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Redação Douranews

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Acadêmicos do curso de Ciências Econômicas da Face (a Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Economia) da Universidade Federal da Grande Dourados realizaram, entre a última semana do mês de julho e a primeira semana de agosto, pesquisa de preços do valor da Cesta Básica de alimentos do mês de julho e, no comparativo com o mês anterior, constataram uma queda de 7,81%.

De acordo com o que divulga a assessoria da UFGD, os preços da cesta básica de junho ficaram em R$ 405,92 o que significa 40,67% do salário mínimo, de R$ 998. E, no mês passado, o trabalhador douradense teve que destinar uma quantia inferior, após apurados os valores de 374,20 reais, o que equivale a 37,49% do salário mínimo vigente no país.

Dos 13 produtos que compõem a Cesta Básica, conforme o levantamento dos acadêmicos, quatro apresentaram aumento de preços no mês de julho em Dourados. E o produto que teve a maior elevação do mês foi o café com 1,53%; o arroz, com 1,36%; e o açúcar, com 1,01% de aumento. E, com uma pequena elevação de preços, a carne com 0,05%, segundo o apurado.

A partir da Constituição Federal de 1988, o trabalhador brasileiro deve trabalhar 220 horas mensais, com isso, no mês de junho/2019, um trabalhador douradense para pagar a cesta básica tinha de trabalhar 89 horas e 29 minutos. Já no mês de julho/2019, este mesmo trabalhador precisou de um tempo inferior para comprar alimentos: 82 horas e 29 minutos, exatamente 7 horas no mês a menos.

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O Diário Oficial do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul publicou sexta-feira (9) o resultado final do XXII Processo de Seleção de Estagiários realizado no dia 7 de julho. Além da classificação geral dos aprovados no certame, é possível verificar a classificação das pessoas com deficiência, dos candidatos que se declararam negros ou índios e a classificação geral dos cursos em nível de Graduação e de Pós-Graduação. Também foi divulgado o Edital do resultado dos recursos interpostos contra o resultado preliminar.

Neste Processo Seletivo foram aprovados 1563 candidatos, sendo que a primeira convocação será feita na quinta-feira (15) desta semana com prazo de cinco dias úteis para apresentar a documentação e três3 dias úteis para os convocados manifestarem o interesse em assumir a vaga.

O Processo Seletivo foi executado pela Fapec (Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura) e tem validade de 1 ano, contado da data da sua homologação, prorrogável por mais 1 ano, a critério do MPMS.

Para conferir o resultado no Diário Oficial, CLIQUE AQUI

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O Brasil encerrou a participação histórica em Lima, nos Jogos Pan-Americanos do Peru, na segunda colocação, atrás apenas dos Estados Unidos, com 55 ouros, 45 pratas e 71 bronzes, totalizando 171 medalhas.

E o que já era uma excelente campanha, poderia ter sido ainda melhor. Isso porque, nas últimas provas do dia, o Brasil ainda disputou três finais. No caratê, Hernani Veríssimo, pela categoria até 75kg, foi derrotado pelo norte-americano Thomas Scott e ficou apenas com a prata. Já pela categoria até 60kg, Douglas Brose, ouro em Toronto 2015, foi derrotado por Camilo Velozo, do Chile, e também ficou com o segundo lugar. Trajetória semelhante viveu Marcus D'Almeida, no tiro com arco. O brasileiro chegou até a final, mas perdeu para o canadense Crispin Duenas e também ficou com a prata.

Mesmo com as derrotas nas provas finais, a campanha do Brasil foi histórica. Com os 55 ouros, o País superou a participação em Rio 2007 em idas ao primeiro lugar do pódio. Além disso, a segunda colocação no quadro geral também é marcante. Desde 1963, no Pan de São Paulo, o Brasil não repetia o feito.

O COB (Comitê Olímpico Brasileiro) não fez projeção de medalhas para os Jogos Pan-Americanos de Lima, preferindo apostar nas vagas a conquistar para as Olimpíadas 2020, que vieram no handebol feminino, hipismo, tiro com arco, tênis e tênis de mesa, por exemplo.

Os Estados Unidos terminam o Pan com a primeira colocação, com 120 ouros, 88 pratas e 85 bronzes, totalizando 293 medalhas. Em terceiro lugar, o México conseguiu 37 ouros, 36 pratas e 63 bronzes, com 136 no total. Em quarto, o Canadá teve 35 ouros, 64 pratas e 53 bronzes, com 152 medalhas totais. Em seguida, Cuba fechou entre os cinco melhores colocados do Pan de Lima, com 33 ouros, 27 pratas e 38 bronzes, colecionando 98 medalhas.

