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Domingo, 07 Abril 2019 08:14

Lia Nogueira denuncia abandono de cooperativa de recicláveis Destaque

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Vereadora constata depósito a céu aberto de materiais que deveriam estar sendo reciclados Vereadora constata depósito a céu aberto de materiais que deveriam estar sendo reciclados Assessoria

A vereadora Lia Nogueira (PR) visitou a sede da Agecold (Associação dos Agentes Ecológicos de Dourados), cooperativa de materiais recicláveis que funciona no bairro Jardim Santo André, em parceria com a Prefeitura de Dourados, e enfrenta uma crise financeira e uma situação de caos. De acordo com a vereadora, o que seria um local de recebimento, separação e destinação devida a materiais que poderiam ser reaproveitados, se tornou um verdadeiro lixão.

Preocupada com o avanço da dengue em Dourados e após receber denúncias de que há focos do mosquito Aedes aegypti no local, a vereadora foi até a sede da cooperativa para uma vistoria. “Nos deparamos aqui com uma situação muito grave. O pátio da cooperativa se transformou em um depósito de lixo. Papelão, plástico, garrafas vazias, latas. Está tudo exposto e o risco de contaminação para os agentes ecológicos é muito grande”, apontou.

De acordo com Lia Nogueira, além do risco da contaminação, há o perigo dos focos do mosquito da dengue se espalharem e a situação fugir do controle. “No momento em que Dourados vive um cenário de surto de dengue e trava uma batalha no combate à doença não podemos admitir uma situação assim. Vamos encaminhar a denúncia ao Imam (Instituto de Meio Ambiente), já que o projeto da Agecold é de responsabilidade também da Prefeitura e vamos acionar o Ministério Público”, afirmou a parlamentar.

A presidente da Agecold, Maria Lucia Coutinho, disse que a cooperativa, que já chegou a ter ao menos 20 agentes ecológicos atuando em todo o processo de separação e destinação dos materiais da coleta seletiva para as recicladoras, estava com apenas sete trabalhadores. Ela explicou ainda que o contrato com o Imam que previa o aproveitamento da mão de obra dos reeducados terminou em dezembro do ano passado, o que agravou a situação.

“O preço pago pelas recicladoras também caiu e os agentes não estavam conseguindo obter um salário bom. Eles saíram daqui, não conseguiam mais sustentar as famílias e nós chegamos a esse ponto. Precisamos da cooperativa para sobreviver e para ajudar a cidade a dar o destino certo para latas, plásticos, papelão e vidro. Não podemos deixar esse material todo acumulado deste jeito”, explicou a presidente da associação. (Com assessoria)

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