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Redação Douranews

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O governador Reinaldo Azambuja reuniu-se, na manhã desta quarta-feira (8), juntamente com os secretários Eduardo Côrrea Riedel (Segov) e Geraldo Resende (Saúde), com o novo secretário municipal de Saúde de Dourados, Gecimar Teixeira, que assuimu nesta terça-feira (7) a função, em substituição à secretária Berenice Machado.

No encontro, na Governadoria, foi debatida a importância da rápida tomada de decisões diante do avanço da doença na cidade. Para Riedel, o caminho mais assertivo para diminuir impactos na saúde e na economia do município é o diálogo.

“O Governo está aberto ao diálogo com todos os municípios e está acompanhando de perto a situação de Dourados, que hoje ocupa o preocupante segundo lugar no ranking de maior número de casos no Estado. A união é o que fará diferença no combate à pandemia”, ressaltou o secretário destacando ainda iniciativas importantes como os postos de fiscalização sanitária, o drive-thru e ampliação de leitos, entre outras.

“A reunião foi produtiva, falamos sobre o apoio do Organização Pan Americana de Saúde (Opas) e da organização de vigilância. O governador e os secretários apresentaram apoio à nossa cidade, além de algumas orientações e sugestões, deixando claro que não vão determinar mas sim sugerir medidas”, destacou o novo secretário após o encontro.

Eduardo Riedel enfatizou que, semanalmente, o Governo vai enviar relatórios com as recomendações do Prosseguir (o Programa de Segurança e Saúde), em apoio às medidas de contenção do coronavírus.

“Assumo o cargo com muita vontade, até porque já tive a doença e como médico já trabalhei na linha de frente. Preciso de todo apoio possível”, ressaltou Teixeira, no encontro que contou com a presença, também, da secretária adjunta de Saúde do Estado, Christinne Maymone e do assessor especial da Prefeitura de Dourados, Alexandre Mantovani.

Situação

De acordo com o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde, Dourados ocupa o segundo lugar no ranking estadual de casos confirmados de coronavírus, com 3.135 pessoas infectadas com a doença. É a terceira maior incidência de Mato Grosso do Sul, com 1.294,7 casos para cem mil habitantes. Dourados já registra 38 óbitos. Em todo o Estado são mais de 10.800 casos confirmados e 134 óbitos.

Comentário

Com taxa de isolamento de 39,3% registrada nas últimas 24 horas, Dourados ainda precisa continuar fazendo esforço para atingir a meta recomendada, de 70%, pelas autoridades mundiais de saúde, se quiser conter o avanço do coronavírus. A queda de temperatura registrada a partir das 8 horas desta quarta-feira (8) pode contribuir nesse sentido, e ‘segurar’ um pouco as pessoas em casa. Por volta de 11 horas os termômetros marcavam 12ºC e o movimento nas ruas era bem reduzido, apesar de que o comércio só está funcionando a partir do meio-dia.

As cidades de Rio Verde de Mato Grosso e de Sete Quedas, no extremo oeste do Estado, indicam as menores taxas de obediência ao isolamento social: 21,7% e 26,7%, respectivamente. Quem segue melhor à recomendação de ficar em casa é a população de Aral Moreira, na fronteira, com 52%, e 18 casos confirmados da doença.

Desde o começo da pandemia, foram registradas 60.564 notificações de casos suspeitos do coronavírus em Mato Grosso do Sul. Destes, 44.480 foram descartados após os exames darem negativo para Covid-19. Dos 11.063 casos confirmados, 3.408 estão em isolamento domiciliar, 7.291 estão sem sintomas e já estão recuperados e 244 estão internados, sendo 129 em hospitais públicos e 115 em hospitais privados. Há 134 óbitos da doença no mapa do Estado.

Comentário

O estado de Mato Grosso está há mais de dez dias com as vagas de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) totalmente ocupadas nas redes pública e privada e pacientes estão sendo levados pra outros estados. Mato Grosso do Sul é um dos pontos procurados pelas autoridades do ‘estado-mãe’ para o socorro aos infectados.

