade. Os preços são mostrados apenas em reais. Além de ser usado como base de cálculo para o IPVA, o indicador serve como referência para venda e compra de veículos, bem como para o cálculo de seguros, em todo o Brasil.

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A Sicredi Centro-Sul MS tem entre seus princípios disponibilizar produtos e serviços com taxas justas que estimulam e apoiam o desenvolvimento dos seus associados. Por isso, antecipando-se a resolução do Banco Central, anunciada na semana passada, que estabelece o limite máximo dos juros do cheque especial em 8% ao mês, a Cooperativa reduziu os juros do produto com taxas a partir de 4,97% (sujeita à análise e aprovação mediante parâmetros definidos) ao mês. A taxa irá variar de acordo com parâmetros definidos pela Cooperativa.

Segundo o diretor executivo da Sicredi Centro-Sul MS, Giorgio Martins Bonato, a antecipação da redução da taxa aos associados demonstra o compromisso da Cooperativa com os seus associados em agregar renda e melhorar o desenvolvimento dos associados e da região em que estão inseridos.

“O cheque especial é uma modalidade de crédito que disponibilizamos aos nossos associados para uso temporário e emergencial. Não é um produto ideal para uso fixo e prolongado, para isto, temos outras linhas de crédito. Além de contar com taxas mais justas, na utilização do cheque especial o nosso associado também participa da distribuição dos resultados da Cooperativa no final do exercício”, ressalta o diretor executivo.

Resolução

O CMN (Conselho Monetário Nacional), formado pelo Banco Central e pelo Ministério da Economia, aprovou a resolução que estabelece que a taxa de juros do cheque especial não poderá superar 8% ao mês, cerca de 150% ao ano, a partir de 6 de janeiro de 2020. O cheque especial é um limite de crédito disponível em conta corrente para utilizar sempre que precisar. O associado conta com o apoio de recursos garantidos para necessidades, mesmo que inesperadas. Para cooperar com a comodidade, é possível flexibilizar a melhor data para o desconto dos encargos na conta.

Além do cheque especial, a Sicredi Centro-Sul MS disponibiliza diversas opções de crédito que podem ser uma alternativa a utilização do cheque especial e que se enquadram com o perfil de cada associado, para antecipar planos de investimento, pagar as contas ou realizar os sonhos. Visite a agência mais próxima da Sicredi Centro-Sul MS e conheça as soluções.

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, empossou, na manhã desta quinta-feira (5), em Brasília, a primeira mulher eleita para o cargo de reitora do IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul), Elaine Cassiano. Ela substitui o reitor Luiz Simão Staszczak que também participou da cerimônia.

A transmissão do cargo de reitor vai ocorrer na quinta-feira (12), às 9 horas, no auditório da Delegacia da Receita Federal, em Campo Grande. Na ocasião, serão apresentados os pró-reitores da nova gestão e empossados os diretores-gerais dos dez campi da instituição, também eleitos por estudantes e servidores.

Na cerimônia desta quinta-feira no MEC, Weintraub ressaltou que a reitora tem a missão de manter a qualidade da oferta de cursos na instituição. “O IFMS está muito bem, é um dos melhores do Brasil. Bem avaliado, bem ranqueado, a sociedade gosta dele. Mato Grosso do Sul gosta do seu Instituto e a senhora tem o desafio de ir além”, afirmou.

Elaine Cassiano é o quarto nome a ocupar a reitoria no IFMS. Foi precedida por Luiz Simão Staszczak, primeiro reitor eleitor pela comunidade, Maria Neusa de Lima Pereira, nomeada reitora pro tempore pelo MEC e por Marcus Aurélius Stier Serpe, responsável pelo processo de implantação da instituição.

A nova reitora foi eleita com 29,07% dos votos de estudantes, professores e técnicos-administrativos. A docente de Administração do Campus Campo Grande concorreu ao cargo com o então reitor Luiz Simão Staszczak, que obteve 27,35% dos votos, e com o professor Jiyan Yari, também da capital, que recebeu 9,28% dos votos.

