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Redação Douranews

Redação Douranews

O aposentado Nilmir Alves Botelho, que na terça-feira (23) precisou ser retirado pela janela da ambulância em Paraguaçu Paulista (SP), após a porta emperrar, diz que começou a passar mal quando percebeu que não conseguiria sair do veículo.

“O motorista da ambulância me pegou e foi me levar para casa. Quando chegamos, ele foi abrir a ambulância e a maçaneta saiu na mão dele. Eu comecei a passar mal e coloquei a cabeça para fora da ambulância. Então os motoristas falaram que iam tentar me tirar pela janela”, contou Nilmir.

O aposentado conversou com a equipe de reportagem do TEM Notícias nesta quinta-feira (25) no Posto de Saúde da cidade. Ele tem diabetes e amputou um dedo. Por causa da amputação, Nilmir precisa fazer um curativo no pé duas vezes ao dia.

Um dos motoristas da Secretaria da Saúde que ajudou o paciente na terça-feira, foi buscá-lo novamente nesta quinta-feira, mas desta vez o veículo utilizado foi uma perua. “Nós poderíamos esperar duas, três horas, o tanto que fosse preciso, mas o paciente tinha os motivos dele e não quis ficar lá dentro da ambulância. O mínino que poderíamos fazer era tirar ele de lá”, falou Ezequiel Pereira.

A ambulância quebrada foi levada para o conserto, e a maçaneta foi improvisada com um cano preso por um parafuso. De acordo com o mecânico da oficina, João Aparecido, há dificuldade para encontrar a fechadura e, por conta disso, foi preciso improvisar. “Adaptei uma maçaneta. Não é a da ambulância, mas está funcionando”, afirmou João.

Segundo o diretor do Departamento de Saúde, José Burati Neto, o problema será resolvido. “O que eu estou sabendo é que sempre mandam fazer as revisões periódicas que são necessárias. Então, se existe algum defeito, ele irá ser corrigido”.

Nilmir Alves Botelho espera não ter que passar novamente pela mesma situação. “Em nome de Jesus não vou passar por isso de novo, eu creio que não vai ter problema. A gente pede a Deus que as coisas melhorem”, concluiu.

O resgate 
O caso foi registrado na terça-feira (23) e um vídeo do momento da ocorrência foi enviado à redação da TV TEM por meio do aplicativo TEM Você.

Nas imagens é possível ver que moradores ajudam o homem com o pé enfaixado a sair pela janela lateral da ambulância, que acaba se desencaixando do veículo assim que o paciente sai. (Confira o vídeo ao lado)

Em nota, o Departamento de Saúde informou que está investigando o fato. Informou também que a ambulância é a mais antiga em operação na rede e atende apenas pacientes na zona urbana da cidade.

O Departamento afirma ainda que o paciente foi colocado no veículo pela entrada normal, mas quando foi sair, a porta emperrou e, ao invés de acionarem a manutenção para destravar a porta, as pessoas retiraram o vidro lateral do veículo para poder liberar o paciente. O órgão apura ainda quem autorizou a ação e porque não foi efetuada a manutenção da porta da ambulância.

Comentário

O Ministério Público do Estado de São Paulo informou nesta quarta-feira (24) entrou na Justiça com um pedido de quebra dos sigilos bancários e fiscal do atual secretário municipal de Educação, Gabriel Chalita. Ele é investigado por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, peculato, corrupção ativa e passiva, e fraude a licitação.

A advogada de Chalita, Flavia Rahal, declarou que considera “absurda e desarrazoada a tentativa de se quebrar os sigilos bancários e fiscal de Gabriel Chalita” e que “não há fato novo algum a ser apurado, além daqueles que já foram objeto de inquérito policial arquivado pelo STF”.

“O Ministério Público tenta iniciar suas investigações a partir de medida gravosa e midiática apenas para gerar a sensação de que tem o que investigar. O Tribunal de Justiça de São Paulo já estabeleceu limites claros para essa nova investigação, mas estes não estão sendo respeitados pelo investigador", completou.

Os crimes teriam sido cometidos há mais de dez anos, entre os anos de 2002 a 2006, segundo o Ministério Público, e já foram alvo de uma investigação que acabou arquivada pelo STF em 2012. De acordo com a acusação, as irregularidades teriam ocorridos na época em que Chalita era secretário estadual de Educação pelo governo de Geraldo Alckmin (PSDB). 

