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Redação Douranews

Redação Douranews

O ano está acabando e é hora de as empresas começarem a planejar quais serão as despesas e os investimentos para 2017. A organização antecipada pode ser decisiva para escolher as melhores formas de aplicar os recursos e economizar dinheiro.

Entre os gastos obrigatórios para os quais já é possível se preparar está a contribuição previdenciária de pessoas jurídicas. Empresas de diversos segmentos, entre os quais do transporte, podem optar entre duas formas de cálculo do valor que é devido à Previdência Social: a CPP (Contribuição Previdenciária Patronal) ou a CPRB (Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta).

Na CPP a empresa recolhe 20% sobre a folha de pagamentos dos funcionários e contribuintes individuais (sócios e autônomos). Já a CPRB corresponde à aplicação de uma alíquota sobre o faturamento da empresa, que pode variar de 1,5% a 4,5%. Por exemplo, nas atividades de transportes rodoviário, ferroviário e metroviário de passageiros, a alíquota atual é de 2%. Já para o transporte de rodoviário de cargas, o aéreo de cargas e de passageiros e o marítimo é de 1,5%.

A opção deve ser manifestada mediante o pagamento da contribuição relativa ao mês de janeiro, e deverá ser mantida, obrigatoriamente, até o fim de 2017.

Conforme o presidente do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), João Eloi Olenike, planejar com antecedência ajuda a fazer a escolha mais adequada para a realidade da empresa, o que pode representar economia significativa. “Gastar mais por fazer a escolha menos apropriada acaba tirando dinheiro do fluxo de caixa, que poderia ser gasto com outras coisas. É ruim porque, se um concorrente seu faz um bom planejamento e está tendo economia mais que a sua, você acaba perdendo. E tributo é fator essencial em relação aos custos. Tem que fazer projeção e cálculo sempre antes da opção”, diz ele.

Ele recomenda que as empresas façam os cálculos com as projeções de faturamento e da folha para o ano que vem. “Ainda não se sabe qual será o faturamento em 2017, mas tem o histórico anterior e, na maior parte das vezes, o valor não muda significativamente. Então, o empresário pode fazer um cálculo sobre a previsão do que vai ter de folha e de faturamento, ver qual dá o menor valor e, aí, optar”, esclarece.

Simulador de Contribuição Previdenciária

A CNT (Confederação Nacional do Transporte) oferece uma ferramenta que auxilia na realização do cálculo pelas empresas. No Simulador CNT de Contribuição Previdenciária, disponível gratuitamente no site da instituição, o empresário preenche informações sobre a atividade da empresa, a receita bruta mensal e o gasto mensal com a folha de pagamentos. A ferramenta, então, gera o valor da contribuição para cada uma das opções, considerando os valores informados.

Os dados utilizados para as simulações são confidenciais e os valores não poderão ser salvos, devendo ser informados a cada análise. Destacamos que a utilização dos resultados obtidos na simulação é uma opção de cada empresa, não possuindo a CNT, portanto, qualquer tipo de responsabilidade sobre interpretações e decisões tomadas a partir dos resultados.

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Ao menos 10 fuzis e uma espingarda de uso restrito das forças policiais sumiram da sede do 6º Batalhão da Polícia Militar goiana, na Cidade de Goiás, mais conhecida como Goiás Velho. O registro do desaparecimento das armas foi feito no início da tarde desta quarta-feira (16/11), na delegacia do município de 25 mil habitantes, distante 320km de Brasília e 140km de Goiânia. Até a tarde desta quinta-feira, ninguém havia sido preso, sequer havia suspeitos do crime. 
 
Um tenente lotado no 6º BPM foi quem procurou a Polícia Civil para comunicar o sumiço das armas. Ao chegar para o trabalho, na tarde de quarta-feira, ele encontrou a porta do almoxarifado do batalhão arrombada, segundo seu depoimento a um delegado. O militar contou ainda que esperou o sargento responsável pelo almoxarifado chegar para os dois, juntos, conferir se algo havia sido furtado.
 

