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Redação Douranews

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Sábado, 09 Julho 2016 08:53

Giroto e Amorim voltam a ganhar liberdade

O ex-secretário de Obras de Mato Grosso do Sul Edson Giroto e o empreiteiro João Amorim, investigados na operação Lama Asfáltica, saíram da prisão na madrugada deste sábado (9), segundo informou o diretor-presidente da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), Ailton Stropa Garcia à TV Morena.

Segundo o diretor, Amorim deixou o Centro de Triagem à 1h25 desta madrugada e Giroto, às 2h30. Essa e a segunda veza que a dupla vai presa na terceira fase da operação Lama Asfáltica, denominada Aviões de Lama.

Na primeira fase, Fazendas de Lama, Giroto e Amorim ficaram mais tempo presos, juntamente com a esposa e filhos. Os dois investigados tiveram habeas corpus concedido pelo TRF3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) para soltura.

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O ministro da Saúde, Ricardo Barros, saiu em defesa de planos de saúde e afirmou que as multas aplicadas às operadoras são abusivas e que empresas do setor não podem ser consideradas como inimigas. "As multas são exageradas, um plano que deixa de cumprir uma obrigação de R$ 100 hoje é multado em R$ 50 mil", disse, durante reunião do Conselho Nacional de Saúde. "Quebrar os planos não ajuda em nada a saúde do Brasil nem dos brasileiros. Os planos geram emprego, pagam impostos. Não são nossos inimigos", completou.

As declarações foram dadas um dia depois de o ministro sugerir a criação de "planos populares" de saúde, uma modalidade em que o usuário pagaria uma mensalidade menor, mas, em contrapartida, teria direito a uma cesta de serviços mais restrita da que é hoje definida como mínima pela lei.

Criticado por integrantes do conselho, o ministro afirmou que planos populares são uma sugestão, "há dúvidas sobre se essa medida poderia ser tomada apenas com uma resolução ou se seria necessária a mudança da lei", afirmou.

Barros disse ainda não ter uma sugestão para mudanças nas regras para punir empresas que resistem em prestar serviços devidos aos usuários, porém pontuou ser necessário um olhar atento para as seguradoras.

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A Eletrobras informou segunda-feira (4) que a estatal e a subsidiária Amazonas Energia devem efetuar o pagamento de aproximadamente R$ 433 milhões das dívidas que a companhia tem com a Petrobras. No sábado (2) passado, o jornal "O Estado de S. Paulo" revelou que a Petrobras decidiu cortar o fornecimento de gás para a Amazonas Energia, responsável pelo abastecimento de todo o Estado.

Além disso, a Eletrobras ressalta que está adotando as providências para resolver a questão com a Petrobras. A Amazonas Energia informa que, apesar do corte de fornecimento de combustível para as usinas termelétricas de Aparecida e Mauá Bloco III, não houve problemas no fornecimento de energia para Manaus, "mas é necessário encontrar solução imediata para o fornecimento, a fim de evitar risco de cortes no sistema elétrico da cidade", diz a companhia em esclarecimento enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

A decisão da Petrobras, conforme apurou o jornal com uma fonte do governo, foi tomada após sucessivas tentativas de chegar a um acordo com a empresa sobre o pagamento da dívida. No mês passado, a Amazonas Energia deu um novo calote na Petrobras, deixando de pagar uma das mensalidades previstas em negociação firmada em dezembro de 2014.

Pelo acordo, a Amazonas Energia assumiu o pagamento de uma dívida de cerca de R$ 3,5 bilhões, que seria quitada em 120 parcelas. No último mês, porém, a empresa simplesmente deixou de pagar a conta. Para complicar a situação, a Amazonas Energia passou a acumular novos passivos com a Petrobras, uma conta extra que, segundo apurou a reportagem, hoje supera R$ 2 bilhões. Com informações do jornal da Jovem Pan.

