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Redação Douranews

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Senadores dos Estados Unidos não chegaram a um consenso, nesta segunda-feira (20), sobre a votação de quatro propostas para aumentar o controle sobre a venda de armas no país. As medidas abrangiam a verificação dos antecedentes dos compradores e a proibição de venda de armas para pessoas observadas pelas autoridades policiais norte-americanas.

O tema voltou ao debate nacional após o massacre em uma boate em Orlando, há nove dias, que terminou com a morte de 50 pessoas e 52 feridos. O Partido Democrata apresentou duas propostas e o Republicano, também duas, com sugestões de restrições mais rígidas para o uso de armas de fogo.

Para que as propostas fossem apreciadas pelo Senado, precisariam de ter obtido 60 votos favoráveis. A mais votada, que tinha respaldo do senador republicano Charles Grassley, teve 53 votos. A segunda mais votada foi a do democrata Chris Murphy, que conquistou 44 votos.

A Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos, e entidades de defesa dos direitos civis, aumentaram a pressão sobre os senadores após o atentado em Orlando. E, mesmo com apoio de parte dos republicanos, a maioria dentro desse partido, que é contra uma revisão das normas, acabou prevalecendo na hora da decisão.

No debate desta segunda, houve troca de acusações entre os senadores contra e a favor das restrições. Os defensores do controle de armas acusaram os republicanos que impediram as propostas de seguir adiante de servir aos interesses do lobby da indústria armamentista no país, reconhecidamente um dos mais atuantes no Congresso, segundo divulga a Agência Brasil.

Comentário

Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde e realizada nas capitais do país mostrou que o número de brasileiros que bebem e dirigem teve uma queda de 21,5%. Em Campo Grande a redução foi acima da média nacional com 31,5%. No ano passado, 7,6% da população da cidade declarou que dirigia após o consumo de qualquer quantidade de álcool, contra os 11,1% em 2012, ano da adoção da tolerância zero na Lei Seca.
Os homens são responsáveis por 13,7% das infrações envolvendo álcool e continuam assumindo mais riscos que as mulheres que cometem apenas 2,1%. No levantamento total das 27 capitais, 5,5% dos indivíduos entrevistados disseram conduzir veículos após o consumo de bebidas alcoólicas, índice que em 2012 era de 7%.

Desde 2012 com a intensificação da fiscalização nas cidades, rodovias estaduais e federais, a PRF (Polícia Rodoviária Federal) registrou uma queda no número de acidentes nas estradas federais envolvendo pessoas embriagadas. Neste período o número caiu de 7.594 para 6.738, representando uma redução de 11%.

Para o diretor presidente do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), Gerson Claro, apesar da Lei Seca prever multas, perda da habilitação e até mesmo a detenção para quem é flagrado dirigindo sob efeito de álcool, o comportamento dos motoristas é fundamental para a mudança das estatísticas. “Sabemos que a mudança de comportamento é gradativa, mas já está acontecendo, os índices estão nos mostrando isso. O que devemos levar em consideração não são somente as infrações cometidas sob efeito do álcool, mas a sobrevivência dos envolvidos em um acidente de trânsito. Nossa meta é construirmos um trânsito seguro, com respeito, com limites, o motorista, o carona, o pedestre, o motociclista, todos devem saber do seu papel no trânsito”, afirma Gerson Claro.

O Brasil é um dos 25 países que estabeleceram a tolerância zero na aplicação de multas para o consumo de bebida alcoólica por motoristas e um dos 130 que usam o teste do bafômetro como forma de garantia do cumprimento da lei.

Lei Seca

A Lei Seca completa oito anos de vigência neste ano, e além de mudar os hábitos dos brasileiros, trouxe um maior rigor na punição e no bolso de quem a desobedece. Com o passar dos anos, a lei passou por mudanças e ficou mais severa com o objetivo de aumentar a conscientização de não se misturar a bebida com direção. Atualmente o condutor que ingerir qualquer quantidade de bebida alcoólica e for submetido à fiscalização de trânsito está sujeito a multa no valor de R$ 1.915,40 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Em caso de reincidência, o valor da multa é dobrado.

Comentário

O vereador Mauricio Lemes (PSB) solicitou ao Poder Executivo a limpeza, terraplanagem, canalização das águas pluviais e asfaltamento nas ruas Ivo de Matos Brum e Vereador Aguiar de Souza, no bairro Parque dos Coqueiros. Além disso, também pediu por mais segurança aos feirantes de Dourados.

