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Redação Douranews

Redação Douranews

Apontado como uma das reservas morais da política douradense, o vereador Elias Ishy só não disputa a Prefeitura de Dourados nas eleições municipais de 2020 se optar por mais uma reeleição, contemplando apenas um projeto pessoal e do grupo político que representa no PT, a AE (Articulação de Esquerda), uma vez que o nome dele é defendido por várias das principais lideranças petistas de Mato Grosso do Sul, como o ex-governador Zeca do PT, o deputado federal Vander Loubet, o ex-prefeito Laerte Tetila e o ex-deputado João Grandão, entre outras, como alternativa à sucessão da prefeita Délia Razuk (PL) no Município.

Além de ter trajetória política elogiada até por adversários ao longo dos cinco mandatos de vereador em Dourados, Elias Ishy (atualmente com 60 anos e aposentado pela Caixa Econômica Federal) teve expressiva votação para deputado estadual nas eleições do ano passado, principalmente em Dourados, onde recebeu 7.805 votos, equivalente a 7,51% do eleitorado.

O pensamento corrente dentro do PT é que chegou a vez do vereador "ir para o sacrifício", ou seja, arriscar uma reeleição teoricamente tranquila por um projeto plural - mais arriscado, é verdade, mas, absolutamente necessário para o fortalecimento partidário, como repercute o site do jornal Folha de Dourados, lembrando que essa tarefa coube no passado a Ribeiro Arce, José Joaquim, Egon Krackeke, Tetila e Wilson Biasotto, todos na disputa da Prefeitura.

“A estratégia contribuiu na eleição de bancadas na Câmara Municipal e fortaleceu o partido em Dourados, que chegou à chefia do Executivo com Tetila e à Câmara dos Deputados com João Grandão”, ilustra o texto. Os resquícios da crise pela qual Dourados atravessa desde à renúncia de Ari Artuzi, em dezembro de 2010, no bojo da Operação Uragano, trouxeram à tona, segundo as lideranças petistas, lembranças na população das administrações de Tetila, que deixou o cargo em 2008 muito bem avaliado.

E para transformar o legado de Tetila em votos, o PT precisa de uma candidatura consistente para o atual momento político nacional, dizem os líderes que tentam convencer Elias Ishy a encarar a disputa pela retomada da Prefeitura e viabilizar a eleição de até quatro vereadores. Uma eventual candidatura do hoje único vereador da legenda na Câmara à Prefeitura permitiria a ascensão de lideranças, inclusive sindicais da AE, como a professora Gleice Jane e o bancário Ronaldo Ramos, já colocados como pré-candidatos à Câmara de Vereadores.

‘Plano B’

Contudo, o vereador parece não estar disposto a atender aos apelos dos companheiros, segundo emissários do grupo político. Ele tem evitado tratativas sobre a eventual candidatura a prefeito. Caso não se sensibilize pelo projeto partidário, o "plano B" deve ser do ex-secretário de Governo de Tetila, Ermínio Guedes. Engenheiro agrônomo, gaúcho, mas radicado há várias décadas em Dourados, Guedes é ex-patrão do CTG Querência do Sul, tem experiência administrativa, transita bem no agronegócio e em outros setores da classe média e tem ótima retórica e oratória.

O nome de Ermínio Guedes, inclusive, está sendo articulado para disputar a presidência do Diretório Municipal do PT em oposição ao atual presidente Natal Ortega, assessor político e braço direito de Elias Ishy, diz a publicação.

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Com uma torção no tornozelo direito, o atacante Bruno Henrique não foi relacionado pelo Flamengo para o jogo contra o Athletico-PR na noite desta quarta-feira (17) e o favorito para substituir o vice-artilheiro do Rubro-Negro no ano é Vitinho, enquanto Lincoln corre por fora para ficar com a vaga.

Bruno Henrique torceu o pé no jogo contra o Goiás e saiu da partida se queixando de dor no tornozelo. O atacante chegou a iniciar tratamento, mas como as dores persistiram, não foi relacionado para a partida das 20h30 (de MS) desta noite, que concorre com outro clássico nacional pela Copa do Brasil: Inter x Palmeiras, com vantagem do Verdão por um gol.

A Copa do Brasil tem ainda outros dois jogos, mais cedo: Bahia x Grêmio e Atlético-MG x Cruzeiro, esquentando a rivalidade mineira, fazem os confrontos decisivos, às 18h15 (de MS).

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Confiante na reabertura de linhas de crédito, após a reforma da Previdência, o Governo do Estado publica na edição desta quarta-feira (17) do Diário Oficial a alteração do teto de financiamento para população de baixa renda pelo Programa Minha Casa Minha Vida em Mato Grosso do Sul.