Ao fazer a contagem das armas, o tenente e o sargento constataram a ausência de uma espingarda calibre 12 e de 10 fuzis modelos Mosquefal calibre 7.62. Também no depoimento, o tenente contou que, há seis meses, o Comando-Geral da PM goiana enviou a Goiás Velho 40 fuzis Mosquefal para serem usados no treinamento de novos policiais. Desde então, ainda de acordo com o PM, tais armas tinham sido colocadas temporariamente no almoxarifado, porém ali permaneciam guardadas até hoje.

Investigação dupla

Tanto a PM quanto a Polícia Civil de Goiás estão investigando o sumiço das armas. Peritos do Instituto de Criminalística da Polícia Civil realizaram uma perícia no quartel da PM, nesta quinta-feira. 
 
A Assessoria de Comunicação Social da PM do estado de Goiás confirmou o furto, por meio de nota oficial. A instituição apenas afirmou “que o caso será investigado pela Corregedoria da PM em primeira instância como sendo um desvio de carga da instituição, não descartando a possibilidade de furto de patrimônio público”.
 
Apesar de não ser usado há mais de 10 anos pelo Exército Brasileiro ou pelas forças policiais dos estados brasileiros, o fuzil Mosquefal tem alto poder de fogo. O seu projétil é capaz de atravessar a blindagem de carros fortes. Atualmente, esse tipo de arma é usado somente em treinamentos de policiais.

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Quinta, 17 Novembro 2016 15:37

HU convoca mais 61 aprovados em concurso

Por meio de editais publicados no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (16), a Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) convocou mais 61 profissionais concursados para o HU (Hospital Universitário) da Universidade Federal da Grande Dourados.

Os convocados são 34 enfermeiros, 11 médicos, sete técnicos em Enfermagem, dois fisioterapeutas, dois farmacêuticos, um técnico em Laboratório de Patologia Clínica, dois assistentes administrativos e dois analistas administrativos (para os setores de Contabilidade e Economia) no Hospital Universitário.

Os profissionais convocados devem comparecer ao HU para a entrega de documentos na sexta-feira (25) que vem, conforme agendamento enviado por e-mail. Os exames laboratoriais serão realizados nos dias 28 e 29, e os exames admissionais nos dias 29 e 30. A integração e a contratação dos novos colaboradores acontecerá no dia 1 de dezembro, às 8 horas, no auditório do hospital.

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A ministra Luciana Lóssio, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou, na noite desta quarta-feira (16/11), um pedido de liberdade apresentado pela defesa do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR). O político foi preso preventivamente pela Polícia Federal. Garotinho é acusado de compra de voto, associação criminosa e coação.

Ele foi alvo da Operação Chequinho, que apura fraudes no programa Cheque Cidadão. A ação foi autorizada pela Justiça Eleitoral de Campos dos Goytacazes, cidade considerada o reduto eleitoral do ex-governador, a 270 km da capital fluminense. Garotinho é secretário de Governo da cidade. A mulher dele, Rosinha, é prefeita.

Na decisão desta noite, a ministra do TSE alegou "supressão de instância" e entendeu que o habeas corpus deve ser analisado primeiramente pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Estado.

De acordo com as investigações, eleitores eram inscritos no programa que dá R$ 200 por mês a famílias de baixa renda. Os advogados do ex-governador sustentam que a "prisão é arbitrária, ilegal e baseada em fatos que não ocorreram".

"A prisão a qual está submetido o ex-governador é abusiva e ilegal e decorre de sua constante denúncia de abusos de maus tratos a pessoas presas ilegalmente naquela comarca. Estas denúncias de abuso foram dirigidas à Corregedoria da Polícia Federal e ao juiz, que nenhuma providência tomou", diz nota da defesa.

