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Redação Douranews

Redação Douranews

O Sinsap-MS (Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado) impetrou, nessa segunda-feira (21), mandado de segurança junto ao Governo, através da Agepen (Agência estadual do Sistema Penitenciário), para resguardar o direito da categoria e manter a suspensão das visitas presenciais aos presídios durante a pandemia da Covid-19.

Na semana passada um policial penal faleceu vítima da doença e há vários outros internados em estado grave em Mato Grosso do Sul, relata o presidente do Sindicato, André Santiago. Desde março estavam suspensas as visitas presenciais aos reeducandos nas Unidades Prisionais do Estado, em razão da pandemia; contudo, em novembro deste ano a Agepen determinou a retomada das visitas.

“Isso coloca em risco a saúde e a vida dos policiais penais estaduais e também dos internos. Na época o Sinsap-MS formalizou pedido de suspensão das visitas, mas o pedido não foi acatado e agora, diante desse quadro de novo crescimento exponencial de casos da doença, a medida mais adequada é a suspensão temporária das visitas”, pede o presidente.

Santiago diz que o Sindicato está atento ao clamor dos servidores e tomando medidas jurídicas para interromper as visitas, poupar vidas e frear a disparada da doença dentro do sistema penitenciário. “Então, esperamos que a suspensão seja anunciada o mais depressa possível”, destaca o presidente do Sinsap.

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O Laboratório de Análises Clínicas do curso de Biomedicina da Unigran recebeu a certificação prata do PNCQ, o Programa Nacional de Controle de Qualidade que atesta cinco anos consecutivos de resultados de excelência nas análises prestadas à população em geral. Além de comprovar a confiabilidade dos exames, esse certificado ressalta também a qualificação do corpo docente do laboratório, premiando todo o trabalho realizado e sua constante busca pelo aprimoramento.

O professor Felipe Francisco Bittencourt Junior, responsável técnico do laboratório, explica que o PNCQ envia uma prova teórica e amostras de controle “para analisarmos no nosso laboratório, como se fosse uma prova prática mesmo, que é feita pela equipe do estágio supervisionado”. Após os resultados destas análises em mãos, “lançamos no sistema do Programa para que sejam avaliados por eles e um percentual de acertos próximo a 100% confere a avaliação de ‘excelente’ naquele mês. Se ao longo de doze meses a avaliação for mantida, recebemos uma placa certificando a qualidade anual e após cinco anos o certificado prata”, disse.

Luis Fernando Benitez Macorini, coordenador do curso, comemorou o resultado e falou da importância para a formação acadêmica. “A certificação prata nos enche de orgulho e mostra que estamos no caminho certo, o da excelência. Além de um corpo docente altamente qualificado, composto pela sua maioria de mestres e doutores, e uma infraestrutura que é referência nacional, esse resultado também comprova a qualidade da formação que os nossos alunos estão recebendo e garante o diferencial necessário para ingressar no mercado de trabalho e ter uma carreira de sucesso. Não podemos deixar de destacar também a qualidade dos nossos supervisores de estágio que têm o mérito dessa conquista e, o fato de serem nossos egressos, comprova ainda mais o potencial e a qualidade do ensino da Unigran”, apontou.

O PNCQ é mantido pela SBAC, a Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, o maior provedor de amostras para controle de qualidade em Laboratórios Clínicos, Bancos de Sangue e organizações in vitro e alimentos. Nele, participam cerca de 5.500 laboratórios e 113 bancos de sangue no país e no exterior.

Além da comunidade acadêmica, o Laboratório de Análises Clínicas da Unigran também atende a população em geral, realizando diversos exames com preços acessíveis. Um dos mais procurados é o ‘check-up’, que é um pacote de exames básicos que custa apenas R$ 25, incluindo hemograma, coletas para colesterol, triglicerídeos, glicose, urina e parasitológico. Contatos podem ser feitos pelo telefone (67) 3411-4163 ou pessoalmente no laboratório, localizado no bloco 3 da Unigran, anexo à Clínica de Fisioterapia.