Criado em 2008, o IFMS já formou mais de 7.500 estudantes em cursos técnicos de nível médio, graduação, pós-graduação, qualificação profissional e educação a distância. Atualmente, tem mais de 15.300 alunos matriculados em dez campi.
A reitora Elaine Cassiano vai gerir um orçamento previsto em R$ 210 milhões, que inclui despesas com pagamento de pessoal, capacitação de servidores, custeio, investimento e assistência estudantil.

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALMS) realizou na noite desta quinta-feira (5), a "Sessão Solene de entrega do Diploma de Honra ao Mérito Legislativo em comemoração aos 40 anos do Crea/MS-Engenheiro Ernesto Vargas Baptista", destacando várias personalidades que contribuíram com a instituição.

Um dos homenageados como profissional em destaque foi o pesquisador Guilherme Lafourcade Asmus, e Chefe-Geral da Embrapa Agropecuária Oeste,em Dourados, pelo reconhecimento aos serviços prestados no campo da Engenharia e Agronomia em Mato Grosso do Sul. A proposição da sessão solene foi do deputado Renato Câmara (MDB).

Asmus é pesquisador da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), lotado na unidade Agropecuária Oeste.em Dourados, onde, desde junho de 2013 exerce a função de Chefe-Geral do Centro de Pesquisa.

É engenheiro agrônomo, graduado pela Universidade Federal de Pelotas, possui mestrado em Agronomia (Fitopatologia) pela Universidade Federal de Viçosa e doutorado em Fitopatologia pela Universidade de São Paulo. É professor do quadro permanente do programa de pós-graduação em Agronomia da Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul)

Sua experiência é na área de Agronomia, com concentração em Nematologia, atuando principalmente nos seguintes temas: manejo de nematoides fitoparasitos em sistemas integrados de produção, com ênfase em Meloidogyne javanica, Rotylenchulus reniformis e Heterodera glycines.

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A Câmara de Dourados emitiu nota, no final da tarde desta quinta-feira (5), lamentando o falecimento do maestro Adilvo Mazzini, “um dos principais professores de canto de Dourados”, como define o texto, vítima de um AVC, aos 76 anos de idade.

Natural da cidade de Rio do Sul, estado de Santa Catarina, Mazzini chegou na cidade em 1970, após ser transferido para lecionar e cursou Letras na então UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). Ao longo dos anos em Dourados, auxiliou na implantação do Encontro de Corais realizado até o início dos anos 2000. O maestro também foi fundador e regente do Coral Santa Cecília, que em seguida se transformou em Coral Guaraoby, participando da gravação dos álbuns “Natal Entre Os Povos”, “Memória Musical, 30 Anos” e CD com vários hinos.

O presidente da Casa de Leis, vereador Alan Guedes (DEM) destaca que “o maestro Adilvo Mazzini sempre foi uma referência cultural em Dourados, deixou uma contribuição enorme e uma obra que vai ser imortalizada por todos aqueles que foram seus alunos e acompanharam sua trajetória”.

Além do Magistério, desempenhou outras funções, principalmente na área cultural, tendo sido diretor de Cultura da Fundação Cultural e de Esportes de Dourados (Funced). Mazzini ainda fez parte do grupo de Regentes Corais da Funarte (a extinta Fundação Nacional de Artes), tendo sido coordenador local nos projetos Villa Lobos (canto coral), Rede Nacional de Música (música erudita), Pixinguinha (música popular).

Na área literária, lançou os livros “Retalhos de Mim” (2004, poesias); “Poetas Dourados” (2004, coletânea); “O Banco da Varanda” (2012) e “Voz da Montanha” (2017, memórias), dentre outros. O maestro Adilvo Mazzini deixa a esposa Ilza Rocha Mazzini, os filhos Adilson Rocha Mazzini e Cristiane Rocha Mazzini e uma neta, Hanya Gomes de Souza Mazzini.

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O advogado Eudélio Almeida de Mendonça é o novo presidente do PP (Partido Progressista) em Dourados. Ele substitui a ex-vereadora Virginia Magrini, uma das lideranças da legenda que permanece na direção municipal, agora como vice-presidente da Comissão Provisória, homologada na segunda-feira (2) pela Justiça Eleitoral.

