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Redação Douranews

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Após a abertura da segunda agência de trânsito do Detran, Dourados será a primeira cidade do interior a atender por meio do agendamento online, a partir do dia 6 de julho, aos contribuintes que buscam algum tipo de serviço entre os oferecidos pelo Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul.

Para o gerente regional Aparecido Dias Duarte, essa forma de organização evitará filas e aglomeração nas agências, respeitando assim o período de pandemia em que o país se encontra. “O atendimento ficará mais organizado e seguro, tanto para o cliente quanto para os funcionários, uma vez que ele será atendido em seu horário marcado, evitando que fique aguardando em filas, tendo contato com outras pessoas”, comenta.

O diretor-presidente do Detran-MS, Rudel Trindade, frisa a importância de os clientes optarem pelo atendimento presencial apenas se necessário. “Muitos serviços oferecidos pelo Detran já são realizados de forma online, sem que o cliente precise se deslocar a uma agência, por isso é importante a conscientização das pessoas para que saiam de casa somente em casos específicos”, finaliza.

Para a agência localizada na Avenida Marcelino, 334, sala 3, Jardim Clímax, o atendimento será geral, servindo para os serviços relacionados a veículos e CNH (Carteira Nacional de Trânsito). Já para a agência localizada na rua Coronel Ponciano, 600, os serviços serão específicos para serviços relacionados a veículos, habilitação, vistoria, penalidade, multa e veículo apreendido.

O sistema para agendamentos estará aberto a partir de segunda-feira (29), através do site do Detran-MS. Dourados conta com uma frota registrada de 159 mil veículos.

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A vereadora Daniela Hall (PSD) está defendendo a intervenção do Estado na gestão administrativa dos recursos que chegam para a Secretaria de Saúde para o enfrentamento e combate a Covid-19 em Dourados. Para Daniela, que se manifesta contra o fechamento do comércio, a população está vendo o anuncio de investimentos que passam de R$ 45 milhões, mas o atendimento precário persiste, sem contar a falta de estrutura oferecida aos profissionais da Saúde.

“O ‘lockdown’ [fechamento total] pode gerar impactos irreversíveis na economia, como o desemprego em massa e fechamento de empresas. Por isso, para evitar que a Prefeitura chegue a esse ponto, precisamos de uma gestão técnica que possa resolver e dar celeridade nas demandas da Saúde. É preciso fazer a abertura da ‘caixa preta’ das finanças da Prefeitura pelos órgãos fiscalizadores como o Ministério Público Estadual, Denasus [o Departamento Nacional de Auditoria do SUS] e o Tribunal de Contas da União. O município está pagando o que com os investimentos que chegam se até dias atrás os agentes de saúde estavam utilizando aventais de sacos plásticos doados?”, indaga.

Segundo Daniela, o lockdown vai depender da capacidade de atendimento nos leitos disponíveis e por essa razão cabe ao município tomar medidas emergenciais para barrar e controlar essa pandemia. “O que chega é investimento do Estado como mais 10 leitos anunciados na última sexta-feira. Hoje se faz muito pouco pelo município para controlar essa pandemia. Cobrei muito a instalação de barreiras sanitárias, na verdade desde a confirmação dos primeiros casos. Depois de muitas cobranças o município começou a instalar uma barreira que não ‘barra’ nada por falta de estrutura. Por isso se limitam a apenas aferir a temperatura dos transeuntes. Não há testagem das pessoas identificadas com temperatura alterada e não há a ‘sanitização’ dos veículos com solução de hipoclorito de sódio, como tenho visto em várias barreiras instaladas em nosso estado. Existem muitas denúncias de contaminação dentro do próprio hospital de pacientes que entraram com outra enfermidade e acabam contraindo a doença”, relata.

Além disso, segundo Daniela, profissionais estão adoecendo emocionalmente e com a própria doença. “Falta rapidez nas decisões. Aprovamos a lei de uso obrigatório de máscaras há mais de 20 dias e somente na semana passada foi sancionada e com vetos. Pedimos para que a Prefeitura regulamentasse a fiscalização e ela vetou. Uma lei que obriga, mas que não compromete o gestor na fiscalização e não pune os infratores se torna inócua. Verdadeiro absurdo. Não há fiscalização sobre distanciamento social. Nos bairros a vida está normal. E a prefeitura não está fiscalizando absolutamente nada. A Guarda Municipal tem feito o que pode, mas não consegue atender a todas as demandas. Não vejo uma campanha de conscientização em massa da população. Pedi desde o início que o Executivo fizesse uma interlocução com o Exército para que ele nos ajudasse com as barreiras sanitárias e com essa fiscalização. O Exército Brasileiro tem feito um trabalho muito bom em inúmeros municípios brasileiros. Tem efetivo pra isso e são treinados”, desabafa.

