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Redação Douranews

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O Cineclube UFGD prossegue com a programação do CineArrepio apresentando o filme “Um lugar silencioso” (2018), dirigido por John Krasinski, neste sábado (10), às 17 horas, no cineauditório da Unidade 1 (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso). A entrada é franca.

Silêncio é a palavra-chave desse drama e gera muita tensão no expectador. Imagine levar um susto e não poder gritar ou ainda ter que parir sem fazer barulho e seu bebê não poder chorar?

O resumo da sinopse do filme conta que uma família do Meio-Oeste é perseguida em uma fazenda nos Estados Unidos, por uma entidade fantasmagórica assustadora. Para se protegerem, eles devem permanecer em silêncio absoluto, a qualquer custo, pois o perigo é ativado pela percepção do som.

O trailer consegue transmitir boa parte da aflição que o público sentirá junto com os personagens. A proposta do CineArrepio é exibir em agosto vários filmes de terror e suspense. O primeiro a ser exibido foi “Corra!” (2017, Jordan Peele) e o último será “Cemitério Maldito” (1989, Mary Lambert), no dia 17.

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O curso de licenciatura em Educação Física realizou, na semana passada, uma oficina de materiais pedagógicos com os alunos bolsistas e professores supervisores participantes do Pibid, o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da Unigran. Três escolas municipais são parceiras do programa: Sócrates Câmara, no Jardim Canaã I, Efantina de Quadros, no Jardim Flórida e Loide Bonfim Andrade, no Jardim Água Boa.

Sonia Maria Borges de Oliveira, coordenadora institucional do Pibid, explica que a Instituição aderiu ao programa no ano passado. “Em março de 2018 a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) abriu o edital e vimos aí uma oportunidade de levar os alunos para escola já no início da graduação. Então nos cadastramos, fomos aprovados e a partir disso fizemos seleção dos alunos interessados e das escolas que os receberiam”, disse.

O Pibid oferece bolsas de iniciação à docência aos estudantes de cursos presenciais que se dediquem ao estágio nas escolas públicas e que, quando graduados, se comprometam com o exercício do magistério na rede pública. O objetivo é antecipar o vínculo entre os futuros mestres e as salas de aula da rede pública. Com essa iniciativa, faz uma articulação entre a educação superior, a escola e os sistemas estaduais e municipais.

Sobre o objetivo da atividade, a professora Sonia mencionou que na oficina foram confeccionados os ‘pega varetas gigante’, que é tanto para o aluno aprender a fazer, quanto utilizar nas aulas de Educação Física. “Todos os materiais foram adquiridos com recursos do próprio programa e ainda fizemos a entrega de materiais esportivos para serem utilizados nas aulas de Ginástica das escolas parceiras. Em agosto faz um ano que iniciamos as atividades no Pibid, proporcionando aos nossos alunos o contato com o cotidiano escolar”, falou.

Cada escola possui oito bolsistas da Unigran e disponibiliza um professor supervisor que acompanha e orienta as atividades executadas. Ester Domingues de Moraes, professora da escola Loide Bonfim Andrade, destacou o trabalho realizado pelos bolsistas. “Os pibidianos são um presente para nós, tanto para os professores quanto para a escola, porque eles vem para somar, contribuir, e nos ajudam muito. Para eles também é uma experiência muito boa, porque só o estágio não é suficiente, com o Pibid, eles ficam cerca de um ano a um ano e meio na escola observando todas as atividades, o dia a dia que tem dentro da quadra e o comportamento dos alunos. Estamos muito felizes com eles, pois são parceiros, colaboradores”, agradeceu ela.

Já a bolsista Geovana Gonçalves Chamorro, acadêmica do 6º semestre, apontou algumas contribuições do programa para a formação. “Participar do Pibid nos dá muita experiência com as turmas, que são de diferentes idades, e como trabalhar com cada uma delas. Por meio dele, vivenciamos como é ser professor dentro da escola. Foi a melhor oportunidade que eu tive e que está contribuindo muito com a minha vida profissional”, informou.

Além do curso de licenciatura em Educação Física, também participa do Pibid Unigran o curso de Pedagogia. No total, 48 acadêmicos recebem uma bolsa financeira mensal e têm a oportunidade de articular a teoria com a prática, iniciando a docência desde os anos iniciais da graduação, por meio do programa da Capes.

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O Estabelecimento Penal Feminino de Regime Semiaberto de Dourados realiza nesta sexta-feira (9), das 9 às 18 horas, uma exposição e venda de trabalhos artesanais confeccionados pelas reeducandas. Realizada na própria unidade penal, a feira é aberta para toda a população e vai oferecer diferentes tipos de peças, entre vasos com plantas ornamentais, chinelos e toalhas bordadas, tudo confeccionado pelas custodiadas na própria unidade prisional. Além do bom preço, as peças encantam pela beleza e capricho nos detalhes.