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O IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul) está com inscrições abertas no processo seletivo simplificado para contratação de dez professores substitutos que irão atuar nos campi Campo Grande, Coxim, Dourados e Ponta Porã.

Confira o edital

As vagas são para as áreas de Física, Geografia, História, Informática/Desenvolvimento e Desenvolvimento Web, e Sociologia. Pela primeira vez, o IFMS abre seleção na área de Educação Especial, cuja atuação está disposta no anexo III do edital de abertura do processo seletivo.

O interessado não pode ser docente vinculado à Lei nº 7.596/87 nem ser ocupante de cargo, emprego ou função em regime de dedicação exclusiva. Além disso, não pode ter sido contratado como professor substituto nos últimos 24 meses nem participar de sociedade privada como administrador ou sócio-gerente.

As inscrições devem ser feitas até domingo (18) de agosto, na Página do Candidato da Central de Seleção. A taxa é de R$ 30 e pode ser paga em qualquer agência do Banco do Brasil até o dia 19. A seleção dos candidatos será realizada no dia 24 de agosto, por meio de provas didática e de títulos, nos campi onde as vagas são ofertadas.

A previsão é de que o resultado preliminar seja divulgado no dia 27 de agosto, e o final até 2 de setembro. Os professores contratados terão carga horária de 40 horas semanais e a remuneração varia de R$ 3.588,85 (graduação) a R$ 6.289,21 (doutorado).

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Contribuir com o desenvolvimento da região, levando conhecimento e informação para jovens, empresários, profissionais liberais e comunidade em geral é o objetivo da 2ª. CEC (a Conferência de Empreendedorismo e Cooperação), que será realizada no dia 31 no Salão de Eventos da Unigran, em Dourados. O evento é uma realização da Sicredi Centro-Sul MS e tem como parceiro o Sistema OCB/MS (Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Mato Grosso do Sul) por meio do Sescoop/MS (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo).

A CEC trará para Dourados grandes palestrantes, entre eles, Camila Farani, Eduardo Tevah, Gustavo Cerbasi e Gustavo Caetano. Os temas que serão abordados estão ligados ao empreendedorismo, gestão, liderança, cooperativismo e inovação. Para isso, os palestrantes contarão ao público suas histórias de sucesso e suas visões de negócio, buscando o desenvolvimento e o crescimento pessoal e profissional.

O evento foi idealizado com intuito de agregar conhecimento e cooperar com as pessoas da comunidade e faz parte das comemorações de aniversário de 30 anos da Sicredi Centro-Sul MS. “Queremos discutir novas atitudes, trazer ideias inovadoras, apresentar casos de sucesso e estimular o empreendedorismo e o cooperativismo na nossa região”, ressalta o presidente da Sicredi Centro-Sul MS, Sadi Masiero.

As vagas são limitadas e exclusivas para associados da Sicredi Centro-Sul MS. As inscrições serão realizadas diretamente no site: sicredicentrosulms.com.br/cec2019.

Palestrantes

Camila Farani – Tema: “Vencendo Tubarões – Técnicas de Negociação”. Camila Farani é um dos “tubarões” do Shark Tank Brasil. É advogada, com pós-graduação em Marketing e especializações em Empreendedorismo e Inovação por Stanford e pela Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Eduardo Tevah – Tema: “Liderança e Gestão de Empresas”. Eduardo Tevah é bacharel em Administração de Empresas pela UFRGS, com especialização em gestão de pessoas. Além de empresário, é diretor-presidente da D&E Consultores. Autor de 5 livros.

Gustavo Cerbasi – Tema: “Escolhas Inteligentes para seu Bolso e sua Vida”. Gustavo Cerbasi é a maior referência em inteligência financeira do Brasil. Consultor, palestrante e autor de 15 livros, escreveu o best-seller “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos”.

Gustavo Caetano – Tema: “Pense Simples”. Gustavo Caetano é fundador e CEO da Samba Tech. Já compartilhou suas experiências em eventos no MIT, ONU e NASDAQ. É autor do livro Pense Simples e recebeu recentemente a medalha de JK como Personalidade Brasileira do Ano em Tecnologia.

