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Eleições (1899)

O Novo, partido que surpreendeu nas eleições nacionais de 2018, quando lançou candidato a presidente do Brasil e megaempresário João Amoedo e conseguiu eleger o primeiro governador no País, Romeu Zema (Minas Gerais), é o primeiro a abrir a corrida eleitoral oficialmente em Dourados.

A legenda realiza às 15 horas deste sábado (5), em versão apenas online, a convenção que vai homologar as candidaturas de quatro pretendentes à Câmara de Vereadores e decidir pela forma de participação nas eleições majoritárias.

São candidatos a vereador o advogado Daniel Ribas, a fonoaudióloga Daniela Bender Morandi, a assistente social Dani Viebrantz e o estudante Sergio Burin Junior.

Progressista

Na sequência, o próximo partido a realizar convenção, de acordo com editais que já foram publicados, é o PP (Partido Progressista), encabeçado na cidade pelo advogado Eudélio Mendonça e que tem como principal expoente a figura do presidente da Câmara, vereador Alan Guedes, apontado como nome da legenda para concorrer às eleições de prefeito.

O Progressista vai realizar a convenção pelo sistema misto, novidade autorizada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitor) que permite a presença dos convencionais no ambiente da reunião, observadas as medidas de biossegurança por conta da pandemia mundial da Covid-19 e a transmissão online. Os convencionais do partido se reúnem no feriado de segunda-feira (7), às 10 horas, no auditório ‘Celso Amaral” da Escola Presidente Varga, no centro da cidade.

Outras

Já confirmaram convenções, também, em Dourados, o PSL, do pré-candidato a prefeito Mauro Thronicke, primo da senadora Soraya, para quarta-feira (9), às 13 horas; o MDB ainda não oficializou a data prevista de quinta-feira (10) para definir quem vai apoiar para prefeito depois que o deputado e presidente da legenda, Renato Câmara, abriu mão da disputa. Nesse dia o Republicanos vai homologar a candidatura do farmacêutico Racib Harb para prefeito e da chapa de vereadores.

O Solidariedade se reúne sexta-feira (11), às 18 horas em convenção puramente virtual, para lançar chapa de vereadores e oficializar apoio à aliança na disputa majoritária com o DEM do pré-candidato a prefeito Barbosinha, que realiza convenção mista no dia seguinte (12), às 14 horas, do plenário da Câmara. No mesmo dia, o PSDB se reúne no auditório ‘Celso Amaral” da escola Presidente Vargas e o PDT na sede do partido; os tucanos querem indicar o vice na chapa do candidato democrata.

PTB, dia 16 às 16 horas na boate Winchester, PMN no mesmo dia, às 9 horas, no Jardim Rasselen, com PV e o Podemos no mesmo dia, só que a partir das 19 horas, na sede do partido, no bairro Jardim São Pedro, são outros já confirmados.

Comentário

Às vésperas das duas primeiras convenções já definidas para a homologação de candidatos às eleições municipais em Dourados, agendadas para este final de semana, o instituto Ranking de Campo Grande divulgou mais uma rodada de pesquisa, revelando o quadro atual da disputa, com os nomes que vem se apresentando até então como pré-candidatos a prefeito.

De acordo com o Ranking, que ouviu 500 pessoas entre os dias 28 e 30 de agosto, o deputado Barbosinha (DEM) lidera a manifestação de intenções de votos, com 42,6%; seguido da prefeita Délia Razuk (PTB), com 13,2%; o vereador Alan Guedes (PP), com 7%; o médico Davi Infante (PSB), com 2,8%; a vereadora Daniela Hall (PSD), com 2,4% e o farmacêutico Racib Harb (Republicanos), com 2%.

Em seguida, ainda na amostragem estimulada, aparecem: Jefferson Bezerra (PMN), com 1,8%; o professor João Carlos (PT), com 1,4%, o vice-prefeito Marisvaldo Zeuli (Cidadania), com 1,2%; o professor Ênio Ribeiro (PSOL), com 1% e o advogado Mauro Thronicke (PSL), com 0,8%. Eleitores ainda indecisos, ou que se manifestaram pelo voto em branco ou nulo, somam 23,8%.

Rejeição

O instituto também sondou os índices de rejeição dos pré-candidatos. Délia Razuk lidera com 19,8%, seguida de Daniela Hall, com 11%, Alan Guedes com 7%, Mauro Thronicke com 6,6%, Barbosinha com 5,2% e Ênio Ribeiro com 4,8%. Na sequência, Marisvaldo Zeuli, com 4,2%, Davi Infante com 4%, Racib Harb com 3,8%, João Carlos com 3% e Jefferson Bezerra com 2,6%. Indecisos, branco e nulos somam 27,8%.