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O doleiro Fayed Antoine Traboulsi e o ex-policial civil do DF Marcelo Toledo Watson foram presos pela Polícia Federal nesta quinta-feira (17). A prisão preventiva foi realizada a pedido do Ministério Público Federal, que em julho denunciou Fayed e Toledo por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Segundo o MPF, responsável pela Operação Miquéias, Fayed fazia parte de um grupo que simulava consultoria financeira a prefeitos e outros agentes públicos e usava empresas fantasmas para lavar o dinheiro desviado. A organização usava mulheres bonitas para abordar os prefeitos e apresentar os fundos de investimento.  Após a assinatura dos contratos, havia emissão irregular de títulos e depósitos do dinheiro em contas bancárias de fantasmas.

Além de Fayed, foram denunciados pelo MPF na Operação Miquéias os delegados da Polícia Civil do Distrito Federal Sandra Maria da Silveira e Paulo César Barongeno. Eles foram citados como os responsáveis pelo vazamento das informações das investigações aos acusados.

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O Governo de MS, por meio da Universidade Estadual (UEMS), divulga a lista dos pré-selecionados para a Pós-Graduação Lato Sensu em Ciências Policiais e Gestão em Segurança Pública. A homologação do resultado final está publicada no diário oficial desta quinta-feira (17), por meio do edital Nº61/2016–PROPP/UEMS, de 07 de novembro de 2016.

Ao todo foram selecionados 40 capitães da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul. O curso é fruto de um termo de cooperação técnica celebrado entre UEMS, Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), com a interveniência da Policia Militar do Estado e a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento de Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect).

O quadro de selecionados, com ordem de classificação e informações referentes a matrícula podem ser acessadas a partir da página 26, clicando aqui.

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Os municípios de Mato Grosso do Sul que desenvolvem ações de sustentabilidade por meio da preservação ambiental receberam do governo do Estado, de janeiro a setembro de 2016, um incentivo financeiro avaliado em R$ 54 milhões . O recurso é proveniente do ICMS ecológico (ICMS-E). Em 2015, o governo repassou um total de R$ 69,7 milhões. O cálculo é feito por meio da Secretaria de de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico (Semade) em parceria com a Secretaria de Fazenda (Sefaz).

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Alcinópolis foi o município com maior índice de ICMS ecológico em 2016 (janeiro a setembro).

Mato Grosso do Sul foi o segundo estado do Brasil a aderir ao ICMS ecológico. Dos 25% do ICMS destinados aos municípios, 7% são divididos igualitariamente entre os municípios; 5% em função da extensão territorial; 5% devido ao número de eleitores; 3% conforme o índice resultante do percentual da receita própria e, por fim, 5% o critério ambiental, a ser dividido entre os municípios que tenham parte de seu território integrando terras indígenas homologadas, unidade de conservação da natureza devidamente inscrita no Cadastro Estadual de Unidades de Conservação e, ainda, aos que possuam plano de gestão, sistema de coleta seletiva e disposição final de resíduos sólidos, devendo esta última, ser devidamente licenciada.

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Municípios na área de influência da bacia do Alto Taquari recebem em média R$ 600 mil por mês. Em 2017 devem ser habilitados 63 municípios (Foto: Marcelo Armoa-Semade)

Conforme o titular da Semade, Jaime Verruck, a legislação criada em 2001 é de suma importância, uma vez que dá ao município uma sinalização e estimula a preservação, fazendo com que, ao cumprir as regras, esse dinheiro seja distribuído levando melhorias financeiras e principalmente de qualidade de vida à população.

“O ICMS ecológico é divido em dois componentes que são unidade de conservação e terras indígenas, e o recentemente incluído: resíduos sólidos. No componente unidade de conservação é avaliado o tamanho da área protegida frente ao tamanho do município e a proporção. Além disso, existe uma pontuação qualitativa que é a gestão: se ele faz combate ao incêndio, se tem plano de manejo, entre outros. E Alcinópolis é muito bom nisso: tem tamanho de área, gestão e ação de resíduos sólidos, compondo nos dois índices. São medidas que auxiliam financeiramente as prefeituras e em contrapartida levam uma melhor qualidade de vida para a comunidade local”, ressaltou Verruck.

