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Redação Douranews

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A Câmara de Dourados instalou ponto de coleta para as tampinhas de plástico que serão vendidas para cooperativas de reciclagem, com o intuito de contribuir com a sustentação financeira da AVCC (Associação Voluntários de Combate ao Câncer) de Barretos. A campanha “Tampinhas de Amor”, realizada em todo o Brasil, destina estes materiais à reciclagem e consegue verba suficiente para investimento em cadeiras de rodas para pacientes em tratamento no Hospital de Amor que tiveram sua mobilidade reduzida.

Podem ser doadas tampinhas de plástico duro como de garrafas de água, refrigerantes e leite, potes de maionese, achocolatado, nutella, creme dental, shampoo, condicionador, água sanitária e amaciante. Cerca de mil tampinhas valem uma cadeira de rodas. O presidente da Casa de Leis douradense, vereador Alan Guedes (DEM), afirma que, além da campanha ser uma relevante contribuição ao Hospital de Amor, é uma mobilização positiva para o meio ambiente.

“A coleta desses resíduos plásticos fará com que menos lixo seja descartado de maneira incorreta à natureza, prevenindo, por exemplo, a formação de focos do mosquito da dengue. Essa iniciativa tem um perfil dirigido também para o meio ambiente, já que toda a arrecadação será encaminhada para a reciclagem”, enfatiza.

A verba conseguida com a venda do material reciclável para empresas especializadas também é utilizada pela entidade para a compra de outros itens necessários para a instituição, como medicamentos, alimentos e material de construção. O objetivo é, ainda, conscientizar e mobilizar toda a sociedade a dar um destino correto aos resíduos de plástico.

Para ajudar, basta depositar as tampinhas plásticas na caixa destinada no hall de entrada do Plenário Weimar Gonçalves Torres, na avenida Marcelino Pires, 3495.

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Após a Audiência Pública realizada no dia 28 de outubro para discutir os impactos da concessão da BR 163 à empresa CCR MSVia, o deputado Barbosinha (DEM-MS), um dos propositores da audiência, juntamente com o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Paulo Corrêa (PSDB), disse que agora é a hora que o Mato Grosso do Sul espera pela intervenção da bancada federal [de deputados e senadores] em Brasília para tentar equalizar o problema.

Em discurso da tribuna da Assembleia na sessão da manhã desta quinta-feira (14), o deputado lembrou o que chamou de ‘lamentável’ ausência de representantes da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), órgão regulador dos serviços públicos nessa área e a quem compete fiscalizar o cumprimento do contrato de concessão firmado para o gerenciamento da BR por 30 anos.

“Esse desprezo para com o trabalho que deveria estar sendo fiscalizado em MS é irreparável”, mas ainda assim a CCR reconheceu que, dos 854 km de rodovias que deveria estar duplicada, apenas 150 km foi feito. “Ao longo de todo o trecho, que começa em Mundo Novo, e chega em Sonora, todos esses municípios sofrem o impacto negativo da concessão da rodovia”, advertiu o deputado.

Barbosinha disse que o Estado também reconhece os investimentos feitos, da ordem de R$ 2,9 milhões, quando a CCR diz ter recebido, por intermédio da cobrança de tarifas de pedágio, aproximadamente, R$ 1,2 milhão. “Houve melhorias na conservação da via, segurança com guinchos e socorristas, aspecto tecnológico, mas é evidente que com tais investimentos, feitos para durar os 30 anos da concessão, nós já teríamos que ter todo o trecho duplicado. Mais de 50% já deveria estar duplicado”, cobrou.

O deputado democrata criticou ainda a proposta, apresentada na semana passada pela concessionária, que pede 25 anos para reduzir o preço do pedágio. Relatório da ANTT determina a redução em mais de 50% dos valores cobrados atualmente, mas a concessionária quer diluir essa redução de cobrança em 25 anos. “A impressão que se tem é que serviço foi feito próximo das praças de pedágio, nos trechos aparentemente mais fáceis, em Dourados o caos para atravessar a BR só se agrava e a posição da CCR é que o problema não é dela”, reclama o parlamentar.

