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Redação Douranews

Redação Douranews

Uma das companhias estaduais de saneamento que mais avança no cumprimento das exigências no novo Marco Legal de Saneamento, a Sanesul investe em tecnologia e equipamentos para tratamento da água fornecida aos seus usuários – hoje em torno de 1.381.844 habitantes nas 128 localidades atendidas em todo o estado, espalhados por 68 municípios e 60 distritos. Para atingir um alto grau de potabilidade, a companhia dispõe atualmente de 11 laboratórios, sendo um deles central, na Capital Campo Grande, e outros 10 nas regionais, instalados nas cidades de Dourados, Aquidauana, Corumbá, Coxim, Jardim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas.

São 1.731 pontos para a coleta de amostras de controle de qualidade. Em função da população abastecida, são exigidas um total de 4.416 amostras de água. Em janeiro deste ano, foram realizadas 215.420 coletas de amostras e, em fevereiro, 215.747 amostras. E como é feito o controle da qualidade da água pela Sanesul? O rígido controle é feito em dois momentos: no operacional e na rede de distribuição.

O Controle Operacional de Tratamento é feito diariamente nos mananciais subterrâneos – poços – para monitorar o cloro residual e a medição do pH da água, do fluoreto e da dureza da substância. Já no manancial superficial (rios e córregos) e nas ETAs (Estações de Tratamento de Água), acontece a cada duas horas com o objetivo de monitorar os parâmetros de turbidez, cor, pH, alcalinidade, temperatura, cloro residual e fluoreto.

O Controle de Qualidade da Água ocorre na saída de tratamento e na rede de distribuição, onde são verificados os seguintes parâmetros:
• Turbidez;
• Cor;
• pH;
• Cloro Residual;
• Fluoreto;
• Colônia heterotrófica;
• Coliformes totais;
• Coli.
Para atingir a eficiência no teor de qualidade, os profissionais do laboratório central recebem as informações das regionais e analisam os parâmetros físico-químicos, cromotográficos, microbiológicos e hidrobiológicos, reunindo dados que são disponibilizados para a população. São 442 mananciais subterrâneos – poços – e 13 captações de mananciais superficiais – rios e córregos. O total de amostras ambientais coletadas em 2020 foi de 3.392, tendo sido realizados 5.497 ensaios físico-químicos, cromatográficos, microbiológicos e hidrobiológicos.

“Nossa atividade é considerada essencial porque cuida do bem mais precioso para a manutenção da vida, que é a água. Por esta razão, cada um dos colaboradores da Companhia de Saneamento assume, de forma categórica ao entrar na empresa, um compromisso em trabalhar para manter e garantir qualidade dos produtos ofertados pela Sanesul – no caso, nossa água com alto índice de potabilidade. Assim, nosso compromisso é com a qualidade de vida dos nossos clientes”, lembra o diretor presidente da Sanesul, Walter Carneiro Jr.

Sustentabilidade

A Sanesul entende que o esforço e investimento em tecnologia devem acompanhar o uso racional e a manutenção dos recursos hídricos existentes. Neste sentido, um dos desafios assumidos pelo governo do Mato Grosso do Sul e pela companhia é o de diminuir o índice de perdas e conscientizar a população sobre o uso correto dos recursos hídricos, como afirmou o secretário de Infraestrutura do Governo do Estado, Eduardo Riedel.

“Nosso compromisso, além de levar água tratada para cada um dos sul-mato-grossenses das 128 localidades, é garantir a proteção e a preservação dos nossos mananciais. Por isso, nosso foco também está concentrado no uso racional desse bem precioso que é a água. Precisamos cuidar e preservar os mananciais para as futuras gerações”, comentou.

Osmose reversa: alta tecnologia no tratamento de água

Em 2018, a Sanesul investiu cerca de um milhão de reais no processo de osmose reversa para atender a comunidade de Albuquerque, distrito do município de Corumbá. A técnica utilizada para o tratamento da água em Albuquerque é diferenciada. O objetivo é a retirada dos sais e outras impurezas, tornando a água apropriada para o consumo. A captação é feita por meio de um poço e atende cerca de 2.500 habitantes que moram na região. O método é o mesmo utilizado em Israel e em algumas regiões do Nordeste brasileiro.

