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Redação Douranews

Redação Douranews

Um policial da cidade de Compton na Califórnia ficou famoso esta semana por um vídeo em que toca guitarra com uma banda de garagem.

O caso se iniciou quando o policial Miguel Garcia ouviu o barulho perto de uma investigação que estava fazendo e foi atrás. Ao invés de reclamar do volume, Garcia acabou tocando com a banda.

Em entrevista a CBS, Garcia disse: “Não sei direito como aconteceu, mas eu cheguei lá e eles me deram uma guitarra e falaram ‘vamos ver o que você toca”.

A reportagem também diz que Garcia viu sentido em encorajar a banda, pois é melhor que tenham uma banda do que estejam na rua. Ele complementa: “Eu não me tornei policial para sair prendendo as pessoas. Eu me tornei policial porque tenho muito amor pelas pessoas”.

O vídeo do policial tocando com a banda já passou 90 mil visualizações:

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Dois meses depois de vencer a disputa pela reitoria da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), o professor Marcelo Turine foi nomeado pelo presidente Michel Temer como novo reitor da instituição.

A publicação da nomeação saiu na edição de hoje do Diário Oficial da União (DOU). No início de agosto, a chapa Juntos Somos UFMS foi a mais escolhida por professores e comunidade acadêmica. Turine sucederá a reitora Célia Maria.

PERFIL

Marcelo Turine é professor Associado da Faculdade de Computação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, atuando na graduação e na pós-graduação, com projetos de ensino, de pesquisa, de extensão e de inovação. Atualmente, é diretor-presidente da Fundect - Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação - Sectei.

Formado em Bacharelado em Ciência da Computação na UNESP/IBILCE em São José do Rio Preto/SP (1991). Tem mestrado em Inteligência Artificial no Instituto de Ciências Matemáticas e Computação de São Carlos – ICMC/USP (1994). Concluiu o doutorado em 1998 na área de Ciências da Computação (Engenharia de Software) pelo Instituto de Física de São Carlos –USP e o pós-doutorado em políticas públicas na PUC-SP em 2002. Tem 45 anos, casado há 20 anos e pai de três filhos.

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Duas semanas depois de ser baleado em atentado, o ex-baterista do grupo musical Acaba, Eduardo Lincoln Gouveia, 60 anos, recebeu alta médica. Ele foi liberado da Santa Casa de Campo Grande, na sexta-feira (21). A informação foi divulgada hoje, pelo setor de comunicação do hospital.

No mesmo dia em que deu entrada no pronto-socorro, o músico foi submetido à cirurgia para retirada do projetil que havia ficado alojado na barriga e, no dia seguinte, foi levado para quarto onde permanecia em recuperação.

O CASO

Lincoln foi baleado no abdômen, no dia 5 deste mês, em bar localizado na Rua Pedro Celestino. Dois dias depois, o comerciante Fauez Mohamed Ayueb, 50 anos, confessou na 1ª delegacia de Polícia Civil ter atirado na vítima e entregou ao delegado Fabiano Nagata o revólver utilizado no crime.

Fauez relatou que ele e o músico tinham discutido dias antes em festa e que estava no bar quando Lincoln chegou nervoso e partiu para cima dele. Justificou ter atirado para se defender porque pensou que o músico também estivesse armado.

Fora do flagrante e sem ordem de prisão da Justiça, Fauez foi interrogado e liberado para responder ao processo de tentativa de homicídio em liberdade.  

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Quatro suspeitos fugiram depois de roubar uma joalheria na madrugada de hoje, no centro de Sidrolândia. Quadrilha levou um cofre e diversas joias, causando prejuízo de R$ 100 mil para os proprietários do estabelecimento. A ação durou menos de 2 minutos.

Equipamentos de monitoramento instalados pela empresa foram acionados, mas quando os guardas chegaram ao local, os criminosos já estavam fugindo em um automóvel modelo Celta, de cor prata, conforme o site Sidrolândia News.

Houve perseguição por parte dos funcionários da empresa de segurança, mas os suspeitos conseguiram escapar por uma estrada vicinal. O veiculo foi encontrado abandonado pela Polícia Militar logo depois.

Depois da ação, os proprietários verificaram que as sirenes da loja dispararam, mas fora arrancadas pelos bandidos. Joalheria sofreu o 3º roubo em menos de um ano. Caso está sendo investigado.