Alcinópolis vem recebendo uma média de R$ 600 mil por mês, tendo acumulado de janeiro a setembro de 2016 R$ 5,7 milhões. Em seguida aparece Jateí com R$ 5,4 milhões no mesmo período e Taquarussu com R$ 5,1 milhões. Entre os maiores municípios de MS aparecem em 2016 Campo Grande com R$ 542,5 mil, Dourados R$ 326,6 mil e Três Lagoas R$ 591,7 mil. Para as cidades turísticas os valores foram: Corumbá R$ 1,3 milhão, Bonito R$ 3,2 milhões e Jardim com pouco mais de R$ 1 milhão.

Gestores e equipes recebem qualificação

O secretário explica que as prefeituras recebem qualificação por meio de workshops, oferecidos pelo governo. “Nós oferecemos no ano passado em todas as edições da Rota do Desenvolvimento, falamos com os prefeito eleitos em relação a isso e vamos ter logo no início do ano um workshop para explicar às equipes das prefeituras como é a questão do ICMS ecológico, como é calculada a pontuação, qual a estrutura documental analisada pelo órgão ambiental, enfim. Então, é preciso que as prefeituras tomem consciência de ter, senão uma secretaria ou gerência de meio ambiente, pelo menos uma equipe com estrutura mínima para tratar do assunto”, afirmou.

Atualmente, salvo 11 municípios que tem o processo de descentralização de licenciamento ambiental, poucas prefeituras possuem esse quadro. Verruck destaca que hoje é necessária uma estrutura mínima ambiental inclusive na busca de recursos em outras áreas. “Para obras de saneamento, fazer pontes, enfim, temos alertado a todos”, frisa o secretário.

Processo inicia em fevereiro

Todo o processo para aderir ao ICMS ecológico tem início em fevereiro e segue até junho. No início do ano são publicadas todas as datas. Até o dia 28 de fevereiro devem ser entregues a documentação de resíduos sólidos e 31 de março das unidades de conservação. De acordo com o gerente de Unidades de Conservação, Leonardo Tostes Palma, existe no Imasul uma unidade de ICMS ecológico e por isso há a possibilidade de durante o ano todo trabalhar as unidades de cadastro.

“Hoje o que mais pontua são as unidades de conservação e terras indígenas homologadas, com 7/10. Na parte de resíduos sólidos são três itens: aterro sanitário licenciado, coleta seletiva e o plano de gestão de resíduos sólidos; cada um vale um ponto sendo os outros 3/10 complementares. Caso haja alguma incorreção, nossas equipes vão a campo conferir e sanar as dúvidas”, informou Tostes.

Em 2017, 63 municípios estão habilitados

Apesar de em 2016 um total de 71 municípios terem recebido o incentivo, em 2017 a quantidade será de 63. Segundo o secretário Jaime Verruck, mesmo com todo o suporte, alguns municípios não conseguiram avançar. Apesar disso, não há suspensão das unidades de conservação, apenas perdem pontos. A lista completa com está publicada no Diário Oficial de 27 de outubro. Jatei ficou com o principal índice, seguido de Alcinópolis.

“Nós fazemos um trabalho bastante completo, com oficinas, apresentações, explicação do edital, prazos para documentação, tempo para ingresso de recurso. Publicamos uma lista provisória e as cidades ainda tem mais prazo até a lista final. Então é um processo bastante democrático. O que notamos é que alguns municípios não conseguiram avançar, porque a participação deles depende de quanto vão se comprometer. Muitos ficam fora por uma questão qualitativa de não cumprimento das exigências. Agora estamos executando uma força tarefa em conjunto com o Tribunal de Contas e Ministério Público para ver como vamos ajudar esses gestores a resolver a questão”, disse o secretário.