De acordo com o secretário estadual de Infraestrutura e vice-governador de Mato Grosso do Sul, Murilo Zauith, a partir de agora a população sem teto, com renda mínima fixada em R$ 4.685,00, poderá se adequar ao programa. Esse valor representa quase o dobro do anteriormente estipulado, que contemplava faixas entre R$ 1.300 a R$ 2.400.

O aumento do teto, conforme a publicação oficial, alterou o artigo 2º do Decreto 14.251, de 28 de agosto de 2015, do programa habitacional financiado e subsidiado para população de baixa renda, que recebe financiamento via CEF (Caixa Econômica Federal), com recursos do FGTS, em parceria com municípios.

Os valores das prestações a serem fixados nessa nova faixa econômica serão definidos pela Caixa, de acordo com a renda do interessado, mantendo-se a regra de que o valor não poderá ultrapassar 30% da renda bruta dos componentes do financiamento, conforme o agente financeiro.

“A nossa expectativa é de que a partir de agora o Governo vai, aos poucos, reabrindo os programas de injeção de recursos na Economia, e o setor da construção deverá ser um dos primeiros nessa linha. Então, estamos ajustando nossa legislação com essa necessidade do brasileiro que quer ter uma moradia”, observou o secretário, que assinou o decreto de alteração dos limites do programa com o governador Reinaldo Azambuja.

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Passada a aprovação da reforma da Previdência no primeiro turno, o governo federal vai adotar medidas para estimular o consumo e aquecer a economia. Uma delas é a liberação de saques de contas ativas e inatives do FGTS, que podem injetar até R$ 42 bilhões na economia.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou a informação em viagem internacional, na Argentina, em entrevista à GloboNews. Além do FGTS, o governo deve liberar recursos do PIS-Pasep. A soma de tudo, segundo Guedes, deverá ser de R$ 63 bilhões.

De acordo com reportagem feita pelo jornal Estadão, a porcentagem de saque das contas ativas vai variar de acordo com os recursos disponíveis. Os trabalhadores que têm até R$ 5 mil de saldo poderiam retirar 35% da quantia. De R$ 5 mil a R$ 10 mil, o índice subiria para 30%. Os que têm entre R$ 10 mil e R$ 50 mil ainda não tem porcentagem definida. Acima do último valor, passaria para 10%.

O governo Michel Temer também adotou ações similares. Em 2017, as contas inativas do FGTS injetaram R$ 43 bilhões na economia. Também houve liberação do PIS-Pasep em 2016, com efeito menor, repercute o Correio Braziliense.

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O vereador Marcelo Mourão (PRP) esteve no Jardim São Francisco visitando uma horta cuidada pelo morador Sebastião José Santos, de 80 anos, residente na região. O aposentado fez uma parceria com o proprietário do terreno, que o deixa plantar e cultivar no local produtos 100% orgânicos. Assim, ele mantém o terreno limpo e paga todo mês uma parcela do valor do IPTU.

Marcelo propõe que a Prefeitura crie um programa nos mesmos moldes em outros locais da cidade, através de uma legislação específica. Ele aponta que em todos os bairros há terrenos ociosos e completamente abandonados pelos proprietários.

“Se a Prefeitura der um benefício ao proprietário, convocar os aposentados, as pessoas da própria comunidade, dando a elas também benefícios para que possam cultivar e plantar, nossa cidade terá em todos os bairros uma horta linda como essa”, afirmou Marcelo.

O parlamentar defende que o projeto poderá beneficiar os proprietários com o pagamento do IPTU, gerar renda para pessoas que cuidarão das hortas e contribuir para a diminuição de terrenos ociosos que muitas vezes ficam tomados por matagais, propícios para a proliferação de doenças como a dengue.

Marcelo ressalta que a legislação deverá resguardar os direitos do proprietário, que poderá encerrar a parceria no momento em que achar conveniente e destinar o terreno para outra finalidade. “Essa é a minha proposta, que eu estou defendendo e vim aqui mostrar que isso funciona; deixa o terreno limpo e toda comunidade ganha com isso”, disse o vereador.

Sebastião, que cuida da horta há quatro anos, concorda que será muito bom se o projeto for replicado em toda a cidade. “É muito importante mesmo, a gente precisa de uma pessoa que dê uma iniciativa para valorizar o nosso trabalho”, disse.

Segundo Marcelo, o projeto poderá ser elaborado junto com a Secretaria municipal de Agricultura Familiar, que já desenvolve o projeto de hortas fitoterápicas em postos de saúde da cidade.

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José Roberto Gomes Tavares, de 55 anos, foi preso nesta quarta-feira (17) sob suspeita de tentar aplicar um golpe contra cliente de uma agência bancária, no centro de Dourados. O homem é natural de Campos dos Goytacazes (RJ), e era procurado pela Justiça de Sergipe, por crime de estelionato.