Frank de Brito Rodrigues, de 30 anos, foi preso ontem, por volta das 22h10, suspeito de ser o motorista do veículo que “furou” bloqueio da polícia na praça de pedágio sobre o rio Paraguai, em Corumbá. Ele estava na residência da ex-mulher no bairro Nossa Senhora de Fátima, com um ferimento na cabeça.

Equipe da Polícia Militar chegou até Frank através de denúncia anônima. Quando chegaram no local, o suspeito tentou fugir invadindo o terreno da casa ao lado, mas foi detido pelos militares, conforme o site Diário Corumbaense.

A proprietária da casa disse aos policiais que o suspeito chegou no domicílio alegando estar ferido porque tinha pego carona com uma pessoa para chegar até a cidade e foi ferido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Aos policiais, a mulher disse que foi ameaçada de morte caso tentasse sair da residência e ir se esconder na casa dos pais.

Frank foi levado ao Pronto-Socorro para tratar o ferimento e logo foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil.

Uma arma foi encontrada com o homem e foi apreendida junto ao carro,modelo Honda Fit. Suspeito estava com mandado de prisão em aberto e deve ser transferido para Campo Grande.

O portal Correio do Estado apurou que as informações preliminares da PRF indicavam que o automóvel era ocupado por duas pessoas. A reportagem entrou em contato com o delegado responsável pelo caso, mas não foi atendida.

O CASO

Condutor do veículo desobedeceu ordem de parada no posto de pedágio, na BR-262 em Corumbá, ontem (25), e fugiu. Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) agiram e dispararam contra o carro.

Frank acelerou e cruzou a cancela do pedágio fugindo pela rodovia, abandonando o automóvel à frente.

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O corpo do ex-jogador e capitão da seleção brasileira no tricampeonato mundial de futebol de 1970, Carlos Alberto Torres, foi sepultado hoje (26) no Cemitério de Irajá, na zona norte do Rio. “Capita”, como ele era conhecido, morreu ontem (25), aos 72 anos, de um infarto fulminante. O velório foi realizado na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CNF), na Barra, também na manhã de hoje.

Mais de 200 pessoas participaram da cerimônia, que teve muitas homenagens ao ex-craque. O antigo meia da seleção de 1970, Paulo César Caju, lamentou a morte do amigo. "É uma perda irreparável, para o futebol brasileiro e mundial. Ele era extremamente diferenciado. É uma pena que muitos jogadores que vestem a camisa da seleção hoje não tenham se manifestado a respeito. É uma falta de consideração por um dos pilares de uma geração que é reverenciada até hoje", lamentou.

Já o técnico Carlos Alberto Parreira, tetracampeão em 1994, disse que, antes de tudo, lamentava a perda de um amigo. “O legado dele é imortal e jamais será esquecido. Ele está, sem dúvidas, no patamar dos deuses do futebol. E isso é para poucos", elogiou.

O aposentado Sidney Matos, torcedor do Fluminense, clube onde Carlos Alberto Torres começou a carreira, disse que o atleta "foi o melhor lateral que vi no Fluminense e no futebol mundial. Vê-lo jogar era um prazer. Tinha muita classe, técnica e habilidade. Hoje em dia não vemos mais isso".

Torres também jogou pelo Santos, Botafogo, Flamengo e New York Cosmos. Além disso atuou como técnico, posto com o qual conquistou o Campeonato Brasileiro de 1983, pelo Flamengo, o Campeonato Carioca pelo Fluminense, em 1984, e a Copa Conmebol, pelo Botafogo, em 1993. Ultimamente, trabalhava como comentarista no canal Sportv.

Comentário

Pesquisa divulgada hoje (26) pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) mostra que 58,2% das rodovias brasileiras têm algum tipo de deficiência na pavimentação, sinalização ou geometria e foram classificadas como regulares, ruins ou péssimas. Outras 41,8% foram classificadas como ótimas ou boas.

Em relação ao pavimento, 48,3% dos trechos avaliados foram classificados como regulares, ruins ou péssimos. Para a sinalização, esse percentual foi de 51,7% e na geometria, 77,9%. A pesquisa avaliou 103 mil quilômetros de estradas e abrangeu toda a malha de rodovias federais e as principais rodovias estaduais pavimentadas, incluindo trechos concedidos à iniciativa privada.