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Cerca de 13.700 clientes da Companhia de Saneamento de Mato Grosso do Sul procuraram os escritórios da Sanesul para aproveitar o parcelamento concedido pela empresa das contas em atraso, com isenção de juros e multas. A medida tomada pela diretoria da Sanesul, em conjunto com o departamento comercial, faz parte das ações para o enfrentamento da pandemia da Covid-19 e ainda vai durar nove dias, até 31 de dezembro.

“Desde julho, clientes da Sanesul puderam pagar de forma facilitada os débitos em atraso, sem incidência de juros e multas. A Sanesul é sensível ao enfrentamento da pandemia e entendeu a necessidade de flexibilizar o pagamento das contas atrasadas, garantindo aos consumidores a regularização dos débitos e o fornecimento de água tratada”, comentou o Diretor Comercial da empresa, Onofre Assis de Souza.

Toda negociação é isenta de juros e multas

“A resposta dos nossos clientes foi muito positiva até o momento. A campanha atendeu a nossa expectativa em ajudar quem estava com dificuldade em colocar as contas de água em dia. Esse número de consumidores deve aumentar até o último dia do ano, quando nós encerramos o prazo para a quitação das contas em atraso sem incidência de juros e multas. Com o pagamento do 13º e salário de dezembro, a tendência é o aumento desse percentual de clientes que vão aproveitar as condições especiais proporcionadas pela campanha oferecida pela Sanesul”, comenta o Gerente Comercial Walmir Lino.

REGRAS

Nessa campanha de negociação, o consumidor pode obter parcelamento/reparcelamento com 15% de entrada e mais 24 parcelas. Para isso, precisa ir pessoalmente até uma agência de atendimento com os documentos pessoais e do imóvel (como contrato de locação, IPTU...) e receber o atendimento que é feito das 7h30 até 11h30 e das 13h30 até 17 horas. O SAC - Serviço de Atendimento ao Consumidor 24 horas, também atende gratuitamente, pelo telefone: 0800 067 6010.

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Desde março, os transportes de passageiros sobre trilhos e de ônibus coletivo urbano acumulam um déficit de R$ 16,3 bilhões, sendo R$ 7,5 bilhões somente em relação à arrecadação de receita do setor de trilhos e R$ 8,8 bilhões relacionados ao desequilíbrio entre custos e receita do transporte coletivo por ônibus. Passados mais de nove meses do início das restrições referentes à pandemia, os operadores de trilhos e ônibus estão transportando, em média, 60% dos passageiros, o que demonstra a lenta recuperação do setor. Além disso, o país chega ao mês de dezembro com o número crescente de contágio o que agravará ainda mais a situação e, consequentemente, a crise dos transportadores ao longo de 2021.

A Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos) e a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) alertam que a falta de recursos para o setor afetará milhões de brasileiros que só têm o transporte público como meio de deslocamento - os serviços de transporte coletivo por ônibus urbano atendiam, antes da pandemia, cerca de 40 milhões de pessoas diariamente, e os serviços metroferroviário mais de 12 milhões.

"Mesmo diante da crise e da falta de recursos, os operadores de metrôs, trens urbanos e VLT não mediram esforços para manter o atendimento à população, fazendo todas as adequações possíveis para a garantia da manutenção do serviço. Entretanto, com o alongamento da crise, que não tem perspectiva de finalização, o setor não está sendo capaz de suportar os graves impactos e via na Lei do Socorro Emergencial ao Transporte Público uma forma de garantir a plena operação dos sistemas por mais tempo", ressalta o presidente da ANPTrilhos, Joubert Flores.