Além de Eudélio e Virginia, o partido tem como secretário geral o advogado Jairo José de Lima e na tesouraria geral, Marcos de Souza. São membros ainda os demais filiados ao PP douradense: Ana Aline dos Reis Avalhães, Jurandi Oliveira Cavalcanti, Nauber Giolando Moreira, Tânia Cristina da Silva e João Batista Borges.

Eudélio disse na manhã desta sexta-feira (6) ao Douranews que a reunião de apresentação dos novos membros da Provisória municipal vai acontecer na terça-feira (10) na residência dele, quando o PP vai começar a debater os rumos que pretende seguir em Dourados, especialmente em relação ao processo eleitoral do ano que vem.

O advogado que já militou em várias legendas, entre elas o PSDC e o PMN, disputou eleições de vereador e foi ainda presidente do Clube Indaiá, disse que todo partido político almeja disputar eleições e ocupar espaços políticos. “O PP é uma legenda forte, estruturada e o partido está pronto para disputar, com grandes chances, cargos para vereador nas próximas eleições e até participar da disputa majoritária”, afirmou.

Alan Guedes

Eudélio, que é pai do atual presidente da Câmara de Dourados, vereador Alan Guedes, disse que o filho, filiado ao DEM, também está sendo sondado para ingressar o Progressistas, mas essa decisão vai depender do arranjo partidário visando as eleições de 2020.

“O Alan é um político em ascensão, já participou de fortes embates, preside hoje a Câmara da segunda mais importante cidade do Estado e certamente vai ter a oportunidade de decidir os rumos que pretende seguir na política na hora certa”, analisa, observa ndo que o PP ambém vai estender o convite a outros vereadores e lideranças que participam do processo político, como alternativas eleitorais para o ano que vem.

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Quinta, 05 Dezembro 2019 16:04

Morre em Dourados o maestro Adilvo Mazzini

Morreu nesta quinta-feira (5), em Dourados, o maestro Adilvo Mazzini, um dos principais professores de canto de Dourados. Ele sofreu um AVC na segunda-feira (2) e estava hospitalizado.

O DiárioMs repercute que a informação da morte do maestro causou comoção na comunidade artística douradense, especialmente em ex-alunos que por muitos anos conviveram com ele, seja em aulas de canto ou atuando nos diversos corais que regeu em Dourados e região.

Vida e obra

Filho de Carlos Mazzini e Regina Tamanini, Adilvo é natural de Itoupava, município de Rio do Sul (SC), onde nasceu em Outubro de 1943. Frequentou seminários franciscanos de Rodeio (SC), Rio Negro (PR) e Agudos (SP), oportunidade em que teve ensinamentos excelentes, quer em línguas, quer em música, quer em cidadania. Casado com Ilza Rocha Mazzini, é pai de Cristiane e de Adílson e avô de Hanya (filha de Adílson). Chegou no então Mato Grosso em 1966, fixando-se na cidade de Rio Brilhante, como professor de língua portuguesa, educação física, latim e francês.

Em 1970 transferiu-se para Dourados, onde cursou Letras na então UFMS, hoje UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados). Além do magistério, desempenhou funções, principalmente na área cultural, tendo sido Diretor de Cultura da então Funced (Fundação Cultural e de Esportes de Dourados). Fez parte da equipe que implantou o Encontro de Corais Dourados, realizados a cada ano, até meados da 1ª década de 2.000. Fundador e regente do Coral Santa Cecília (depois Coral Guaraoby - destaque no MS), foi ainda regente de outros corais, como os das cidades de Caarapó e Rio Brilhante.

Além de possuir o título de Cidadão Douradense, recebeu várias condecorações pelos serviços culturais prestados. Por longos anos, fez parte do grupo de Regentes Corais da Funarte, a Fundação Nacional de Arte, tendo sido seu coordenador local nos projetos Villa Lobos (canto coral), Rede Nacional da Música (música erudita), Pixinguinha (música popular). Na literatura, além de matérias publicadas em jornais e revistas, algumas do exterior, editou e participou de vários livros, incluindo:
- Retalhos de Mim (2004), solo - poesia;
- Poetas Dourados (2004), coletânea – poesia – org. Nicanor Coelho;
- Estação Catarina - o trem passou por aqui – coletânea – crônicas – org. Fátima Venutti;
- O Banco da Varanda (2012) – parceria com Maria de Fátima Freire de Sá – cartas;
- Rumores da Alma (2015) – coletânea – poesia – Ebook - org Neida Rocha;
- Voz da Montanha – (2016) – Imigrantes, história, usos e costumes, tendo como base a imigração do Vale de Itoupava, Rio do Sul – SC.