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O poeta e escritor Marcos Coelho Cardoso foi o escolhido para receber o Prêmio ‘Ildefonso Ribeiro da Silva’ deste ano, contemplado pela publicação do livro “Gotas de Poesia de um Jovem Poeta”. Ele concorreu com outros seis indicados e foi selecionado por uma comissão formada por instituições e entidades ligadas ao meio acadêmico em Dourados. A entrega da premiação, em forma de troféu, vai ocorrer antes da sessão ordinária desta segunda-feira (12), às 18 horas quando os demais participantes do Prêmio receberão uma placa comemorativa.

O Prêmio ‘Ildefonso Ribeiro da Silva’, dedicado ao professor Ildefonso Ribeiro da Silva, pernambucano da cidade de Exu, onde nasceu em 1934, contempla a produção literária regional e é concedido, uma vez por ano, ao escritor que tem se destacado nesse quesito. Ildefonso é membro fundador da ADL (Academia Douradense de Letras), entidade que presidiu por duas vezes, nos biênios 2000/2002 e 2004/2006. Ele morreu em 21 de abril de 2008 em Dourados.

Criado em 2008, a partir de proposição da vereadora Margarida Gaigher, visando agraciar escritores do Município que tenham se destacado na produção literária regional sul-mato-grossense, o escolhido anualmente passa pelo crivo de uma comissão formada por representantes de universidades e instituições literárias, conforme decreto legislativo atualizado pelos vereadores José Carlos Cimatti e Délia Godoy Razuk, de 2011.

Marcos Coelho

O vencedor da edição 2019 do Prêmio ‘Ildefonso Ribeiro da Silva’ possui graduação em Letras - Licenciatura Português/Literatura, pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) em 2004 e experiência na área com ênfase em ‘Letras: Língua Portuguesa, Literatura e Redação, Revisão Gramatical de Textos’, Especialização em Educação Especial (2005) e Especialização em Língua Portuguesa, Literatura e Artes (2008), pela Faculdade Iguaçu (do Paraná). Já atuou como monitor de Ensino em Graduação da disciplina Fundamentos Gramaticais, Educador Ambiental por três ano s na Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul), onde recebeu o Prêmio Marco Verde 2014 e o X Prêmio de Gestão Pública na Área do Meio Ambiente.

Membro titular da Academia Douradense de Letras, ocupa a cadeira nº 06, tendo como Patrono o Marechal Cândido Rondon. É, também, Membro Correspondente na Academia de Letras de Teófilo Otoni (de Minas Gerais). Autor e escritor, atua de forma efetiva a dar relevo a atividades culturais e literárias no país e no exterior. Presidiu a Academia Douradense de Letras durante dois mandatos.

Concorreram com Marcos Coelho ao prêmio literário o poeta Adail Alencar (poema ‘O Complô’), e os escritores Brígido Ibanhez (‘Martí; Sem a luz do teu olhar’), Graciela Chamoro (‘Povos indígenas de Mato Grosso do Sul’), José Alberto Vasconcellos (‘O choro dos anjos’), José Laerte Cecílio Tetila (‘Marçal de Souza Tupã’Í, um Guarani que não se cala’) e Paulo Henrique Pressoto (‘Aleia Sangue’).

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Os acadêmicos de Psicologia da Unigran, Sandro de Toledo e Lydiane Araújo Silva, estiveram recentemente na cidade de Brumadinho (MG) para o desenvolvimento de uma pesquisa sobre a tragédia ocorrida no início do ano, quando uma barragem da empresa Vale se rompeu e deixou 206 pessoas mortas e 102 desaparecidas. O trabalho é um projeto de extensão em tem como orientadora a professora Pricila Pesqueira de Souza.

Sandro de Toledo explicou como surgiu a iniciativa do projeto. “No início do ano, depois do desastre, vendo os noticiários decidi ir lá para ver como eram as perspectivas das equipes, como elas se sentiram na hora do acolhimento, do resgate das vítimas. Então, falei sobre a ideia com a professora Pricila, que aceitou prontamente nos orientar e a partir daí escrevi o projeto e o submeti ao Comitê de Ética da Unigran para aprovação”, disse.

pricila e toledo

Pricila de Souza e Sandro de Toledo analisam resultados do trabalho realizado em Minas Gerais

Após a aprovação do Comitê, os acadêmicos entraram em contato com a Defesa Civil de Brumadinho, que autorizou o andamento da pesquisa, que não tem o objetivo de avaliar qualquer profissional ou criticar o trabalho da equipe que atuou no desastre. O método utilizado foi o de entrevistas.