Até o começo da manhã desta quarta-feira (8), havia no Brasil 66.887 mortos entre os 1.674.929 casos confirmados da Covid-19.

Em Mato Grosso já são 23.506 casos confirmados da doença, segundo o boletim publicado nesta terça-feira (7) pela Secretaria estadual de Saúde. Já são 896 mortes confirmadas pela doença, enquanto o MS tem 134 óbitos confirmados até agora. Em Dourados já há pacientes internados que vieram transferidos do Mato Grosso.

Marcos da Silva Sousa e o irmão dele, que é ajudante geral, vieram do Maranhão pra trabalhar em uma fazenda em Mato Grosso. Pouco dias depois, o irmão apresentou os sintomas da Covid-1 e como precisava de um leito de UTI e não conseguiu no estado, foi transferido de avião pra Mato Grosso do Sul.

Comentário

Com mais 376 exames positivos para o novo coronavírus (Covid-19) nas últimas 24 horas, o número de casos confirmados da doença no Estado chega a 11.063. Foram registrados seis óbitos, passando para 134 mortes pela doença em Mato Grosso do Sul. Campo Grande, com 3.579 e Dourados, com 3.135 casos confirmados, lideram o ranking da projeção de crescimento do vírus. Corumbá já é o terceiro município de maior incidência, com 452 casos.

Dourados teve mais dois casos de mortes, além das 40 novas ocorrências de infecção pelo coronavírus. Um homem de 45 anos, sem comorbidades e um de 68, com quadro de doença cardiovascular crônica e diabetes, completam o mapa com 38 óbitos na cidade, incluindo o caso do caminhoneiro que adquiriu a doença aqui e morreu em viagem para o interior de Tocantins. Há, ainda, 1.040 casos de exames coletados e que aguardam encerramento.

As informações apresentadas nesta quarta-feira (8) em coletiva de imprensa on-line com autoridades estaduais mostram ainda que, dos 11.063 casos confirmados, 3.408 estão em isolamento domiciliar, 7.291 estão sem sintomas e já recuperados e 244 estão internados, sendo 129 em hospitais públicos e 115 em hospitais privados. 14 pacientes internados são procedentes de fora do Estado.

Desde o dia 25 de janeiro, foram registradas 60.564 notificações de casos suspeitos do coronavírus em Mato Grosso do Sul. Destes, 44.480 foram descartados após os exames darem negativo para Covid-19, 21 foram excluídos por não se encaixarem na definição de caso suspeito do Ministério da Saúde, 2.892 exames aguardam resultado do Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública) e 2.129 casos foram notificados e não foram encerrados pelos municípios.

Comentário

A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) impactou diversos setores da economia e na indústria laticínia de Mato Grosso do Sul não foi diferente. Com o fechamento das fronteiras para prevenir a proliferação do vírus entre os países e, dessa forma, diminuir o contágio, o valor do dólar frente ao real sofreu uma alta expressiva e o resultado foi uma redução significativa nas importações brasileiras de leite.

Em decorrência disso, os valores cobrados pelo litro do leite em todo o Brasil sofreram um reajuste e, no Estado, essa majoração chegou a 18%, conforme levantamento realizado pelo Silems (Sindicato das Indústrias Laticínias de Mato Grosso do Sul) junto aos principais laticínios do Estado. O aumento do litro do leite de saquinho, popularmente conhecido como “barriga mole”, chegou a 18%, saindo dos R$ 2,69 cobrados no início da pandemia mundial do novo coronavírus ainda em março para R$ 3,19 no fim do mês de junho.

A alta não se limitou apenas no preço do leite, os derivados também tiveram aumento que chegou até a 22%, como no caso da mussarela, que saltou de R$ 22 para R$ 27 o quilo. “Com a pandemia, vivemos um momento de incertezas nos meses iniciais, com uma queda muito grande na demanda por leite devido ao fechamento das escolas, que costumavam ser grandes consumidoras por causa da merenda das crianças, e dos bares e restaurantes, que também consomem muitos derivados”, detalhou a presidente do Silems, Milene Nantes.