“Além de não resolver o problema, vejo que reduziram o número de pessoas trabalhando nessa concessão, porque quem se utiliza da BR 163 diariamente percebe que diminuiu o volume de carros da empresa CCR e de funcionários. O que queremos é uma resposta a ANTT e da concessionária a Mato Grosso do Sul. A bancada federal precisa intervir, ou o Estado vai continuar pagando e se submetendo a essa proposta absurda de diluir a redução do pedágio em 25 anos”, reiterou Barbosinha.

Depois dos apartes dos colegas Rinaldo Modesto, Zé Teixeira e Marçal Filho, o deputado Barbosinha disse que vai procurar os ministros Tereza Cristina e Luiz Henrique Mandetta, de Mato Grosso do Sul e o senador Nelsinho Trad, coordenador da bancada federal de MS em Brasília, para levar o pedido do Estado e cobrar a agência ANTT, que é omissa e não respeita sequer a Assembleia Legislativa. “Se não é pra beneficiar a população, deve cumprir, pelo menos, os contratos assumidos”, conclui.

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O Simted (Sindicato municipal dos trabalhadores da Educação em Dourados) distribuiu nota, na manhã desta sexta-feira (15), informando que desconhece os rumores de suposta anulação do processo seletivo democrático para a escolha dos novos diretores das escolas da Rede Municipal de Ensino.

De acordo com o sindicato, o que existe “são casos específicos” de alguns candidatos que se sentiram prejudicados com relação ao indeferimento de inscrições para concorrerem aos cargos eletivos e aguardam, entre outros fatores, até segunda-feira (18), por uma resposta aos recursos interpostos junto à comissão eleitoral central.

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O Brasil eliminou a França nas semifinais do Mundial Sub-17, com o estádio Bezerrão lotado. Diferentemente do que ocorreu com os jogadores profissionais nas Copas do Mundo de 1986, 1998 e 2006, os garotos do Brasil, todos nascidos em 2002 - que sequer viram essas “tragédias nacionais” - entraram em campo livres de qualquer tabu e sem pensar na possibilidade de sair mais cedo da festa.

Agora, os brasileiros, campeões mundiais Sub-17 em 1997, 1999 e 2003, têm a chance de reprisar o feito diante do México, bicampeão mundial Sub-17 em 2005 e 2011, na finalíssima deste domingo (17), às 19 horas (18 de MS). À França restou brigar pelo terceiro lugar contra a Holanda, na preliminar.

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O limite de compras isentas de impostos para quem cruza a fronteira do Brasil por via terrestre ou por rio vai subir de US$ 300 para US$ 500 por pessoa, a partir de 1º de janeiro de 2020. A portaria 601, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, foi publicada na edição desta quinta-feira (14) do Diário Oficial da União.

No mês passado, o presidente Jair Bolsonaro já havia informado que ampliaria o limite, o que deve beneficiar quem cruza a fronteira do Brasil com o Paraguai, por exemplo. O governo também vai ampliar, a partir do próximo ano, o limite para compras em free shops, dos atuais US$ 500 para US$ 1.000.

Os free shops ou duty free shops são lojas localizadas em salas de embarque e desembarque de aeroportos brasileiros onde os produtos são vendidos sem encargos e tributos.

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Dagmar Cleidson Fêo, de 26 anos, que era foragido da justiça do Sul do País, foi executado com mais de 25 disparos de pistola 9mm. Ele respondia pelos crimes de roubo e assalto a mão armada e tinha contra si um mandado de prisão em aberto no estado de Santa Catarina. Os principais suspeitos são supostos “justiceiros da fronteira”, a julgar pelas características do crime cometido por volta das 17 horas desta quinta-feira (14), em Ponta Porã.

Junto ao corpo de Dagmar, que se encontrava em frente a uma borracharia situada no bairro Residencial Ponta Porã quando foi surpreendido pelos pistoleiros a bordo de um veículo tipo Gol, de cor prata, foi deixado um cartaz escrito com tinta de caneta, apontando que a morte foi ‘encomendada’ para conter a onda de assaltos e crimes na fronteira.

“Venho a comunicar a todos é assaltante de moto!!! E de comércios e ladrões de camionetas…esse é o resultado!!!”, dizia o cartaz encontrado pelos policiais ao serem informados de mais essa execução. O corpo do homem ainda foi recolhido ao Hospital Regional de Ponta Porã por uma equipe do Corpo de Bombeiros, segundo divulgou o site poranews. Os criminosos ainda são procurados.