A suspeita é que um grupo educacional teria pago despesas de Chalita com a locação de aviões e helicópteros, viagens, presentes e uma reforma feita num apartamento dele em Higienópolis, em São Paulo. Esses pagamentos teriam ocorrido em troca de convênios com a secretaria e com dinheiro de contratos superfaturados. Chalita sempre negou.

Quando a nova investigação foi aberta pelo MP de São Paulo, em 15 de junho deste ano, os advogados de defesa entraram com uma reclamação alegando que o caso já havia sido investigado e arquivado em 2012. A Justiça disse que a investigação pode seguir, mas que as provas utilizadas no primeiro inquérito não devem mais ser levadas em consideração.

O MP informou que não deve se pronunciar sobre os motivos da quebra de sigilos bancários e fiscais, nem sobre possíveis novas provas que devem ser utilizadas na investigação. 

Haddad e Alckmin
O prefeito Fernando Haddad (PT) e o governador Geraldo Alckmin comentaram em 16 de junho sobre a abertura de nova investigação criminal pelo MP. Para Haddad, “qualquer tipo [de denúncia], mesmo quando é feita por um irresponsável, precisa ser apurada”. Ele também disse que “não toma um lado porque o caso não diz respeito ao atual governo”.

Já o governador Geraldo Alckmin (PSDB), disse: “nós temos absoluta confiança no Gabriel Chalita. Isso já foi investigado, mas que se investigue novamente”.

Investigação arquivada
A investigação foi aberta no STF em 2011 a pedido então procurador-geral Roberto Gurgel, após denúncias de que Chalita, então deputado federal, teria recebido propina durante o governo Alckmin, quando era secretário de Educação do estado de São Paulo.

Na época, o depoimento de um ex-auxiliar de Chalita ao Ministério Público Federal informou que um grupo educacional teria pago despesas de Chalita com a locação de aviões e helicópteros, viagens, presentes e uma reforma feita num apartamento de Chalita em Higienópolis, na região central de São Paulo.

Esses pagamentos teriam ocorrido em troca de convênios com a Secretaria de Educação e com dinheiro de contratos superfaturados. Chalita sempre negou as acusações.

Em discurso na Câmara dos Deputados em março de 2013, Chalita afirmou ser alvo de uma "injustiça".  “Fui acusado por causa de um movimento político. Não estou me sentindo bem com isso [as denúncias de corrupção]. Sou humano. É doloroso, a injustiça dói. Nada é mais doloroso do que a injustiça”, comentou o deputado paulista ao ser eleito, na época, para presidir a Comissão de Educação da Casa.

Ao pedir o arquivamento do inquérito contra o deputado, o procurador-geral Rodrigo Janot afirmou que o autor das acusações contra Chalita não foi encontrado para depor no inquérito. Ele explicou ainda que não havia sido autorizada a quebra de sigilo bancário de empresas citadas na denúncia e que outras testemunhas chamadas a falar no processo deram depoimentos favoráveis a Chalita. Portanto, segundo Janot, não havia provas para a abertura de ação penal contra o deputado.

O pedido de arquivamento foi acatado pelo ministro Teori Zavaski em 2012.

Comentário

A presidenta Dilma Rousseff comentou hoje (23)  as declarações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que fez críticas ontem (22) ao PT. "Todo mundo tem o direito de criticar, mais ainda o presidente Lula, que é muito criticado por vocês",  disse a presidenta aos jornalistas , após anunciar a nomeação da empresária Luiza Trajano para o Conselho Público Olímpico Brasileiro, substituindo o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, em evento no Rio de Janeiro.

Em seminário promovido nesta segunda-feira pelo Instituto Lula, o ex-presidente disse que o PT precisa de nova utopia. Ao lembrar que o partido foi criado com o sonho de dar voz aos trabalhadores, Lula questionou a situação atual. "Queremos salvar a nossa pele, nossos cargos, ou queremos salvar o nosso projeto?".

“Hoje, a gente só pensa em cargo, em emprego, a gente só pensa em ser eleito”, afirmou o ex-presidente, durante a conferência Novos Desafios da Democracia. Para ele, o PT precisa urgentemente voltar a falar com a juventude para que os jovens coordenem o partido, já que muitos dos atuais membros estão “cansados”. “Acho que precisamos criar um novo projeto de organização partidária no nosso país”, defendeu.

Comentário

Ainda saboreando vitória inédita conquistada em 2014, o governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), não quer correr o risco de deixar o PSDB fora dos holofotes no próximo pleito e, por isso, garante que não seguirá o exemplo deixado pelo PMDB do ‘quem muito quer nada tem’. O tucano afirmou na ultima segunda-feira (22), durante agenda pública, que entre os principais erros do PMDB está a ganância pelo poder.