“A princípio, tínhamos somente a aprovação da Defesa Civil, porém, ao chegar lá visitamos outros órgãos envolvidos na operação e todos autorizaram. Com isso, além de entrevistar os profissionais da Defesa Civil, conseguimos também falar com os bombeiros militares, a enfermeira que atua no Posto de Saúde do Córrego do Feijão, que é onde ocorreu o desastre, a voluntária que desenvolve um trabalho terapêutico com as mulheres que sofreram as perdas do desastre, por meio do artesanato, dois psicólogos do CAPS II (Centro de Atenção Psicossocial) de Brumadinho e ainda os brigadistas civis”, continuou.

Os acadêmicos entrevistaram 14 profissionais que atuaram no acolhimento e no resgate da tragédia, totalizando cerca de 10 horas de vídeo. Os resultados da pesquisa serão apresentados por meio de um artigo científico, que está sendo escrito, e também por um documentário de aproximadamente uma hora e meia de duração, que já está sendo produzido pelo setor de audiovisual da Unigran.

“Essa pesquisa tem o interesse especificamente de saber como as pessoas se sentiram quando foram fazer os resgates e auxiliar a população. Também, como foram os protocolos de atendimento, como era feito o atendimento, quais foram as dificuldades e se tinha alguém que cuidava da equipe no aspecto psicológico, porque imagina o quanto era difícil atuar lá”, falou a professora que orientou o trabalho acadêmico.

Toledo se lembrou de alguns momentos emocionantes durante as entrevistas. “Duas perguntas me marcaram, uma à psicóloga do CAPS e outra aos bombeiros militares. Perguntei a ela como observava a cidade. Ela simplesmente abaixou a cabeça e a emoção veio à flor da pele, porque ela vê a cidade vivendo um caos público. Já aos bombeiros, perguntei como é voltar para casa após o ocorrido. E ambos, o tenente, o cabo e o sargento, responderam que não tem mais o ‘voltar para casa’. Segundo eles, tudo se tornou fútil, todos os problemas que eles achavam que tinham não têm mais diante dessa tragédia, ou seja, o ocorrido mudou toda uma subjetividade local, do modo como eles enxergam a vida”, recordou.

Os acadêmicos também adiantaram que o . “A gente pensa que a injeção de dinheiro vai facilitar a vida das pessoas, mas na verdade, traz muito mais vítimas e vamos detalhar isso no nosso artigo”. Também, defendeu as pesquisas na vida acadêmica. “Enquanto acadêmicos de uma instituição particular, também devemos fazer pesquisas científicas, pois ela traz resultados fantásticos para a comunidade e principalmente para a comunidade acadêmica nas mais diversas áreas”, finalizou Toledo.

Após a conclusão do artigo e do documentário, que está prevista para até o mês de dezembro, os acadêmicos vão retornar a Brumadinho para dar a devolutiva aos entrevistados e aos órgãos que participaram do trabalho, divulga a assessoria de comunicação da Unigran.

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O governo federal deve encaminhar à Câmara dos Deputados, nas próximas semanas, uma PEC (proposta de emenda à Constituição) para possibilitar a implementação do sistema de capitalização como regime previdenciário, de acordo com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. O texto para a mudança constitucional, que seria a “Lei Áurea” para o “Brasil econômico”, na interpretação dele, está sendo preparado pelo Ministério da Economia e pode ser enviado antes de a votação da reforma da Previdência ser concluída no Senado.

O regime de capitalização já havia sido incluído pelo Palácio do Planalto na proposta de reforma, mas o tema foi retirado na Câmara por falta de consenso entre os deputados. Durante a Marcha para Jesus, que ocorreu sábado (10), no Eixo Monumental, em Brasília, Lorenzoni argumentou que a PEC da capitalização é o “futuro do Brasil”, não apenas nos aspectos previdenciários, mas, também, “como alavanca para ampliar a poupança interna e trazer a libertação do Brasil do capital externo”.

De acordo com o ministro, o texto da proposta vai trazer o detalhamento de como será a capitalização, diferentemente da reforma da Previdência, que tinha apenas dispositivos que permitiam a implementação do novo regime. “Eu defendo, por exemplo, que tenhamos, optativamente, ou fundo de capitalização ou poupança individual para a aposentadoria”, disse Lorenzoni.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, já argumentou, em diversas ocasiões, que o sistema atual de repartição, no qual as pessoas que trabalham pagam a aposentadoria dos beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), é uma ‘fábrica de desigualdades’ e está falido. Durante evento em São Paulo, sexta-feira (9), Guedes afirmou que a capitalização pode ser “um novo mercado de poupança”. “Ela é extraordinária para o país, pode libertar gerações futuras”, disse.