Convenções

Já definiram convenções para escolha de candidatos e homologação de formas de participação nas eleições de 15 de novembro o Novo, que vai indicar candidatos apenas para a Câmara de Vereadores, em reunião virtual neste sábado (5) e o PP (Progressistas), na escola Presidente Vargas, segunda-feira (7), às 10 horas.

São pré-candidatos a vereador pelo Novo a fonoaudióloga Daniela Bender, a assistente social e microempresária Daniele Viebrantz, o advogado Daniel Ribas e o estudante Sérgio Burin. Pelo Progressistas, é pré-candidato a prefeito o vereador e presidente da Câmara, Alan Guedes.

Também já confirmaram convenções: PSL – dia 9, às 13 horas; MDB – dia 10 (a confirmar); Solidariedade – dia 11, às 18 horas pelo Zoom; DEM e PSDB - dia 12, na Câmara de Vereadores; PTB, PMN, PDT e PV – dia 16, último prazo permitido pela legislação eleitoral. Os demais estão aprontando os editais.

Comentário

O farmacêutico Racib Panage Harb quer contar com o nome do bispo da igreja Sara Nossa Terra, Marcos Vitor, do PRB, que foi candidato a vice-governador na chapa do juiz Odilon de Oliveira, para ser o companheiro de chapa no projeto do Republicanos para conquistar a Prefeitura de Dourados.

Conhecido por encabeçar pedidos de cassação de vereadores denunciados na Operação Cifra Negra, que resultou em investigações contra vários dos membros do Legislativo [todos foram absolvidos após submetidos a comissões processantes instaladas na Câmara], Racib diz que o projeto de construir uma candidatura independente começou a ganhar corpo em 2012.

“Nossa candidatura representa quase que uma alforria desses grupos que estão instalados hoje na cidade com os caciques”, afirma o pré-candidato dos Republicanos. Para o farmacêutico o próximo pleito eleitoral também significa uma oportunidade para a população colocar em prática uma proposta de mudança na velha forma de fazer política. “Os eleitores terão opções de escolha de novas lideranças ou continuar com a mesmice”, comenta.

Comentário

O teto máximo permitido para os candidatos a prefeito utilizarem na campanha eleitoral em Dourados é de R$ 1,45 milhão, enquanto os postulantes ao cargo de vereador poderão gastar, no máximo, R$ 135 mil cada um, visando as eleições de 15 de novembro.

É o que definiu o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) ao regulamentar o teto de gastos dos candidatos para cada município de Mato Grosso do Sul. De acordo com a Lei das Eleições, os gastos de campanha devem ser calculados com base no limite definido nas últimas eleições municipais, atualizados pelo IPCA, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo.

De acordo com o TSE, o limite de gastos foi atualizado em 13.9% para o pleito deste ano. Conforme a legislação, em caso de descumprimento dos limites fixados, a campanha pode ser condenada ao pagamento de multa de 100% e a responder por abuso do poder econômico nas eleições, correndo o risco de o eleito ser penalizado com o mandato.

CONFIRA OS GASTOS AUTORIZADOS PARA O BRASIL

Ficha suja é liberado para disputar

O TSE também decidiu, na noite desta terça-feira (1) que a mudança na data das eleições devido à pandemia de covid-19 beneficia candidatos que estariam impedidos de disputar o pleito com base na Lei da Ficha Limpa. Por maioria de votos, os ministros entenderam que os candidatos não estão mais inelegíveis com a alteração.

O caso foi decidido por meio de uma consulta feita pelo deputado federal Célio Studart (PV-CE), questionando se um candidato cuja inelegibilidade vencia em outubro, quando se realizaria a eleição, pode ser considerado elegível para disputar o pleito em 15 novembro, nova data da eleição estabelecida pelo Congresso.

O parlamentar argumentou que, na nova data, já estaria vencido o prazo de oito anos de inelegibilidade para os condenados por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2012, por exemplo. Isso porque, nesses casos, conforme deliberado pela própria Justiça Eleitoral, a contagem teve como marco inicial o dia 7 de outubro, data do primeiro turno da eleição daquele ano.

Devido à pandemia da covid-19, o Congresso promulgou emenda constitucional que adiou o primeiro turno das eleições deste ano de 4 de outubro para 15 de novembro. O segundo turno, que seria em 25 de outubro, foi marcado para 29 de novembro.

Comentário

A partir desta segunda-feira (31) os partidos políticos estão autorizados a iniciar o processo de realização das convenções destinadas a deliberar sobre coligações e a escolha de candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereadores para as eleições do dia 15 de novembro em todo o País. Até 16 de setembro os bastidores desses encontros vai fervilhar, e a certeza de quem serão os candidatos só vem com o fechamento das atas.

