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Redação Douranews

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Segunda, 01 Março 2021 20:02

Cassems celebra 20 anos no Estado

O presidente da Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores Públicos de Mato Grosso do Sul), Ricardo Ayache, recepcionou no começo da noite desta segunda-feira (27), no auditório da unidade de Campo Grande, autoridades, beneficiários e colaboradores da entidade para o encontro de celebração dos 20 anos de criação da Caixa. Durante a apresentação da trajetória histórica da entidade, várias homenagens foram feitas aos personagens dessa existência.

Ayache falou dos desafios, no ano 2000, e do enfrentamento com o Governo da época, que gerenciava o Previsul, um instituto de assistência ao servidor e que teve que se render à necessidade da transformação em uma Caixa de Assistência, a única do Brasil gerenciada pelo próprio servidor, como definiu o presidente durante a live transmitida para comemorar a data. Os ex-governadores Zeca do PT, com depoimento online e André Puccinelli, presencialmente, prestigiaram a celebração.

Ayache falou dos nove hospitais construídos no Estado e das melhorias em processo de implantação, enumerando as obras de construção do novo hospital em Dourados, “que serão nosso maior emblema no Estado, maior do que o de Campo Grande”, do Núcleo de Transplante de Medula Óssea em fase de início de atividades, com o de Órgãos e Tecidos e da Usina de energia fotovoltaica, a maior do Centro-Oeste brasileiro e que já abastece todas as unidades do Complexo Cassems em Mato Grosso do Sul.

O presidente da Cassems ainda recepcionou o então secretário de Administração à época, no Governo Zeca do PT, professor Antônio Carlos Biffi, que foi ainda deputado estadual e federal pelo PT. “A mudança que precisávamos fazer incluía resolver o grave problema de saúde, com um sistema colapsado e discutir uma proposta nova”, ilustrou Biffi, para justificar o surgimento do sistema de auto-gestão.

O primeiro presidente da Cassems, professor Lauro Sergio Davi, requisitado à época do movimento sindical de Dourados para comandar a transição do extinto Previsul para a nova Caixa de Assistência, corroborou parte dos aspectos históricos citados por Biffi e pelo vice-presidente atual da entidade, Ademir Cerri, um dos defensores do modelo de auto-gestão. “Um dos pontos principais foi o resgate da autoestima e da credibilidade do serviço de assistência à saúde”, comparou.

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Previsões da STN (Secretaria do Tesouro Nacional) apontam queda substancial na transferência dos valores do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) no mês de março. O FPM é uma das principais fontes de receita da maioria das cidades brasileiras, a exemplo do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), sendo repassado a cada dez dias do mês.

Pelas projeções do governo federal, o fundo constitucional em março será 35% inferior em comparação ao repasse efetuado em fevereiro, quando as prefeituras de Mato Grosso do Sul dividiram proporcionalmente o valor de R$ 166.761.396,00.

Em janeiro, o bolão rendeu aos municípios do Estado R$ 126.463.366,89, crescendo 31% em fevereiro com o repasse de 166.761.396,00, segundo a Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), presidida pelo prefeito de Nioaque, Valdir Júnior.

De acordo com a área técnica da entidade, os valores repassados incluem os percentuais de retenção do Fundeb (Fundo de Manutenção de Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).

CENÁRIO NEGATIVO

Além do cenário negativo agravado pela pandemia da Covid-19 (novo coronavírus), a queda dos repasses aos municípios preocupa os gestores públicos e a Assomasul. Diante de todos os compromissos assumidos pelos gestores, o fraco crescimento da economia tem trazido cada vez mais angústias, ainda mais neste período de grave crise nacional.

Tanto a Assomasul quanto a CNM (confederação Nacional de Municípios) têm acompanhado de perto esse cenário buscando medidas de apoio, como também lutando para amenizar os impactos dessa crise sem precedente, principalmente em âmbito municipal, onde os prefeitos sentem na pele o forte impacto causado pela doença. Preocupada com a situação, a diretoria da entidade aconselha cautela nos gastos públicos, indicando investimento apenas em prioridades emergenciais. (Willams Araújo)

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O vereador Dr. Diogo Castilho (DEM), que preside a Comissão de Higiene e Saúde na Câmara de Dourados, esteve na semana passada com o deputado estadual Barbosinha (DEM) na Assembleia Legislativa, em Campo Grande.

O médico, que está no seu primeiro mandato na Casa de Leis da maior cidade do interior do Mato Grosso do Sul, agradeceu o empenho da bancada estadual em repassar R$ 9,2 milhões para a Funsaud (Fundação de Serviços de Saúde de Dourados) e terminou dizendo que será necessário muito esforço “para que consigamos realmente combater as ‘causas’ dessa situação criada”.