Verruck declarou que hoje o grande problema dos municípios é a destinação de resíduos sólidos, para dar fim aos lixões. “Incluímos esse item porque entendemos que se pontuasse no ICMS ecológico iríamos estimular as prefeituras a dar início ao processo, de forma que receba o recurso para compensar o investimento que estão fazendo. E comprovamos que a medida foi salutar. Vamos repetir para o próximo ano, para que os prefeitos continuem”, destacou.

Futuro: redução na emissão de gases

O aprimoramento do ICMS ecológico, segundo Verruck, deve passar pelo acordo de Paris, com a redução da emissão de gases de carbono. “Na minha percepção, esse será o futuro: realizar o inventário de carbono de todos os municípios, para ver como fazer a mitigação disso. Também observar as áreas degradadas e ver como recuperá-las. A ideia cria um impacto muito positivo, com qualidade de vida para a população por meio de um impacto ambiental sustentável, aliado ao investimento financeiro”, finalizou o secretário.

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Atuação com apoio das novas tecnologias, com base no conhecimento científico e em parceria com outras instituições da sociedade. Essas foram algumas das questões discutidas pelos oficiais das policias ambientais do Brasil durante a 13ª edição do curso Estratégias da Conservação e Preservação da Natureza, realizado entre os dias 4 a 13 de novembro, no Pantanal de Corumbá. Os 32 oficiais presentes no curso eram oriundos de 17 estados brasileiros. A Polícia Federal, a Marinha e o Exército Brasileiro também enviaram seus representantes.

Promovido pela Polícia Militar de MS e realizado pelo Instituto Homem Pantaneiro (IHP) desde os anos de 1990, o curso debate, além da abordagem sobre legislação e política ambiental, ferramentas para conservação e atividades práticas como uso de instrumentos de geotecnologia aplicadas à fiscalização, também questões globais sobre o papel da Polícia Ambiental no País. Uma das propostas é criar, por meio do Ministério de Meio Ambiente, uma força tarefa com atuação permanente nos biomas brasileiros. O assunto será levado ao ministro José Sarney Filho.

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Policiais ambientais exploraram a morraria da Serra do Amolar

Outra reivindicação ao ministro será a inclusão das policias ambientais no Sisnama (Sistema Nacional do Meio Ambiente, criado em 1981, que não reconhece a Polícia Militar como membro. Segundo o presidente do IHP, coronel Ângelo Rabelo, a partir do momento que o Ministério de Meio Ambiente validar e reconhecer politicamente as unidades policiais como força tarefa, será possível canalizar recursos federais, equipamentos e outros meios para manter ações permanentes e conjuntas nas áreas de preservação permanente.

Modelo de polícia

Durante o curso, realizado a bordo de um barco-escola, que navegou por mais de 500 km pelo Rio Paraguai, os oficiais conheceram as ações de conservação da Serra do Amolar, onde se concentra um corredor de 300 mil hectares protegidos pelo terceiro setor e União (Parque Nacional do Pantanal), e apresentaram um diagnóstico das unidades de cada estado. Os problemas são comuns e relacionados, principalmente, a melhoria das estruturas, como equipamentos e embarcações, e aumento dos efetivos.

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Curso permite conhecer o universo dos ribeirinhos do Pantanal

“O curso nos permite maior contato com a natureza e tem inovado na parte experimental, com o uso de tecnologias com planejamento, avanços em conceitos ecológicos de paisagem, para que possamos pensar o policiamento a partir de manchas da natureza”, explicou Rabelo. Ele disse que o treinamento também tem sido determinante para desenhar um modelo de polícia que tivesse um olhar diferenciado para as áreas prioritárias, além da contribuição para formação dos oficiais.