Em Dourados, pelo menos, oito nomes se apresentam como pré-candidatos e a partir de agora, com o afunilamento dos prazos, a tendência é de que, também, sejam aceleradas as tratativas para composições e formação de chapas competitivas às eleições majoritárias. Na eleição de vereador não existem mais coligações a partir deste ano. Há um mês, por exemplo, especulava-se que o Município teria até 14 candidatos disputando a Prefeitura.

A atual prefeita Délia Razuk (PTB), estimulada até pela onda de indefinições entre os demais pretendentes, era a maior incógnita, mas já disse e repetiu que prefere cuidar da família a partir de janeiro.

No PSDB, inclusive, partido que comanda o Governo do Estado, três nomes despontavam: Marçal Filho, por muito tempo liderando as pesquisas; Geraldo Resende, aproveitando ainda do resultado das urnas em 2016 e da boa presença à frente da Secretaria estadual de Saúde nesses tempos de pandemia; e o presidente local da legenda, Valdenir Machado.

Todos ficaram pelo meio do caminho, este último ainda convalescente da Covid-19, agora pleiteando a condição de vice em composição já declarada com o DEM do vice-governador Murilo Zauith, que decidiu cacifar o projeto do deputado Barbosinha, o qual busca ampliar o cerco de alianças, atraindo também o MDB que já predominou no Estado, embora há 20 anos alijado do poder local.

PP e PSB, que mantém as pré-candidaturas do presidente da Câmara, Alan Guedes e do médico Davi Infante, respectivamente, vivem a ‘ameaça’ desses acordos políticos pré-convenções que rondam os bastidores da sucessão.

A família Trad, que domina o cenário político na capital do Estado, ‘fincou’ a vereadora Daniela Hall como estaca para se manter em evidência, embora tenha como prioridade reeleger o bem avaliado Marquinhos em Campo Grande.

No chamado campo dos ‘nanicos’, adjetivação que recebem como pecha nesses tempos de disputa igualitária, contestada com a força dos números que determinam a distribuição dos recursos do Fundo Partidário, o PSOL do professor Ênio Ribeiro e o Republicanos do farmacêutico Racib Harb se apresentam como alternativas aos que rejeitam a chamada hegemonia dos ‘grandes’. O PT busca autoafirmação na candidatura do professor João Carlos de Souza.

O prazo final de registro de candidatos ocorre em 26 de setembro. O primeiro e segundo turno das eleições municipais de 2020 serão realizadas, respectivamente, nos dias 15 e 29 de novembro, nesse caso para os municípios com mais de 150 mil eleitores.

Datas das eleições 2020

• 31 de agosto a 16 de setembro: período destinado às convenções partidárias e à definição sobre coligações;
• 26 de setembro: prazo para registro das candidaturas; prazo para que a Justiça Eleitoral comece a convocar partidos e representação das emissoras de rádio e TV para elaborarem plano de mídia; início da propaganda eleitoral, também na internet;
• 27 de outubro: prazo para partidos políticos, coligações e candidatos divulgarem relatório discriminando as transferências do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (Fundo Eleitoral), os recursos em dinheiro e os estimáveis em dinheiro recebidos, bem como os gastos realizados;
• 15 de novembro: primeiro turno da eleição;
• 29 de novembro: segundo turno da eleição;
• 18 de dezembro: diplomação dos candidatos eleitos em todo país, salvo nos casos em que as eleições ainda não tiverem sido realizadas.

Comentário

Nome preferido do MDB para ser o pré-candidato a prefeito nas eleições de 15 de novembro, o deputado estadual Renato Câmara também anunciou nesta quinta-feira (27) que não vai encabeçar esse projeto nas eleições deste ano. “Recebi muitas manifestações de apoio e também muitos conselhos de que agora é um momento de somar e não dividir, porque Dourados está sofrendo com o cenário de insegurança política”, revelou o parlamentar ao DiárioMS.

Embora não confirme a orientação que será dada ao partido, Câmara sinalizou que o mais importante agora “é a união das forças políticas para a reconstrução e retomada do crescimento de Dourados”, o que pode desencadear no apoio, também desta legenda, ao projeto encabeçado pelo pré-candidato do DEM, que já tem o apoio do PSDB e dos partidos da base aliada do Governo, o deputado Barbosinha.

Renato Câmara disse ao jornal que em momento algum anunciou estar na disputa de candidato a prefeito de Dourados, e que o momento é de “pensar num projeto coletivo para o município”. Disse que pretende concentrar esforços na Assembleia Legislativa em averiguações que tem feito da aplicação de recursos públicos em diversos setores da administração estadual.