No sistema de transporte coletivo por ônibus a situação não é diferente. Para o presidente executivo da NTU, Otávio Cunha, o governo federal precisa apontar uma solução para a situação crítica na qual o transporte coletivo se encontra, especialmente no momento em que os casos de Covid-19 voltam a subir no Brasil. "A ocasião exige uma oferta de serviço de transporte público cada vez maior para minimizar riscos de contágio, o que só aumenta o desequilíbrio econômico-financeiro das empresas. O auxílio do governo federal é absolutamente necessário e deve ser viabilizado com extrema urgência", avalia o presidente.

As entidades reforçam que o setor de transporte iniciará o próximo ano fortemente impactado pela crise e há uma preocupação muito grande com esse segmento, que é essencial para a população e não teve nenhum tipo de apoio emergencial, seja do governo federal ou dos estaduais.

O veto integral ao Projeto de Lei 3364/2020, que destina R$ 4 bilhões a estados e municípios para a recuperação do transporte público frente aos impactos da Covid-19, compromete a sustentabilidade do atendimento à população e coloca em risco milhares de empregos diretos e indiretos, além da arrecadação de tributos ao Estado. As empresas de ônibus coletivos garantem 405 mil postos de empregos diretos e cerca de 1,2 milhão de empregos indiretos, enquanto as empresas metroferroviárias respondem por mais 42 mil empregos diretos e mais de 120 mil indiretos.

Tendo em vista que o transporte público é um serviço essencial garantido na Constituição Federal e também utilizado, principalmente, no percurso casa-trabalho, a ANPTrilhos e a NTU apelam ao governo federal para que o socorro ao setor seja reavaliado e concretizado com o objetivo primordial de manter o atendimento à população e os empregos do setor.

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Edição do Diário Oficial do Município desta segunda-feira (21) traz mais um ‘empurrãozinho’ da administração da prefeita Délia Razuk (PL) que se encerra daqui há dez dias ao prefeito eleito Alan Guedes (PP), com a injeção de recursos de quase R$ 8 milhões para que a gestão que começa no dia 1 de janeiro possa ‘sobreviver’ até março de 2021. O ‘refresco’ é representado pelo extrato do 15º. Termo Aditivo ao Contrato firmado entre o Município, através da Secretaria de Saúde, com a Funsaud (Fundação de Serviços de Saúde de Dourados).

O objeto do novo termo aditivo consiste no repasse de recursos da ordem de R$ 7.806.656,11, que eleva o valor global do contrato com a Fundação de Saúde para R$ 274.967.283,42. Por outro lado, se a medida traz um alívio ao prefeito eleito, traz também, em consequência, o aumento da dívida a ser herdada, uma das maiores que Délia está deixando para o amigo Alan, só comparável ao ‘rombo’ do déficit atrasado com os repasses para o Previd (Instituto municipal de Previdência dos Servidores Públicos de Dourados), já avançando à cifra dos R$ 54 milhões.

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Prefeita conclui mandato retribuindo gestos de companheirismo com o presidente da Câmara

De acordo com o extrato do aditamento ao contrato existente da Prefeitura com a Funsaud, Alan Guedes terá como cobrir “todos os custos para execução de serviços médicos hospitalares, por um período de 90 dias”, a contar de quarta-feira (23), no Hospital da Vida, incluindo novos dez leitos de UTI Adulto Tipo II e 20 leitos clínicos de retaguarda para enfrentamento da Covid-19.

O documento publicado no Diário Oficial anuncia ainda o aporte de recursos no montante de R$ 1.6 milhão, “destinado ao custeio geral, priorizando os prestadores de serviços médicos e de especialidades, especificamente a competência em atraso Aporte de recursos financeiros no montante de R$ 760 mil, visando que este faça frente às necessidades da Funsaud”.

Constitui ainda objeto do termo aditivo, “tendo em vista que o PAM (Posto de Assistência Médica) não terá suporte para realização de exames laboratoriais para enfrentamento à Covid” no período de 28 a 30 deste mês, que a Funsaud disponibilize os procedimentos que se fizerem necessários, recebendo para isso R$ 2.400 reais. A prefeita Délia Razuk prorroga o Contrato de Gestão firmado ainda em 2014 [na gestão do ex-prefeito Murilo Zauith], até 23 de março do ano que vem.