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Os primos Anderson Barbosa Ramos, de 18 anos e Beatriz Barbosa de Oliveira, de 23, presos pelo SIG (Serviço de Investigações Gerais) da Polícia Civil na tarde desta sexta-feira (8), confessaram o crime que resultou na morte do taxista Valdir Luiz da Silva, de 75 anos, o conhecido ‘Zé Rico’, com vários golpes de faca, ocorrido na tarde desta quinta-feira (7), no Jardim Universitário, próximo da Unigran, em Dourados.

De acordo com o secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, José Carlos Barbosinha, que postou a informação da elucidação desse crime pelo grupo de WhatsApp ‘Plantão do MS’, a dupla foi indiciada por latrocínio [roubo seguido de morte], já que a ação de Anderson e Beatriz ao tomar o veículo de táxi conduzido por ‘Zé Rico’, era de roubar dinheiro da vítima. Roupas com marcas de sangue do confronto que houve entre assaltantes e o taxista foram encontradas na casa de Beatriz.

Na tarde do crime, testemunhas viram quando o taxista correu ensanguentado em direção a uma quitinete localizada na rua Balbina de Matos, pedindo por socorro e perceberam também que, pelo modo como se deu o crime, trata-se de, pelo menos, dois passageiros, que haviam solicitado os serviços de táxi no Voyage com o qual ‘Zé Rico’ trabalhava.

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Mariano, da dupla com Munhoz, está de olho em novos horizontes. O cantor iniciou um projeto bem longe dos palcos. E que nada tem a ver com os já comuns projetos extras dos sertanejos, como investimentos em gado ou empresariamento musical. Mariano resolveu focar na tecnologia. "Todo mundo procura um outro ramo e achei muito interessante. Um cantor trabalhando em frente ao ramo de tecnologia é bem diferente", contou o sertanejo, que tem um forte time como companhia.

Ao lado dos amigos Reinaldo Andrade Silva e Thiago Rondon e do irmão, Arthur Mariano, ele lançou o Diaríssima, um aplicativo que fará a conexão de forma gratuita entre o prestador de serviço e o empregador. “O Diaríssima surgiu de uma conversa entre amigos. Pensamos que tem aplicativos para tudo: para pedir pizza, táxi... Por que não um para diaristas? Eu, por exemplo, preciso muito, vira e mexe”, contou Mariano em entrevista ao EGO.

O sertanejo afirmou também que, durante o processo de criação, o grupo tomou o cuidado para não se tornarem mais uma agência de empregos, pois estavam em busca de algo inovador. Entre outras características que chamam a atenção no projeto está o da necessidade de capacitação prévia do profissional a ser contratado.

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Donizete Rodrigues da Silva, de 48 anos, travesti que morava na rua Guia Lopes, na Vila Industrial, em Dourados, foi encontrada morta na manhã desta sexta-feira pelo amigo dela, um rapaz de 23 anos, que dormia na mesma cama e percebeu que a acompanhante havia caído quando acordou, por volta de 9h30, e notou a ausência de Silva.

O amigo disse que morava há três meses na mesma casa com a travesti, e, ao perceber que Donizete não estava ao lado na cama, a encontrou encostada na parede, aparentando estar morta. A Polícia encontrou marcas de sangue na cabeça da travesti, segundo publicou o rep,órter Sidnei Lemos no portal da rádio FM94. A morte está sendo investigada.

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Índios bloquearam, no meio da tarde desta sexta-feira (8), o trecho da rodovia BR 463 entre Dourados e Ponta Porã, na altura do Km 6, perto do trevo de acesso a Laguna Carapã, na região conhecida como ‘Curral de arame’.

De acordo com testemunhas que tentaram passar pelo local no momento do bloqueio, as lideranças indígenas informaram que o protesto era realizado contra a ação de despejo dos índios desaldeados que ocupavam a fazenda Serrana, na região, atendendo determinação judicial.

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O Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS) participa do curso de férias “Marketing e Carreira no Agronegócio”, da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), entre os dias 25 e 27 de julho, no Campus de Pós-Graduação, em São Paulo/SP.

O curso trará uma visão estratégica sobre os negócios nas principais cadeias produtivas do agronegócio e como se situam as funcionalidades de marketing nesse contexto. Também será tratado o planejamento de marketing e produto sobre o papel da informação para a excelência em marketing.