Segundo justificativa, nesse bairro há lixo acumulado, logo um mau cheiro, além da formação de enxurradas, lama e poças de água, prejudicando a passagem de veículos, motos e ciclistas. Tanto é que foi encaminhado, juntamente com o pedido, um abaixo-assinado com fotos feitas pelos próprios moradores. “Meus pedidos são em nome da comunidade”, comenta o vereador.

Após uma reivindicação de trabalhadores, Mauricio também indicou a manutenção da sinalização adequada na área onde está sendo construída a nova feira livre de Dourados. A ação visa proporcionar tranquilidade aos profissionais e às pessoas que a frequentam. “Que a Prefeitura tome as providências necessárias para realização desta obra, como colocar cavaletes e placas sinalizadoras, demarcando o espaço e garantindo paz a todos”, explica.

Além disso, o parlamentar também anunciou na semana passada o estudo para um novo projeto de lei com o objetivo de retomar empregos, agilizar e reativar o setor da construção civil. Ele quer modernizar a lei que dispõe sobre o Zoneamento, Uso e Ocupação do Solo e o Sistema Viário, tendo por base os graus de impacto e de interferência na qualidade de vida dos cidadãos.

Propostas ou contribuições para o mandato do vereador também são aceitas pelos endereços das redes sociais, como na página oficial (mauriciolemesvereador) no facebook, através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., ou, ainda pelo telefone 67 3410-0104.

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A equipe feminina de Dourados conquistou o vice-campeonato feminino na categoria de xadrez em Campo Grande, durante os Jojums (Jogos da Juventude de Mato Grosso do Sul); todavia, os professores e técnicos desta modalidade esportiva, Adonis Garcia Oliveira e Antônio Carlos Barbosa, o “Kaká”, dizem que os resultados podem ser considerados como excelentes dado ao pouco investimento que se dá para as crianças e os adolescentes nas escolas públicas tanto municipal como estadual e também particular neste tipo de modalidade esportiva.
Para Adonis Oliveira, o ideal seria um maior investimento nesta modalidade nas escolas, uma vez que o xadrez é um esporte que desenvolve e faz com que os praticantes exercitem constantemente a mente dado ao seu poder saudável em competições. “Para mim o xadrez deveria ser matéria obrigatória nas escolas. Quem joga xadrez com certeza tem uma mente mais desenvolvida”, disse Adonis, parabenizando a delegação douradense que marcou presença nas competições que foram realizadas na capital.
Na oportunidade o feminino contou com a participação das alunas Maria Eduarda Garcia, da escola Presidente Vargas que conquistou o 4º lugar e Eduarda Alencar, da escola Daniel Berg, que ficou em 6º lugar. As duas juntas no geral conquistaram sete pontos e empataram com as garotas de Campo Grande que por critérios levou o título por equipe.
Adonis Oliveira conta que no masculino o aluno João Vítor Sanches, da escola Maria da Glória, conquistou a medalha de bronze. “Pelo que é investido na modalidade nas escolas em nossa cidade, o resultado obtido no JOJUMS na capital foi fantástico. Acredito que essa modalidade esportiva deveria ser aplicada como matéria nas escolas”, disse Antônio Carlos Barbosa, o “Kaká”.
Para os dois professores, a adesão do xadrez nas escolas como matéria, além de fortalecer a modalidade em competições locais e estaduais, também implicaria em riquezas para as crianças e para os adolescentes, pois o esporte é individual e faz com que os praticantes exercitem as mentes.

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Aliado à pauta nacional que demanda o contingenciamento de despesas, principalmente em instituições públicas, o HU (Hospital Universitário) da Universidade Federal da Grande Dourados está capacitando colaboradores para otimizar a gestão de custos interna, de forma que funcionários de todos os setores, não apenas os administrativos, tenham condições de conhecer e melhorar os orçamentos.

Com carga horária de 20 horas, dividido em cinco aulas presenciais, o curso “Introdução à Gestão de Custos em Instituições de Saúde” é uma das primeiras iniciativas de capacitação elaboradas inteiramente por profissionais do HU na UFGD. Cerca de 40 pessoas se inscreveram e participam dos encontros, até o final do mês.