Defesa ambiental

Ações integradas entre as PMs ambientais e delas com outras parcerias, incluindo o terceiro setor, e com base científica, foi outra tendência na conclusão do curso, onde um dos principais avanços foi apresentado por São Paulo. Neste estado, a Polícia Ambiental trabalha com tecnologias que permitem identificar o dano e estimar o prejuízo no ato da infração, gerando ações e resultados imediatos. No Rio de Janeiro, as unidades locais já operam com bases dentro das áreas de proteção permanente.

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Curso ganha extensão universitária com coordenação da UFMS

Essas questões são especialmente importantes quando se considera a abrangência das PMs Ambientais no Brasil, inclusive em pontos críticos para a conservação: cerca de 10 mil militares atuando em 178 unidades. Ou seja, elas constituem-se numa das frentes mais significativas e estratégicas de defesa do meio ambiente.  O comandante da PMA/MS, tenente-coronel Jefferson Vila Maior, disse que o curso tem sido fundamental para se discutir estratégias e políticas de conservação com outros órgãos, destacando o fato de agora ter formato de extensão universitária, com a participação da UFMS.

Boas parcerias

Vila Maior disse que a PMA tem avançado muito na ampliação de suas ações, dentro e fora do Pantanal, graças ao leque de parcerias, seja com Ibama, Instituto Chico Mendes ou Imasul, e o terceiro setor, como a Rede de Proteção e Conservação da Serra do Amolar. Ele apoia a formação de uma força tarefa como fator agregador na fiscalização e adiantou que a PMA já desenvolve um trabalho conjunto com a unidade de Mato Grosso no patrulhamento e monitoramento do Parque Nacional do Pantanal, entre Corumbá e Poconé (MT).

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Policiais de 17 estados participaram desta etapa da capacitação

Participaram da 13ª do Estratégias, professores de renome que desenvolvem pesquisas sobre meio ambiente, além daqueles que se destacam por sua ampla experiência internacional em organizações multilaterais, como Miguel Milano e Roberto Messias. Como convidados do terceiro setor estiveram presentes a Fundação Grupo Boticário, a Confederação Nacional de RPPNS (CNRPPN) e a Associação de Proprietários de Reservas Particulares de Mato Grosso do Sul (REPAMS).

Apoiaram esta edição do curso a Rede de Proteção e Conservação da Serra do Amolar, Governo do Mato Grosso do Sul, Instituto Chico Mendes (ICMBio), Fundação Grupo O Boticário e empresa Vale.

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Para garantir um benefício especial aos servidores estaduais que tenham interesse em adquirir um imóvel, o Governo do Estado, por meio das Secretarias de Administração e Desburocratização e Habitação firmou hoje (17), um termo de compromisso com a empresa Egelte Engenharia Ltda que vai garantir descontos de até 15% em 40 unidades habitacionais no Condomínio Rio da Prata, em Campo Grande.

Construído em 2011 para oferecer um estilo de vida leve, seguro e saudável, o Condomínio Rio da Prata localizado no bairro São Francisco, um dos mais tradicionais de Campo Grande oferece 16 itens de lazer entre playground, brinquedoteca, academia, salão de festas, quadras de grama e areia, quiosques com churrasqueira, espaço gourmet, piscinas infantil, adulto e de biribol, lan house, espaço mulher e sala de jogos. Ao todo, 192 unidades habitacionais compõem três blocos de oito andares com apartamentos de um, dois e três quartos.

Na prática, o termo assinado pelos Secretários de Administração e Desburocratização, Édio de Souza Viégas, de Habitação, Maria do Carmo Avesani Lopes e pela gerente executiva de administração da empresa Egelte Engenharia Ltda, Marina dos Santos Comin vai conceder ao servidor público estadual condições especiais de incentivos que representam descontos de até R$ 43 mil em algumas unidades, dependendo da localização.