“Acho que sempre temos que trabalhar com os aliados. Não podemos querer o poder para nós. O grande erro do PMDB quando esteve no governo foi querer poder uno, só para um partido”, disse referindo-se aos oito anos consecutivos em que o ex-governador André Puccinelli (PMDB) esteve à frente do Estado.

Durante os mandatos peemedebistas, tanto na Prefeitura de Campo Grande, quanto no Governo do Estado, o PSDB ocupou papel secundário e em 2012 optou por cortar cordão umbilical, lançando candidatura própria. Em 2014 a situação se repetiu e culminou na vitória tucana. Atualmente o PMDB possui apenas os comandos dos Legislativos Municipal e Estadual.

Sendo assim, o plano para 2016 é valorizar partidos aliados, mesmo que para isso seja necessário sacrificar candidatura própria em alguns municípios. “O que vale é a responsabilidade em pactuar o entendimento do projeto”, disse. Para exemplificar o altruísmo que deve reger a esfera política, ele reforçou que ajudará o prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP), a sair da estagnação.

“Campo Grande precisa de apoio e trabalho, precisa se desenvolver e vai ter nosso apoio”, garantiu. O intuito é priorizar ações voltadas à saúde e infraestrutura já nos próximos dias. “A questão política a gente vai construir com os aliados também”, concluiu.

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James Horner, compositor de trilhas sonoras de grandes sucessos de Hollywood como "Titanic" e "Avatar", morreu na segunda-feira (22) aos 61 anos em um acidente de avião na Califórnia.

Segundo a revista "Variety", Horner morreu na queda de um avião privado na localidade de Santa Bárbara. Rumores de sua morte surgiram durante a madrugada, após a confirmação de que a aeronave acidentada pertencia ao compositor.

"O brilhante compositor James Horner, amigo e colaborador em sete filmes, faleceu tragicamente em um acidente de avião. Meu coração sofre por seus parentes", escreveu no Twitter o cineasta Ron Howard.

Horner ganhou duas estatuetas do Oscar por Titanic (1997), dirigido por James Cameron: um pela canção "My Heart Will Go On", interpretada pela canadense Celine Dion, e outro pela trilha sonora de filme dramático.

Também foi indicado outras seis vezes ao prêmio da Academia, a primeira delas por "Aliens, O Resgate" (1986). As outras indicações vieram com "Campo dos Sonhos", "Apollo 13," "Coração Valente", "Uma Mente Brilhante".

A indicação mais recente de Horner ao Oscar aconteceu em 2009, pela ficção científica "Avatar", também dirigida por James Cameron.

O protagonista de "Uma Mente Brilhante", Russell Crowe, lamentou a morte de James Horner no Twitter. "Meus mais sinceros pêsames à família, entes queridos e amigos de James Horner", escreveu o ator australiano.

Outros atores e diretores homenagearam o compositor nas redes sociais. "Estou incrivelmente triste com a notícia da perda de James Horner. Cresci amando seu trabalho. Deixa um legado musical espetacular", escreveu Seth MacFarlane, criador de "Família da Pesada".

"Não há nada que tenha marcado mais a minha experiência de ir ao cinema que a genialidade musical de James Horner. Ele ficará na história", escreveu o ator Rob Lowe.

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O primeiro ministro de Israel, Beijamin Netanyahu, afirmou nesta terça-feira (23) que, apesar de hackers ainda serem responsáveis por grandes ataques no mundo virtual, as maiores ameaças cibernéticas partem de governos.

"Nós temos ataques de hackers, nós temos ataques de organizações não governamentais, mas a maior ameaça vem de governos", afirmou, durante a abertura da 5ª Conferência Anual Internacional de Cibersegurança, que ocorre em Tel Aviv até quinta-feira (25).

Para Netanyahu, a tarefa de lidar com essas investidas também é de governos, que "têm de proteger a privacidade de seus cidadãos, o sistema bancário e a infraestrutura".

A cibersegurança se tornou uma questão de estado em Israel, não só do ponto de vista militar mas também como uma questão de estratégia econômica. Tanto que, há três anos, o governo criou o Ciber Escritório Nacional de Israel (INBC, na sigla em inglês). O órgão civil, subordinado ao gabinete do primeiro-ministro, coordena todas as iniciativas nessa área no país, desde as ações de educação que começam na escola e seguem durante o alistamento militar obrigatório até a atração de empresas e centros de pesquisa para o parque tecnológico Beer Sheva.