De acordo com os desenvolvedores e ministrantes Anderson Sampaio, chefe da Unidade de Contabilidade de Custos, e Anderson Barbosa, chefe do Setor de Contabilidade, a ideia é trazer para o ambiente profissional os conceitos relacionados à gestão de custos para, justamente, conscientizar sobre o assunto.

“Todos os setores devem estar envolvidos, pois esse conhecimento traz ganhos a todos, mesmo sendo um primeiro contato com o tema”, explica Sampaio. Um dos objetivos é que, sabendo o que é custo, os colaboradores, principalmente os gestores, possam identificar com precisão os locais que consomem mais recursos, elaborando orçamentos futuros com base no que foi apurado.

Além de ter o primeiro contato com o tema, os participantes terão condições de melhorar a utilização dos recursos que já possuem, auxiliar na decisão de investir e incluir novos procedimentos em sua unidade e possibilitar a cuidadosa comparação de custos com outras unidades semelhantes, com base em critérios adequados e conscientes.

Experiências

Mesmo na área administrativa, em que os colaboradores têm maior contato com noções orçamentárias e financeiras, o curso vem sendo aproveitado como forma de aprimorar e atualizar conhecimentos. Chefe da Divisão de Gestão de Pessoas do HU, a contadora Danielly Vieira Capoano está participando das aulas e considera fundamental que, assim como ela, todos os gestores tenham discernimento da importância em se realizar a gestão de custos no hospital, possibilitando a otimização de recursos materiais e humanos.

“Com os conhecimentos adquiridos, a Divisão de Gestão de Pessoas poderá contribuir com informações relativas ao custo com mão-de-obra, viabilizando a mensuração dos custos e procedimentos realizados no HU”, afirma.

Um pouco mais distante da realidade de cálculos e orçamentos, o farmacêutico Armando Jorge Junior acredita que, mesmo sendo o hospital uma entidade sem fins lucrativos, o conhecimento pleno de todo seu funcionamento contábil é necessário para que haja o emprego adequado dos recursos, visando crescimento.

“O curso veio em momento oportuno, diante da atual situação econômica do País e da necessidade de ampliar serviços e, consequentemente, custos. Implica que nós, dos setores assistenciais, devemos conhecer as viabilidades e limitações do serviço, inclusive, financeiras”, conclui o chefe da Unidade de Dispensação Farmacêutica do hospital.

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A Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados) realiza nesta sexta-feira (24) a palestra “Sucessão em empresas familiares”, gratuita e voltada a empresários de Dourados e região, marcada para às 20 horas, no auditório da entidade.
A sucessão familiar trata-se de uma empresa cujo controle e gerenciamento percorrem as próximas gerações da família, tendo como ponto central a transferência de experiência, liderança, autoridade e poder de tomada de decisões.
O tema será apresentado por José Kleber Corrêa de Barros Ziede, economista e especialista em Planejamento e Desenvolvimento Econômico, Gestão, Administração Financeira e Governança Corporativa. O palestrante também é sócio-sênior da KMZ Associados.
A palestra gratuita é uma promoção da nova gestão da Aced, dentro da proposta de orientar os associados e oferecer capacitação sobre temas relevantes ao universo empresarial.
Sucessão familiar
A orientação de empreendedores sobre a sucessão familiar e a continuidade dos negócios na família é mais do que pertinente em qualquer lugar do mundo. No Brasil, de acordo com estatísticas do Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso do Sul), esta questão é especialmente problemática: apenas 30% das empresas familiares sobrevivem à segunda geração e apenas 5% à terceira.
Diversos fatores têm sido apontados como cruciais para uma boa sucessão: a seleção e o treinamento do melhor candidato; o planejamento estratégico da sucessão; a experiência profissional prévia do sucessor na empresa e, fundamentalmente, o envolvimento do fundador no planejamento sucessório e seu papel de mentor.
O planejamento sucessório não significa retirar o dono da empresa, mas requer a preparação de alguns processos que facilitem a sucessão, de forma a evitar tensões interpessoais e possibilitar o sucesso empresarial de curto e longo prazo, como explica material informativo distribuído pela assessoria da Aced.