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Campo Grande (MS) - Policiais Militares Ambientais de Dourados receberam hoje (22), quatro filhotes de animal silvestre da espécie conhecida como coruja suindara (Tyto furcata), resgatados em uma residência em reforma naquela cidade. O proprietário da residência que estava com obra de reforma de sua casa encontrou as aves, no momento em que desmanchava um forro de madeira.

O morador informou que só percebera o ninho, no momento em que foi mexer no forro e que, até via as corujas adultas, mas não sabia que existia o ninho. Ele afirmou que depois do início da reforma, as corujas adultas não voltaram mais, devido ao barulho e que encontrou os animais hoje famintos. Por esta razão, realizou a captura e entregou à PMA em Dourados.

As aves entregues no quartel da Policia Militar Ambiental, receberam os primeiros cuidados, alimentação e hidratação e, posteriormente, serão encaminhadas ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS), em Campo Grande.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL – PMMS - (Contato – TENENTE CORONEL EDNILSON PAULINO QUEIROZ) tel. – 3357-1500

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Durante reunião extraordinária do Conselho de Administração do Consorcio Brasil realizada nesta quinta-feira (22), quando foi apresentado o quantitativo de vacinas que virão para o Consórcio pelo Fundo Soberano Russo, ficou definido que as unidades da federação não se opõem a fazer o repasse para o PNI, como o Ministério da Saúde deseja, desde que remunerados fundo a fundo ou indenizados no aumento proporcional das cotas que lhe cabem das vacinas que estão sendo entregues pelo Ministério da Saúde. “Essa será uma decisão dos Governadores”, pondera Paco Brito, secretário executivo do BrC e vice governador do DF.

O Consórcio Brasil Central está em negociação para compra de 28 milhões de doses da vacina Sputnik V, via Fundo Soberano Russo. O contrato deve chegar nos próximos dias em Brasília, uma vez que hoje chegaram os quantitativos mensais que serão recebidos pelo BrC, já incluindo todos os detalhes quanto ao cronograma de entrega dos lotes com as doses para cada unidade da federação consorciada – Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Distrito federal, Tocantins, Maranhão e Rondônia.

A reunião em que foi definida a posição do Consórcio Brasil Central foi de forma virtual

O quantitativo global da compra, bem como as cotas e o formato da distribuição para cada um dos consorciados, são informações que constam no Acordo de Confidencialidade. “Estamos bem avançados para concretizar a compra,” informa Paco Britto, acrescentando que a compra ainda está condicionada a liberação da vacina pela Anvisa.

Liberação

Segundo Paco Britto, a Procuradoria do Distrito Federal vai entrar com medida judicial para que a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que trata sobre a importação excepcional e temporária da Sputnik V, concedida ao estado do Maranhão, seja estendida também ao Consórcio Brasil Central.

Paco Britto já esteve com o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, alinhando o possível formato que seria adotado para distribuição e aplicação das vacinas para as 7 Unidades da Federação que integram o Consórcio. Ainda está sendo analisado essa modelagem junto ao Plano Nacional de Imunização (PNI). “Nossa intenção é distribuir 4 milhões de doses para cada consorciado,” adianta.

Participaram da reunião, os secretários de estado com assento no Conselho, Jaime Verruck e Jader Rieffe (MS), José Eduardo Pereira (DF), Jaílson Viana (RO), Sandro Armando (TO), Luíz Rodolfo (MA), Basílio Bezerra (MT), além dos diretores do Consórcio.

Subsecretaria de Comunicação, Subcom

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O nosso colchão é o maior companheiro no dia a dia. Que nos sustenta e dá conforto para dormir. Muitas vezes podemos até esquecer que eles estão ali, porém, se não estivessem sentimos enorme falta.

Apesar de parecer ser algo que não exige cuidados e atenção especial, o colchão é um ítem que, como muitos outros, precisa de cuidados.