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Quinta, 14 Novembro 2019 17:34

Dourados ganhou 2613 novas empresas

Levantamento realizado pela Seplan (Secretaria municipal de Planejamento), por meio do Setor de Licenciamento e Alvarás de Localização e Funcionamento, constatou que cresceu em Dourados o número de abertura de empresas em 2019. De acordo com os dados apurados, foram 2.613 empresas abertas no município no decorrer deste ano.

No período também foram analisados 4.544 processos de viabilidade de Rede Simples e outras 2.050 folhas de consulta (licença de localização), alvarás de funcionamento para verificar a viabilidade de empresas MEI (Microempreendedor Individual) e Pessoa Física. Além disso, outros 2.470 alvarás de localização e funcionamento foram renovados pelo setor.

De acordo com a secretária municipal de Planejamento, arquiteta Adriana Benício, em 2019 Dourados registrou um crescimento superior a 20% na abertura de empresas em relação ao ano passado. “Este crescimento reflete que as pessoas estão saindo da informalidade, legalizando o seu negócio. E isto revela também o crescimento da cidade”, diz a secretária, acrescentando que a Seplan trabalha “buscando sempre atender às diretrizes e preocupada com o desenvolvimento ordenado de Dourados”.

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Lançado no final de setembro, o projeto “Adote o Hospital da Vida” está colhendo os primeiros resultados com a doação feita na tarde desta quarta-feira (13) pela Sicredi Centro-Sul MS em equipamentos avaliados em mais de R$ 21 mil.

A solenidade de entrega aconteceu no corredor central do Hospital da Vida e contou com as presenças da secretária de Saúde, Berenice Machado de Souza e do presidente da Sicredi Centro-Sul MS, Sadi Masiero.

O Sicredi doou para o Hospital da Vida um aparelho de ar condicionado de 60 mil BTUs, uma cortina de ar, um refrigerador industrial e outro vertical e uma geladeira Eletrolux.

Também estavam presentes no evento o diretor-presidente da Funsaud (Fundação de Serviços de Saúde de Dourados) Mateus Tavares Fernandes, o procurador geral do município Sérgio Henrique Martins; a gerente da agência do Sicredi, Vanira Karling, a gerente de Qualidade do Hospital da Vida, Marlei Crizanto, entre outras autoridades.

"Adote o Hospital da Vida" é uma proposta formulada a fim de que a sociedade, por meio de doações em dinheiro, de bens móveis ou de serviços, possa contribuir de forma efetiva na manutenção e melhoria dos serviços de saúde.

A secretária de Saúde afirmou que a doação feita pelo Sicredi representa a seriedade do projeto e o engajamento da sociedade nesta causa que defende a melhoria nos serviços prestados na saúde pública.

O projeto "Adote o Hospital da Vida", segundo Mateus Fernandes, tem por objetivo garantir a regularidade do atendimento à população e a adequada gestão hospitalar e funcional, zelando pelo princípio da supremacia do interesse público, visando melhorar a qualidade e resolutividade dos serviços de saúde prestados à população.

Será afixada no Hospital da Vida placa de identificação dos doadores em reconhecimento público quanto à ação de responsabilidade social, com apresentação trimestral em forma de prestação de contas junto ao Conselho Municipal de Saúde, com cópia ao órgão ministerial e publicação no Diário Oficial do Município, nas redes sociais e nos veículos de comunicação.

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Mais de 13,6 milhões de pessoas foram forçadas a deixar seus lares em 2018, aumentando para 70,8 milhões o número de pessoas deslocadas em todo o mundo. Com isto em mente, muitos associados do Rotary passaram a criar soluções comunitárias para fornecer auxílio e recursos imediatos à recuperação e integração a longo prazo dessa população.

Vanderlei Lima Santana, da capital do estado brasileiro de Roraima, Boa Vista, foi nomeado uma das seis Pessoas em Ação do Rotary: Unificadores Sem Fronteiras por seus esforços para ajudar refugiados venezuelanos que chegam ao norte do Brasil. Membro do Rotary Club de Boa Vista-Caçari, Vanderlei tem prestado assistência aos refugiados, fornecendo acesso a alimentação e abrigo e assegurando que eles recebam vacinação e oportunidades de desenvolvimento profissional para poderem encontrar trabalho significativo no Brasil.