Para fortalecer sua atuação, Israel aprovou há poucas semanas duas resoluções. Uma que cria uma autoridade nacional de cibersegurança, o que dá mais força ao INBC. A outra cria uma ala das Forças Armadas destinada a atuar na ciberdefesa.

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 Um homem de cor negra foi morto com vários tiros no final da noite desta sexta-feira (19) em Dourados. O rapaz foi identificado pelo apelido de "Cromado".

De acordo com o repórter Sidnei Lemos, da rádio FM 94, o crime ocorreu por volta das 23 horas no bairro Jockey Clube, na periferia da cidade.

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Senadores brasileiros em visita à Venezuela foram cercados nesta quinta-feira (18) por manifestantes em Caracas, segundo informações da GloboNews. Por meio das redes sociais, os parlamentares relataram ter tido dificuldades para deixar o aeroporto da capital do país vizinho.

O grupo de oito senadores foi à Venezuela para pressionar o governo do presidente Nicolás Maduro a libertar presos políticos e marcar eleições parlamentares.

De acordo com relatos de Aécio Neves (PSDB-MG), Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Aloysio Nunes (PSDB-SP) pelo microblog Twitter e pelo Facebook, o grupo foi "sitiado".

Aloysio Nunes informou que a comitiva ficou "tentando sair das cercanias do aeroporto". "Ficamos por quase meia hora tentando sair das cercanias do aeroporto, mas fomos impedidos. Ouvimos duas justificativas esfarrapadas. A primeira foi a de que o impedimento se deu por causa do transporte de um prisioneiro vindo da Colômbia. A segunda foi uma acidente. Por essa razão, decidimos voltar ao aeroporto e esperar que se resolva esse imbróglio", postou.

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Em sua conta no Twitter, Aécio Neves disse que os parlamentares foram “sitiados em via pública” e que a van em que eles estavam foi atacada por manifestantes. “Acabo de falar com o presidente do Senado [Renan Calheiros]. Ele fará um protesto formal sobre as agressões que sofremos e cobrará uma posição da presidente”, publicou o tucano.

Também por meio de sua conta no Twiter, Caiado disse que o grupo não conseguiu sair do aeroporto. "Não conseguimos sair do aeroporto. Sitiaram o nosso ônibus, bateram, tentaram quebrá-lo. Estou tentando contato com o presidente Renan", postou o senado.

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Em seguida, Caiado se queixou da ausência de uma autoridade brasileira. "O embaixador do Brasil na Venezuela nos recebeu no aeroporto e foi embora. Agora estamos sendo agredidos e não tem representante do governo", completou.

Por meio de nota à imprensa, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que "repudia  e abomina os acontecimentos narrados e vai cobrar uma reação altiva do governo brasileiro quanto aos gestos de intolerância narrados".

Mais cedo, também peloTwitter, Caiado relatou que a comitiva desembarcou sem passar pelo terminal de passageiros. "Desembarcamos. Um ônibus nos recepcionou na pista. Não deixaram que passássemos pelo terminal. Colocaram 8 batedores nos acompanhando", escreveu.

Antes de embarcar, Caiado escreveu que o grupo iria visitar familiares de presos políticos e tentar contato com as vítimas, "algumas detidas pelo simples fato de serem oposição a Maduro".

Aécio Neves, também em sua conta no Twitter, escreveu que é a primeira vez que autoridades no exercício de mandatos vão à Venezuela prestar solidariedade às lideranças que estão presas.

Antes do embarque, Agripino escreveu que o Brasil tem a "obrigação" de se posicionar contra a violação dos direitos humanos e a ausência de liberdade de expressão no país vizinho.

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De inusitado, Tokyo Sexwale, 62 anos, não tem apenas o nome. O sul-africano conta com um currículo e tanto: luta contra o apartheid, prisão junto com Nelson Mandela, crescimento como liderança nacional. Tem predicados históricos para liderar o comitê que tentará mediar a paz futebolística entre Israel e Palestina, como a Fifa anunciou na sexta-feira. Porém, há uma certa ressalva: ele é suspeito de participar de um esquema milionário de corrupção.

Os detalhes divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre as recorrentes irregularidades na Fifa jogam dúvidas sobre Sexwale, um dos cabeças da candidatura da África do Sul como sede para a Copa do Mundo de 2010. Os documentos tratam de duas figuras, chamadas “coconspiradores 15 e 16”, que se encaixam no perfil do sul-africano. São pessoas, diz o texto, “do alto escalão do futebol sul-africano e membros do governo”. Sexwale é um dos poucos que exerceu as duas funções.