Entre o corpo docente está o Vice-Presidente de Comunicação do CCAS, Coriolano Xavier, que dividirá as aulas com Doly Ribeiro e Maurício Mendes.

O curso “Marketing e Carreira no Agronegócio” percorre as várias interfaces de gestão mercadológica dentro do agronegócio, proporcionando ao aluno uma visão integrada do marketing ao longo de toda a cadeia produtiva de alimentos, fibras e bioenergia. O agronegócio é um dos setores da economia com perspectiva de crescimento sustentado pelos próximos 10 anos e o pensamento de marketing, juntamente com suas ferramentas de ativação, configuram um fator essencial para a alavancagem de resultados e carreiras no setor.

“Este curso proporciona ao aluno um ótimo guarda-chuva sobre conceitos e fundamentos de marketing no agronegócio. Dá uma visão estratégica de marketing ao uso concreto das ferramentas mercadológicas no dia a dia dos negócios”, declara Coriolano Xavier.

Sobre o CCAS

O Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS) é uma organização da Sociedade Civil, criada em 15 de abril de 2011, com domicilio, sede e foro no município de São Paulo-SP, com o objetivo precípuo de discutir temas relacionados à sustentabilidade da agricultura e se posicionar, de maneira clara, sobre o assunto.

O CCAS é uma entidade privada, de natureza associativa, sem fins econômicos, pautando suas ações na imparcialidade, ética e transparência, sempre valorizando o conhecimento científico.

Os associados do CCAS são profissionais de diferentes formações e áreas de atuação, tanto na área pública quanto privada, que comungam o objetivo comum de pugnar pela sustentabilidade da agricultura brasileira. São profissionais que se destacam por suas atividades técnico-científicas e que se dispõem a apresentar fatos concretos, lastreados em verdades científicas, para comprovar a sustentabilidade das atividades agrícolas.

A agricultura, apesar da sua importância fundamental para o país e para cada cidadão, tem sua reputação e imagem em construção, alternando percepções positivas e negativas, não condizentes com a realidade. É preciso que professores, pesquisadores e especialistas no tema apresentem e discutam suas teses, estudos e opiniões, para melhor informação da sociedade. É importante que todo o conhecimento acumulado nas Universidades e Instituições de Pesquisa seja colocado à disposição da população, para que a realidade da agricultura, em especial seu caráter de sustentabilidade, transpareça. Mais informações no website: http://agriculturasustentavel.org.br/. Acompanhe também o CCAS no Facebook: http://www.facebook.com/agriculturasustentavel

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Jornal publicou versão do hospital dois meses depois das matérias que geraram o direito de resposta

Os leitores de jornal impresso de Dourados podem ter estranhado uma das manchetes desta sexta-feira (08/07), que frisa o bom serviço prestado pelo Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados (HU-UFGD) e remete a fatos ocorridos e noticiados há mais de dois meses, entre 29 de abril e 2 de maio.

Trata-se de uma publicação de direito de resposta por determinação judicial, que atende a ação ajuizada pelo hospital depois de cumpridos os trâmites previstos na Lei nº 13.188, de 11 de novembro de 2015, que “dispõe sobre o direito de resposta ou retificação do ofendido em matéria divulgada, publicada ou transmitida por veículo de comunicação social.”

É a primeira vez que a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) ajuíza ação com esse teor em favor de uma de suas unidades. Atualmente, a Rede Ebserh reúne 39 hospitais universitários federais, em todo o país. A decisão da 2ª Vara Federal de Dourados foi favorável à Ebserh em caráter de “tutela antecipada”, uma espécie de decisão liminar, expedida em 23 de junho.

“Consideramos que foi uma decisão importante, sobretudo por se tratar de uma legislação tão recente. É evidente que, embora seja amplo o direito à informação, ele não é absoluto, e a imprensa deve preservar com muito zelo a veracidade das informações. Nosso pleito não se deveu a questões como o caráter ofensivo da publicação, mas sim ao fato de as matérias conterem informações que não eram verdadeiras”, explicou a advogada Thays Corrêa Silva.

