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Redação Douranews

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O ator Sean Penn disse em entrevista exibida nesta sexta-feira (15) que lamenta a repercussão de sua reportagem com o chefe do tráfico mexicano Joaquim " El Chapo" Guzmán, que tinha como objetivo discutir a violência das drogas, segundo o astro de Hollywood.

"Eu lamento terrivelmente", disse Penn ao apresentados Charlie Rose, do programa de TV This Morning, da CBS, em entrevista gravada na quinta-feira em Santa Monica, na Califórnia. "Eu lamento que a discussão inteira sobre essa reportagem ignore o seu propósito, que era tentar contribuir para essa discussão sobre a política da Guerra às Drogas".

Guzmán foi recapturado pela polícia mexicana na semana passada, seis meses após ter protagonizado uma fuga espetacular da prisão por meio de um túnel dentro de sua cela. Enquanto estava foragido, Guzmán teve um encontro secreto com Penn em um esconderijo na selva --fato que o governo diz ter sido "essencial" para encontrá-lo.

A reportagem com base na entrevista concedida a Penn, de 55 anos, foi publicada na revista Rolling Stone no sábado. Nela, Guzmán se vangloria dos envios de drogas e da lavagem de dinheiro por meio de grandes empresas mexicanas e estrangeiras.

O ator rejeitou as alegações de que a entrevista resultou na prisão de "El Chapo".

"Existe esse mito sobre a visita que fizemos, meus colegas e eu, a El Chapo, que foi... 'essencial' para a captura dele", disse Penn. Ele disse que se encontrou com Guzmán há "muitas semanas" e em um local longe do ponto de sua captura.

As autoridades mexicanas querem incentivar os cartéis de drogas a colocar a culpa pela prisão de Guzmán no encontro, segundo Penn, porque o governo ficou constrangido por Penn e seus colaboradores terem encontrado o traficantes antes que as autoridades conseguissem prendê-lo.

Penn disse que poderia estar correndo perigo, mas afirmou não ter medo de possíveis ameaças. Ele não disse quem organizou o encontro com Guzmán, mas contou ter um contato que "facilitou um convite".

 

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Terça, 12 Janeiro 2016 17:02

Messi e os cinco troféus 'Bola de Ouro'

O Barcelona divulgou nesta terça-feira a imagem de Messi com as cinco conquistas de melhor do mundo à frente. Na foto, o craque argentino "abraça" os troféus Bola de Ouro assegurados nos anos de 2009, 2010, 2011, 2012 e 2015.  O último foi assegurado na noite de segunda em evento em Zurique, na Suíça. O jogador apresentará seu novo triunfo à torcida no próximo domingo antes do jogo diante do Athletic Bilbao pelo Campeonato Espanhol.

 O clube culé poderá torcer por outros momentos como esse. Isso porque o atleta assegurou que pretende encerrar sua carreira no Camp Nou, local que ele chamou de "casa".

- Minha ideia é terminar em minha casa, e minha casa é o Barcelona. Aqui é onde me viram crescer, e tomara que seja assim. Mas o futebol dá muitas voltas. Há um ano, matavam a todos nós, e no fim ganhamos quase tudo. Minha intenção é terminar onde comecei - disse Messi logo depois da premiação de gala da Fifa.

 

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Na manhã desta segunda-feira (11), rapaz de 22 anos, morador de Campo Grande, procurou a Polícia Civil para relatar caso de extorsão que sofreu. Ele fez videoconferência nu com uma desconhecida, pelo Facebook, e foi ameaçado por outro homem, que disse ter gravado as imagens.

De acordo com o boletim de ocorrência, o rapaz aceitou solicitação de uma desconhecida no Facebook e eles começaram a conversar. O jovem afirma que em dado momento, a mulher propôs que eles fizessem uma videoconferência, chat com vídeo, e o rapaz aceitou. Ele afirma no registro policial que os dois tiraram as roupas e ficaram nus na webcam.

Ainda conforme relatado para a polícia, após aproximadamente 10 minutos, um homem entrou na conversa e disse que havia gravado todo o vídeo. Além disso, afirmou ainda que tinha os perfis dos amigos e familiares da vítima e que, se ele não depositasse R$ 2,5 mil, divulgaria o vídeo para todos.

De acordo com o boletim de ocorrência, os telefones passados pelo suspeito são da Arábia Saudita, assim como a mulher que o teria adicionado no Facebook. O caso é tratado pela Polícia Civil como extorsão.