A líder empresarial acrescenta que, com essa queda, a indústria laticínia passou a produzir menos e os produtores de leite também reduziram as rações para acompanhar no campo essa mesma redução. Milene Nantes explica que, como ainda não era esperada a diminuição das importações, a preocupação era em minimizar os prejuízos com a queda no consumo. “No entanto, com a reabertura do comércio e de bares e restaurantes, o consumo voltou a subir e a demanda pelo leite, que teve a produção reduzida, aumentou”, revelou.

De acordo com a empresária, o segmento ainda vive um período de entressafra, o que faz com que a oferta do leite seja ainda menor. “Todos os anos, no período seca, é comum um aumento nos preços do leite em Mato Grosso do Sul. Esse aumento é sazonal e acontece todos os anos devido ao período de estiagem, em que a quantidade de chuvas é menor, reduzindo as pastagens, que servem de alimento para o gado. Com menos alimento, o gado tende a produzir menos leite. Geralmente registramos um aumento de 5% a 10%, mas como estamos vivendo um ano atípico, esse reajuste foi um pouco maior este ano”, finalizou.

Comentário

O viveiro da Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) pode receber o nome de Leonel Gomes Ferreira. É o que prevê Projeto de Lei apresentado pelo deputado Barbosinha na sessão desta terça-feira (7), propondo o nome do ex-funcionário da empresa para batizar o espaço que será construído na cidade. Com a lei, o parlamentar quer homenagear Leonel que faleceu aos 51 anos devido a problemas de saúde. 'Professor', como era conhecido pelos amigos e colegas de trabalho, teve uma vida inteira de dedicação ao saneamento da cidade de Dourados.

Ao se mudar para o município em 1988, Leonel logo ingressou na Sanesul. Exercendo diversos cargos na empresa, como operador de produção, operador da ETE (Estação de Tratamento de Água), auxiliar técnico de laboratório, operador de processos e técnico em manutenção de hidrômetros. Sua liderança e conhecimento na área do saneamento ficaram como legado, para empresa e para quem conviveu com Leonel, na avaliação do deputado douradense.

“O Leonel foi um grande colaborador, sempre dedicado, procurava ajudar os colegas em todas as áreas. Um homem muito responsável e trabalhador. A Sanesul era sua segunda família. Lá nós criamos com o Leonel laços de amizade e ele cresceu profissionalmente”, disse o deputado ao apresentar o Projeto de Lei.

Barbosinha acredita que nos 31 anos como funcionário assíduo da Sanesul, Leonel deixou um legado de profissionalismo, responsabilidade e proatividade. “Sempre muito comunicativo e confiável, procurava de todas as formas ajudar seus amigos e fazer seu trabalho com excelência”, defende.

Leonel também foi um desportista muito conhecido em Dourados, que lhe rendeu o apelido de ‘professor Leo’. Ele jogou vários campeonatos no lendário estádio da LEDA (Liga Esportiva Douradense de Amadores), Inter Vilas, Inter Flórida, de competições na Picadinha e representou empresas como a Camapi Motores, Corte Aço e a própria Sanesul, destacando-se na posição de goleiro. O ‘professor Leo’ chegou ganhar mais de 30 troféus e foi considerado um dos melhores goleiros de Dourados.

“Aos amigos de futebol, ficou a saudade dos campeonatos jogados e das intermináveis conversas e brincadeiras pós-jogos. E à sua família, deixou o exemplo de caráter, bondade e alegria, sempre foi um pai, marido, irmão e filho muito presente, sua família sempre esteve em primeiro lugar. Por onde passou, Leonel levou alegria, e hoje deixa saudade nos corações daqueles que o conheceram”, finaliza o deputado Barbosinha no texto que propõe a legislação para homenagear Leonel Gomes Ferreira, o ‘professor Leo’.