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Preocupado com uma situação que já perdura há mais de 100 dias, o deputado federal Geraldo Resende (PSDB) está solicitando providências urgentes para resolver o problema da falta de água potável nas aldeias Jaguapiru e Bororó, na Reserva Indígena de Dourados. O parlamentar relatou ao diretor-presidente da Funasa (Fundação Nacional de Saúde), Sérgio Castilho, o recebimento de constantes reclamações da comunidade indígena para um problema que castiga cerca de 15 mil indígenas, diariamente.
Segundo Geraldo Resende, a falta de água tem obrigado famílias inteiras a andar quilômetros para encontrar água potável, sendo que várias delas saem de casa várias vezes ao dia, o que é suficiente apenas para matar a sede por algumas horas. Isso tem levado, ainda, vários indígenas a recorrerem a minas e córregos que podem estar poluídos por agrotóxicos ou outras substâncias nocivas à saúde, explica.
“A consequência disso já é visível nos postos de saúde, que estão lotados. Como não há rede de esgoto, que muitas vezes fica a céu aberto e próximo dos poços, famílias inteiras podem estar tomando água contaminada”, explica Geraldo Resende. O parlamentar lembra que há cerca de um mês o problema se agravou tanto que escolas como a Tengatuí Marangatu tiveram que dispensar os alunos mais cedo por causa da falta de água.
De acordo com Geraldo Resende, o Dsei-MS (Distrito Sanitário Especial Indígena) informou que realiza manutenções pontuais que amenizam os problemas, porém não os resolvem de maneira definitiva. “É angustiante constatarmos, periodicamente, que um direito básico que é o de ter água limpa e potável, é prejudicado”, afirma o parlamentar.
Para resolver o problema de maneira definitiva, Geraldo Resende vem trabalhando junto à Fundação Nacional de Saúde a possibilidade da perfuração de um novo poço, a implantação de mais bombas d’água e a instalação de rede elétrica para utilização de poços, de maneira que o abastecimento dentro das aldeias e nas escolas sejam feitos de maneira independente.
Lutas históricas
Os problemas da comunidade indígena são preocupação constante de Geraldo Resende. Foi dele a iniciativa, por exemplo, da criação de uma Comissão Externa da Câmara dos Deputados que analisou a morte de crianças indígenas por desnutrição em Dourados e outras regiões do país, em 2005. O resultado foi uma série de providências por parte do governo federal, que resultou na diminuição drástica do problema.
Geraldo Resende também é o autor da proposta que resultou na implantação da primeira Vila Olímpica Indígena do país em Dourados, para o qual, junto com o ex-deputado federal Fernando Gabeira, viabilizou os recursos federais, em parceria com a Prefeitura de Dourados.
A nova Escola Guateka “Marçal de Souza”, que antes era um barracão de sapé, é outra iniciativa de Geraldo Resende, que garante hoje uma estrutura moderna e funcional aos alunos da aldeia Jaguapiru, inclusive com uma quadra de esportes para uso da comunidade local.
Geraldo também viabilizou, recentemente, recursos que possibilitaram ao Município adquirir uma patrulha agrícola mecanizada, atendendo apelo do Conselho Indígena de Dourados. A substituição das chamadas “casas de chocolate”, (que caíram no dia 19 de abril de 2009, após uma ventania) por moradias de melhor qualidade são lutas que tiveram a marca da atuação do parlamentar sul-mato-grossense, conforme relata a assessoria.

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A Justiça do Trabalho de Mato Grosso do Sul conseguiu o pagamento de mais de R$ 8 milhões durante a II Semana Nacional de Conciliação Trabalhista realizada entre os dias 13 e 17 de junho nas 26 Varas do Trabalho e no TRT24 (Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região).

O valor é referente a direitos trabalhistas que não foram pagos por empresas e agora serão quitados graças aos acordos realizados em 562 processos que tramitavam em Primeiro e Segundo Graus do TRT no Estado. O índice de conciliação obtido foi de 40%. Ao todo, 3.223 pessoas foram atendidas na II Semana Nacional de Conciliação Trabalhista de Mato Grosso do Sul. No ano passado, 369 acordos foram fechados na primeira edição do evento que alcançou R$ 6.396.924,60 em conciliações no Estado.
Para o vice-presidente do TRT/MS e coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos, desembargador João de Deus Gomes de Souza, o resultado da Semana de Conciliação deste ano foi melhor do que em 2015 porque as partes estão mais conscientes sobre as vantagens da conciliação. "As empresas sabem que hoje não é interessante postergar o tempo do processo por cinco, seis anos, em razão da correção monetária e o trabalhador também tem que pensar no lado dele que não pode esperar 60 meses para tentar receber o que lhe é devido", explicou o magistrado.

