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Redação Douranews

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O tenente Guilherme Lopes da Cruz, de 26 anos, subcomandante da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da Vila Kennedy, foi baleado e morto durante um assalto na madrugada desta quarta-feira (21) no Rio. O policial estava numa lanchonete na Estrada do Gabinal, na Freguesia, em Jacarepaguá, quando ele e outros fregueses foram abordados por bandidos. O PM foi morto após reagir.

De acordo com as primeiras informações, o tenente estava no drive-thru da lanchonete ao volante de um Honda HR-V, quando quatro homens anunciaram o roubo. Naquele momento, o oficial retirava a refeição pela janela do automóvel. Ele sacou a arma e disparou, conforme relata reportagem do jornal Extra.

Os ladrões revidaram e, durante a troca de tiros, Lopes da Cruz foi baleado mais de uma vez, segundo informações de policiais da DH (Divisão de Homicídios) da Capital. Pelo menos um dos criminosos também teria ficado ferido, mas ainda assim conseguiu fugir, conforme a publicação.

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A decisão do Governo Federal de suspender as discussões sobre a Reforma da Previdência Social no Congresso Nacional enquanto durar a intervenção no Estado do Rio de Janeiro é considerada apenas um adiamento do problema. A avaliação é do presidente da Fiems, Sérgio Longen, completando que o Executivo fez uma análise política do projeto, contou os votos e chegou à conta que não teria a quantidade suficiente para aprovar a reforma.

“A minha conta era diferente e penso que a reforma deveria ir para a votação no plenário da Câmara dos Deputados. Se o Governo perdesse, nós teríamos de quem cobrar a conta, ou seja, dos parlamentares que tivessem votado contra. O deputado federal que se posicionasse contrário à Reforma da Previdência, no futuro, quando o aposentado parasse de receber seus benefícios, nós poderíamos chegar junto a esse parlamentar e cobrar a conta. Poderíamos transferir esse ônus da não votação do projeto”, analisou Sérgio Longen.

O presidente entende que o projeto da Reforma da Previdência era do Executivo, que entendeu por bem retirá-lo da pauta e, portanto, é uma responsabilidade do Governo Federal. “Na minha avaliação, as questões polêmicas devem ser votadas para serem aprovadas ou rejeitadas, mas não simplesmente engavetadas ou retiradas da pauta. O Governo Federal demonstrou com clareza que não tem dinheiro para honrar os gastos públicos e, mesmo assim, retira do Congresso Nacional o projeto de Reforma da Previdência. Como vai ser o custeio dessa conta, de que forma a União vai pagar esses gastos? Será que o Governo vai vender estatais? E quando acabar esse ativo, vai pagar como? Por isso que eu defendo que o projeto da reforma avance”, avaliou.

Ele completa que agora a sociedade tem de esperar que o Executivo apresente a fórmula como vai cobrir esse déficit da Previdência para que se conheça como o presidente Michel Temer espera conseguir equilibrar as contas públicas. “Nós empresários esperamos que, novamente, esse custo não recaia sobre a sociedade de forma indireta, ou seja, criando mais impostos. O presidente da República declarou que vai avançar na venda das estatais, mas a venda de ativos tem prazo para terminar. O que eu posso analisar é que estão pegando uma ‘batata quente’ e jogando para frente”, finalizou.

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O PT quer ficar distante do PDT, seu antigo parceiro de grandes embates eleitorais em Mato Grosso do Sul, depois da filiação do juiz federal aposentado Odilon de Oliveira. Mas os petistas não desejam, no entanto, ficar longe dos outros partidos de esquerda para as eleições deste ano.

A decisão do PT contribui para o isolamento do juiz Odilon, que busca apoio para sua pré-candidatura ao governo do Estado.

O PT está discutindo aliança com PCdoB, outro velho parceiro de campanha eleitoral, para a sucessão estadual.

O juiz Odilon também está tentando isolar o PT por não aceitar fazer coligação com partido que tem dirigentes investigados, denunciados, processados ou condenados. No PT, o deputado federal e ex-governador José Orcírio dos Santos, o Zeca do PT, é um condenado por colegiado e está inelegível.

