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Redação Douranews

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Adair Araújo, de 23 anos, morreu na noite deste sábado (12) depois de pular da motocicleta em movimento em que estava como garupa, em Dourados. De acordo com informações apuradas, a moto era pilotada pela esposa de Adair, de 24 anos.

O acidente aconteceu por volta das 18 horas quando o casal voltava para casa. Já próximo a residência, Adair pulou da motocicleta em movimento caindo no chão, e se contorcendo. Conforme relata o site Midiamax, havia marcas de mordidas nas costas do homem.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e a jovem fugiu antes da chegada dos militares.

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Ainda era madrugada de sábado (12) quando o Esquadrão da Solidariedade “Amigos Del Chaco Paraguayo”, da UCP (Universidad Central Del Paraguay) partia de Pedro Juan Caballero para a comunidade de Santa Teresita, na cidade de Mariscal José Félix Estigarribia, departamento de Boquerón.

Nem mesmo os 700 quilômetros de distância e o cansaço da longa jornada tiraram o ânimo dos médicos, enfermeiros e universitários que foram levar um pouco de alento para o povo sofrido daquela comunidade atingida recentemente pelos incêndios florestais que atingiram cerca de 100.000 hectares e pelo calor intenso que castigou a região.

A Clínica Móvel da UCP atendeu cerca de 500 pessoas com atenção básica de saúde e foram distribuídos mais de 25 mil litros de água para as comunidades de Takye Axá, Guarani, Nivaclé e Guarani Añete com mais de 1500 familias beneficiadas, inclusive com cestas básicas. Muitos dos atendidos chegaram a chorar ao receber os donativos levados pelo “Amigos Del Chaco” da UCP. “Já não tinha mais nada para dar para meus filhos comerem e beberem”, disse uma mãe emocionada.

O Diretor Geral da UCP, Karlos Bernardo,disse que estava muito orgulhoso de sua equipe de profissionais médicos, de enfermagem e dos universitários que demonstraram senso humanitário e de comprometimento com o próximo. Já o vice-diretor Edgar Núñez disse que é gratificante como ser humano ter a oportunidade, apesar da distância, de poder levar alguma esperança e conforto às pessoas necessitadas.

Para os alunos a experiência vivida neste final de semana ficará para sempre na vida de cada um pois puderam conhecer outras realidades que os levaram a valorizar o sentido da vida, família e conhecer de perto o verdadeiro sentido da palavra gratidão.

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Domingo, 13 Outubro 2019 07:22

Vocé já sofreu de 'body shaming'?

Body shaming é uma expressão em inglês que, traduzida, significa "vergonha do corpo". É o nome que se dá à prática de atacar uma pessoa verbalmente por conta da forma física dela – e deixá-la com vergonha por isso. Esses ataques normalmente são feitos pelas redes sociais.

Foi pelo que passou Cleo Pires, de 37 anos, atriz e cantora, uma das filhas do cantor Fábio Junior, depois que, nos últimos meses, ganhou cerca de 20 quilos e vem sendo duramente criticada e constrangida. A situação ganhou repercussão e trouxe à tona a questão: por que o peso o da mulher é sempre comentado? Se ela emagrece ou se ela engorda, não importa. A forma do corpo feminino parece sempre ser assunto.

Para a psicóloga Denise Quaresma, professora da Universidade La Salle e pós-doutora em Estudos de Gênero, isso se dá porque as mulheres, historicamente, são pressionadas a ter uma "aparência perfeita".

“Facilmente temos a autoestima associada ao corpo, pela produção da imagem perfeita que foi feita durante décadas pelas mídias. Infelizmente, viramos produto de consumo e permitimos isso, pela falta de crítica a este modelo patologizante”, observa.

Em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, exibida no domingo (6), Cleo falou sobre o assunto e refletiu a respeito da relação com o próprio corpo e quais estratégias adotou para lidar com o body shaming. “Não é normal você ser pressionada, julgada dessa forma por causa da sua aparência”, comentou.

A prática de ‘tirar sarro’ do corpo dos outros surgiu há tempos com as celebridades, quando elas eram fotografadas em ângulos, digamos, pouco favoráveis, deixando à mostra o que muita gente considera um "defeito". Com as redes sociais, é possível mascarar esses "defeitos" – o que leva a outro problema.

“Essas críticas impactam, na medida em que a pessoa que as recebe precisa ter um ego muito bem constituído para não considerá-las. Nota-se que a grande maioria das pessoas sucumbe a essas críticas avassaladoramente, pois no dia a dia escutamos pessoas que estão em busca de melhorar o corpo emagrecendo, como se a magreza fosse garantia de felicidade ou realização pessoal. O que é um grande engano”, analisa a psicóloga Denise.