Os trechos de rodovias concedidas à iniciativa privada têm melhor avaliação, com 78,7% da malha classificada como ótima ou boa. Nas rodovias públicas, 32,9% foram avaliadas como ótimas ou boas. Como em 2015, as dez melhores rodovias apontadas pela pesquisa tem gestão privada.

De 2015 para 2016 o levantamento aponta que houve aumento de 26,6% no número de pontos considerados críticos nas rodovias, com problemas como buracos, queda de barreiras e erosões.

Além disso, a pavimentação atinge apenas 12,3% da extensão rodoviária nacional. A CNT estima um aumento médio de 24,9% no custo operacional do transporte no país em função das más condições das rodovias. A região Nordeste é a que tem as piores condições de pavimento.

“A manutenção deveria ser feita de forma mais efetiva e frequente, pois [a falta de manutenção] é um processo evolutivo de perda de qualidade e que vai gerando incrementos de elevação de custo e de queda de segurança”, disse o diretor executivo da CNT, Bruno Batista.

Investimentos

“Lembrando que o Brasil está investindo hoje uma média de R$ 6 bilhões a R$ 7 bilhões (em rodovias), estamos a anos-luz da situação ideal e equacionar esse problema é uma atribuição que o governo terá que fazer. Imaginamos que isso deve passar necessariamente por uma maior atratividade e facilitação da participação da iniciativa privada”, disse Batista.

A CNT calcula que, para melhor qualificar a malha rodoviária brasileira, seriam necessários investimentos de R$ 292,54 bilhões. Desse total, R$ 137,13 bilhões seriam destinados a duplicações; R$ 98,33 bilhões a construção de novos trechos e pavimentação; e R$ 57,08 bilhões para restauração e reconstrução de pavimentos.

Comentário

A instituição de novos programas e atividades voltadas ao bem-estar da população idosa de Dourados é uma preocupação constante do vereador Cirilo Ramão (PMDB), que tem o mandato voltado a esta parcela da sociedade, que durante anos contribuiu com o progresso da cidade e agora merece atenção do poder público, no que se refere ao seu bem-estar físico e intelectual.

Neste sentido, o vereador peemedebista fez indicação ao prefeito Murilo Zauith (PSB), com cópias ao diretor presidente da Funed, jornalista Antonio Coca, e ao secretário de Governo José Jorge Zito, solicitando estudos e providências no sentido de se instituir um programa de incentivo à prática de exercícios físicos para idosos. A ideia, segundo o vereador, é desenvolver ações, programas e atividades voltadas para o bem-estar e melhoria da qualidade de vida dos idosos.

“Com o envelhecimento da população, torna-se necessário estruturar a rede de atenção à saúde da pessoa idosa para atender tanto às novas demandas, quanto às modificações do acesso desta população aos serviços voltados para os idosos do nosso município”, justifica Cirilo.

Ele menciona ainda que sua proposta tem o intuito de proporcionar uma melhor qualidade de vida à terceira idade. “Por meio de atividades e trabalhos em grupo, com pessoas da mesma idade e de outras gerações, é possível promover a interação com novas formas de conhecimento e compartilhar expectativas e vivências, além de promover a autoestima do idoso”, explica.

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul homenageou na noite de terça-feira (25) odontólogos que contribuem para o crescimento da atividade profissional e para o desenvolvimento do Estado. Durante a sessão solene, proposta pela deputada estadual Mara Caseiro (PSDB), foram entregues diplomas de Honra ao Mérito para 28 profissionais, em comemoração ao Dia do Dentista. O CRO (Conselho Regional de Odontologia) foi parceiro no evento.

“Produzir um sorrido é multiplicar felicidade. Estamos aqui hoje para celebrar os avanços da Odontologia, e para comemorar a vida e a carreira dessas pessoas que atuam no setor trabalhando pela promoção da saúde e do bem estar de nossa população, transformando sorrisos e melhorando a autoestima dos pacientes”, discursou a parlamentar.