Mas o presidente regional do PDT, João Leite Schimidt, não desiste de ter o PT, mesmo contrariando as restrições impostas pelo juiz Odilon. O deputado estadual Cabo Almi indicou, ontem, estar cada vez mais difícil acordo com o PDT para as eleições deste ano.

O PDT está também articulando apoio do PCdoB à pré-candidatura do juiz Odilon. “Muito cedo ainda para afirmar, estamos afinando os ponteiros. Tenho conversado com o PT também, mas me pareceu que estão pegando outra rota. Estão conversando mais com o Azambuja. Eu não abro mão do PT. Vamos conversar com o presidente nacional do PCdoB. Vamos conversando com todo mundo”, disse Schimidt ao jornal Correio do Estado.

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Caminhão carregado com 10.950 pacotes de cigarro contrabandeado tombou em uma curva no treco do Km 6 da rodovia MS 339, na região de Bodoquena, e o motorista de 36 anos morreu no local.

Segundo a PMR (Polícia Militar Rodoviária), a equipe da base operacional de Bonito foi informada sobre um caminhão com placas de Cacoal/RO que seguia em alta velocidade, de Bodoquena a Miranda, fazendo várias ultrapassagens perigosas e, em seguida, os policiais encontraram o caminhão tombado e a carga de cigarros contrabandeados espalhada o asfalto.

Testemunhas no local disseram que viram o condutor do veículo perder o controle da direção em uma curva por causa da alta velocidade e tombar. O motorista morreu no local. A ocorrência, realizada na tarde de segunda-feira (19), foi atendida pela equipe da Polícia Civil de Miranda e a equipe da Perícia Técnica de Aquidauana. O caminhão e a carga foram apreendidos e encaminhados para a Receita Federal de Campo Grande.

Dez assaltantes armados com fuzis invadiram cinco agências bancárias de Caconde, no interior de São Paulo, na madrugada desta quarta-feira (21), publica o G1. Os suspeitos fugiram sentido Muzambinho/MG levando todo o dinheiro que conseguiram.

Segundo a Polícia Militar, a ação dos assaltantes foi rápida. Das cinco agências invadidas, em apenas uma delas eles não conseguiram levar o dinheiro. Os moradores ficaram assustados com a movimentação.

De acordo com a PM, testemunhas relataram que ouviram o barulho de quatro explosões e vários tiros. Ninguém ficou ferido. A perícia técnica da Polícia Civil foi acionada e começou a investigar o caso. Ninguém ainda foi preso.

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que o governo não apresentou nenhuma novidade ao anunciar na segunda-feira (19) projetos prioritários na área econômica. Segundo Maia, a pauta apresentada é da Câmara, já que são propostas em tramitação, independentes do Executivo. Ele criticou o governo por apresentar a pauta como se fosse sua. “Esse é um café velho e frio que não atende como novidade a sociedade”, criticou.

“Do jeito que eles apresentaram é como se fosse a pauta do governo no Legislativo, isso é um abuso”, completou. De acordo com o presidente, o anúncio do governo foi um desrespeito com o Parlamento, conforme divulga a Agência Câmara de notícias.

“O governo que apresente uma pauta econômica nova, porque a que está aqui o tempo de discussão e votação é definido pela presidência da Câmara. Vamos respeitar a independência dos poderes. A apresentação de ontem (segunda-feira) foi um equívoco, foi um pouco de desrespeito ao Parlamento já que os projetos já estão aqui”, destacou Maia.

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O prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD), anunciou no começo da tarde desta terça-feira (20), durante reunião com a bancada federal em Brasília, realizada no gabinete do senador Waldemir Moka (PMDB), coordenador do grupo de senadores e deputados federais, em Brasília, que serão necessários investimentos de R$ 600 milhões para recuperar 100% da malha viária da capital do Estado.

De acordo com o prefeito, os serviços de tapa-buracos executados no último ano não têm sido suficientes para solucionar os problemas. “Precisamos recapear as vias da cidade e não ficar tapando os buracos”, observou Trad, ao entregar dados contendo o resultado do levantamento feito na área pavimentada de Campo Grande.