Histórico

Leonel Gomes Ferreira nasceu no dia 17 de abril de 1968, na cidade de Rio Verde de Mato Grosso - MS, filho de Benvinda Gomes Dias e Aldair Ferreira Dias. Passou toda sua infância na pequena Rio Verde. Começou a trabalhar aos 12 anos como engraxate. Trabalhou como atendente de lanchonete e auxiliar em oficina mecânica. Estudou apenas até o ensino médio. No ano de 1987 mudou-se para Ponta Porã para servir ao exército, onde ficou por 1 ano.

Em outubro de 1989, Leonel conheceu Evacir Morais de Souza, que veio a se tornar sua esposa no dia 26 de março de 1994, união que resultou em dois filhos: Cauê de Souza Gomes (25) e Matheus de Souza Ferreira (21).

Comentário

A OMS (Organização Mundial da Saúde) reconheceu nesta terça-feira (7) "evidências emergentes" de transmissão pelo ar do novo coronavírus, depois que um grupo de cientistas cobrou do organismo global a atualização das orientações sobre como a doença respiratória se espalha.

"Temos conversado sobre a possibilidade de transmissão pelo ar e transmissão por aerossol como uma das modalidades de transmissão da Covid-19", disse Maria Van Kerkhove, principal autoridade técnica da OMS para a pandemia de Covid-19, em coletiva de imprensa.

A OMS havia dito anteriormente que o vírus que causa a doença respiratória Covid-19 se dissemina principalmente através de pequenas gotículas expelidas pelo nariz e pela boca de uma pessoa infectada que logo caem no chão.

Mas, em uma carta aberta enviada à agência sediada em Genebra e publicada na segunda-feira (6) no periódico científico Clinical Infectious Diseases, 239 especialistas de 32 países delinearam indícios que, dizem, mostram que partículas flutuantes do vírus podem infectar pessoas que as inalam.

Como estas partículas menores que são exaladas podem permanecer no ar, os cientistas exortaram a OMS a atualizar suas diretrizes. Falando em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira em Genebra, Benedetta Allegranzi, principal autoridade técnica de prevenção e controle de infecções da OMS, disse que há evidências emergentes de transmissão do coronavírus pelo ar, mas que estas ainda não são definitivas.

"... A possibilidade de transmissão pelo ar em locais públicos -- especialmente em condições muito específicas, locais cheios, fechados, mal ventilados que foram descritos -- não pode ser descartada", disse.
"Entretanto, os indícios precisam ser reunidos e interpretados, e continuamos a apoiar isso", opinou.

Qualquer alteração na avaliação de risco de transmissão pela OMS pode afetar seus conselhos atuais sobre manter o distanciamento físico de 1 metro. Governos, que também contam com a agência para definir suas políticas de orientação, também podem precisar ajustar as medidas de saúde pública destinadas a conter a propagação do vírus, repercute o portal G1.

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Tramita na Câmara de Dourados o Projeto de Resolução que suspende o recesso do mês de julho, por iniciativa da Mesa Diretora. O entendimento é de que, neste momento em que a cidade e o mundo vivem o enfrentamento à pandemia de Covid-19, a atuação parlamentar não pode ser interrompida.

“A suspensão do recesso é uma medida necessária e mostra o comprometimento de todos os vereadores nesse momento de união de esforços”, garante o presidente do Poder Legislativo, vereador Alan Guedes (Progressistas). O Projeto de Resolução 004/2020, de autoria da Mesa Diretora, acrescenta dispositivo ao Artigo 8º do Regimento Interno da Câmara, ressaltando que, em havendo motivo justificado, a Mesa poderá suspender, integral ou parcialmente, o recesso parlamentar.

O Projeto de Resolução será encaminhado para discussão e votação na sessão desta quarta-feira (8) às 18h30 e prevê que o funcionamento das atividades parlamentares no recesso, durante a pandemia, não vai gerar nenhuma despesa ou pagamento extra por se tratar de sessão extraordinária.