O Brasil é o país com o maior número de cirurgiões-dentistas no mundo, o que representa 19% dos profissionais do planeta. Ao todo, são 219.575 pessoas atuando na área, das quais 2.817 em Mato Grosso do Sul, segundo dados contidos no “Perfil Atual e Tendências do Cirurgião-Dentista Brasileiro”. O presidente do CRO/MS, Francisco Grillo, destacou os avanços da Odontologia e agradeceu a Assembleia Legislativa pela homenagem aos profissionais.

Homenageados

Achilles Parma Neto, Alcides Moreira, André Luís Martins, Claúdio Júnior de Alencar, Cleide Maria Liberatti, Cristiane Mitico Shibayama Kasae, Deborah Freitas Soto, Denise Garcia Saka, Edemilson Santana Silva, Fabrizia Foletto, Fernanda Mendes Fernandes, Jaconias Ulisses Marques Júnior, Luiz Claúdio de Oliveira Rocha, Luiza Maria Charbel Sontag, Nabil Mogieddine, Nayara Naulin Rotela de Jesus, Neidy Hans, Orlando Pereira Maluf, Patricia Derenuson Nelli, Robson Ajala Lins, Robson Ferreira Cantarella, Rosana Mara Giordano de Barros, Sérgio Ricardo Jacon, Symonne Parizotto, Talita de Rocco, Tânia Maria Araújo Chaves, Tiomi Suguiura Cabral e Valdir Ferreira Gonçalves.

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A greve dos bancários ampliou a queda na concessão de crédito pelos bancos, em setembro, principalmente das modalidades de crédito imobiliário, consignado e de financiamento de veículos, informou hoje (26) o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel.

Neste ano, a greve dos bancários, que teve inicio em setembro, durou 31 dias, com retorno dos bancários ao trabalho no dia 7 deste mês.

A greve afetou principalmente as modalidades em que é preciso negociar a liberação do crédito nas agências bancárias. Em setembro, as concessões do crédito consignado (com parcelas descontadas diretamente na folha de pagamento) caíram 24,4%. O financiamento para a compra de veículos caiu 8,5%. No caso do financiamento imobiliário, as concessões recuaram 24,2%.

Tramitação demorada nos bancos

“Essa é uma concessão [de crédito imobiliário] que tem um trâmite mais demorado, que exige a presença do solicitante nas agências mais de uma vez. Uma agência fechada interrompe todos esses processos. Ano passado foi afetado de uma forma bem mais modesta, tinha recuado 4%, mas este ano afetou de forma significativa”, disse Maciel.

No total, as concessões de crédito de todas as modalidades caíram 7,2% em setembro em relação a agosto deste ano para pessoas físicas.

Maciel ponderou, entretanto, que o crédito seguirá em tendência de desaceleração mesmo sem a greve dos bancários. “A tendência do crédito é desaceleração, com expectativa de retração no ano. O resultado de setembro foi prejudicado pela paralisação bancária, mas isso não significa que haveria uma mudança de tendência. O crédito não irá liderar o movimento de reação da atividade econômica, mas tem como contribuir nesse processo”, disse Maciel.

No mês passado, o BC divulgou sua projeção para o saldo das operações de crédito este ano. Segundo estimativa do BC, os bancos vão registrar este ano a primeira queda no saldo das operações de crédito, na série histórica, iniciada em março de 2007. O recuou deve ser de 2%.

Em setembro, o saldo de todas as operações de crédito concedido pelos bancos caiu 0,2% em relação a agosto e ficou em R$ 3,109 trilhões. Em 12 meses encerrados em setembro, o saldo das operações de crédito caiu 1,7%.

Taxas de juros

Em entrevista coletiva para explicar os dados do crédito em setembro, Maciel também afirmou que não há uma previsão de quando o efeito da redução da taxa básica, a Selic, será sentido nos juros cobrados dos consumidores. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual para 14% ao ano.

Em setembro, a taxa média de juros cobrada de pessoas físicas subiu para 73,3% ao ano e do cheque especial (324,9% ao ano) e do cartão de crédito (480,3% ao ano) bateram novo recorde.

Segundo Maciel, às vezes os bancos se antecipam à redução da Selic e reduzem os juros do crédito e em outras situações levam alguns meses para reduzir as taxas cobradas dos clientes. “Não se espera uma defasagem muito longa. [A queda da Selic] reduz o custo de captação [de dinheiro pelos bancos] e isso contribui para redução de todas as taxas ativas”, explicou.

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