Saber quais são esses cuidados é muito importante, além de realizar constantemente o ritual de limpeza do seu colchão. Afinal, todo mundo quer que seu conforto permaneça o mesmo e de alta qualidade por muito mais tempo.

Apesar de a troca da roupa de cama ser um hábito comum, a limpeza do colchão já não pode ser considerada tão comum assim. Além disso, quando feita, muitas vezes, não é da forma correta.

Pensando no seu bem-estar e nas melhores saídas na hora de higienizar o seu colchão, nós fizemos esse artigo, que vai te trazer um tutorial de como limpar o colchão e uma lista de benefícios por fazer disso um hábito.

Como cuidar do colchão

Um bom colchão pode durar até 7 anos com os cuidados corretos, e descobrir qual melhor colchão pode ser vantajoso a longo prazo. O primeiro passo é seguir os cuidados recomendados pela própria fabricante do colchão. Como respeitar a sua vida útil e mantê-lo protegido do sol. As recomendações podem ser as mais diversas, por isso é bom atentar-se.

Os principais cuidados que se deve ter com o colchão é o respeito ao seu limite de peso, não envolvê-lo em plástico, trocar seu lado de semana em semana ou quinzenalmente e não dobrá-lo.

Seguindo os passos anteriores você provavelmente já vai ampliar, e muito, a vida útil do seu companheiro de todas as noites.

Para manter os ácaros e fungos longe do seu colchão é de grande importância que ele seja mantido em ambientes arejados, para evitar o contato com a umidade e, consequentemente, o acúmulo de bactérias e ácaros.

No colchão em si você pode ainda colocar algumas misturas para a limpeza. Borrifar vinagre com bicarbonato de sódio, por exemplo, é o método mais usado para desinfetar o colchão.

O seu colchão pode ainda ser lavado a seco por uma equipe profissional, capacitada e reconhecida pela ANVISA, o que garante um resultado muito mais eficiente.

No processo da lavagem a seco será injetado no colchão uma solução que eliminará maus odores, bactérias, fungos e ácaros. Após isso o colchão ainda é limpo por fora para que volte a ter aquela aparência de novinho.

Por que limpar o colchão

Para pessoas com baixa imunidade, crianças e idosos, a limpeza do colchão é ainda mais fundamental. Ela vai ajudar, dentre muitos fatores, a manter a boa respiração. Isso também se dá ao fato de que, no Brasil, os ácaros são os maiores causadores de ataques alérgicos.

Ninguém gosta de ter crises alérgicas, aquela coceira chata, aquele espirro descontrolado. Nem mesmo de ter secreções e dores nas narinas e de cabeça.

Os ácaros se alimentam principalmente da nossa pele, que é solta quando dormimos. A troca de pele é algo comum e que nem percebemos quando acontece, porém, que no nosso colchão, pode trazer dores de cabeça.

Os ácaros podem causar alergias, coceiras, piorar quadros de asmas e prejudicar a qualidade do sono. Os fungos que podem ser gerados com a umidade podem trazer doenças e afetar a sua saúde.

Por essas razões, nunca deixe de manter sempre seu quarto bem ventilado e a limpeza do seu colchão em dia.

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Dourados (MS), 22 de abril – Policiais do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) recuperaram, na tarde de hoje, uma camionete Chevrolet S10, de cor cinza, carregada com 1.426,100 quilos de maconha. O veículo possuía um registro de Roubo/Furto ocorrido na cidade de Moji das Cruzes (SP).

A ação ocorreu em virtude da Operação Hórus, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, durante um patrulhamento ostensivo no Anel Viário de Dourados, no sentido BR-163.

Os militares deram ordem de parada ao condutor da S10, que desobedeceu e fugiu, em alta velocidade. Após alguns quilômetros o homem, de 44 anos de idade e residente em Goiânia, foi detido. Ele contou que foi contratado para pegar a camionete, já carregada, em Ponta Porã para entregá-la em Campo Grande (MS).

A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron), em Dourados, onde o homem permaneceu à disposição da Polícia Judiciária.

O DOF mantém um canal aberto direto com o cidadão para tirar dúvidas, receber reclamações e denúncias anônimas, através do telefone 0800 647-6300. Não precisa se identificar e, a ligação, será mantida em absoluto sigilo. O serviço funciona 24 horas por dia, sete dias por semana.