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Holly Holm precisou encarar a pressão de enfrentar Ronda Rousey desde a pesagem oficial do UFC 193, em Melbourne, na Austrália. Após uma turnê sem polêmicas, a até então desafiante encarou uma ex-campeã agressiva, que recusou tocar as luvas antes do início do combate. O nocaute no segundo round colocou um ponto final na hegemonia de "Rowdy" na categoria e também no apoio incondicional dos fãs, que criticaram o comportamento da americana.

Em entrevista ao programa "The MMA Hour", Holm adiantou que não concorda com as críticas demasiadas contra Ronda, mas fez questão de destacar que entende a reação dos fãs, que não se identificam com a postura da ex-campeã. 

- Eu acho que ninguém merece isso, mas ela se colocou nessa posição. Ela dizia a si mesma que não se importava se alguém não gostasse do seu estilo. É assim que ela é e não pretende mudar. Eu não tenho nada contra ela. Muitas pessoas acham que eu deveria ter, mas eu simplesmente não desperdiço energia com esse tipo de coisa. As pessoas são muito brutais com algumas coisas, mas eu acho que ela é dura o suficiente e pode lidar com isso. Ela nunca sentiu algo parecido com isso antes, deve estar passando por um momento muito difícil. Eu seria idiota se dissesse algo diferente. 

Holly ainda deu mostras de ser uma campeã diferente. A americana afirmou que se preocupa com o estado das adversárias após o combate, principalmente por já ter sentido o gosto da derrota nos tempo de boxe, mas mantém o foco para trilhar um caminho vitorioso no MMA. 

- Não é ruim o suficiente para eu mudar o resultado. Eu sempre simpatizo com minhas oponentes independente de qualquer coisa. Se você ganha, elas vão para casa num dia ruim. Isso não significa que eu quero que elas vençam. Você se sente triste quando perde. Eu não quero que ninguém se sinta assim. 

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O Estádio Barão da Serra Negra, em Piracicaba, será o palco da estreia de Jadson e Luis Fabiano no Tianjin Quanjian, clube chinês comandado por Vanderlei Luxemburgo e que realiza a pré-temporada em Atibaia. O jogo-treino contra o XV de Piracicaba, marcado para sábado, às 18h, abre a série de três partidas que o Tianjin realizará até 3 de fevereiro, quando deixa o país. Vitória e Portuguesa também estão na lista de adversários dos chineses, segundo anúncio da assessoria de imprensa do clube, na manhã desta segunda-feira.

A entrada para acompanhar a partida entre XV e Tianjin será um quilo de alimento não perecível. Será a oportunidade de os torcedores do interior paulista verem de perto o meia e o atacante que fizeram sucesso com as camisas de Corinthians e São Paulo, respectivamente, e chegaram recentemente ao clube chinês. 

Também será mais um teste para o Nhô Quim na preparação para o Paulista. Até aqui, o time, que tem Gerson Magrão, ex-Flamengo e Cruzeiro, e Héverton, ex-Portuguesa, como principais nomes do elenco, já ficou no 1 a 1 com o Velo Clube, no último sábado, e nesta quarta-feira volta a campo contra o União Barbarense. 

Depois, o Tianjin Quanjian vai enfrentar o Vitória, em amistoso na Arena da Fonte Nova, em Salvador, às 20h30, e encerra sua passagem pelo Brasil contra a Portuguesa, em jogo-treino agendado para 2 de fevereiro, no Canindé, às 19h30. No dia seguinte à atividade com a Lusa, a delegação retorna para China. O Tianjin está em Atibaia desde a última quarta-feira. 

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O ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Edinho Silva, disse que o Brasil precisa se defender de um possível agravamento da crise econômica internacional. “É necessário criar, de maneira responsável, mecanismos que possibilitem ao país superar este período de turbulências, com a força da nossa economia interna”, afirmou o ministro, em artigo publicado hoje (6) em seu blog pessoal.

“Além de iniciativas que levem à retomada do crescimento econômico, é essencial a construção de uma agenda de consenso para que o Brasil possa tomar as medidas necessárias na busca de maior eficiência e competitividade internacional”, acrescentou.

Sem mencionar o processo de impeachmentaberto na Câmara dos Deputados contra a presidenta Dilma Rousseff, Edinho também defendeu o diálogo contra “as mesquinhas disputas político-partidárias”.

“Se o diálogo vencer as mesquinhas disputas político-partidárias, se medidas de fortalecimento da economia forem aprovadas – repito, sempre de forma responsável -, o Brasil tem todas as condições de, em breve, retomar o crescimento, a geração de emprego e renda, voltando a ser exemplo de superação da longa crise econômica mundial”, concluiu Edinho.