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Alicerçado na experiência adquirida com 16 anos de atuação à frente do sistema de saúde pública e privado, e intervindo diretamente em uma das áreas mais sensíveis da Medicina, a Oncologia, o médico David Infante Vieira se coloca como a alternativa do PSB na disputa para a Prefeitura de Dourados.

Apresentado oficialmente como pré-candidato do PSB pelo presidente municipal da legenda, vereador Mauricio Lemes, na tarde desta terça-feira (7) no Douranews, Dr Davi disse que aposta na sensibilidade das pessoas para construir um modelo diferente de fazer política.

“As pessoas não querem essa disputa em torno do que é novo ou velho, de quem é da direita ou da esquerda, de quem disse que ia fazer melhor e não fez, o que o cidadão quer é um administrador que observe onde está o problema e que busque as formas de encaminhar a solução, ouvindo as pessoas”, disse o pré-candidato.

Segundo o médico, o melhor exemplo de que é possível fazer a diferença no comando da gestão é o do colega dele, o cardiologista Ricardo Ayache, à frente da Cassems no Estado e presidente do Diretório Regional do PSB. “As pessoas podem falar, o Ricardo administra com o dinheiro do servidor público, assim é fácil; mas, na gestão pública, o prefeito ou a prefeita também deve saber administrar com os recursos pagos pelo contribuinte, o cidadão, e infelizmente não é o que a gente vê acontecer”, comparou.

Dr Davi disse que está preparado para fazer a diferença no debate sobre Dourados e o que a cidade espera do próximo prefeito. Ele foi secretário de Saúde do Município no mandato interino da prefeita Délia Razuk, por 120 dias, entre novembro de 2010 e fevereiro de 2011, quando a operação da Polícia Federal afastou o ex-prefeito Ari Artuzi, o ex-vice Carlinhos Cantor e nove dos 12 vereadores da época.

“Tem coisas que não precisa inventar. Os recursos da Saúde e da Educação já vem rubricados, é só aplicar no lugar certo. Hoje, eu vejo falar aí que é preciso reavaliar a per capita (dinheiro aplicado em saúde por pessoa) de Dourados em relação a Corumbá, Três Lagoas e Campo Grande. Mas, há quanto tempo que existe essa distorção? Só agora que perceberam que está errado?”, indagou ele.

David Infante Vieira já dirigiu o Hospital Regional de Cirurgias, projeto implantado pelo governador Reinaldo Azambuja para abreviar o encaminhamento de cirurgias eletivas da macrorregião e foi candidato a suplente de senador em 2014. “Se tenho o aval de um grupo que é sinônimo de sucesso no Estado, quero ter a oportunidade de aplicar esse conhecimento na gestão pública de Dourados”, afirmou o pré-candidato do PSB.

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta terça-feira (7) que está enviando 10 mil comprimidos de hidroxicloroquina para Campo Grande, após vídeo feito pelo prefeito Marcos Trad (PSD) com o pedido de apelo do medicamento.

O presidente, que testou positivo para o coronavírus nesta segunda-feira (6), anunciou em coletiva de imprensa que o carregamento de hidroxicloroquina já foi enviado à capital sul-mato-grossense. “Nós levamos a conhecimento da saúde; não tomo decisão nesse sentido, quem toma é a saúde; E hoje chegará um carregamento de hidroxicloroquina para atender a população”, disse Bolsonaro.

O dirigente também citou o parentesco do prefeito com o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “Olha a ironia do destino: o [Marcos] Trad, pelo que me consta, é primo do Mandetta, que era contra a hidroxicloroquina. E lá trás, você lembra, tinha o protocolo do Mandetta dizendo que a hidroxicloroquina só poderia ser utilizada em caso grave e em caso grave a chance é quase zero de sucesso ao se ministrar a cloroquina”, alfinetou ele.

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