SeComSoc
DOF/Sejusp

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Revelação do ciclismo sul-mato-grossense, Kawãh David vai pedalar em Portugal. O jovem de 16 anos, natural de Chapadão do Sul, assinou contrato com a Seissa ACR Roriz, de Barcelos, cidade pertencente ao distrito de Braga, uma das principais equipes de categoria de base da Europa. Com apoio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte), o atleta embarca na madrugada desta quarta (22) para quinta-feira (23).

O ciclista ficará em solo português inicialmente por três meses, retornando em julho. Depois de duas semanas no Brasil, volta novamente ao país europeu, sistema que vai continuar até o fim do contrato firmado, em 2022. Devido à pandemia da Covid-19, Portugal suspendeu por tempo indeterminado os serviços de emissão de vistos em Embaixadas e Consulados, o que inviabiliza estadia de estrangeiros por mais de 90 dias.

Segundo o pai do atleta, Octavio David, o objetivo é permanecer no Velho Continente após a temporada 2022. “A Seissa Roriz forma apenas atletas juniores, mas sabemos que o Kawãh participando das competições europeias, com bons resultados e se destacando, outras equipes podem observar e se interessar, já pensando no profissional”. O jovem sul-mato-grossense tem como técnico, atualmente, Magno Prado Nazareth, douradense que representou o Brasil nos Jogos Pan-Americanos 2019 de Lima, no Peru, e medalhista de prata na prova de contrarrelógio.

O talento de Kawãh foi observado em diversas oportunidades. A primeira “vitrine” foram os Jogos Escolares da Juventude, evento realizado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) em Blumenau (SC), em 2019. O atleta esteve junto à delegação organizada e chefiada pela Fundesporte, representando Mato Grosso do Sul.

Na cidade catarinense estava o gestor de alto rendimento da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), Fernando Firmino. Ciclista de destaque na competição nacional, o sul-chapadense foi convocado pelo dirigente para o “Training Camp Ciclismo de Estrada” da CBC, em janeiro de 2020, na cidade de Rio Claro (SP).

Durante o período de treinamento com a seleção de base brasileira, o atleta passou por uma série de avaliações e testes físicos padronizados para criação de banco de dados. “Usamos os resultados do Training Camp e enviamos a equipes europeias, entre elas a Seissa, que se interessou por mim”, revela Kawãh. “É um sonho, desde quando comecei a treinar e competir profissionalmente há dois anos. Não vai ser fácil ficar longe de casa, mas estou muito feliz com essa oportunidade”, completa.

Kawãh Davi foi destaque também nos Jogos Escolares da Juventude

“O Kawãh é um exemplo de que, com investimento desde a base, com os Jogos Escolares da Juventude, é possível competir em alto nível e chegar a ir para fora do país. Estamos na torcida. Para nós é um orgulho muito grande ver um atleta correr atrás de seus sonhos”, destaca o diretor-presidente da Fundesporte, Marcelo Ferreira Miranda.

O ciclista de Chapadão do Sul já tem currículo repleto de títulos e estava sendo contemplado pela última edição (2019-20) do programa Bolsa Atleta, do Governo do Estado. O sul-mato-grossense conquistou dois ouros inéditos para o estado na fase final dos Jogos Escolares da Juventude (JEJ) de 2018, em Natal-RN, na classe de 12 a 14 anos: foi campeão na prova por pontos (australiana) e na prova por resistência.

No mesmo ano, foi campeão brasileiro de estrada. Nos Jogos Escolares da Juventude de MS, etapa estadual organizada pela Fundesporte, o atleta faturou duas medalhas douradas, na prova de velocidade (contrarrelógio) e por pontos (australiana). O ciclista também coleciona medalhas de outros eventos nacionais de destaque: Volta Ciclística do Interior de Minas (Minas Gerais), Volta do Futuro (São Paulo) e Tour de Cuiabá (Mato Grosso), por exemplo.