De acordo com as testemunhas, José Roberto se aproximou da vítima da tentativa de golpe e se ofereceu para ajudar a fazer o depósito. Ele teria retirado o envelope com dinheiro da mão do cliente e depositado outro envelope, porém, vazio. O cliente percebeu o golpe e conseguiu tomar o dinheiro, que José Roberto tentou esconder na cintura.

O golpista ainda tentou sair correndo, mas foi perseguido e detido pela quase vítima, com a ajuda de outras pessoas e entregue a uma equipe da Guarda Municipal que fazia rondas na região bancária. Na delegacia, José Roberto apresentou CNH (Carteira Nacional de Habilitação) em nome de Roberto Chaves Coelho. Disse ter vindo de Minas Gerais, passado por Campo Grande e estava em Dourados como representante comercial.

Entretanto, ao checar o documento, a Polícia descobriu que a CNH que ele portava era de outra pessoa e o farsante confessou que havia adquirido o documento por R$ 200 em uma passagem pela Bahia. Pelo nome verdadeiro, o sistema de identificação encontrou mandado de prisão preventiva expedido no dia 17 de abril de 2017 pelo Tribunal de Justiça de Sergipe contra José Roberto Gomes Tavares.

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O Ministério da Educação quer criar um fundo de natureza privada, cujas cotas serão negociadas na Bolsa de Valores, para financiar as universidades e institutos federais. Esse fundo contará, inicialmente, com R$ 102,6 bilhões. A maior parte desses recursos, R$ 50 bilhões, virá do patrimônio da União. A intenção é que esses recursos financiem pesquisa, inovação, empreendedorismo e internacionalização das instituições de ensino.

O fundo é a principal estratégia do programa Future-se, apresentado nesta quarta-feira (17) pelo MEC e será composto ainda por R$ 33 bilhões de fundos constitucionais, por R$ 17,7 bilhões provenientes de recursos angariados com leis de incentivos fiscais e depósitos à vista, por R$ 1,2 bilhão de recursos da cultura e por R$ 700 milhões provenientes da utilização econômica do espaço público e fundos patrimoniais.

Os recursos serão voltados para a instalação de centros de pesquisa e inovação, bem como parques tecnológicos; assegurar ambiente de negócios; criação de startups, ou seja, de empresas com base tecnológica; aproximar as instituições das empresas; estimular intercâmbio de estudantes e professores, com foco na pesquisa aplicada; firmar parcerias com instituições privadas para promover publicações de periódicos fora do país; entre outras ações.

A intenção é que essas ações gerem também recursos que serão remetidos ao fundo e também às instituições e aos próprios pesquisadores. A adesão das universidades e institutos será voluntária. O MEC não detalhou os critérios de distribuição de recursos entre as instituições, divulgou a Agência Brasil de notícias.

"A gente quer premiar as boas práticas, a gente não acredita no assistencialismo, quer premiar a cultura do esforço, quer premiar o bom desempenho, por isso estamos lançando esse programa. A gente quer permitir que se formem cada vez mais talentos e quer reter esses talentos", disse o secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Barbosa.

Como vai funcionar

O fundo será composto principalmente pelo patrimônio da União, como terrenos que foram, segundo Barbosa, cedidos pelo Ministério da Economia para esse fim. Por isso, os recursos serão integralizados com fundos de investimento imobiliário. "Isso que hoje é despesa vai virar receita para o fundo do Future-se", destacou Barbosa.

"O que a gente ganha a partir do momento que transforma esse terreno em cotas [é] que o setor empresarial constrói um shopping, isso vira sociedade de propósito específico, vira um shopping. Um terreno construído vai ser valorizado, então as cotas [se] valorizam. O dinheiro aumenta, e a própria rentabilidade das salas comerciais vai agregar valor a esse programa. Volta tudo para o Future-se", explicou.

Organizações sociais

De acordo com o MEC, a operacionalização do Future-se ocorrerá por meio de contratos de gestão firmados pela União e pela instituição de ensino com OS (organizações sociais). As OSs são entidades de caráter privado que recebem o status “social” ao comprovar eficácia e fins sociais, entre outros requisitos.
Os contratos de gestão poderão ser celebrados com organizações sociais já qualificadas pelo MEC. Além disso, as fundações de apoio poderão ser qualificadas como organizações sociais.

Sem mensalidade

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, garantiu que a proposta não inclui a cobrança de mensalidade nas graduações das instituições públicas. "[As instituições] continuarão públicas e os estudantes NÃO pagarão pela graduação", disse em publicação no Twitter.

A proposta será disponibilizada nesta quarta-feira para consulta pública. A sociedade poderá colaborar com sugestões até o dia 7 de agosto. O MEC irá, então, submeter ao Congresso Nacional um projeto de lei para viabilizar as mudanças. As universidades seguirão, segundo a pasta, contando com o orçamento público, de acordo com o que divulga a agência de notícias oficial.