Embora ainda não confirme o apoio ao pré-candidato democrata Barbosinha, o deputado Renato Câmara, que preside o Diretório do MDB em Dourados, disse que a partir de agora vai intensificar o diálogo com os pré-candidatos a prefeito e na convenção municipal, os 45 membros do diretório vão “escolher o caminho que possa reunir os melhores requisitos para levar Dourados a outro patamar de desenvolvimento”.

Comentário

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu nesta terça-feira (25), por 6 votos a 1, que a divisão de recursos de financiamento de campanhas e o tempo de propaganda no rádio e TV deve ocorrer proporcionalmente entre candidatos negros e brancos nas eleições. A regra vai começar a valer a partir das eleições de 2022, publica o portal G1.

Ao fim do julgamento, o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, afirmou o que a decisão foi "muito importante" para a vida do tribunal e para o próprio país. "Há momentos na vida em que cada um precisa escolher em que lado da História deseja estar. Hoje, afirmamos que estamos ao lado dos que combatem o racismo, ao lado dos que querem escrever a História do Brasil com tintas de todas as cores", afirmou.

"Com atraso, mas não tarde demais, estamos empurrando a História do Brasil na direção da justiça racial", completou o presidente do TSE. Cinco ministros acompanharam o voto de Barroso, relator do caso, a favor da proporcionalidade: Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Og Fernandes, Luís Felipe Salomão e Sérgio Banhos. O ministro Tarcísio Vieira divergiu, ressaltando a importância da discussão, mas lembrou que há projetos em tramitação na Câmara dos Deputados que já preveem a distribuição proporcional entre candidatos negros e brancos.

Comentário

O arquiteto Rogério Yuri comunicou nesta terça-feira (25), oficialmente, a decisão de colocar-se como pré-candidato a vereador nas eleições de 15 de novembro deste ano. Ele já foi diretor do Imam (Instituto municipal do Meio Ambiente) e, nas eleições de 2014, concorreu como candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada pelo candidato a prefeito Geraldo Resende, na coligação PSDB-PSB.

Obtivemos mais de 40 mil votos, não ganhamos pois não era a vontade nem projeto de Deus. Fiz o bom combate com respeito ao próximo e a todos”, agradeceu Yuri, lembrando a caminhada para a Prefeitura. “Passados 4 anos, sinto-me na obrigação de me colocar novamente à disposição de minha cidade e dos meus companheiros que muito buscam a renovação e bons políticos, que estejam imbuídos e engajados no projeto de reconstrução de Dourados!”, anunciou o pré-candidato.

Rogério Yuri está, agora, filiado ao PSDB, legenda que decidiu, nesta semana, compor com o projeto que vem sendo articulado pelo pré-candidato a prefeito Barbosinha, do DEM e já começa a estreitar os contatos com amigos e seguidores da proposta que defende. “Agora é aguardar a aprovação na convenção eleitoral de meu partido que ocorrera no mês de setembro para ingressar nessa nova empreitada que, sendo da vontade de Deus, será de uma campanha vitoriosa”, concluiu o pré-candidato.

Comentário

Reunião ocorrida na tarde desta segunda-feira (24) na sede do Diretório Municipal do PSDB selou e entrada do partido no arco de alianças que está sendo construído em torno da pré-candidatura do deputado estadual José Carlos Barbosinha, do DEM, à Prefeitura de Dourados.

A decisão dos tucanos já havia sido tomada no começo do mês, depois de constatada a inviabilidade da manutenção do nome do presidente da legenda, ex-deputado Valdenir Machado, que se recupera da Covid-19 e que, por orientação de familiares, inclusive, abriu mão da disputa.

"Estamos juntos desde a caminhada do governo em 2014, reafirmamos essa parceria em 2018 e agora, esse aceno para as eleições de 2020 indica que estaremos juntos também em 2022", retribuiu o deputado Barbosinha, pré-candidato do DEM, ao ser informado da decisão das principais lideranças tucanas na cidade.

A reunião do Diretório Municipal do PSDB contou com a presença dos vereadores da legenda, Sergio Nogueira, Idenor Machado e Silas Zanatta e ainda, além do próprio Valdenir Machado, do secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende e do deputado estadual Marçal Filho. Os três já tiveram cogitações de disputar a eleição pelo partido.

"Essa decisão me enche de orgulho, significa mais do que uma aliança partidária de ocasião. O DEM e o PSDB estão juntos desde sempre. Tenho certeza que estaremos juntos também em 2022, porque nossa luta não é partidária, ela vem em defesa dos que mais precisam e por um programa que possibilite a reconstrução de Dourados", observou Barbosinha.

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