Lucas Castro, Fundesporte

Foto de destaque: Divulgação/Bike76.com

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O projeto de reativação da Usina Termelétrica William Arjona, instalada no Distrito Imbirussu, em Campo Grande, avança, com previsão de início das operações em junho deste ano. Executivos do Grupo Delta Energia, que assumiu o empreendimento, informaram nesta quinta-feira (22) em reunião com a direção da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos (Agepan), que estão em andamento as tratativas com a Petrobrás, a transportadora TBG e a distribuidora MSGás, para solucionar todos os trâmites necessários ao funcionamento. A unidade geradora, antes pertencente a outro grupo, ficou parada por quatro anos.

Para disponibilizar no sistema interligado nacional a energia elétrica que vai ser gerada, também estão em andamento as negociações com a Energisa MS e o ONS (Operador Nacional do Sistema).

Na Agepan, os executivos buscaram informações regulatórias, considerando que serão clientes do insumo gás natural, cuja distribuição feita no Estado pela MSGás é fiscalizada pela Agência. “Acreditamos no Mato Grosso do Sul, vemos que o Estado favorece o investimento privado e então resolvemos investir na geração”, afirmou Ricardo Lisboa, sócio fundador da Delta. A posição reforça a intenção manifestada já em 2019 em reunião com o governador Reinaldo Azambuja, quando o grupo adquiriu a usina. Ele disse que a meta ambiciosa é de reativar a usina em junho, contanto com 50 funcionários somente na área de operação. Esse é o primeiro investimento em geração do Grupo. “E esperamos com o resultado desse investimento fazer outros”.

“A Agência reguladora quer promover o equilíbrio na relação de consumo de usuários e prestadores de serviço e auxiliar no desenvolvimento do Estado. O que for necessário no que diz respeito a adequação das questões regulatórias, estiver nas mãos da agência, buscaremos iremos fazer”, assegurou o diretor-presidente, Carlos Alberto de Assis.

Acompanhado do diretor de Gás e Energia, Valter Allmeida da Silva, e do coordenador da Câmara Técnica de Energia, Paulo Patrício da Silva, Assis apresentou um panorama do trabalho da Agepan e dos regulamentos vigentes. A Portaria nº 103, que estabelece as Condições Gerais para a Prestação de Serviço de Distribuição de Gás Canalizado a Consumidor Livre, deverá, inclusive, passar por revisão, trazendo modernidade ao processo. “É uma norma de 2013, que servia à realidade daquele momento, agora é preciso revisar e adequar ao cenário trazido pela nova Lei do Gás, que busca a formação de um mercado aberto, dinâmico e competitivo”, explicou o diretor Valter.

O modelo de funcionamento da nova William Arjona requer a classificação como consumidor independente e não cativo do gás natural porque a usina não ficará gerando energia permanentemente. A unidade será ativada pontualmente, conforme necessidade do sistema elétrico e de acordo com a viabilidade do custo da geração para o sistema nacional como um todo naquele determinado momento.

Também participaram da reunião na Agepan os diretores da Delta Luiz Fernando Vianna, Guy Ishikawa, Marcos Moraes e Marconi de Araújo.

Gizele Oliveira, Agepan

Foto: Divulgação

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Amambai (MS), 22 de abril – Policiais do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) apreenderam, na manhã de hoje, um veículo Nissan Sentra, de cor prata, carregado com 153 quilos de maconha e 8 quilos de skank.

A ação ocorreu em virtude da Operação Hórus, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, durante um bloqueio policial para fiscalização na rodovia MS-156, no município de Amambai.

Os militares abordaram, inicialmente, condutor (32) e passageira (21) do veículo HB20 de cor preta, que seguia no sentido Amambai/Caarapó. Logo em seguida o condutor do veículo Nissan Sentra desobedeceu à ordem de parada dos policiais e fugiu, em alta velocidade no sentido Caarapó.

Por alguns quilômetros o condutor do Sentra conduziu o veículo pela contramão de direção, até tentar a fuga por uma plantação de milho. O veículo atolou em uma curva de nível foi quando o homem, de 27 anos de idade, foi preso.