Daniela entende que existem muitas outras formas de controlar a pandemia antes dessa medida extrema de fechamento, porém acredita que, sem uma intervenção técnica de órgãos superiores nas contas do município, “o lockdown será a única alternativa possível para controlar a doença”, lamenta diante da inércia da Prefeitura. (Com assessoria)

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A Prefeitura de Dourados conseguiu junto ao Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) a licença ambiental que autoriza o início das obras de ampliação do Aeroporto Municipal ‘Francisco de Matos Pereira’, cujos serviços serão executados pelo Exército Brasileiro, por meio do 9º Batalhão de Engenharia de Construção, sediado em Cuiabá.

A licença, com validade de quatro anos, é mais um passo adiante no projeto de reforma e ampliação do aeroporto de Dourados, visando dotar o espaço das condições para o município receber novos empreendimentos e, assim, impulsionar o desenvolvimento de Dourados e região.

O documento do Imasul autoriza a ampliação da pista de pouso e decolagem para 2.280 x 45 m, construção de taxiways, ampliação da via de acesso da Seção de Combate a Incêndio, estacionamento, e pátio de aeronaves, além de serviços auxiliares de terraplanagem e drenagem pluvial.

O projeto de revitalização do aeroporto de Dourados tem investimento previsto de R$ 49 milhões. Depois da ampliação e restauração da pista de pouso e decolagem, execução de nova pista de taxiway, pátio de aeronaves e áreas de escape, o Município estará habilitado a receber modelos 800 do Boeing 737, com capacidade para até 180 passageiros.

A prefeita Délia Razuk avalia que a partir da ampliação e melhorias na infraestrutura aeroportuária do município, Dourados poderá se abrir “à prospecção de novos mercados, inserindo nossa cidade e região em uma nova rota do transporte aéreo nacional, buscando ainda formas de atrair mais empreendedores e elevar a nossa capacidade produtiva, de olho no consumidor externo”.

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Durante sessão desta terça-feira (23) o deputado Barbosinha (DEM-MS) voltou a chamar atenção para a situação dos leitos de UTI do Hospital da Vida, em Dourados, destinados ao tratamento dos pacientes de casos com a Covid-19. Segundo o parlamentar, na unidade existem 20 leitos para atendimento dos casos com a Covid-19, dos quais, 10 foram retirados da rede de urgência e emergência para suprir a demanda do município no atendimento exclusivo de pacientes com a doença.

“Estamos extremante preocupados com o atual cenário da saúde na nossa cidade. Preocupado com o Covid-19, mas também extremamente atento ao atendimento de outras patologias no município. Se a quantidade de leitos públicos habitados para atender Dourados e região já é pouco, transferir esses leitos já existentes não garante o atendimento em outras áreas como as doenças do coração, rim, acidentes, entre outros. Se as pessoas não morrerem pela falta de leitos destinados ao atendimento da Covid-19 podem vir a falecer pela falta de atendimento de outras patologias”, explicou o parlamentar.

O deputado douradense fez questão de lembrar que o Hospital da Vida é referência de atendimento em saúde para pacientes da macrorregião formada por 32 municípios. Conforme o mapa hospitalar de leitos da rede pública de saúde – publicado no Diário Oficial do Estado do dia 08 de junho de 2020 – consta a existência de 48 leitos públicos de UTIs para pacientes com a Covid-19 em toda Dourados.

Em sua fala, o deputado reforça que o momento é de unir forças para garantir a vida da população que tanto tem sofrido com o coronavírus. “Estamos conclamando o poder público, as forças do Governo do Estado, da Prefeitura, das secretarias municipal e estadual de Saúde e do próprio Legislativo, para que se estabeleça um diálogo e uma integração para solucionar essa falta de leitos na nossa Dourados. Estamos vivenciando um momento muito delicado e se não houver tomada de decisões urgentes, vidas serão ceifadas sem o devido atendimento. É hora de concatenar as ações e o trabalho de todas as autoridades de saúde em favor da vida dos douradenses”, enfatizou o deputado.

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O deputado Barbosinha (DEM-MS) apresentou indicação, na sessão remota da manhã desta terça-feira (23) na Assembleia Legislativa, com pedido de informações da Prefeitura de Dourados sobre quais os critérios que foram adotados para a colocação de faixas amarelas ao longo de um trecho da avenida Coronel Ponciano, na área urbana do Município.