Para o chefe do Setor Jurídico do HU-UFGD, Alisson Farinelli, a decisão, ainda que com caráter provisório, tem grande importância por sinalizar o entendimento favorável à demanda ajuizada. “O juiz reconheceu que houve abuso por parte do veículo no exercício do direito de informar, e esse excesso foi corrigido pela decisão judicial”, comentou.

A Lei

A Lei nº 13.188, chamada Lei do Direito de Resposta, foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela Presidência em novembro de 2015. A partir dessa regulamentação, são passíveis de resposta ou retratação matérias jornalísticas cujo conteúdo atente, “ainda que por equívoco de informação, contra a honra, a intimidade, a reputação, o conceito, o nome, a marca ou a imagem de pessoa física ou jurídica identificada ou passível de identificação”.

Para imprensa escrita ou de internet, a resposta deve ter o mesmo tamanho e as mesmas características da matéria considerada ofensiva. No rádio ou na TV, é exigida a mesma duração e alcance territorial. A publicação da resposta ou retratação não impedirá o ajuizamento de ação por dano moral.

Prazos

A lei estabelece prazo de 60 dias, a partir da publicação da notícia ou reportagem, para que o interessado formalize o pedido de resposta ou retratação diretamente ao veículo de comunicação. Caso se trate de matérias com mais de uma divulgação sucessiva, vale a data da primeira publicação.

Uma vez formalizado o pedido de retratação, o veículo de comunicação terá prazo de 7 dias para publicá-lo. Caso decida não fazê-lo, abre possibilidade para que o ofendida recorra à Justiça.

O processo deverá ser ajuizado na cidade onde o ofendido reside, no caso de pessoas físicas, ou onde a empresa está estabelecida, no caso de pessoas jurídicas. O reclamante também pode entrar com o pedido no local em que considerar ter ocorrido maior repercussão sobre a notícia.

O juiz terá 24 horas para citar o veículo de comunicação, que terá igual prazo para apresentar a justificativa da não publicação da resposta ou retratação, e três dias para apresentar a contestação.

Após a citação, ainda que não tenha recebido manifestação do veículo, o juiz poderá conceder liminar determinando prazo e condições para a publicação da resposta, caso considere haver indícios suficientes que houve ofensa.

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Durante a assinatura do contrato de parceria para a realização de um programa de qualificação profissional na área florestal entre Senai e a Fibria, nesta sexta-feira (08/07), na unidade operacional de Três Lagoas, o diretor-regional Jesner Escandolhero destacou que a parceria envolve recursos da ordem de R$ 3,5 milhões, tanto para as ações de qualificação, quanto para o fornecimento da bolsa mensal. Com essa parceria, 634 profissionais serão qualificados nos cursos gratuitos de operador de máquinas florestais e de mecânico de máquinas florestais, sendo que os alunos terão direito a uniformes, kits escolares e uma bolsa auxílio no valor de R$ 1.100,00 durante o período do treinamento.

Jesner Escandolhero, destacou a importância da parceria com a Fibria na promoção da qualificação profissional, visando fomentar o desenvolvimento das comunidades da região de Água Clara, Brasilândia e Três Lagoas, onde serão abertas as vagas. “O Senai e a Fibria promovem esse programa de qualificação e isso valoriza, principalmente, o conhecimento e o trabalho local, isso é dar oportunidades para os jovens trabalhadores”, afirmou.

Já o diretor da Fiems, José Paulo Rímoli, reforçou a relevância desse convênio para o município de Três Lagoas e região da costa leste de Mato Grosso do Sul. “A indústria já instalada está se expandindo e com isso a cidade também cresce, além de desenvolver a região ampliando essa formação profissional para os municípios de Água Clara e Brasilândia”, comentou.

Para o gerente de desenvolvimento humano e organizacional do Projeto Horizonte 2 da Fibria, Arnaldo Milan de Souza, uma das contribuições da iniciativa é o desenvolvimento econômico nas comunidades onde a empresa atua, fomentando a geração de emprego e renda e, principalmente, a qualificação profissional. “Nessa parceria, acreditamos que levar ao jovem esse tipo de oportunidade. Esse momento é ímpar para o desenvolvimento das regiões”, declarou, acrescentando que já foram mais de 1.000 inscritos no processo em Água Clara.