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O Vaticano considera, oficialmente, que a Irmã Dulce será a primeira santa brasileira. Embora outras brasileiras e uma religiosa que atuou no país tenham sido canonizadas pela Igreja Católica, a irmã Dulce é a primeira mulher nascida no Brasil que teve milagres reconhecidos. Irmã Dulce, cujo nome verdadeiro é Maria Rita Lopes Pontes, foi uma das religiosas mais populares do país e ficou conhecida pelo trabalho filantrópico e pelo legado que deixou nas Obras Sociais que levam seu nome. Ela será canonizada em cerimônia transmitida diretamente do Vaticano, com o papa Francisco, na madrugada deste domingo (13), em Roma.

Outras canonizações da Igreja Católica envolvendo mulheres ligadas ao Brasil ocorreram em 2002 e 2017. A mais recente, de 2017, reconheceu 30 mártires católicos do Rio Grande do Norte, entre eles mulheres. Os mártires de Cunhaú e Uruaçu sofreram um massacre ao resistir à chegada dos holandeses em 1645. Na ocasião, mais de 80 fieis foram mortos. Alguns tiveram os nomes reconhecidos, outros não tiveram a identidade revelada. O grupo não tem uma história conhecida e não há milagres realizados.

Antes, em 2002, houve a canonização da Madre Paulina, que morava em Santa Catarina, mas nasceu na Itália e chegou ao Brasil aos 10 anos. Por causa da nacionalidade, ela não é considerada oficialmente uma santa brasileira, embora seus milagres tenham ocorrido no país, como a cura de uma mulher com hemorragia e a operação no cérebro de uma menina, que saiu da cirurgia sem sequelas. Por isso, Irmã Dulce dos Pobres é considerada pela Igreja Católica a primeira santa brasileira.

Santo brasileiro

Apesar de a irmã Dulce ser a primeira santa brasileira, a Igreja Católica já reconheceu outro santo do país: Frei Galvão. Ele foi canonizado em 11 de maio de 2007, no Vaticano, pelo Papa Bento 16. Conhecido pelas pílulas milagrosas que, segundo a fé católica, têm poder de cura, Frei Galvão nasceu em 1739, em Guaratinguetá, no interior de São Paulo, onde está hoje o santuário em homenagem a ele.

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Levantamento da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) da OMS (Organização Mundial de Saúde) define que o conceito de saúde vai além da mera ausência de doenças, pois de acordo com os estudos realizados, só é possível ter saúde quando há completo bem-estar físico, mental e social.

Mas, um dos fatores que mais vem preocupando os especialistas da Organização são os diversos fatores da chamada “vida moderna”, que podem colocar em risco a saúde mental dos indivíduos; entre eles, rápidas mudanças sociais, condições de trabalho estressantes, discriminação de gênero, exclusão social, estilo de vida não saudável, violência e violação dos direitos humanos e o estresse causados pelo excesso de estudado e competição cada vez maior entre os indivíduos em busca de sucesso e reconhecimento.

Para promover o Dia Mundial da Saúde Mental, a UCP (Universidad Central de Paraguay) realizou quinta-feira (10) uma série de palestras, debates e jogos interativos onde os acadêmicos participaram ativamente e conheceram a necessidade do fortalecimentos mental no dia-a-dia com atividades que ajudam a minimizar o estresse diário dentro do mundo acadêmico e social, em eventos que mobilizaram mais de 500 pessoas.

As palestras foram ministradas polo médico Hugo Masuchia, pelas professoras Tassia Brito e Jéssica Luiz e também pelos técnicos de Educação Básica da Diretoria de Educação de Amambay Mirta Alvarez e Fábio Escobar. O diretor geral da UCP, Karlos Bernardo disse que a instituição tem se destacado das demais justamente pela preocupação com o bem-estar dos universitários, professores, colaboradores e todos que de uma forma ou de outra estão envolvidos no processo educacional e na formação acadêmica.

“Isso que fizemos aqui faz parte da nossa filosofia e com os nossos projetos de extensão a UCP tem chegado até às comunidades de várias cidades do interior do Paraguai, através do Departamento de Desenvolvimento e Pesquisa em conjunto com o Departamento Acadêmico”, definiu Karlos. Várias dinâmicas de grupos foram realizadas durante o evento que lotou o plenário da Universidad.

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O distrito de Vila São Pedro deverá registrar recorde de público nesta manhã e ao longo do dia, por conta das reverências de romeiros de várias partes do Estado que vem participar da celebrações do Dia de Nossa Senhora Aparecida do Brasil na localidade, distante 12 km da área urbana de Dourados.

Desde às 5 horas da manhã é grande o fluxo de pessoas ao longo da BR 163, com forte monitoramento das equipes da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e da Guarda Municipal de Dourados. Uma das vias foi isolada apenas para o trajeto de pedestres.