O deputado observou que a Coronel Ponciano é um importante centro comercial de Dourados e existem inúmeras empresas localizadas naquela região há anos, principalmente no trecho que tem início na avenida Marcelino Pires e vai até a rua Mozart Calheiros, agora marcado com faixas que proíbem o estacionamento na lateral da pista.

Ele questiona o fato de que, ao marcar a via, a Prefeitura não indicou qualquer distinção e nem a possibilidade de flexibilização de áreas e horários para estacionamento, e os comerciantes do local sequer foram informados dessa medida tomada pela Prefeitura de Dourados sem consultar a população.

“A proibição de estacionar em um trecho comercial, sem qualquer justificativa, vai acarretar enorme prejuízo para os comerciantes que há anos estão ali instalados, principalmente no trecho que tem início na Avenida Marcelino Pires e vai até a Rua Mozart Calheiros”, considerou Barbosinha, lembrando que no trecho não é comum o registro de acidentes, bem como, a fluidez do trânsito é normal.

Na indicação, o deputado Barbosinha pede que, por intermédio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, a prefeita Délia Razuk seja notificada a informar, em 48 horas, qual a justificativa para a implantação da faixa amarela (proibição de estacionar) nesse trecho e se existe algum estudo técnico realizado para subsidiar a medida.

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Com mais 135 casos da doença, chegam a 1.964 os casos confirmados da Covid-19 em Dourados. É o que mostra o mais recente boletim epidemiológico divulgado no final da manhã desta terça-feira (23) pela Secretaria estadual de Saúde, apontando que Mato Grosso do Sul agora contabiliza 5.784 casos confirmados. Só nas últimas 24 horas foram mais 393 ocorrências no Estado.

A projeção exponencial do crescimento da doença no Estado se confirma com oito novos óbitos nas últimas 24 horas, recorde até agora na escalada do coronavírus. Desse número, Dourados e Corumbá somam seis mortes (três em cada município), acrescidos de Glória de Dourados e Guia Lopes da Laguna, com uma morte em cada uma dessas cidades onde a curva se apresenta mais ascendente. 

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A equipe de tapa-buracos da Semsur (Secretaria municipal de Serviços Urbanos) resolveu um antigo problema de corrosão da pavimentação asfáltica e acúmulo de água servida na Rua Áurea de Matos Carvalho (antiga W-9) no cruzamento com a Rua Rio Brilhante, no Jardim Água Boa.

No local, a equipe da Semsur fez os serviços de drenagem para escoamento da água acumulada, a remoção de todo o asfalto danificado e aplicação de nova massa asfáltica. Bueiros e bocas-de-lobo também foram desobstruídos. Antes da ação da Prefeitura, funcionários da Sanesul eliminaram um vazamento na rede que abastece a região.

De acordo com o responsável pelo setor de tapa-buracos da Semsur, Osmaldo Nunes da Silva, no local foram utilizadas três toneladas de massa fria, “devolvendo a trafegabilidade à via pública e eliminando antigo problema que vinha causando muitos transtornos”.

O servidor também disse que há necessidade de conscientização de moradores da parte acima do local onde existia o problema e pediu a colaboração no sentido de que evitem que a água servida escorra pela via pública, pois “isso danifica muito o asfalto e contribui para o surgimento de mais buracos”.

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Morador no distrito de Sanga Puitã encontrou o corpo de uma pessoa que apresentava ferimentos no tórax quando retornava para a casa dele, na noite desta segunda-feira (22), em Ponta Porã. Acionada, a Polícia da cidade identificou o cadáver de Rafael Ribeiro Barros, de 28 anos.

O corpo de Rafael, conhecido na região como ''Alemão'', e encontrado às margens da estrada, apresentava ferimentos na região do tórax. A suspeita é de que ele tenha sido morto a tiros, o que só poderá ser comprovado após investigações que correm na 1ª Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã.

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Uma moradora do distrito de Indápolis e outra da sede do Município são as duas novas ocorrências de óbitos que elevam o mapa de Dourados para 13 mortes (incluindo o motorista que morreu em Tocantins) e aceleram a curva de Mato Grosso do Sul para 52 óbitos, cinco apenas nas últimas 24 horas.

Nesta segunda-feira (22), o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, anunciou duas mortes, uma em Vicentina e outro caso de Glória de Dourados e na madrugada desta terça-feira (23) também foi confirmado um óbito, de uma técnica de enfermagem em Corumbá.