O gerente florestal da Fibria, Tomas Dandrea Balistiero, frisou que um dos aspectos mais importantes debatidos para esse projeto foi em relação às pessoas qualificadas para operar já que o volume de operações na área florestal aumentou significativamente. “Então, a formação profissional dá sustentabilidade para o nosso projeto, porque a estratégia é formar essas pessoas com o Senai, vamos ter gente e bem preparados. Obviamente a cidade sai beneficiada, porque circula a economia local”, declarou.

Prefeituras

Ainda durante o evento, o Senai assinou termos de cooperação técnica com as prefeituras de Água Clara e Brasilândia para a oferta de cursos de qualificação profissional de acordo com a demanda dos municípios e também da cedência do espaço físico, salas de aula e apoio administrativo para a execução das aulas dos cursos dessa parceria.

Na avaliação do prefeito de Água Clara, Silas José, a chegada dos cursos é vista de forma positiva pela população do município. “Seria muito triste entrar nas fábricas e perceber que os trabalhadores não seriam de Água Clara. Então, esse momento é importante porque vai nos fornecer as ferramentas necessárias para qualificar a mão de obra da nossa cidade”, afirmou.

Já o prefeito de Brasilândia, Jorge Diogo, ressaltou que com a explosão industrial de Três Lagoas, o município foi impactado de forma positiva. “Com esses cursos, nosso pessoal vai estar habilitado para disputar no mercado de trabalho nas vagas para a região. Nós que vivemos esse crescimento temos que estar preparados e essa parceria com Sistema S colabora com aquilo que temos pedido para as grandes empresas no sentido de atuarmos juntos”, falou.

Distribuição das vagas

O gerente do Senai de Três Lagoas, Adevaldo Vasconcelos, reforça que o primeiro módulo da parceria já começou em Água Clara no dia 15 de julho com o oferecimento de 196 vagas, sendo 136 para o curso de operador de máquinas florestais e 60 para mecânico de máquinas florestais. Em Brasilândia, o processo de divulgação das vagas terá início em setembro com 196 vagas, das quais 136 são para o curso de operador de máquinas florestais e 60 para mecânico de máquinas florestais.

Já em Três Lagoas o processo de divulgação das vagas começará em março do próximo ano, com 242 vagas, sendo 182 de operador de máquinas florestais e 60 para mecânico de máquinas florestais. “A parceria reafirma o compromisso de fomentar o desenvolvimento continuado das comunidades às atividades industriais no município”, afirmou o gerente do Senai de Três Lagoas.

Para fazer a qualificação, é preciso que o trabalhador tenha habilidade com máquinas móveis e equipamentos industriais, além de Ensino Médio completo e CNH (Carteira Nacional de Habilitação) categoria “C”, “D” ou “E”. Após serem formados, os trabalhadores vão atuar na área de colheita florestal da Fibria para atender a demanda do Projeto Horizonte 2, que terá capacidade de produção de 1,95 milhão de toneladas/ano. Com isso, a capacidade total de produção da Fibria, considerando-se todas as suas unidades no Brasil, passará para 7,25 milhões de toneladas de celulose/ano.

Estrutura

Atualmente, o Senai dispõe de uma unidade móvel de 39 m² equipada com 10 computadores com softwares de simulação virtual que servem de apoio às ações de capacitação que ocorrem nas áreas de colheita florestal, como operador de máquina de colheita florestal. Na prática, o aluno recebe qualificação teórica nos simuladores virtuais e aula prática realizada nas máquinas reais disponibilizadas pelas indústrias do segmento de celulose instaladas no Estado.

Dentro da unidade são ministrados os cursos de operador de forwarder e operador de harvester, sendo que ambos têm carga horária de 380 horas-aulas, e de mecânico de máquinas florestais tem carga horária de 424 horas-aulas, com os três cursos tendo duração de aproximadamente 104 dias. Os cursos têm a finalidade de diminuir as falhas operacionais, além de formar trabalhadores especializados, que é a maior necessidade do segmento neste momento.

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