A temperatura que indica possibilidades de oscilação até 38ºC neste sábado (12) exige trajes confortáveis e a ingestão de muito líquido ao longo do percurso.

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Alcindo Alexandre Neto, de 35 anos, foi morto a tiros na Vila Cachoerinha, em Dourados. O homicídio ocorreu na rua da ponte, na tarde desta sexta-feira (11) e teria sido motivado por uma discussão com guardas municipais.

Alcindo teria ateado fogo em folhas secas e a Guarda foi chamada, gerando o princípio de discussão. O Comando da Guarda afirmou que usou arma de munição não letal para conter o homem, já testemunhas dizem que ele foi atingido por disparos de arma de fogo.

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Mato Grosso do Sul completou, nesta sexta-feira (11), 42 anos de criação e, nessas pouco mais de quatro décadas, o setor industrial acompanhou a pujança do Estado e apresentou um crescimento vertiginoso, sobressaindo onde antes quem se destacava como principal matriz econômica estadual era o setor agropecuário. De acordo com levantamento do Radar Industrial de Fiems, na última década, o PIB Industrial (Produto Interno Bruto da Indústria) de Mato Grosso do Sul apresentou aumento de 254,3%, saltando de R$ 6,21 bilhões em 2009 para R$ 22 bilhões em 2019.

Na prática, a considerável alta pode ser creditada, em parte, à política de incentivos fiscais adotada pelo Governo do Estado, que acabou por motivar uma explosão de investimentos por empresas do setor industrial. Para o presidente da Fiems, Sérgio Longen, os dados só demonstram que Mato Grosso do Sul vem se destacando na consolidação da indústria. “A industrialização do Estado está sendo muito bem construída, a diversidade da matriz industrial está muito bem distribuída nos municípios e, dessa forma, passamos do tempo do desenvolvimento da indústria sucroenergética, inclusive na evolução desse segmento, na contratação, na produção e até mesmo no número de empresas na exportação, e fomos para o segmento da indústria frigorífica, tanto de bovinos e suínos, quanto de frangos e peixes, como a tilápia”, exemplificou.

Para o empresário, os 10 anos foram muito importantes para a consolidação da atividade industrial. “Entendo que os números estão aí e, na comemoração dos 42 anos de Mato Grosso do Sul, é importante destacar o trabalho do Sistema Fiems para um setor de extrema importância para o desenvolvimento do Estado. Quando se fala em mudança na geração de empregos e mudança na geração da base da economia, a indústria veio para ficar e ela está se consolidando ano a ano, quer na geração de empregos, quer no aumento de empresas, quer no PIB, porque 254% em 10 anos é um número muito significativo, praticamente um índice de crescimento de países asiáticos. Mato Grosso do Sul é isso e é nessa linha o nosso trabalho”, afirmou.

Sérgio Longen entende que, desde o momento em que chega a Mato Grosso do Sul, a indústria busca informação de oportunidades, de que forma é possível exportar e para onde vender seu produto. “Normalmente, trabalhamos com o Governo do Estado, quanto a incentivos fiscais, com o Banco do Brasil, com o FCO que é uma grande ferramenta que temos e que tem nos ajudado muito na captação de empresas para investimentos em Mato Grosso do Sul, e também nas prefeituras, com incentivos regionais, muitas vezes com imóveis, aterros, ISS da obra. Isso tem feito a diferença em Mato Grosso do Sul, então a Fiems fez sua parte, além da qualificação profissional para todos os segmentos. Quando você puxa os dados dos trabalhadores da indústria aqui do Estado, é muito difícil não ver a maioria deles com qualificação do Sesi ou do Senai”, pontuou.

Os números

O economista Ezequiel Resende, que é o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, explica que a política de incentivos fiscais provocou um forte ciclo de investimentos em Mato Grosso do Sul, principalmente, de 2007 a 2014. “Nesse período, foram investidos mais de R$ 40 bilhões na instalação e ampliação de fábricas de celulose e papel, indústrias sucroenergéticas, frigoríficos, pequenas centrais hidrelétricas, além da execução de obras pavimentação e habitação”, enumerou.

Ele reforça que também foi fundamental a atuação do Sistema Fiems na formação e capacitação profissional para atender a demanda por trabalhadores surgida com esses principais investimentos estruturantes. “As novas plantas de celulose, de processamento de grãos e oleaginosas e frigoríficas, bem como a retomada da construção civil, resultaram em um aumento de 45% no número de estabelecimentos industriais na última década, saindo de 4.226 em 2009 para 6.110 neste ano”, informou.

Ezequiel Resende informa ainda que o crescimento do PIB Industrial refletiu também no aumento da geração de empregos formais diretos pelo setor em Mato Grosso do Sul no período de 2009 a 2019. “[No período] foram criados quase 20 mil novos empregos, pois, saímos de 103.302 trabalhadores com carteira assinada para 122.200 em 10 anos, representando um salto de 18%”, pontuou.