Segundo a diretora da unidade, Luzia Aparecida Ferreira, a exposição tem como objetivo divulgar o trabalho artesanal produzido no local, bem como realizar a sua comercialização, valorizando o esforço da pessoa encarcerada em sua recuperação para o retorno ao convívio social. Toda a renda dos trabalhos será revertida à própria interna e sua família, bem como para a manutenção dos trabalhos.

As peças são resultado de um curso ministrado pela professora Vani Clarice Borgmann Poleis. Ao todo, foram três meses de capacitação realizada com as internas e envolveu ainda confecção de caixas artesanais. O presídio está localizado na rua Ciro Melo, 3418, no Jardim Paulista. Para mais informações, interessados podem entrar em contato pelo telefone (67) 3902-2852.

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A Polícia Federal prendeu novamente, na manhã desta quinta-feira (8), o empresário Eike Batista. É a segunda vez que o dono da EBX vai para a cadeia. Eike estava na casa dele, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro, onde há cerca de dois anos e meio cumpria prisão domiciliar.

Batizada de Segredo de Midas, a operação, um desdobramento da Lava Jato, busca provas de manipulação do mercado de ações e de lavagem de dinheiro. É baseada em uma delação recém-homologada do banqueiro Eduardo Plass.

O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio, expediu para esta fase da Lava Jato dois mandados de prisão: contra Eike Furkhen Batista, já cumprido e o contador dele, Luiz Arthur Andrade Correia, o Zartha, que estaria no exterior, e há, ainda, quatro mandados de busca e apreensão a serem cumpridos, conforme divulga o G1.

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Por 10 votos a 1, o STF (Supremo Tribunal Federal) suspendeu a transferência de Lula para o presídio de Tremembé e decidiu mantê-lo preso na sede da PF (Polícia Federal) em Curitiba.

A maioria concordou que ele tem direito a uma Sala de Estado Maior, como a que já ocupa na Superintendência da PF no Paraná, repercutiu O Antagonista.

O único a divergir da decisão foi o ministro Marco Aurélio Mello, que votou no sentido de delegar a decisão sobre o pedido de soltura ao TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), a segunda instância da Lava Jato, por onde Lula foi condenado.

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A diretoria do Simted (Sindicato municipal dos trabalhadores em Educação de Dourados) distribuiu nota, no meio da tarde desta quarta-feira (7), protestando contra o que classifica de ‘desvalorização dos profissionais da Educação e demais servidores municipais’ e confirmando que, apesar do recebimento das cotas do Fundeb, os educadores também tiveram depositados apenas 44% dos salários.

“Em todas as ocorrências de atrasos salariais, o Simted notificou o governo municipal pedindo esclarecimentos e solicitando o imediato pagamento dos educadores, já que a Prefeitura recebe regularmente os recursos destinados para a aplicação na Educação Municipal. Ao longo da atual gestão, educadores já tiveram perdas salariais significativas, inclusive com escalonamento de salários em anos anteriores, além da falta de reajuste salarial no ano de 2017”, diz a nota.

Segundo o sindicato, até julho deste ano, em média, a Prefeitura de Dourados recebeu cerca de R$ 10 milhões do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) para aplicação mensal na Rede Municipal. Com essa receita, o Município poderia manter um total de 2.226 professores com carga horária de 20 horas semanais, estando na classe D do PCCR e com salário de R$ 4.494,19, “inclusos adicionais e previdência”, observa.

Com esses 2.226 profissionais, tendo uma média de 25 alunos por sala de aula, os recursos poderiam garantir o funcionamento de 71 escolas, com 10 salas de aula cada uma. Em dois turnos, seria possível um total de 1.424, o que permitiria atingir o atendimento de um quantitativo de 35.500 estudantes.

Essa projeção leva em conta somente os repasse oriundos do Fundeb, diz o documento, “sendo que a receita total disponível para a Educação Municipal ainda prevê 25% de impostos e recursos próprios do município para serem investidos no Ensino Público”.

Ao concluir que espera que os salários sejam regularizados imediatamente, o Simted diz que “em caso de novo atraso e/ou pagamento parcial, solicitará à Câmara Municipal de Dourados que sejam apuradas e investigadas as informações sobre a falta de subsídios da Prefeitura para pagamento dos salários dos servidores, assim como esclarecimentos sobre a forma como os recursos estão sendo geridos”.