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A Polícia Militar prendeu um casal suspeito de tráfico de drogas na noite da quarta-feira (30), no Bairro Morada Verde, na Capital. De acordo com o boletim de ocorrência, uma mulher que estava no ponto de venda de drogas foi presa em flagrante. Um homem que também estava no local, fugiu pulando o muro e foi capturado pelo militares momentos depois. Ao ser preso, ele disse aos PMs, que já havia acionado um advogado para defendê-lo.

Consta no registro que os militares viram um homem retirando um pacote de dentro do muro de uma residência. Ele foi abordado e foi encontrada uma porção de drogas. O usuário acabou confessando que havia comprado o entorpecente no local, a chamada “Boca do Zezinho”. 

Os policiais entram na casa e encontraram Jaqueline de Jesus Damásio, de 30 anos. Ela resistiu a prisão e acabou com escoriações. No momento da abordagem, o homem que estava na casa fugiu pulando o muro. Pouco depois, os militares localizaram Aparecido Fernandes Brito, de 27 anos, nas imediações. O suspeito disse que não responderia nada aos policiais e que já havia acionado um advogado. 

O casal suspeito de tráfico de drogas foi preso e encaminhado à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro e durante o trajeto, o celular de Aparecido tocou várias vezes. Em uma das ligações, foi informado “Zezinho, o verde está pronto”. Conforme o registro, “verde” é uma gíria usada para se referir à maconha. 

Quando os policiais chegaram à delegacia, o advogado do casal já estava no local. O caso foi registrado como tráfico de drogas, resistência e formação de quadrilha. 

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Sábado, 19 Dezembro 2015 10:40

Obama quer Bashar al-Assad fora do poder

O presidente americano, Barack Obama, reafirmou nesta sexta-feira (18) que seu contraparte sírio, Bashar al-Assad, deve deixar o cargo, alertando que não pode haver paz no país sem um governo legítimo, e prometeu trabalhar para a desativação da prisão de Guantánamo, em Cuba.

"Eu acho que Assad terá que sair para que o banho de sangue pare no país, para que todas as partes envolvidas consigam avançar em um caminho não sectário", disse Obama em sua coletiva de imprensa de fim de ano.

"Ele perdeu legitimidade aos olhos do país", reforçou.

Enquanto o presidente dava estas declarações na Casa Branca, o secretário de Estado americano, John Kerry, e o chanceler russo, Sergei Lavrov, mantinham uma reunião em Nova York para discutir uma solução política para a guerra que se arrasta há cinco anos.

O Conselho de segurança da ONU adotou nesta sexta-feira uma resolução que prevê que "no início de janeiro" se iniciem negociações entre o governo e os rebeldes sírios para acabar com a guerra e declarar um cessar-fogo.

Aos jornalistas presentes na coletiva, Obama disse que a continuidade de Assad no poder, depois de ter "massacrado" seus concidadãos, ao invés de conduzir uma transição política, "não é possível".

"Consequentemente, nossa visão é de que você não pode trazer paz à Síria, não pode por fim à guerra civil a menos que tenha um governo reconhecido como legítimo pela maioria do país. Isto não ocorrerá".

O presidente afirmou, ainda, que os esforços de Kerry em Nova York dão "uma oportunidade, mas não para fazer o relógio voltar atrás". "Será difícil superar a devastação que já ocorreu na Síria, mas se trata de uma oportunidade para encontrar uma transição política que mantenha o Estado sírio".

Além disso, a esperança é que "se inicie um cessar-fogo".

Esta suspensão das hostilidades "não será perfeita", afirmou, mas "permitirá que todas as partes se concentrem no que deveria ser uma prioridade, que é destruir o grupo Estado Islâmico e seus aliados na região".

Promessa de campanha
Em outro momento da coletiva, Obama afirmou o desejo de trabalhar no Congresso para fechar o centro de detenção instalado na base naval de Guantánamo, em Cuba, uma de suas promessas desde que chegou à Casa Branca, em 2008.

Obama disse que não assumiria a princípio uma negativa do Congresso de um esforço conjunto, mas sugeriu que poderia agir mediante decretos, como fez com as medidas de alívio migratório, e admitiu que "Guantánamo é um ímã fundamental no recrutamento de jihadistas".