Para se ter uma ideia, hoje um apartamento de três quartos teria um custo, pela tabela promocional, de R$ 300 mil. Para os servidores, esse custo cairia para R$ 256,5 mil, um desconto real de R$ 43.970, na ordem de 15%. Os imóveis poderão ser financiados pelo Banco do Brasil, que autoriza financiamento de até 80% do valor total ou pela Caixa Econômica Federal que concede, aos servidores estaduais, financiamentos até 90% do valor total do empreendimento.

Com a iniciativa, segundo o secretário de Administração e Desburocratização, Édio de Souza Viégas, o Governo trabalha uma política transversal de valorização e oportuniza ao servidor condições para que ele possa concretizar o sonho da casa própria. “É mais uma iniciativa de valorização do nosso servidor, firmando uma parceria importante e oportunizando através de benefícios, que ele possa sair do aluguel” observa.

Já a secretária de Habitação, Maria do Carmo Avesani lembrou que o Governo já estuda outras possibilidades para que o servidor tenha um acesso mais fácil à casa própria e que iniciativas desta natureza são importantes porque bonificam o servidor com a opção de um empreendimento já pronto.

Gerente de administração da construtora e moradora do condomínio, Marina dos Santos Comin pontuou que o grande objetivo além de liquidar as últimas unidades do empreendimento é beneficiar de forma exclusiva o servidor estadual. “É um benefício exclusivo para o servidor estadual”, garantiu.

Para utilizar os descontos disponíveis através da parceria, o servidor deverá apresentar cópia do contracheque ou qualquer documento que comprove vínculo com a administração estadual. O convênio terá validade até 31 de janeiro de 2017.

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O governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, publicou no Diário Oficial desta quinta-feira (17),a deliberação nº 09, de 03 de novembro de 2016, do Fórum Deliberativo do MS – Indústria que aprova benefícios e incentivos fiscais para empresas. Ao todo nove indústrias vão investir cerca de R$ 1,7 bilhão para implantação e ampliação de suas plantas, com expectativa de geração de 1.969 novos postos de trabalho.

São quatro implantações que juntas somam mais de R$ 1 bilhão em investimentos. Em Dourados, a Coamo Agroindustrial Cooperativa, do ramo de processamento de soja, vai investir R$ 654.777.267,76, com geração de 246 empregos. No município de Ribas do Rio Pardo, a Granol Indústria e Comércio e Exportação S/A, de beneficiamento de toras de madeira, vai aplicar R$ 19.000.474,00, com 35 novos postos de trabalho. Para São Gabriel do Oeste, a Ferticel Indústria de Fertilizantes Ltda, vai injetar R$ 6.865.000,00, com 56 vagas de emprego. Em Itaporã, a Seara Alimentos Ltda, vai instalar o frigorífico de abate de peru e fabricação de ração, com investimentos de R$ 320.000.000,00 e a geração de 1.360 nova vagas.

As ampliações vão aplicar R$ 68,7 milhões. A Dale Sorvetes vai aumentar sua estrutura em Campo Grande, com R$ 2.390.000,00, e a criação de 20 novos postos de trabalho. No município de Rio Brilhante, a Delta Biocombustíveis Indústria e Comércio Ltda, irá aplicar R$ 2.680.000,00, com a geração de 24 empregos. Em Caarapó, a JBS Aves S.A, vai investir R$ 39.100.000,00, com 143 novas vagas de trabalho. Em Bataguassu, o Laticínio Vale do Pardo Ltda, pretende ampliar seus negócios com R$ 18.800.000,00 e a geração de 26 empregos futuros. Na cidade de Dourados, o Território do Couro Ltda, também quer aumentar sua capacidade produtiva, com investimentos de R$ 5.813.443,23 e 59 novas vagas de trabalho.

A publicação é assinada pelo Presidente do Fórum Deliberativo do MS-Indústria, secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Elias Verruck; Secretária Executiva do Fórum Deliberativo do MS-Indústria, Eli Sandra da Silva Francisco; e homologada pelo governador Reinaldo Azambuja.

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