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O suplente de deputado federal Geraldo Resende Pereira já reassumiu, nesta quarta-feira (17), o cargo de secretário estadual de Saúde em Mato Grosso do Sul, depois de cumprir o ‘rito’ de ‘substituir’ a titular da vaga, deputada Tereza Cristina, que se licenciou para participar de votação da reforma da Previdência.

A medida, assinada pelo governador Reinaldo Azambuja, e explicada pelo assessor de comunicação do secretário, jornalista Ricardo Minela, como ‘questão burocrática’, ganhou impacto a partir do momento em que o próprio Geraldo Resende fez divulgar, via sites de notícias, extensa agenda que cumpriria nesse único dia de mandato em Brasília.

“Vou no Ministério da Saúde discutir vários projetos para Mato Grosso do Sul, na Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) discutir o Hospital da Mulher e da Criança [de Dourados], conversar com o ministro-chefe da Casa Civil Onyx Lorenzoni, e estou querendo ir no Ministério dos Transportes para ver o aeroporto de Dourados, porque lideranças da cidade me pediram e me parece que nenhum deputado assumiu essa bandeira. Vou ver como o governo vai suprir esses cortes”, anunciou ao jornalista André Bento.

O Douranews conferiu as agendas dos titulares e assessores desses organismos, no portal do

Governo Federal na internet, e não visualizou nenhum despacho incluindo o suplente de Mato Grosso do Sul

na capital do País na data em que esteve fora da Secretaria de Saúde

Política na veia

Na tarde de segunda-feira (15), Resende chegou a dizer à jornalista Danúbia Burema, do site Midiamax, que estuda deixar a Secretaria para tentar, novamente, a Prefeitura de Dourados nas eleições do ano que vem. Ele foi derrotado pela atual prefeita, Délia Razuk (PL), na disputa de 2016.

“Eu tenho um compromisso com o governador de ficar até o final do mandato dele e há pedidos de várias lideranças de Dourados para que eu possa ser candidato lá”, explicou Resende, detalhando que ainda não sabe qual dos dois caminhos irá escolher.

“Logicamente que eu não deixo de alimentar os sonhos de um dia dirigir a minha cidade, mas neste momento eu estou dividido entre esses apelos e o compromisso que eu fiz com o governador”, oscilou.

Ebserh

Na Ebserh, um dos locais anunciados pelo suplente de deputado onde iria discutir o Hospital da Mulher e da Criança, há, para esta quarta-feira, às 14 horas, agenda do presidente Oswaldo Ferreira com a professora Mirlene Damazio, Reitora Pró-Tempore da Universidade Federal de Grande Dourados. Na pauta, as obras do Hospital da Mulher e da Criança e mais recursos para o HU (Hospital Universitário) da UFGD.

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A paratleta douradense Joane Corrêa representou o Município domingo (14) passado, em Ponta Porã, na Corrida da Fronteira que reuniu 199 atletas de vários estados do País na prova com percurso de 7 km.

“Para mim, foi motivo de orgulho representar nossa cidade e os demais colegas paratletas que não puderam estar presentes”, disse Joane Corrêa, afirmando que essa série de provas em que busca estar presente tem como foco o Brasileiro Circuito Caixa, que vai disputar em São Paulo no mês de setembro.

A paratleta voltou a agradecer o apoio dos patrocinadores, familiares e amigos que acreditam no potencial dela e elogiou organizadores da corrida internacional que reforçou a amizade entre os competidores.

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Apontado como o braço direito do narcotraficante paraguaio Fredy Ariel Irala Fernández, o “Liko’i”, Emanuel Diaz Ecker, também conhecido como “Alemão Ecker” foi executado a tiros no final da noite desta terça-feira (16) em Paranhos, na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai.

A vítima conduzia uma caminhonete Hilux de cor preta por uma ponte que liga os bairros Vila Nova e Novo Horizonte ll quando foi surpreendida pelos pistoleiros. Ele foi atingido por disparos de calibres 40 e 9mm, segundo apurou a Perícia Técnica da Polícia Civil.

A suspeita é de que ‘Liko’i” tenha fugido para Paranhos, após a operação da Polícia Nacional paraguaia que prendeu o líder Fredy Ariel realizada sexta-feira (12) passada na região. O criminoso é apontado como mais importante fornecedor de maconha da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

De acordo com a Polícia, o braço direito de Fredy foi Localizado em uma fazenda a 7 km de Capitán Bado, cidade paraguaia vizinha de Coronel Sapucaia, outro importante ponto de atuação do narcotráfico na fronteira entre o Estado e o país vizinho.

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