Ele disse que foi contratado para pegar o veículo já carregado em Ponta Porã, para entregá-lo na cidade de Porto Alegre (RS). O casal abordado fazia o serviço de ‘batedores de estrada’.

A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia da Polícia Civil de Amambai, onde as três pessoas permaneceram à disposição da Polícia Judiciária.

O DOF mantém um canal aberto direto com o cidadão para tirar dúvidas, receber reclamações e denúncias anônimas, através do telefone 0800 647-6300. Não precisa se identificar e, a ligação, será mantida em absoluto sigilo. O serviço funciona 24 horas por dia, sete dias por semana.

SeComSoc
DOF/Sejusp

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Campo Grande (MS) – No dia 22 de março, completando-se um mês hoje, a Polícia Militar Ambiental lançou a operação “Prolepse” de prevenção aos incêndios em Mato Grosso do Sul, com foco especial na região do Pantanal, tão prejudicada pelos incêndios nos últimos anos. Todas as 26 Subunidades do Batalhão, que conta com 325 Policiais estão atuando na operação, que tem foco principal na informação e na educação. Nesta fase informativa, 61 propriedades rurais foram visitadas e funcionários e proprietários receberam informações verbais, bem como por meio de “folders”.

Orientação nas propriedades rurais.

A aceitação pela população urbana e rural da operação Prolepse, nome que significa antecipação, antevisão, prenoção, que indica o que a operação pretende, até porque prevenção é função da Polícia Militar prevista na Constituição Brasileira, tem sido enorme, pois tanto os pequenos , como os grandes produtores rurais visitados, têm percebido que a PMA não é um órgão somente repressivo, mas de orientação e prestador de informações, que consegue formar convencimento, de que o ambiente equilibrado é fundamental para todos, principalmente para suas propriedades rurais.

Por outro lado, assim que a população tomou conhecimento da operação, passou a denunciar sistematicamente as pessoas que insistem em desrespeitar as normas, especialmente nos perímetros urbanos, pois sabem, que apesar de o foco seja a prevenção aos incêndios na área rural pantaneira, os incêndios urbanos também serão combatidos e prevenidos como uma das metas da operação.

Porém, infelizmente, a tendência é neste primeiro momento haver um número maior de autuados, especialmente nos perímetros urbanos, em razão da maior quantidade de denúncias, com tendência de queda ao longo dos anos, pois o planejamento da operação é que aconteça, até que sejam controlados os problemas do incêndios, primeiramente devido a parte repressiva, ainda necessária, mas depois pelo efeito das informações e dos trabalhos de Educação Ambiental realizados nas escolas rurais e também nas propriedades e assentamentos.

NÚMEROS

Neste primeiro mês da operação, apesar de ser mais de orientação, foram 22 pessoas autuadas e aplicadas R$ 47.670,00. Somente quatro incêndios foram em áreas rurais em pastagens e 18 foram em áreas urbanas.

COMO SE DESENVOLVE A OPERAÇÃO PROLEPSE E QUAIS OS SEUS OBJETIVOS E METAS

O que se tem percebido no Brasil são investimentos maiores na contenção, ou tentativa de contenção, depois que os problemas ambientais já foram causados. No caso dos incêndios expensas enormes de recursos humanos e materiais são utilizados na tentativa de extingui-los, quando muitos permanecem até acontecerem chuvas, mesmo com trabalhos intensivos por dias a fio.

O raciocínio então deve ser que, em um simples incêndio evitado, evitam-se milhões em gastos para apagá-lo, com equipamentos, aeronaves, pessoal e todo o dispêndio de recurso público envolvido. Dessa forma é na fase preventiva que se deve investir e se devem acontecer o maior número de ações. Esses valores ainda são ínfimos se comparados às perdas pelas degradações ambientais, com danos a todos os serviços que o ambiente proporciona.

Sabe-se que, pelos menos, 99% dos incêndios são de origem humana. Dessa forma, é na fonte dessa origem (humana) que se deve combater o problema com uma gama de metodologias e ações coordenadas e integradas, de curto médio e longo prazo. Os trabalhos na operação Prolepse ocorrerão todos os anos, a partir de 2021, seguindo objetivos e metas específicas e integradas com uso de tecnologias, informação, educação ambiental e, por último, repressão.