A Fundação que administra o Hospital da Vida e a UPA (Unidade de Pronto de Atendimento) enfrenta uma grave crise financeira, com uma dívida acumulada da ordem de R$ 70 milhões. “Impagável”, considera o vereador democrata.

“Agradeço o empenho da bancada em repassar a verba para Dourados. Tenho acompanhado a saúde do município, o montante, mesmo não sendo o suficiente para sanar dívidas, ajudará muito. Também agradeço o deputado Barbosinha que nos recebeu e deixou as portas abertas para projetos que tenham como objetivo, o desenvolvimento de Dourados”, afirmou Dr. Diogo.

Ainda em Campo Grande, o democrata visitou o deputado estadual Luiz Ovando (PSL), e o prefeito Marquinhos Trad (PSD). (Com assessoria)

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A Semop (Secretaria municipal de Obras Públicas) está realizando o serviço de patrolamento nas aldeias da Reserva Indígena do município. Cerca de 20 km receberão as máquinas tanto na Aldeia Jaguapiru, quanto na Bororó, para melhorar o acesso no local. Devido às chuvas, as vias estavam praticamente inacessíveis aos moradores.

Segundo o secretário de Obras Públicas, Luís Gustavo Casarin, o prazo para finalização é de duas semanas para cada aldeia. A medida atende uma solicitação da própria comunidade indígena. Além do patrolamento, a administração fez o pedido para o MPPS (Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul) e para Funai (Fundação Nacional do Índio) para retirada de cascalho e posterior aplicação nas vias da própria reserva. “Vamos aguardar autorização desses dois órgãos para indicarem o local que podemos extrair e realizar o serviço”, explicou Casarin.

A Prefeitura vem fazendo a manutenção e melhorias das estradas rurais do município e dos distritos diariamente. A Administração municipal está atenta aos pontos mais críticos e realizando os serviços necessários para garantir à população o bom estado das estradas, informa via assessoria de comunicação.

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O clima previsto para o mês de março em Mato Grosso do Sul, que começa nesta segunda-feira (1), será de chuva e temperaturas acima da média, de acordo com prognóstico emitido pelo Cemtec, o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima no Estado.

No quesito chuva, março de 2021 será o oposto do ano passado que registrou El Niño e estiagem. Os modelos meteorológicos CFSv2/NOAA e INMET apontam acumulados expressivos, especialmente na parte centro-norte do Estado, onde a precipitação total esperada varia entre 300 a 400 milímetros. Já para a parte sul são esperadas chuvas abaixo da média com acumulados em torno de 80 milímetros.

“Recomenda-se atenção com chuvas intensas, alagamentos e enxurradas temporárias, elevação no nível dos rios e grande atividade elétrica que favorece a queda de raios durante o mês de março”, orienta a coordenadora do Cemtec, Franciane Rodrigues.

Sobre as temperaturas, a tendência é que elas fiquem acima da média em grande parte do Estado. A estimativa é que sejam registrados picos de 37°C que combinados com a alta umidade relativa do ar, favoreçam a formação das instabilidades e bastante chuva. A exceção será a região do bolsão, onde as temperaturas tendem a apresentar valores dentro da normalidade esperada para o mês.

Historicamente, as temperaturas no mês de março em Mato Grosso do Sul variam entre 18°C a 35°C, com a região pantaneira registrando as temperaturas mais elevadas. Os dados históricos de chuva, mostram variação entre 125 a 200 milímetros para o mês, com os maiores acumulados se concentrando nos setores norte e nordeste. Nesta segunda podem ocorrer chuvas esparsas no sul do Estado.

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O Governo de Mato Grosso do Sul deposita nesta segunda-feira (1) os salários de fevereiro dos servidores estaduais. Os saques poderão ser feitos já na terça-feira (2) nos terminas eletrônicos da rede bancária.

Determinado pelo governador Reinaldo Azambuja desde 2015, o pagamento antes do quinto dia útil é uma das ações de valorização do funcionalismo público. Segundo a Secretaria estadual de Administração e Desburocratização, a folha de fevereiro gira em torno de R$ 392 milhões.

A lista de remunerações do mês possui 78.800 matrículas de servidores ativos e inativos, incluindo aposentados e pensionistas do serviço público estadual.

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Morreu na tarde deste domingo (28), em Campo Grande, o repórter fotográfico e jornalista Valdenir Rezende, vítima de complicações causadas pela Covid-19. Ele tinha 55 anos e estava hospitalizado desde o dia 24 de janeiro. 

O repórter fotográfico era trabalhava no jornal Correio do Estado há 42 anos. Além disso, também passou pela redação do SBT. Valdenir deixa esposa e dois filhos.