Ele coordena os esforços do Rotary Club a que pertence com organizações sem fins lucrativos e agências governamentais, impactando positivamente a vida de mais de mil pessoas que moram no Brasil. “Os refugiados venezuelanos estão deixando condições terríveis em seu país”, disse Vanderlei Santana. “Atender às suas necessidades básicas quando estão procurando melhores condições de vida para suas famílias é uma questão de humanidade”.

Vanderlei apresentou seu trabalho em Nova York (EUA) no dia 9 de novembro deste ano, a um público composto por dirigentes da ONU, filantropos e representantes do Rotary que compareceram ao evento anual do Rotary com as Nações Unidas.

“Tenho extrema admiração pelos esforços desses seis homenageados, os quais estão ajudando a melhorar a vida de milhares de pessoas deslocadas por conflitos, perseguições, desastres naturais e outras situações difíceis”, comentou Mark Maloney, presidente do Rotary International, uma organização humanitária global. “Há 75 anos que o Rotary e as Nações Unidas trabalham juntos, procurado meios inovadores para mitigar localmente essa crise humanitária global”, disse.

Os rotarianos planejam e implementam projetos sustentáveis para combater doenças, propagar a paz, suprir água potável, dar suporte à educação, salvar mães e crianças e desenvolver economias locais. Em 2018, a Fundação Rotária outorgou mais de US$ 86 milhões em subsídios para apoiar esses programas como parte da rede global de líderes dedicados a enfrentar os principais desafios humanitários do mundo.

O Rotary representa 1,2 milhão de integrantes de mais de 35.000 Rotary Clubs em mais de 200 países e áreas geográficas. “Nossos trabalhos melhoram as vidas de pessoas local e internacionalmente, da ajuda a residentes em suas próprias comunidades até a busca da erradicação da pólio no mundo”, comenta o Coordenador Assistente da Imagem Pública do Rotary Distrito 4470, Hermes de Araújo Rodrigues.

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O vice-presidente do TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado), Flávio Kayatt, usou R$ 78,1 mil da cota parlamentar, quando era deputado estadual, para pagar despesas do apartamento residencial, como condomínio, IPTU e as contas de luz e de telefone. O ex-tucano é mais um a se envolver no escândalo da farra com o dinheiro público em Mato Grosso do Sul graças à varredura nas notas fiscais pagas pela Assembleia Legislativa, que eram mantidas em segredo.

Deputado estadual pelo PSDB até ser indicado para o TCE, justamente o órgão encarregado em fiscalizar a correta aplicação do dinheiro público, Kayatt usou a cota parlamentar para pagar as despesas do próprio apartamento no Residencial Cezanne, repercute o jornalista Edivaldo Bitencourt, do blog OJacaré.

Pela legislação, ele deveria usar a CEAP (Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar) só para o custeio do mandato, com locação de imóveis e veículos, divulgação, consultoria e locomoção. Esperto, o tucano simulou o aluguel do próprio apartamento na Capital como escritório político para ter todas as despesas residenciais custeadas pelo contribuinte. Conforme o blogueiro Lúcio Big, o estatuto do condomínio onde mora o vice-presidente da corte fiscal não deixa dúvidas: o imóvel só tem finalidade residencial. Qualquer outra atividade é proibida.

De acordo com o Instituto OPS, que vem fazendo devassa em mil notas fiscais liberadas pela Assembleia Legislativa com base na Lei do Acesso à Informação, Flávio Kayatt destinou R$ 46 mil da cota parlamentar para pagar condomínio entre 2015 e 2017. No mesmo período, ele usou dinheiro público para pagar as contas de telefone (R$ 17,1 mil), de luz (R$ 11,6 mil) e do Imposto Predial e Territorial Urbano do apartamento (R$ 3,4 mil).

De acordo com o blog de Bitencourt, o conselheiro do Tribunal de Contas não viu irregularidade no uso de R$ 78 mil da verba indenizatória. Ele contou ao Blog do Lúcio Big, que o apartamento foi utilizado como escritório político no período, uma espécie de dois em um, e não considerou irregular usar o dinheiro do contribuinte para pagar as despesas do próprio apartamento.

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