META - TECNOLOGIAS

Inicialmente será constituído o Núcleo Técnico Ambiental do Batalhão de Polícia Militar Ambiental, objetivando o uso de geotecnologias para a caracterização e georreferenciamento das áreas incendiadas em cada ano, para então, serem direcionados os trabalhos preventivos, bem como os levantamentos de possíveis nexos causais para a efetivação da repressão, quando necessária e possível.

Definidas essas áreas prioritárias, que são as que não queimaram, pois possuem maiores probabilidades de incêndios, devido a maior presença de material combustível (vegetação) será realizada a prevenção com informações aos moradores rurais, bem como as atividades educativas diretas aos proprietários rurais, funcionários e assentados rurais, como também nas escolas, com meta de prevenção de curto, médio e longo prazos, incluindo a orientação nas escolas a sensibilização aos filhos dessa geração, para que ao assumirem seus lugares, assumam também atitudes diferentes de manejo e cuidados com as propriedades.

META - INFORMAÇÃO

Outra frente é o trabalho informativo, que será realizado por meio de materiais didáticos específicos, iniciando com um “folder” (anexo), depois para uma cartilha do produtor e outros materiais, com foco nos incêndios. A cartilha do produtor envolverá também todas as informações para o desenvolvimento das diversas atividades que necessitam de intervenções ambientais nas propriedades rurais, dentro do que especificam as normas. Esta cartilha envolverá as informações passo-a-passo de como se realizar atividades com melhor planejamento e dentro das normas técnicas e jurídicas.

META - EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A Educação Ambiental será executada por meio de ações nas propriedades rurais, especialmente em escolas e assentamentos, mas também porta-porta e casa-em-casa, especialmente nos pontos e regiões indicados pelo mapeamento do Núcleo Técnico Ambiental das áreas propensas a incêndios. Sabe-se que a educação é a base de uma sociedade. A educação ambiental está dentro das missões da Polícia Militar Ambiental como prioritária, conforme o Decreto Estadual 9.773/2000 determina em seu artigo 3°, que prevê, inclusive, a fiscalização preventiva aos incêndios.

O Batalhão já faz educação ambiental em escolas públicas e privadas e tem atendido em média 20 mil alunos anualmente, em forma de oficinas temáticas, versando sobre temas ambientais atuais, dividindo os alunos em grupos, os quais passam pelas oficinas. Sendo elas: 1.    Reciclagem de papel, com palestra sobre os problemas relacionados aos resíduos sólidos. 2. Visitação ao museu de animais e peixes taxidermizados e materiais utilizados em crimes ambientais (empalhados), com palestra sobre fauna, pesca, atropelamentos de animais silvestres, etc. 3. Apresentação do teatro de fantoches, com peças sobre as questões ambientais, como: desmatamentos, incêndios florestais e resíduos sólidos, etc. 4. Ciclo da Água, com palestras sobre o ciclo, uso sustentável, poluição e escassez dos recursos hídricos. 5. Casa da Energia - Trata-se de uma maquete de uma residência com todos os locais de consumo de energia (lâmpadas, chuveiros, ar condicionado, geladeira, micro-ondas etc.). Com esta oficina é realizada a discussão e informação sobre os tipos de energia e a importância ambiental de se economizar este recurso. 6. Plantio de mudas nativas, com palestra sobre flora (Desmatamento, erosão de solos, controle de poluição, assoreamento), preservação, conservação e uso racional dos recursos hídricos.

Para atender a esta meta de redução de incêndios, a Educação Ambiental do Batalhão que é executada de forma lúdica, preparará as oficinas com os temas voltados para a prevenção aos incêndios. No período prólogo ao período seco, trabalhar-se-á orientação em escolas rurais, cumprindo objetivo de médio prazo às crianças e adolescentes, que muitas vezes, também em brincadeiras com materiais pirotécnicos podem provocar incêndios. Porém, os trabalhos principais serão com os adultos em educação porta-porta e casa-em-casa, nas propriedades e assentamentos rurais.