Em virtude da prorrogação da vigência contratual, destacando o que versa aos serviços especificados no Anexo Técnico – Plano Operativo, parte integrante e indissociável do Contrato, “se faz necessário que seja acrescido ao valor global o montante de R$ 881.707,46”, sustenta ainda o texto do 15º. Termo Aditivo, que é assinado apenas pelo dentista Jackson Farah Leiva no exercício, ainda, das funções de secretário [já exonerado, por antecipação, com efeitos a partir do dia 1 de janeiro) municipal de Saúde.

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O verão começou nesta segunda-feira (21) e até o dia 20 de março do ano que vem prevê clima influenciado pelo fenômeno La Niña como moderada a forte intensidade. Mesmo assim, as chuvas não devem sentir os efeitos clássicos da La Niña, que é quando as águas do oceano Pacífico Equatorial Central ficam com temperatura abaixo do normal, segundo o Climatempo.

No Brasil, o fenômeno é caracterizado pela redução da chuva na Região Sul do Brasil e aumento da chuva na porção norte da Região Norte e do Nordeste. Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, a La Niña também tende a facilitar as convergências de umidade que estimulam a chuva.

Janeiro é considerado um dos meses mais chuvosos em quase todo o país, com médias climatológicas bastante elevadas. Ainda assim, a estimativa é de chuva acima da média para diversas regiões para diversas regiões, incluindo sul e leste de Mato Grosso do Sul.

Já o mês de fevereiro a estimativa é de chuva acima da média normal, incluindo as áreas sul e leste de Mato Grosso do Sul. No Pantanal as chuvas devem ficar dentro da média climatológica para o mês.

O mês de março deverá surpreender pela quantidade volumosa de chuva esperada para algumas áreas do País e pelo pouco volume em outras. Para Mato Grosso do Sul a estimativa é de chuva acima do normal para o mês.

Conforme o prognóstico climático trimestral especifico para Mato Grosso do Sul são estimados 400 a 500 milímetros em média para os próximos 3 meses. Segundo o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec) a distribuição desses acumulados será: chuvas acima da média para as regiões leste, norte, pantaneira e sul; dentro da normalidade na área central; e abaixo da média histórica para a região sudoeste.

As temperaturas normalmente são elevadas no verão, e neste não será diferente. São esperadas temperaturas acima da média, com picos de até 37°C que podem ocorrer com mais frequência na região pantaneira.

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O curso de Nutrição da Unigran alcançou nota 4 no CPC, o Conceito Preliminar de Curso 2019 que mede a qualidade da educação oferecida no ensino superior brasileiro, conforme o mapa de resultados divulgados pelo Inep, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.

As notas foram alcançadas na prova do Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) aplicada pelo Ministério da Educação como base na avaliação do desempenho de estudantes aliado ao valor agregado pelo processo formativo e requisitos como corpo docente, infraestrutura e recursos didático-pedagógicos. A graduação de Nutrição se classificou em 22º lugar no ranking nacional entre os 423 cursos avaliados e foi considerado o melhor do Mato Grosso do Sul.

Aline Victório Faustino Onishi, coordenadora do curso, atribui o resultado positivo à qualidade da estrutura da Instituição e dedicação dos profissionais e acadêmicos. “Ser considerado o melhor curso de Nutrição de Mato Grosso do Sul é motivo de muito orgulho, a nota recebida pelo MEC é resultado de um trabalho em conjunto: temos uma estrutura física de excelência, com os melhores laboratórios, equipamentos, técnicos habilitados, nossos professores são experientes em suas áreas, amam o que fazem e transformam o processo de ensino em aprendizado, os acadêmicos foram comprometidos e obtiveram grande êxito, os gestores e administrativos estão sempre ao nosso lado. Temos uma equipe que trabalha unida com a missão de formar profissionais preparados para atuar com responsabilidade”, destaca Onishi.