Para obter os recursos necessários, a prefeitura teria que buscar fontes no Ministério da Cidades, por meio do programa Avançar Cidades, e no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O município, no entanto, tem capacidade de endividamento limitada a R$ 200 milhões, um terço do montante necessário, de R$ 600 milhões.

Trad explicou que o município aplicou R$ 40 milhões para tapar buracos em 2017. Em 2018, esses serviços consumiriam cerca de R$ 70 milhões. “É preciso buscar uma solução imediata”, afirmou o senador Moka, recebendo aval dos demais parlamentares.

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Com a finalidade de orientar condutores de veículos sobre intervenções nas vias públicas que recebem várias frentes de obras, a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) de Dourados programou ações para os meses de fevereiro e março em pontos importantes da cidade.

Nesta quarta-feira (21), as orientações serão na avenida de Marcelino Pires, imediações do terminal rodoviário ‘Renato Lemes Soares’ e, na sexta (23), na avenida Marcelino Pires, no trecho que compreende a Praça Antônio João.

A ação será feita por meio de abordagens de veículos, para informar sobre os cuidados no trânsito como também sobre os trechos da via que estão sendo fechados devido às obras de recapeamento, executadas pelo Governo do Estado com a parceria da Prefeitura de Dourados.

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O Plano Municipal de Saneamento Básico de Dourados foi debatido na manhã desta terça-feira (20) pela prefeita Délia Razuk e representantes da Secretaria de Obras Públicas. As etapas finais do projeto estão sendo estruturadas com prioridade na preocupação da gestão em um atendimento eficaz no que tange aos serviços de abastecimento de água potável, coleta e tratamento de esgoto sanitário, limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos, drenagem urbana e manejo de águas pluviais.

De acordo com o secretário de Obras Públicas, Tahan Sales Mustafa, os próximos encaminhamentos do Plano compreendem ações com objetivo, em especial, voltados à sustentabilidade e economia no município.

Dentre as metas da próxima fase, a equipe elencou a criação de uma ouvidoria municipal para observações quanto aos serviços prestados; recomposição asfáltica; criação de departamento para fiscalização; redução do índice de perda de água, entre outras prioridades.

A prefeita acompanhou o andamento, que ocorre dentro do prazo estabelecido. E enfatizou que o planejamento precisa atender à demanda atual e ainda ser estruturado de forma a contemplar “questões futuras”.

“Esse trabalho intenso agora começa a entrar em fase final e agregará muito na melhoria dos serviços, na preservação do nosso meio ambiente e contribuirá para o desenvolvimento sustentável do município, o que é de extrema importância e tem sido observado por toda equipe técnica envolvida e entidades apoiadoras”, ressaltou.

O Plano contempla diagnóstico da situação atual, os impactos na qualidade de vida da população e prognostica as demandas dos serviços para os próximos 20 anos e, dentre os objetivos propostos, quer obedecer à exigência legal aos titulares de serviço público de saneamento básico, de acordo com Lei Federal 11.445/200; auxiliar o município a identificar problemas atuais dos quatro eixos do saneamento; determinar ações e alternativas para atendimento da demanda atual e de expansão; estabelecer objetivos, metas e investimentos, a fim de alcançar a melhoria dos serviços; contribuir para o desenvolvimento sustentável do município.

A elaboração do Plano envolve as secretarias municipais, órgãos ligados ao meio ambiente, universidades de Dourados, além de outras entidades do município. O andamento dos trabalhos pode ser acompanhado no site da Prefeitura, no link ‘informações e serviços/plano de saneamento’.

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O trabalho tem se tornado uma ferramenta efetiva para concretizar o retorno ao convívio em sociedade daqueles que um dia estiveram atrás das grades. Nesse sentido, a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) tem buscado parcerias com empresas para garantir a ocupação da mão de obra prisional; atualmente já são mais de 160 convênios firmados.

Neste contexto, um bom exemplo ocorre em Dourados, onde, conforme dados da Divisão de Trabalho da Agepen, houve um aumento de 31% no total de reeducandos trabalhando de forma remunerada no período de um ano, no comparativo entre o início de 2017 e deste ano, saltando de 339 para 444 detentos trabalhadores, nos regimes fechado, semiaberto e aberto. A agência penitenciária conta com 50 convênios vigentes na cidade. Os apenados atuam nas mais variadas áreas profissionais, como panificadores, açougueiros, balconistas, entre outras ocupações, com predominância na construção civil.