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O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2019 deverá custar aproximadamente R$ 537,7 milhões, de acordo com o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), o que equivaleria a R$ 105,52 por participante. A expectativa é que os gastos fiquem ligeiramente abaixo do exame do ano passado, que, segundo o Inep, custou R$ 106,13 por estudante, totalizando R$ 589,8 milhões. O valor corresponde aos gastos desde a elaboração do exame até a impressão, distribuição e correção das provas.

Dos R$ 537,7 milhões, segundo a autarquia, R$ 179,7 milhões, o equivalente a cerca de um terço, vem do pagamento das inscrições. O restante é pago pelo governo. As inscrições custaram R$ 85 a cada participante. Cerca de 2,1 milhões de estudantes pagaram a taxa. Os demais tiveram isenção por atenderem aos critérios estabelecidos pelo Inep.

Segundo o presidente do Inep, Alexandre Ribeiro Lopes, o valor ainda pode mudar. “Em função da abstenção, pode até baixar. Mas pode acontecer [de aumentar], se tivermos que fazer um número de reaplicações maior que o normal, teremos que imprimir mais provas”, explicou. Estudantes que forem impedidos de fazer a prova por conta de problemas como falta de luz, alagamentos, entre outros, têm direito à reaplicação do exame.

Ao todo, cerca de 5,1 milhões de estudantes estão inscritos no Enem deste ano, que será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro. As notas do Enem podem ser usadas para participar do Sisu (o Sistema de Seleção Unificada), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior, para concorrer a bolsas de estudo pelo Prouni (o Programa Universidade para Todos) e a financiamentos pelo Fies, o Fundo de Financiamento Estudantil).

Enem digital

O governo aposta no Enem digital, que começará a ser testado em 2020, para a redução dos custos de aplicação da prova. Este ano será o último de aplicação do Enem exclusivamente impresso. De acordo com Lopes, o Enem digital poderá reduzir o número de estudantes que se inscrevem e faltam à prova. Segundo ele, muitas das abstenções são de estudantes que fazem a prova em locais distantes de onde moram.

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Após mais de seis meses interditada, chegou ao fim a obra de recuperação da avenida Presidente Vargas. A semana terminou com a reativação do tráfego na região que liga a saída de Dourados para Itaporã graças ao projeto de recuperação do trecho elaborado pela Secretaria municipal de Obras, com o apoio da Câmara de Vereadores e intervenção do vice-governador e secretário estadual de Infraestrutura, Murilo Zauith (DEM), para a viabilização e liberação dos R$ 871 mil para as obras.

Os vereadores celebraram a ação conjunta para a execução das obras. Alberto Alves dos Santos, o Bebeto (PR), líder da prefeita Délia Razuk (PR) na Câmara, foi interlocutor das articulações junto ao Executivo municipal e ao vice-governador e secretário estadual de Infraestrutura, no sentido de obter a garantia do Governo de Mato Grosso do Sul nesta parceria. Já o presidente da Casa de Leis, vereador Alan Guedes (DEM), interviu na mobilização dos demais parlamentares para a realização de reuniões na Câmara, com a prefeita Délia e o vice-governador, dando origem ao pacto de união que proporcionou o projeto de execução da recuperação da avenida.

“A Presidente Vargas foi uma luta de todos nós”, garantiu Alan Guedes. O parlamentar destacou a grandiosidade da obra, que demorou a ficar pronta. “Se não fosse a interferência da Casa, no colegiado de seus vereadores, recebendo o vice-governador, a prefeita, em que externamos nossa preocupação com a execução daquela obra, talvez os seis meses não teriam sido tempo suficiente para que nós pudéssemos ver esta obra concluída”, completou.

No mês de maio, assim que houve o desmoronamento da avenida, o presidente da Casa convocou os vereadores para reunião com a prefeita. Já no mês de junho, os parlamentares se reuniram com o secretário estadual de Infraestrutura e a administração municipal, formalizando o convênio do Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul).

“É necessário fazermos um agradecimento especial ao vice-governador Murilo, ao diretor-presidente da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), Luis Roberto Martins de Araújo, ao governador Reinaldo, destacando a parceria do Estado com os douradenses”, comemorou Alan Guedes.

O vereador esteve ao menos quatro vezes em Campo Grande para contribuir com a entrega de documentos referentes à preparação do projeto. “Acompanhei de perto todo o trâmite, a parte burocrática, convênio do Estado com o Município e ver o resultado da obra pronta é, de fato, muito gratificante saber que nós estamos cumprindo com nosso papel e nosso dever na Câmara Municipal”, enfatizou o presidente.

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