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O Ministério Público de Mato Grosso do Sul, por meio do Promotor de Justiça Eteocles Brito Mendonça Dias Junior, recomendou ao Município de Dourados que altere, no prazo máximo de 15 dias úteis, o artigo 12 dos estatutos da Funsaud (a Fundação de Serviços em Saúde de Dourados), modificando a composição do Conselho Curador e que seja retirada da presidência desse organismo o Secretário Municipal de Saúde, substituído na composição original por membros da sociedade civil organizada, “dando concreção aos princípios da eficiência, moralidade, controle social e democracia”.

Conforme o artigo 12 e seguintes do anexo único do Decreto 1.072, de 14 de maio de 2014, que dispõe sobre o Estatuto da Fundação, o Conselho Curador é a instância deliberativa superior responsável pela fiscalização e controle da gestão, pela avaliação de desempenho e pela aprovação das políticas adotadas para a execução do Contrato de Gestão.

Nesse sentido, o Promotor de Justiça explica que o estatuto confunde as figuras de fiscalizador e fiscalizado, “o que embaraça e compromete a eficiência e credibilidade do Conselho Curador da entidade, colocando como seu protagonista o próprio chefe da pasta respectiva, autoridade sanitária da mais alta hierarquia dentro do ente federativo municipal, fora o Prefeito Municipal, e quebra a paridade de forças dentro do colegiado, atribuindo poder de veto de qualidade e investidura perene ao Secretário Municipal de Saúde, que em tese já exerce controle e fiscalização frente à entidade fundacional, embora de forma descentralizada”.

O Promotor de Justiça Eteocles Brito explica ainda que o Poder Executivo Municipal já possui acento perante o órgão na figura representada pelo componente indicado pela prefeita, bem como que o Estatuto da Funsaud rejeita por completo a participação da sociedade civil organizada na gestão do órgão, “fazendo tábula rasa dos princípios constitucionais da democracia, controle social do SUS, eficiência, moralidade e impessoalidade”.

Eteocles Brito levou em consideração que o parágrafo 1º do artigo 12 do estatuto da entidade institui que o mandato dos membros do Conselho Curador tem duração de dois anos, permitindo-se a recondução, ressalvados os casos do Secretário Municipal de Saúde e do Diretor-Presidente da Funsaud, membros natos por ocasião do cargo, e que o parágrafo 4º do mesmo dispositivo fixa que a presidência do Conselho Curador será exercida justamente pelo Secretário Municipal de Saúde de Dourados, cabendo-lhe, além do voto ordinário, o voto de qualidade.

Do Conselho Curador participam um membro indicado pelo Prefeito Municipal, um membro indicado pela Secretaria Municipal de Saúde dentre servidores municipais com escolaridade de nível superior, um membro indicado pelo Secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul, um representante do Conselho Municipal de Saúde, eleito pelo seu plenário, e um representante dos trabalhadores da Funsaud e respectivo suplente, eleitos pela maioria dos seus pares.

A Prefeitura de Dourados tem o prazo de 10 dias úteis, para informar à Promotoria de Justiça se acolherá ou não a recomendação. Em caso de descumprimento, serão adotadas providências judiciais e extrajudiciais pertinentes para garantir a prevalência das normas de proteção aos direitos constitucionais dos cidadãos e à probidade administrativa.

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Projeto de lei da vereadora Daniela Hall (PSD) isenta o morador de pagar taxa de iluminação, se não tiver atendida solicitação pela Prefeitura de Dourados quanto aos serviços de iluminação pública exigidos. A vereadora diz que enquanto a Prefeitura arrecada mais de R$ 15 milhões por ano da Cosip (a Contribuição para o Custeio da Iluminação Pública dos Municípios), os bairros da cidade estão na escuridão.