Processo Seletivo

A UNIGRAN oferece uma excelente estrutura para a formação acadêmica, com laboratórios completos e equipamentos avançados. Nutrição tem duração de oito semestres oferecidos no período noturno. Mais informações podem ser obtidas no link www.unigran.br/curso/27. O Vestibular UNIGRAN 2021 está com as inscrições abertas e pode ser agendado no www.vestibularunigran.com.br ou pelo WhatsApp (67) 99222 5948. As provas acontecem de forma online devido a pandemia da Covid- 19.

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A capacidade de adaptação às mudanças causadas em razão da pandemia do novo coronavírus no sistema de saúde foi um dos maiores desafios do Governo do Estado, por meio da Secretaria estadual de Saúde, para o enfrentamento à Covid-19. O coronavírus trouxe impactos importantes e mudou a rotina dos 2,7 milhões de habitantes no Estado. Com aporte financeiro estadual e federal, foram investidos mais de R$ 77 milhões na compra de medicamentos, insumos, EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), além de testes para o enfrentamento à Covid-19.

Segundo o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, todo esse trabalho foi realizado por determinação do governador Reinaldo Azambuja, “que nos deu a missão de fazer tudo o que precisasse ser feito, com transparência. Até hoje não faltaram leitos e nem remédios para os sul-mato-grossenses. Mas tudo isso ainda é pouco sempre que uma vida é levada pela Covid-19, mas seguiremos lutando diariamente para vencer essa pandemia”.

Com o aumento exponencial no número de casos em dezembro, que infelizmente já ultrapassou a marca de 120 mil contaminados pela Covid-19, Geraldo Resende destaca que a luta contra o coronavírus só terá êxito se os municípios seguirem à risca às medidas restritivas orientadas pelo Programa Prosseguir.

“É preciso que tenhamos medidas restritivas, toque de recolher mais extenso e que as atividades não-essenciais deixem de serem feitas sob pena de termos o colapso na Saúde Pública do Estado. Precisamos de medidas restritivas, de acordo com aquilo que nós construímos ao longo deste enfrentamento com o Programa Prosseguir”, pontua o secretário.

A secretária-adjunta Crhistinne Maymone também endossa o alerta à população. “Estamos em uma curva ascendente em progressão geométrica. A circulação viral está altíssima no Estado. Por isso, recomendamos que os cidadãos façam uso de máscara, higienização das mãos com álcool em gel e mantenham o distanciamento social. Evitem saídas desnecessárias”, pediu.

Investimento

Desde o início da pandemia, a Secretaria estadual de Saúde já investiu, entre recursos estaduais e federais, R$ 8.312.303,31 na compra de materiais farmacológicos, como medicamentos usados exclusivamente no combate à Covid-19. Mais R$ 34.277.848,02 entre recursos estaduais e federais, foram utilizados para a compra de materiais hospitalares, laboratorial/químico, e de limpeza e conservação.

Com recursos próprios, O Estado investiu R$ 4.642.465,76 na compra de Equipamento de Proteção Individual (EPI), onde máscaras foram adquiridas e doadas, bem como, materiais de proteção e segurança comprados. E mais R$ 3.089.500,00 em recursos federais disponibilizados foram comprados materiais químicos como testes para Covid-19. Do total investido nas ações, R$ 24.916.103,96 foram do Estado e R$ 25.406.013,20 são recursos federais. Na semana passada, o Governo do Estado ainda liberou socorro emergencial para municípios e hospitais ampliarem ações de combate à pandemia de coronavírus em Mato Grosso do Sul. O recurso foi de R$ 27,5 milhões.

