Sexta, 12 Outubro 2018 11:03

"Alea Jacta Est" ou "Alea Jacta Esto" Destaque

Escrito por
Avalie este item
(0 votos)

“A sorte está lançada”, teria dito Julius Caesar (100-44 a.C.), ao atravessar o Rubicão. Ao contrário da tradução do latim “Alea jacta est” (A sorte está lançada) o original grego não exprime nenhuma decisão, mas antes a disposição para uma façanha (“O dardo deve ser lançado’).

Temos que entender — pelo que nos revela a História — que “Alea jacta est” foi decisão para a realização de uma aventura belicosa, com possíveis conseqüências; enquanto que “Alea jacta esto” seria tão só a disposição para realizar uma façanha. Façanha marcante!!!

Considerado o fato de que nenhum general romano poderia introduzir um exército em solo italiano — conforme nos revela a História — o ato de César cruzar o Rubicão com a tropa, quando (proclamou “Alea jacta est!” foi tido como um ataque bélico e desencadeou uma guerra civil...”, apud Dic. Christa Pöppelmann).

O original grego não exprime nenhum ato que possa gerar conseqüência, mas antes, uma disposição para uma façanha. Assim a versão latina correta, haveria de ser: “Alea jacta esto” (O dardo deve ser lançado), como registra o texto grego: exprime apenas disposição para a realização de uma façanha, sem conseqüências, o que não aconteceu com a travessia do Rubicão com a tropa, decidida por Julius Caesar, precedida com a exclamação: “Alea jacta est”, que resultou numa guerra civil.

O caso, ou acontecimento ora em análise, tem como suporte mais lógico, a expressão original grega, porque exprime uma FAÇANHA. Uma FAÇANHA sui generis, porque “motu própria” difundiu-se veloz, irradiou-se por todo País e empolgou os brasileiros de todos os recantos, que reunidos em praças públicas e avenidas, cantou e gritou e assim continua gritando: “Mito! Mito! Mito!” E o mito, todos sabemos: é o capitão JAIR MESSIAS BOLSONARO, seguramente o futuro Presidente da República Federativa do Brasil.

No dia das eleições, 7 de outubro de 2018, contudo, a expressão em latim lembrada não foi “Alea jacta esto”, mas: “ET TU, SIBIPIRUNA ?” (Até tu, Sibipiruna?), ou, abusando de um latinório mais castiço: “Et tu, Diplotropis Incenxis? E o por quê dessa lembrança? Porque, no dia das eleições, as calçadas das ruas amanheceram cobertas com flores AMARELAS das Sibipirunas que caíram durante a noite; a mesma cor da camiseta que BOLSONARO usava em Juiz de Fora, no estado de Minas Gerais, onde sofreu covarde e ousado atentado, quando realizava a façanha de reunir uma multidão que, espontaneamente e empolgada, o conduzia nos braços.

Ilustrativamente, era como se conduzido pela margem direita do Rubicão por eleitores justos e honestos; trajando sua camiseta AMARELA, enquanto que na margem esquerda, separados pelas águas profundas da virtude, a turba revolta escarafunchava a lama da mentira, do populismo, da corrupção, e do desperdício dos recursos públicos. Todos trajando camisetas VERMELHAS.

JAIR BOLSONARO, candidato à Presidência da República, fez duas coisas simultâneas à margem do Rubicão: galvanizou sua FAÇANHA, mostrando que, com seu procedimento correto na função pública, embora desprovido de recursos e tempo na TV, contou com o concurso da sua qualificação, para empolgar e promover o chamamento democrático dos patriotas para a reconstrução do Brasil. Provado ficou que os brasileiros querem o melhor para o Brasil e respeito à Nação, sob a condução de um líder acreditado e credenciado para a missão.

Os brasileiros aguardam a realização do segundo turno, certos da vitória de JAIR BOLSONARO que no primeiro turno recebeu a mais expressiva votação, bem maior que aquela dos que usavam camisetas vermelhas, na margem ESQUERDA da História Universal.

A FAÇANHA do primeiro turno, todos esperam que seja consagrada no segundo, para felicidade geral da Nação e a recuperação do Brasil, berço de um povo espoliado nos seus direitos democráticos, onde a necessidade do cidadão é negada e seus direitos vilipendiados nos três Poderes da República — no Congresso, no Executivo, e no Judiciário — decisões do Congresso não são cumpridas pelo Judiciário, que negou a IMPRESSÃO DO VOTO; e ao mesmo tempo prolata decisões esdrúxulas, privilegiando condenados com a liberdade, ao arrepio das leis. Nem a Constituição foi respeitada quando do julgamento do “impeachment” da ex-presidente Dilma Roussef, que teve seus direitos políticos preservados e só agora extintos, pelo repúdio popular à sua candidatura ao Senado.

ALEA JACTA ESTO, incontestável a FAÇANHA! Os brasileiros aguardam o segundo turno, no dia 28-10-2018, para o restabelecimento pleno da Democracia no Brasil, com a vitoriosa consagração de BOLSONARO. Cada minuto que passa é contado, todos anseiam pela sua posse como Presidente da República Federativa do Brasil!

* O autor é membro da Academia Douradense de Letras.
(Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

Lido 663 vezes
José Vasconcellos

Mais recentes de José Vasconcellos

Mais nesta categoria: « O encontro que não foi combinado A lágrima do soldado »

1 Comentário