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A 3ª Câmara Criminal do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), por unanimidade, a sentença de primeiro grau que condenou homem pelo crime de exploração sexual e fornecimento de bebida alcoólica a menor. As penas somam seis anos e nove meses de detenção e 11 dias-multa, em regime semiaberto.

Segundo a denúncia, no dia 10 de outubro de 2015, na Capital, durante a madrugada, o apelante foi pego praticando atos libidinosos com a vítima, um menor de 14 anos na data dos fatos. Em apuração policial foi apontado que o denunciado observou um grupo de adolescentes, aproximou-se deles e indagou se “alguém estava a fim de fazer um programa sexual”, quando a vítima então aceitou e cobrou R$ 100 pelo programa, aceito pelo denunciado.

Na sequência, o apelante levou o adolescente até à casa dele casa e praticou o ato sexual. Ele teria oferecido também bebida alcoólica ao menor, conforme constatou, ao voltar para casa, a mãe do garoto, observando visível sinal de embriaguez.

Depois do programa, segundo os autos do processo, o homem pagou à vítima o valor de R$ 200, e ainda deu-lhe um perfume importado e um aparelho celular, que funcionou como pagamento, mas também deveria servir para continuar mantendo contato com o adolescente.

Inconformado com a sentença, o denunciado apresentou recurso de apelação buscando sua absolvição e, alternativamente, pela fixação do regime aberto, ou ainda a substituição da pena privativa de liberdade pela restritiva de direitos, ou pelo deferimento da prisão domiciliar.

O relator do processo, desembargador Zaloar Murat Martins de Souza, entendeu que as provas demonstram a prática do réu, assim como a caracterização do crime de exploração sexual, sendo ele a figura do aliciador e o menor como a do “cliente”. “No caso destes autos ficou provado que o apelante procurou voluntariamente a vítima e, visando satisfazer à própria lascívia, ofereceu-lhe dinheiro e objetos de uso pessoal para permitir que com ela praticasse atos libidinosos, o que acabou por consumar-se”.

Outro ponto destacado pelo relator foi o prejuízo que o adolescente teve ao ser influenciado a consumir bebida alcoólica. “Por certo, no caso, a fomentação e a instigação do adolescente ao consumo de bebidas alcoólicas efetivamente ocorreu em razão da conduta do apelante, afetando-se o direito do adolescente ao desenvolvimento físico, mental e moral de forma hígida”.

O recurso foi recebido, mas não foi dado provimento aos pedidos de absolvição ou outra forma de cumprimento da sentença, tais como restrição de direitos ou prisão domiciliar, uma vez que não foi apresentada prova cabal de que o recorrente detém doença grave ou outro argumento que lhe garanta tais direitos, conforme divulgou a assessoria de imprensa do TJMS.

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O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, voltou a defender a necessidade de reestruturação do Fundo Amazônia, o maior projeto de cooperação internacional para preservação da área florestal de cerca de 4,1 milhões de quilômetros quadrados.

Entre as medidas propostas por Salles, está a reestruturação do “sistema de funcionamento” do fundo por meio da revisão da composição e do funcionamento do Cofa, o Comitê Orientador do Fundo Amazônia, órgão que reúne representantes dos governos federal, dos nove estados da Amazônia Legal e de seis entidades da sociedade civil, e é o responsável pelo estabelecimento das diretrizes e dos critérios para aplicação dos recursos do Fundo Amazônia, bem como pelo acompanhamento da aplicação dos recursos.

A Amazônia Legal abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, de Rondônia, Roraima e parte de Mato Grosso, do Tocantins e Maranhão.

“Entendemos que o grupo gestor dos recursos tem que participar não só da escolha dos projetos de maneira mais ativa, mas também da execução e do acompanhamento dos resultados. É para isso que se pretende alterar a forma de trabalho do Comitê Orientador do Fundo Amazônia”, disse Salles, ao participar, na manhã desta quarta-feira (7), de audiência pública na Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia da Câmara dos Deputados.

Segundo o ministro, a proposta do governo é transformar o Cofa em um “grupo orientador”, de caráter consultivo. “Sob sua orientação haveria um grupo executivo, com cerca de sete representantes que, no máximo a cada dois meses, acompanharia a escolha, a execução e os resultados da aplicação dos recursos do fundo”, explicou Salles, classificando de “fundamental” a mudança de concepção para permitir a verificação dos resultados dos projetos executados com recursos do fundo.

De acordo com Salles, cerca de R$ 3,4 bilhões já foram doados ao fundo criado em 2008, por meio do Decreto n° 6.527. Os principais doadores são a Noruega (cerca de R$ 3,2 bilhões) e a Alemanha (R$ 200 milhões). O dinheiro é administrado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), ao qual compete destinar ao fundo o valor das doações recebidas em espécie.