A acusação é de pagar propinas em troca de votos para a África do Sul como sede do Mundial. O americano Chuck Blazer, ex-membro do Comitê Executivo da Fifa, já confessou ter recebido dinheiro para ajudar a eleger o país. E um dos núcleos da investigação é o envio de US$ 10 milhões dos africanos, via Fifa, para a Concacaf – dinheiro que acabou usado pelo ex-presidente do órgão, Jack Warner. A suspeita, mais uma vez, é de suborno em troca de votos.

Sexwale admite que as desconfianças fazem sentido. O dinheiro, em tese, seria investido em projetos de desenvolvimento do futebol no Caribe – que jamais aconteceram. Mas garante: não teve relação alguma com a possível compra de votos. 

- Onde estão os documentos? Onde estão os orçamentos? Onde estão os projetos? – questionou, em entrevista à rede britânica BBC.

- Se nada disso existe, precisamos deixar a investigação do FBI intacta – complementa ele.

Sexwale se defendeu. E defendeu outros líderes da candidatura sul-africana. Garantiu que os US$ 10 milhões doados à Concacaf foram com a maior das boas intenções.

- Eu participei do sentimento daquela época, de que é uma coisa boa, um altruísmo. A questão tem que ser: o que foi feito para assegurar que as boas intenções fossem realizadas?

Controvérsias e apoio

Tokyo Sexwale é uma figura importante da história da África do Sul. Foi um dos principais combatentes contra o apartheid, o regime de segregação racial que comandou o país por quase meio século. Ele participou da luta armada implementada por movimentos negros que tentavam derrubar o poder e buscar igualdade de raças na nação. Acabou preso em 1976. Ficou detido até 1990. Esteve em Robben Island, a mesma cadeia de Nelson Mandela.

Quando ganhou liberdade, Sexwale foi nomeado por Mandela como governante da província de Gauteng. Virou ministro e chegou a ser considerado um potencial sucessor do maior líder sul-africano. Mas achou mais interessante investir em negócios. Mais precisamente, diamantes. Tornou-se um bilionário.

O roteiro cinematográfico da vida de Sexwale inclui peculiaridades de cunho pessoal. Seu primeiro nome, Tokyo, é fruto da paixão dele por karatê. E seu sobrenome, que rende trocadilhos sexuais em países de língua inglesa, passou a fazer mais sentido quando ele entrou em um escândalo matrimonial.

Sexwale casou com Judy van Vuuren, que participou de sua defesa quando ele esteve na prisão. Após 20 anos juntos, eles tiveram uma separação traumática. Ele descobriu que ela tinha um caso com um dos seguranças da família. E acusou os amantes de usarem pornografia pesada em trocas de e-mails - de conteúdo ilegal no país.

Polêmicas à parte, ele tem todo o apoio do comando da Fifa. Tanto que foi eleito por Blatter para mediar a animosidade entre Israel e Palestina - os palestinos pediram a exclusão dos israelenses da Fifa no último Congresso.

- Dada sua experiência na reconciliação de comunidades e na resolução de conflitos na África do Sul, acreditamos que o senhor Sexwale está bem escolhido para ajudar a melhorar o acesso do futebol em territórios palestinos - disse o presidente da Fifa.

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Foi publicado na edição desta segunda-feira (15) do Diário Oficial do Estado (DOE) a sanção do governador Reinaldo Azambuja à lei que institui o “Projeto Amigos do Parque”, no Parque dos Poderes de Mato Grosso do Sul/Parque do Prosa.

A partir de agora, fica instituído o projeto que vai disponibilizar à população um espaço para a prática de atividades físicas, esportivas, de recreação e turismo. Para isso, uma das vias do Parque dos Poderes será interditada aos sábados, domingos e feriados, sempre das 7h às 19h, que contará com a implantação de ciclovias devidamente sinalizadas.

Para os demais dias da semana, quando a mesma Lei determinaria a interdição das vias no horário das 18h30 às 21h, a Lei não se aplicará. O governador entende que o grande número de veículos que trafegam pelo Parque dos Poderes nesses horários poderia causar grandes problemas no fluxo de trânsito da região, ocasionado assim, problemas ainda maiores.

A lei que institui o “Projeto Amigos do Parque”, de autoria é deputado Beto Pereira (PDT), está publicada na edição do DOE de hoje, e pode ser conferida clicando aqui.

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