Só a Vara do Trabalho de Naviraí realizou 239 audiências e conseguiu firmar acordos em 63% dos processos, somando R$ 1.380.024,02 em conciliações. Do total de audiências, 133 ações eram de trabalhadores da Usina Infinity Agrícola, que chegou a demitir cerca de mil trabalhadores no ano passado. Os processos conciliados com a empresa somaram cerca de R$ 991 mil e já estavam na fase de execução, sendo que alguns tramitavam há mais de três anos.

A 6ª Vara do Trabalho de Campo Grande também conseguiu uma boa soma em conciliações, no valor de R$ 2.022.132,56. Em apenas um dos processos cerca de trezentos vigilantes terceirizados de uma instituição financeira foram beneficiados com um acordo de aproximadamente R$ 1,5 milhão.

Em todo o país, a Justiça do Trabalho garantiu mais de R$ 545 milhões em homologações de acordos trabalhistas. Foram mais de 25 mil acordos firmados entre patrões e empregados que apostaram na conciliação como o modo mais rápido e eficaz de resolver os processos. O resultado da semana também arrecadou aos cofres públicos quase R$ 20 milhões em tributos. "Esse resultado é mais do que expressivo diante de um cenário de crise política, econômica e moral em que vivemos", destacou o ministro Emmanoel Pereira, vice-presidente do Conselho Superior da Justiça do Trabalho.

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Uma doença bastante comum na infância é a catapora, mas em alguns casos pode haver complicações, principalmente em crianças muito pequenas, em adultos e em indivíduos imunodeprimidos, em tratamento quimioterápico, por exemplo. O mercado oferece vacina contra a catapora e pode ser aplicada a partir dos 12 meses sem limite de idade.

Essa doença também é chamada de varicela, é causada por um vírus, cuja disseminação ocorre muito facilmente. Não é raro ouvirmos falar em epidemia ou surto de catapora em ambientes fechados, como escola, creches, ambiente de trabalho, etc.

O principal sintoma são as bolinhas que aparecem na pele. Uma criança comum chega a desenvolver de 250 a 500 bolhas pequenas que coçam sobre os pontinhos vermelhos na pele. A catapora é facilmente transmitida para outras pessoas. O contágio acontece através do contato com o líquido da bolha ou através de tosse ou espirro. Geralmente, a vacina previne a doença completamente ou a torna muito moderada. Mesmo aqueles que estão infectados com uma versão moderada da doença podem ser contagiosos.

“Apesar de ser uma doença bastante popular e de fácil contágio, pode haver complicações, por isso a imunização é tão importante em todas as idades. Não só a catapora, mas várias doenças podem ser evitadas através da vacinação”, explica o médico Alberto Jorge Félix Costa, diretor técnico responsável da Imunitá Centro de Imunização.

As infecções secundárias da pele são as complicações mais comuns associadas à catapora. A doença cria na pele uma porta de entrada para bactérias, que poderão causar infecções na mesma e também nas partes moles, podendo até atingir a corrente sanguínea, provocando infecções sistêmicas e invasivas. A pneumonite viral causada diretamente pela catapora também é temida. Crianças acima de 12 anos e adultos apresentam maior potencial para desenvolvimento dessa complicação grave. Além disso, pacientes imunossuprimidos podem apresentar doença disseminada, ter acometimento do sistema nervoso central, encefalite por varicela, entre outras complicações.

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A comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha as obras do governo federal custeadas com recursos do orçamento da União realiza audiência pública, quinta-feira (23) às 9 horas locais, para debater a situação das obras paralisadas e as possíveis medidas para evitar mais prejuízos, no plenário da casa, em Brasília.

A audiência foi proposta pelo presidente da comissão externa, deputado Zé Silva (SD-MG). O parlamentar aponta que o contraste entre os processos do setor privado e do setor público impacta diretamente na infraestrutura do País, o que dificulta o crescimento econômico.

“Estamos reféns de uma burocracia, por vezes, mais voltada para criar dificuldades do que para servir o bem comum, ao mesmo tempo em que assistimos atônitos ao pragmatismo chinês concorrer para a forte expansão econômica experimentada por aquele país nos últimos trinta anos”, afirma o deputado.

Foram convidados para o debate o secretário do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Hailton Madureira; o secretário de Infraestrurura Hídrica do Ministério da Integração Nacional, Rodrigo Mendes; e o secretário nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Dario Rais Lopes.

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