Municípios sede das macro e microrregiões de saúde foram beneficiados. Além deles, foram contempladas cidades que possuem leitos de UTI custeados pelo poder público. Aparecida do Taboado, Aquidauana, Bataguassu, Campo Grande, Chapadão do Sul, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Dourados, Jardim, Nova Andradina, Naviraí, Ponta Porã e Paranaíba foram beneficiados, incluindo a Clínica Campo Grande, Hospital Adventista do Pênfigo, Hospital de Câncer Alfredo Abrão (HCAA), Hospital El Kadri, Proncor e Santa Casa entre as unidades de saúde contempladas.

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Depois de Campo Grande, onde se concentra o epicentro da doença, que registrou neste domingo (20) novos 480 casos positivos para a Covid-19, Dourados passa o dia “comemorando” 164 novos casos suspeitos, quando celebra o aniversário de 85 anos de criação. Corumbá, com 56, Maracaju com 35 e Três Lagoas, com 30, completam a lista das cinco cidades mais infectadas do final de semana.

Neste domingo, também, o Município superou a marca de 44 mil casos notificados, com exatos 256 ocorrências a mais e, desse total, teve 12.234 registros confirmados da doença. Há ainda 1.377 exames que foram colhidos para testes do novo coronavírus, e ainda não concluídos. Do total de 2.051 óbitos contabilizados em Mato Grosso do Sul desde o início da pandemia, 138 mortes são de Dourados.

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O vereador de primeiro mandato Juscelino Cabral, eleito pelo DEM com 1635 votos, e o sétimo melhor posicionado entre os 19 membros da Casa, foi confirmado na noite deste sábado (19) como futuro primeiro secretário da Mesa Diretora que terá como presidente para a primeira legislatura do próximo mandato o vereador do MDB, Laudir Munaretto, agora de volta à Câmara de Dourados, após 12 anos. Os demais novos dirigentes da Mesa serão Cemar Arnal (Solidariedade) como vice-presidente e Lia Nogueira (PP) na segunda secretaria.

Laudir era o único nome confirmado para encabeçar a chapa única que será registrada, conforme o prazo regimental, para disputar a eleição da nova Mesa após a posse dos vereadores que está confirmada para às 8 horas do dia 1 de janeiro do ano que vem. Ainda não há confirmação sobre o local para o evento, se na própria sede da Câmara, ou no auditório da UFGD, no centro da cidade. Cuidados estão sendo tomados em relação à disseminação da Covid-19.

Juscelino ganhou a posição, considerada estratégica e de importância decisiva na Mesa Diretora da Câmara, pela articulação com os demais integrantes da bancada democrata, que continua sendo a maior na Casa, e a partir do ano que vem formada por quatro novatos. Além dele, o DEM elegeu Marcio Pudim, com 1698 votos, o sexto melhor colocado; Diogo Castilho, o 13º. entre os 19, com 1105 votos e Creusimar Barbosa, o 15º. da lista, com 1042 votos. A vaga na Mesa era disputada por, pelo menos, outros três vereadores.

Durante encontro de 12 dos 14 signatários da carta-documento “Por uma Dourados diferente”, realizado na residência do futuro presidente Laudir Munaretto, os vereadores do chapão entenderam que “as urnas produziram um novo quadro político no Município, e isso deve ser entendido como recado bem claro, é preciso fazer diferente daqui pra frente”, interpretou Juscelino Cabral ao DOURANEWS. Apenas os novos eleitos Diogo Castilho e Fábio Luis não participaram do encontro deste sábado, embora tenham assinado o documento.

O chapão dos 14 vereadores ainda tenta convencer os cinco restantes da futura composição da Câmara [os reeleitos Mauricio Lemes, Elias Ishy, Sergio Nogueira e Olavo Sul) e o novato Rogério Yuri da importância de fortalecimento desse grupo, considerando o novo momento que se inicia a partir de janeiro em Dourados. Dos reeleitos, Jânio Miguel e Daniela Hall preferiram acreditar na tese de que “daqui pra frente tudo vai ser diferente”.

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