META - REPRESSÃO

A repressão é o último objetivo da operação, até porque quando for necessária, o problema já aconteceu. Porém, sabe-se que muitos realizam incêndios criminosos que prejudicam também seus vizinhos, tanto nas áreas urbanas quanto rurais, além, é claro, da degradação ambiental da flora e em cascata, fauna, solo e recursos hídricos. Quando se esgotarem todas as ações preventivas e o incêndio ocorrer, o Batalhão de Polícia Militar Ambiental se utilizará da experiência dos seus profissionais, aliada aos recursos materiais e tecnológicos, no sentido de materializar a atitude delitiva.

Na parte penal, efetivar-se-á a materialização do crime e a constituição de perícias para assegurar a punibilidade que, no caso da Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal n° 9.605/12/2/1998), possui uma previsão de pena extremamente restritiva nesta instância, com dois a quatro anos de reclusão.

Na instância administrativa os relatórios qualificados com imagens, definição de danos causados, favorecerão ao órgão ambiental (Instituto Estadual de Meio Ambiente – Imasul) a decisão para o julgamento da multa, que no caso, o Decreto Federal nº 6.514/2008 prevê multa de R$ 1.000,00 por hectare, se não envolver área protegida. Ao envolver áreas protegidas como as de Preservação Permanente (APPs) e Reserva Legal (RL), a multa é de R$ 5.000,00 por hectare e, se no bioma Mata Atlântica, a multa é de R$ 5.000,00 a R$ 7.000,00, dependendo do estágio de regeneração.

Na instância civil, os relatórios qualificados também favorecerão à parte mais importante do processo, que é a reparação do dano, por meio de subsídio à possível ação civil pública, ou até em ato extrajudicial que a reparação possa vir por proposta pelo Ministério Público de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Dessa forma, a ação repressiva, que infelizmente ainda é necessária, funcionará como fator de dissuasão de cometimentos dos crimes.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL – PMMS - (Contato – TENENTE CORONEL EDNILSON PAULINO QUEIROZ) tel. – 3357-1500

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Geração de oportunidades de novos negócios e de ao menos 250 empregos diretos e 300 indiretos, mais conforto e segurança para os usuários, disponibilidade de serviços e fomento ao desenvolvimento regional são alguns dos benefícios que a concessionária Way 306 aponta nesse primeiro ano da concessão da MS-306, completados em 22 de abril de 2021.

Os resultados foram apresentados pelo presidente da empresa, Paulo Lopes, ao diretor-presidente da Agepan, Carlos Alberto de Assis, em audiência na sede da Agência, em Campo Grande. Os resultados também estão disponíveis para conhecimento dos próprios usuários, em um informativo impresso entregue nas praças de pedágio, a Revista 306.

Ao receber Lopes nesta quinta-feira (22) em audiência institucional, acompanhado do diretor de Transportes, Rodovias e Portos, Ayrton Rodrigues, o presidente da Agepan destacou o compromisso da Agência com a excelência do trabalho regulatório para que a concessão de 30 anos realizada pelo Governo do Estado seja bem-sucedida no objetivo de adequação de capacidade, reabilitação, operação, manutenção e conservação da via.

A Agência tem a atribuição de fiscalizar a execução do contrato pela concessionária e foi a responsável por atestar, com a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos, o cumprimento dos Trabalhos Iniciais. Essa etapa contratual, prevista para o primeiro ano da concessão, era condição obrigatória para que se iniciasse a cobrança de pedágio, gerando recursos para novas etapas de melhorias.

Além do trabalho técnico realizado regularmente, a partir da sede em Campo Grande, a Agepan conta com um Posto de Fiscalização instalado na via, no município de Chapadão do Sul, inaugurado em 9 de abril. As instalações estão interligadas ao Centro de Controle Operacional da Way 306, municiando a agência reguladora de todas as informações da operação da via, em tempo real.

A Revista 306, um informativo trimestral com informações da gestão da MS-306, está disponível para leitura por qualquer cidadão interessado, em versão on line, no link: https://www.way306.com.br/imprensa/revista-306.

Gizele Oliveira, Agepan

Foto: Divulgação

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