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As Promotorias de Justiça do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) em Dourados instauraram Procedimento Administrativo com o objetivo de fiscalizar e acompanhar a execução de medidas sanitárias e de biossegurança para prevenção e controle da disseminação e contágio do novo coronavírus pelas redes de supermercados, hipermercados, atacadistas e congêneres em funcionamento no Município.

A medida, que está publicada em edição do Diário Oficial do MPMS desta terça-feira (23), considera decretação, em janeiro deste ano, pela OMS (Organização Mundial de Saúde), de situação de “emergência de saúde pública de importância internacional”, seguida da declaração mundial de pandemia da Covid-19, em março, com a recomendação do emprego urgente de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública.

Na abertura do Procedimento, o MP de Dourados considera ainda o Plano de Contingência Nacional para Infecção Humana pelo Coronavírus que coloca o Brasil, no momento, no nível de reposta 3 [emergência em saúde pública de importância nacional] e que Estados e Municípios vêm elaborando planos de contingência locais, inclusive acatando recomendações expedidas pelo MPMS.

Apesar das ações desenvolvidas pela municipalidade e do Plano de Contingência desenvolvido pela Secretaria municipal de Saúde, o número de casos confirmados da doença aumenta, de forma exponencial, diariamente, em transmissão comunitária, colocando Dourados como o novo epicentro da Covid-19 em Mato Grosso do Sul, reconhecem as Promotorias.

Nesse sentido, observa a Recomendação, os supermercados, hipermercados e atacadistas continuam a funcionar mesmo neste período de pandemia, como locais de grande circulação e de aglomeração de pessoas, e muitas pessoas seguem comparecendo a tais ambientes comerciais, lotados, sem que esss ou os próprios funcionários e prestadores de serviços estejam utilizando equipamentos de proteção individual básicos, como máscara e álcool 10º, aumentando a chance de transmissão do coronavírus individualmente para o funcionário e para o consumidor, ampliando, ainda mais, a transmissão comunitária.

Cinco dias para o cumprimento

A partir dessas considerações, o MPMS de Dourados recomenda – e fixa prazo de cinco dias para o cumprimento ou não do que se pede - que todos os empregados do setor supermercadista utilizem obrigatoriamente máscaras, podendo ser caseiras, desde que atendidas as orientação do Ministério da Saúde, devendo ser feita a limpeza regular conforme orientação das autoridades sanitárias; estabeleçam estratégias e rotinas de organização e biossegurança de modo a evitar aglomerações dentro e fora do estabelecimento comercial, adequando o número de pessoas a serem atendidas, de acordo com o espaço físico disponível, fiscalizando o cumprimento da distância mínima entre os consumidores, aumentando a frequência de limpeza dos locais onde os usuários mantêm maior contato, e disponibilizando álcool 70% para a higienização das mãos, carrinhos, cestas, caixas, esteiras e mercadorias.

Recomenda, ainda, que se realizem campanhas em estabelecimentos, com cartazes, avisos sonoros, e outros meios de divulgação, para estimular: o uso de máscaras por todos os consumidores, em todos os lugares públicos, obedecendo as normativas das autoridades públicas e sanitárias; que apenas um membro da família fique responsável pelas compras, a fim de que a clientela deixe de fazer compras em grupo, evitando a exposição do menor número de pessoas possíveis a ambientes, em potencial contaminados, sobretudo aquelas que pertençam aos grupos de risco; a realização de compras por canais alternativos ofertados como compras online e/ou por telefone; determinem que todos os entregadores usem obrigatoriamente máscaras10, podendo ser utilizadas máscaras caseiras, conforme orientação do Ministério da Saúde e devendo ser feita a limpeza regular conforme orientação das autoridades sanitárias; adotem todas as medidas necessárias para garantir a proteção dos funcionários e consumidores, preconizadas pela Organização Mundial de Saúde e ainda: verificar, regularmente, se os locais de trabalho estão limpos e são higiênicos; limpar regularmente superfícies como mesas e balcões, ou objetos como telefones e teclados com desinfetante; colocar dispensadores para higienizar as mãos em locais destacados no trabalho; implementar essas medidas de forma combinada com ações de comunicação, como a orientação na intranet sobre a lavagem das mãos; assegurar que funcionários, colaboradores e clientes tenham acesso a locais onde possam lavar as mãos com água e sabão; e exibir cartazes promovendo a lavagem das mãos.

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