A proposta, que está tramitando no Legislativo, obriga a Prefeitura a trocar a lâmpada do poste sem luz em prazo máximo de 20 dias. A autora do projeto explica que a medida tem a finalidade de fazer com que o município faça a sua parte. "Sem um prazo previsto em lei, a Prefeitura faz pouco para resolver a questão, que gera um problema muito maior, de segurança pública. Prova disso são as poucas equipes que o município disponibiliza para fazer a manutenção. São cerca de cinco atuando apenas no período da manhã. Enquanto isso a cidade está nas escuras. Os consumidores acionam o serviço Disque-Lâmpadas e não vêm suas solicitações sendo atendidas com agilidade. Há casos de um ano a espera do serviço. Se o consumidor é obrigado a ter prazo para pagar, a Prefeitura também deve ter prazo para fazer a manutenção", destaca.

De acordo com o projeto de lei, a Prefeitura deverá realizar o serviço de reposição e reparo de lâmpadas ou luminárias danificadas no prazo de 20 dias úteis, contados a partir do protocolo do pedido. Em caso de descumprimento do prazo estabelecido no caput, o Município deverá suspender imediatamente a cobrança da Cosip da unidade imobiliária autônoma ou não imobiliária, do cidadão.

Segundo levantamento feito pela vereadora, a cidade de Dourados já arrecadou até outubro deste ano quase R$ 15 milhões da Contribuição para o Custeio da Iluminação Pública dos Municípios. Trata-se de valores mensais que são embutidos na conta de energia elétrica e que são pagos mensalmente pelos douradenses.

De acordo com dados da Energisa, no mês de janeiro, a Prefeitura de Dourados arrecadou R$ 1.444.104,08; em fevereiro foram arrecadados R$ 1.556.031,16; em março foram R$ 1.624.958,09,90; em abril, R$ 1.013.909,90; maio, R$ 1.539.712,87; em junho foram R$ 1.571.076,93 e julho, 1.384.356,64; em agosto, R$ 1.316.711,45; em setembro, R$ 1207090,37; e em outubro, R$ 1.286.879,70. O valor total arrecadado nas contas de energia e repassado para a Prefeitura soma R$ 14.544.831,19.

O valor daria para trocar as lâmpadas de toda a cidade por oito vezes, levando em conta apenas a compra de luminárias. Isso porque com pouco mais do que 91 mil unidades consumidoras no município, o valor arrecadado daria para comprar mais de 727 mil lâmpadas de postes do modelo tradicional luz mista 160 W, marca Fox Lux, ao custo de R$ 20 a unidade.

Escuridão

Ao contrário do que deveria ser, a cidade de Dourados está na escuridão. Relatório que consta em ação civil pública movida pelo Ministério Púbico Estadual e de autoria da vereadora Daniela Hall apontou em julho desse ano que há localizações com até 50% das lâmpadas apagadas. É o caso do bairro Bonanza I com 168 lâmpadas apagadas e oito postes sem rede elétrica. No Campo Belo I e 2 são mais de 140 lâmpadas apagadas e 9 postes sem rede elétrica. No Campo Belo 3 são 123 lâmpadas apagadas. No Canaã II são 20 lâmpadas apagadas e seis postes sem rede elétrica. No Canaã III são mais de 12 lâmpadas apagadas; na Chácara Califórnia são 30 lâmpadas apagadas e 17 postes sem rede elétrica. Na Cohab II são 15 lâmpadas apagadas, no Dioclécio Artuzi são 37, no Dioclécio Artuzi II são 48 lâmpadas apagadas, no Guaicurus, são 161 apagadas; no Colibri são 42; no Jardim dos Estados são 17, no Jardim Itália são 16; no Jóquei Clube são 44; Laranja Doce, 5 apagadas; no Parque das Nações II são 56 apagadas; Parque do Lago I são 29 apagadas; no Parque dos Jequitibás são 164 apagadas e 12 postes sem rede elétrica; na sitioca Campina Verde são 110 lâmpadas apagadas; na Vila Cachoeirinha são 38 e na Vila Toscana 22 apagadas. Sem contar as reclamações que chegam diariamente no disk-lâmpada e que, segundo a Prefeitura, apresenta falha técnica. Há relatos de pessoas que aguardam há um ano pelo referido serviço, mas sem sucesso. (Com assessoria)

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