Paulo Guedes argumenta que o novo modelo não deve exigir contribuição patronal, como forma de onerar menos as empresas. Caberia, então, ao trabalhador fazer a própria poupança para conseguir se aposentar no futuro. O ministro se espelha na capitalização feita em 1981 no Chile, onde as pessoas têm contas individuais administradas por entidades privadas. Há o desconto obrigatório de 10% sobre a renda mensal, além da taxa paga às gestoras.

Em 2008, porém, após protestos por conta da falta de recursos, o Chile precisou reformar novamente a Previdência. Quase 80% das aposentadorias e pensões pagas entre 2007 e 2014 eram menores do que o salário mínimo do país. Com a mudança, foi criado um piso solidário, em que um fundo estatal passou a bancar a aposentadoria dos 60% mais pobres. Foi também estabelecida uma pensão mínima. O ministro da Casa Civil diz que é favorável à contribuição patronal, mas que o Ministério da Economia é que fará a proposta.

Sobre a reforma da Previdência que está em tramitação no Senado, Onyx disse que o texto não deverá ter modificações em relação ao que foi aprovado pela Câmara, o que garantirá economia de R$ 930 bilhões em 10 anos. “Somados aos R$ 200 bilhões em 10 anos da medida antifraude, vamos a R$ 1,13 trilhão, que é muito importante para mostrar ao investidor que o Brasil está solvente do ponto de vista fiscal”, alegou.

Procuradoria

Onyx também comentou sobre a definição de quem será o novo comandante da PGR (a Procuradoria-Geral da República), após o fim do mandato de Raquel Dodge. Para ele, não há necessidade de pressa na decisão. “É uma posição muito importante e relevante em qualquer momento da vida nacional. O presidente vem analisando vários nomes, e ele tem que analisar devagar. Nós temos tempo para que ele possa tomar a melhor decisão”, argumentou. A indicação deve ser apresentada até sexta-feira pelo presidente Jair Bolsonaro, conforme divulga o Correio Braziliense.

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A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul realiza nesta segunda-feira (12), a partir das 18 horas, no sindicato rural da cidade, audiência pública com a classe artística de Corumbá e Ladário para discutir o Festival América do Sul, que deve acontecer em novembro.

“Convidamos o Fórum de Cultura, o Trade Turístico, classe artística e todos os entes envolvidos nessa grande festa multicultural que não vai apenas trazer arte e entretenimento para a população, mas vai promover a integração cultural com outros países e movimentar a economia da região”, ressaltou a presidente da Fundação de Cultura do Estado, Mara Caseiro.

A ideia é coletar informações, ideias e sugestões que possam colaborar com a realização de um festival organizado, plural e que contemple as mais diversas manifestações artísticas. “Ao mesmo tempo em que dissemina cultura e arte, não podemos esquecer que o Festival América do Sul acontece na região do Pantanal e, portanto, promove a consciência da preservação e conservação dos recursos naturais”, ressalta Mara Caseiro.

De acordo com ela, mesmo com todas as dificuldades enfrentadas por Mato Grosso do Sul e pelo país como um todo, a cultura continua sendo prioridade para o Estado. “O Festival de Inverno de Bonito foi maravilhoso e tenho certeza que a 15ª edição do Festival América do Sul em Corumbá não será diferente. Mesmo com todas as dificuldades, o governador Reinaldo Azambuja entende a importância de manter esses grandes eventos não apenas como disseminadores de cultura, mas como alavancas para o setor econômico de nosso Estado”, finalizou.

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Agosto é o período para pagar o licenciamento de veículos com placa final 7 e 8 no Estado. O usuário só precisa emitir a guia em qualquer agência ou mesmo pelo site www.detran.ms.gov.br com possibilidade de efetuar o pagamento nas agências do órgão ou em bancos conveniados.

confira calendário com as datas de pagamento dos licenciamentos

A novidade deste ano é que os contribuintes não receberão as guias de cobrança em casa, mas se quiserem receber o documento em seu endereço após a quitação, basta optar pela vantagem, clicando na opção na hora de solicitar a guia.

Para isso, é imprescindível que o proprietário do veículo tenha cadastro atualizado junto ao Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul). Dessa forma, o documento será entregue pelos Correios mediante o pagamento de taxa de correspondência, que deverá ser paga juntamente com a guia.

O motorista flagrado circulando com veículo não licenciado comete uma infração gravíssima. O artigo 230 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro) prevê aplicação de multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e remoção do veículo para um dos pátios do Detran. 

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