“Indagamos se estamos atingindo os objetivos almejados pelo fundo”, questionou o ministro, ao explicar as origens da polêmica envolvendo recentes declarações dele nesse sentido. Em maio, Salles chegou a declarar que havia indícios de irregularidades na gestão e execução dos projetos patrocinados pelo Fundo. As declarações motivaram os representantes da Noruega e da Alemanha a pedirem uma reunião com o ministro para tratar da manutenção do fundo.

Durante a audiência pública, Ricardo Salles afirmou que os próprios técnicos do BNDES já reconheceram problemas. “Verificamos, em uma primeira análise [de parte dos contratos], uma deficiência muito grande, para não dizer absoluta, de instrumentos de mensuração de resultados da aplicação do dinheiro e da prestação de contas das despesas”, disse o ministro, detalhando que, dos cerca de R$ 3,4 bilhões destinados ao fundo, 50% já foram empenhados – metade para projetos de estados e prefeituras, metade para os desenvolvidos por entidades do terceiro setor, totalizando 104 dos contratos assinados desde a criação do fundo.

Doações

Salles considerou inexpressivos os cerca de R$ 3,4 bilhões doados ao Fundo da Amazônia, “diante das necessidades de uma região tão grande”. Segundo o ministro, o fundo só deve ser analisado do ponto de vista dos interesses brasileiros. “Se não for assim, não estamos falando de doações, e sim de colocação condicionada de recursos. O que não me parece ser o caso”, disse Salles, reiterando que cabe ao Brasil decidir o “modelo de desenvolvimento que se pretende para a região”.

“O grande doador do Fundo, a Noruega, explora petróleo no Círculo Polar Ártico, uma área sensível. E, ao mesmo tempo, fomenta com recursos entidades, ONGs (organizações não governamentais) que vedam completamente o debate sobre a exploração de recursos naturais na Amazônia. Veja que contradição”, afirmou Salles.

O ministro defendeu ainda a busca do equilíbrio e disse que é preciso buscar a sustentabilidade econômica da Amazônia. Ele criticou a “visão de congelamento absoluto” da Amazônia, que dificulta “toda e qualquer atividade de exploração sustentável dos recursos naturais” da região. (Com Agência Brasil de notícias)

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A combinação do aumento da área plantada (5,73%) com a melhora da produtividade (88 sacas por hectares) deve resultar na colheita de 10,127 milhões de toneladas de milho na safra 2018/2019 em Mato Grosso do Sul, volume recorde na história do agronegócio estadual. Os dados são do Projeto Siga/MS (Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio), ferramenta da Semagro (Secretaria estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) e da Aprosoja/MS, a Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul.

O boletim Siga da primeira semana de agosto aponta que 68,7% das lavouras de milho já foram colhidas, com melhor desempenho na região Norte (92,1%), enquanto nas regiões Sul (70,5%) e no Centro (64,5%) o trabalho está menos adiantado. O milho ocupa área de 1,918 milhão de hectares no Estado nesta safra, dos quais 1,317 milhão/ha já foram colhidos.

Os dados mostram, ainda, que a colheita evolui melhor que no comparativo do mesmo período do ano passado, quando apenas 44,5% da área havia sido colhida até a primeira semana de agosto.

O secretário Jaime Verruck (Semagro) lembra que, não fosse a ocorrência de geadas no início de julho nas regiões Sul, Sudeste e Sul-fronteira, a produtividade do milho poderia chegar a 100 sacas por hectare, o que projetaria um volume ainda maior da safra. Entretanto, apesar das condições climáticas desfavoráveis, a cultura teve um bom desempenho e a safra deste ano vai ficar quase 30% superior à do ano passado, que fechou em 7,838 milhões de toneladas.

“Com esses números Mato Grosso do Sul se consolida como grande produtor nacional de milho, com produtividade média e remuneração adequadas ao produtor”, pontuou o secretário.

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O vice-governador Murilo Zauith (DEM) assume nesta quinta-feira (8) a função de chefe do Governo em Mato Grosso do Sul, por conta da licença do titular, Reinaldo Azambuja, que só vai retornar ao cargo no dia 21 deste mês.

Na edição do Diário Oficial do Estado de terça-feira (6), Murilo teve revogado o decreto de nomeação como secretário estadual de Infraestrutura para poder assumir o governo do Estado até o dia 20.

Para o lugar dele na Secretaria, foi nomeado o adjunto, Luis Roberto Martins de Araújo, diretor-presidente da Agesul (Agência estadual de Empreendimentos), que ficará no cargo por 13 dias. Nesse período, Reinaldo vai tirar férias com a família.

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