"Acho que é preferível se pudermos fazer algo com o Congresso. Vocês já me viram agir sobre migração, não vou me antecipar no que posso fazer sem o Congresso, sem antes provar o que posso fazer com o Congresso", declarou o presidente.

Obama revelou que levará ao Congresso um plano "sobre como podemos fechar Guantánamo. Não vou assumir que o Congresso dirá não. Penso que é justo dizer que haverá importante resistência em alguns setores a esta ideia".

No entanto, o presidente antecipou que pretende argumentar que "não faz sentido" continuar gastando milhões de dólares "para ter um ambiente seguro para 70 pessoas".

Segundo ele, o governo tem trabalhado sistematicamente para reduzir o número de pessoas detidas em Guantánamo, incluindo aí um processo de "revisão daqueles casos de (pessoas) elegíveis para uma transferência".

A expectativa da Casa Branca, de acordo com Obama, é que no começo do ano que vem seja possível reduzir o número de detidos em Guantánamo "a menos de 100" pessoas.

No Congresso, a bancada do opositor Partido Republicano se opõe terminantemente a qualquer projeto que contemple o fechamento do centro de detenção, mediante a transferência de presos considerados perigosos para o território americano.

Para os republicanos, este cenário transformará os locais de detenção onde estas pessoas estiverem em eventuais alvos de ataques e permitiria, ainda, a estas pessoas a possibilidade de se defender mediante o sistema judicial americano, ao qual não têm acesso em Guantánamo.

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Foi liberado nesta segunda-feira (14), o pagamento da primeira parcela de recursos viabilizados pelo deputado federal Geraldo Resende (PMDB) para execução de obras de asfalto no município de Itaquiraí. O valor disponibilizado é de R$ 375 mil

         O valor é fruto de articulação política do parlamentar junto ao Ministério da Integração Nacional através da Sudeco (a Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste). O total a ser investido é de R$ 795,6 mil, sendo R$ 45,6 mil de contrapartida da Prefeitura e R$ 750 mil da União.

            De acordo com o prefeito Ricardo Favaro Neto, os investimentos chegam em boa hora, tendo em vista que o asfalto é um dos maiores anseios da população. “É de grande importância para nós, proporcionar desenvolvimento para o município. Itaquiraí conhece o trabalho do deputado Geraldo por já ter recebido investimentos para asfalto em outras ocasiões. Com mais estes recursos estaremos realizando o sonho antigo de mais moradores”, comemora.

         Para o deputado Geraldo Resende, essas obras de pavimentação asfáltica irão proporcionar qualidade de vida às famílias que moram no local. “Elas deixarão de conviver com o pó e o barro, usufruindo de vias mais limpas e sinalizadas, o que contribui com melhores condições de saúde e valorização urbana”, diz.

         Trabalho

         O trabalho de Geraldo Resende em favor de Itaquiraí é antigo. No primeiro mandato como deputado federal, já em 2004, garantiu via Ministério das cidades R$ 100 mil para o asfalto em várias ruas do Jardim Primavera. Em 2005, em trabalho conjunto com a Bancada Federal, garantiu recursos na ordem de R$ 400 mil para a drenagem e pavimentação de ruas e em 2007 destinou recursos de R$ 180 mil de uma emenda individual para a construção da Quadra Esportiva na Escola Municipal Jair Alves da Costa, no Assentamento Santa Rosa. O parlamentar também garantiu junto com a bancada de Mato Grosso do Sul a aquisição de uma retroescavadeira, via Ministério do Desenvolvimento Agrário. Viabilizou, ainda, recursos para ações na área de saúde, como por exemplo, construção de Unidade Básica e de uma Academia da Saúde.

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Os Estados Unidos lançaram nesta quinta-feira (12) um ataque aéreo com drones na Síria que teve como alvo o cidadão britânico Mohammed Emwazi, conhecido como "Jihadi John", que apareceu em vários vídeos de decapitações do EI (o Estado Islâmico), como informou o Departamento de Defesa dos EUA.

O porta-voz Peter Cook não informou se Mohamed Emwazi morreu, afirmando apenas que "os resultados da operação realizada durante a madrugada estão sendo avaliados e informações adicionais serão dadas quando for apropriado", segundo o comunicado.

Entretanto, as redes de televisão americanas "ABC News" e "CNN" afirmaram que, segundo fontes do alto escalão do governo americano, "Jihadi John" morreu nos ataques. Fontes militares deram a mesma informação à "BBC".

Segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, um importante membro britânico do Estado Islâmico e três outros militantes estrangeiros foram mortos nos ataques aéreos, como repercutiu o portal G1.

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