Com relação ao total geral de internos inseridos em atividades laborais, o que inclui os serviços não-remunerados, ou seja, trabalhos de apoio à administração penitenciária (como limpeza e manutenção de presídios) e a projetos sociais, o crescimento foi de 18,5% neste período, passando de 577 para 684 presos.

Os resultados são fruto da busca intensiva por novos convênios, com o objetivo de oferecer oportunidade de ocupação produtiva ao maior número de detentos e, consequentemente, a reinserção no mercado de trabalho, é o que defende a diretora de Assistência Penitenciária da Agepen, Elaine Arima Xavier Castro, em referência ao esforço conjunto entre a Divisão de Trabalho e o Patronato Penitenciário de Dourados.

“A nossa meta é dar maior visibilidade ao trabalho prisional e demonstrar ao empresariado os benefícios que esta modalidade de contratação de mão de obra apresenta, para posteriormente colhermos os frutos desta iniciativa”, destaca o diretor do Patronato, Mario Sérgio Santos de Andrade, citando visitas pessoais que são feitas às empresas locais e a órgãos públicos, além de contatos telefônicos e e-mails eletrônicos.

Segundo o dirigente, nos últimos dois anos houve um aumento de 52% no total de empresas conveniadas que dão oportunidade de trabalho remunerado a detentos do regime semiaberto. No entanto, ele explica que, apesar da expressiva ampliação nas parcerias, o número de apenados com trabalho externo não sofreu crescimento proporcional devido à crise financeira que o Brasil vem atravessando. “Em dois anos, houve uma redução na contratação de 95 detentos em três grandes empresas na área da construção civil e prestação de serviços”, pontua.

Contudo, Mario Sérgio destaca que a aceitação da mão de obra prisional está cada vez maior no município, visto que constantemente a unidade da Agepen tem sido procurada para esclarecimentos de informações quanto à forma de celebração do Termo de Cooperação, dos benefícios e das normas legais, o que, normalmente, enseja posterior formalização de convênios.

“No momento, estamos viabilizando uma nova parceria com uma grande empresa local, que proporcionará uma demanda satisfatória de mão de obra para o regime semiaberto, tanto masculino quanto para o feminino”, informa.

Exemplos

Para o sócio proprietário da empresa Energia Engenharia, Pedro de Oliveira Brum, a contratação do trabalho prisional já é uma realidade irreversível em sua empresa. “É uma forma de desenvolvermos nossa responsabilidade social, contribuindo na ressocialização dos reeducandos e, ao mesmo tempo, recebemos os atrativos fiscais e trabalhistas”, enfatiza.

Já o empresário Luiz Antônio dos Reis, dono da conveniada Dias e Leite e Cia Ltda, afirma que a integração que existe entre os internos contratados e os demais funcionários celetistas comprovam o sucesso da iniciativa. “Todos trabalham de forma harmônica e posso afirmar com toda certeza que, em nossa empresa, a ressocialização acontece”, frisa.

O depoimento feito pelo interno colaborador da empresa Panificadora Pão da Hora, R.L.S., demonstra a importância da utilização do trabalho prisional. ”Antes de ir para o semiaberto, eu estava com medo de não conseguir emprego e ter que voltar para o crime. Mas depois que atingi o benefício, me deram oportunidade de trabalhar, comecei a me sentir útil e valorizado, tanto pelo meu patrão quanto pela minha família. Estou me esforçando muito e sei que serei recompensado. Agora acredito que posso viver uma vida em sociedade com a ajuda de Deus”, conta o reeducando.

O diretor-presidente da Agepen, Aud de Oliveira Chaves, defende que oferecer oportunidade de trabalho a quem cumpre pena, além de benefícios para as empresas contratantes, reflete positivamente para toda a sociedade, pois repercute diretamente na redução do índice de reincidência criminal e no ciclo da violência. “A ocupação laboral é um dos focos da nossa instituição para que a reinserção social aconteça. É tudo questão de oportunidade e temos a missão de oferecer esse tipo de iniciativa àqueles que precisam de uma nova chance”, finaliza.

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