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Hermes Rafael Delgado, de 22 anos de idade, está desaparecido em Dourados desde o meio da tarde deste sábado (27) quando foi visto pela última vez na cidade. A família procura por informações que possam ajudar na localização dele.

De acordo com uma das irmãs do rapaz, Hermes é morador em Ponta Porã e veio a Dourados para trazer os sobrinhos que se preparam para a volta às aulas prevista para esta segunda-feira (1) na rede pública de ensino do Município.

“Ele não conhece a cidade, minha irmã avisou pra ele ficar na casa com as crianças, mas ele disse que ia sair pra dar uma volta no shopping; e ainda não voltou”, relatou a mulher.

INFORMAÇÕES

Informações sobre o paradeiro de Hermes poderão ser repassadas para o número 99330-8903 (Cinthia).

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A enfermeira Priscila Veríssimo, de 35 anos, que era funcionária do Chama, o Complexo Hospitalar Manoel André, e que morreu quarta-feira (24), em Arapicara (AL), havia sido contaminada pela reinfecção da Covid-19. Ela se recusou a tomar a dose de Coronavac, a vacina chinesa, a que tinha direito por ser profissional da saúde.

Apoiadora de Jair Bolsonaro (sem partido), ela compartilhava frequentemente vídeos do presidente na conta do Facebook. Priscila já havia sido infectada uma vez. Por isso, achou que não pegaria a doença novamente e, seguindo o raciocínio do presidente, tinha dúvidas quanto à eficácia da vacina chinesa.

O hospital demitiu a enfermeira por ela se recusar a tomar a vacina e, na semana passada, ela pegou a doença novamente. Com complicações do novo coronavírus, Priscila morreu deixando um filho de 2 anos. Além da vacina, ela também compartilhava outros vídeos e imagens envolvendo o nome do presidente, abordando assuntos polêmicos, como o aborto, segundo repercutiu o Correio Braziliense.

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Com a abertura na pesca, a partir desta segunda-feira (1), a PMA (Polícia Militar Ambiental) já disponibiliza a Cartilha do Pescador 2021 com todas as atualizações das normas de pesca em Mato Grosso do Sul. A legislação pesqueira do Estado é uma das mais restritivas do país. MS é banhado por duas bacias hidrográficas (dos rios Paraguai e Paraná), com regras diferentes entre elas e com normas infraconstitucionais dos órgãos federal e estadual.

Entre as regras de pesca para o Estado, só de espécies com determinação de tamanhos de captura são mais de 30, sem contar que para algumas a proibição é por gênero, sendo que um gênero envolve diversas espécies. São mais 10 espécies de iscas que também possuem restrição de tamanho mínimo de captura.

Existem também rios e locais onde a pesca é proibida; outros onde só se permite a pesca na modalidade pesque-solte; espécies com pesca proibida; tipos de petrechos proibidos; cota de captura; regras de transporte e comercialização de pescado, entre outros, e o cidadão precisa realmente estar com essas informações em mãos, por abrangerem a questão com amplitude.

Acesse a Cartilha AQUI

A PMA tem investido na divulgação dessas normas em uma cartilha, que tem sido divulgada não só no Brasil, mas em outros países e para todos os turistas que frequentam o Estado. Este trabalho é fundamental, porque a pesca fora das regras constitui-se em crime, ou no mínimo infração administrativa, com multa e apreensão de produtos da pesca, barco e veículos, como no caso da falta de licença de pesca, que não se trata de crime, mas de infração administrativa, julgada pelo órgão ambiental estadual.

Informações da Cartilha

Desde o ano de 2019, com algumas alterações em 2020, o Estado tornou ainda mais rígidas as regras da pesca, principalmente no tocante à cota de captura e a inclusão de restrição de medidas para mais espécies e gêneros, além de tamanhos máximos de captura para quatro espécies. A cartilha especifica ainda sobre o Dourado, que teve sua pesca proibida em 2019 - com validade por cinco anos - bem como a Piracanjuba, peixe pertencente à bacia do rio Paraná, que já tinha pesca proibida desde 1994.

Em uma tabela única, a Cartilha do Pescador estabelece os 30 gêneros e espécies com as especificações de medidas para as bacias dos rios Paraná e Paraguai, com os respectivos tamanhos mínimos, bem como de outras quatro espécies, para as quais foram determinados tamanhos também máximos de captura.

Ainda há uma tabela com determinação de tamanhos mínimos de captura para 10 espécies de iscas vivas e as normas sobre sua captura e transporte. À exceção do caranguejo e do caramujo, as demais iscas vivas são peixes e possuem determinação de medidas também nas normas federais, que são as mesmas especificadas na tabela de isca viva apresentada. Portanto, deve-se respeitar as medidas da tabela em quaisquer rios.

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