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Redação Douranews

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Terça, 12 Novembro 2019 18:11

Fasp terá cinema todos os dias em Corumbá

A 15ª edição do Festival América do Sul Pantanal, que começa nesta terça-feira (12) em Corumbá, vai apresentar ampla programação de cinema para todos os públicos e idades. A produção e a curadoria são de Lidiane Lima, do Núcleo de Audiovisual da Fundação de Cultura de MS, e a programação será seguida até domingo (17), com destaque para o filme que conquistou o Prêmio do Júri no Festival de Cannes deste ano.

O brasileiro “Bacurau”, que discorre sobre acontecimentos estranhos que acontecem num pequeno povoado no sertão brasileiro, além de ter sido premiado em diversos festivais de cinema, foi selecionado para as principais mostras em festivais não competitivos prestigiados mundialmente. A exibição será no Auditório da UFMS – Unidade III, Porto Geral, no dia 16, às 14h30.

O cinema regional também terá vez com “Planuras”, documentário dirigido por Maurício Copetti; “Águas que educam”, de Gilberto Luiz Alves e Candido Alberto da Fonseca; “Peoa” de Débora Alves; “Sobá, trilhos e silêncios”, dirigido por Mhiguel Horta; “T’amo na Rodoviária”, de Givago Oliveira, “Urucum: o passado permanece vivo”, com direção de Ana Martins e “Questão de Honra”, de Carol Araújo.

O Circuito de Cinema também contempla produções sul-americanas como o drama uruguaio e argentino “Uma Noite de 12 anos”, de Alvaro Brechner; o paraguaio “As Herdeiras”, com direção de Marcelo Martiness, e o documentário chileno “O verde está do outro lado”, de Daniel A. Rubio.

Para as crianças haverá a animação “Turma da Mônica – Laços”, de Manuel Rezende e Maurício de Souza; “O Segredo dos Diamantes”, aventura dirigida por Helvécio Ratton, e “Benzinho”, produção brasileira e uruguaia dirigida por Gustavo Pizzi.

As exibições são gratuitas e acontecem na na Praça CEU Heloisa Urt e no Auditório da UFMS – Unidade III, no Porto Geral. O Fasp é realizado com investimento público da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul e patrocínio da Energisa, Vale, Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

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Com 60% das obras executadas, a primeira etapa da construção do HMC (Hospital da Mulher e da Criança) em Dourados deverá ser entregue em maio de 2020. Para tanto, já foram empenhados recursos federais da ordem de R$ 24,5 milhões, de um total de R$ 36,4 milhões orçados para custear o projeto nesta primeira fase. A Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), que administra o HU (Hospital Universitário) da UFGD, assumiu o compromisso de empenhar mais R$ 5 milhões, totalizando R$ 29,5 milhões garantidos. Com isso ficam faltando R$ 6,8 milhões para completar o valor necessário.

Para trabalhar na garantia dos recursos faltantes à primeira etapa do projeto, o secretário estadual de Saúde Geraldo Resende esteve no final de outubro em Brasília, em reunião na Ebserh quando obteve o compromisso da instituição em empenhar mais R$ 5 milhões e Geraldo Resende se comprometeu em articular o valor faltante (R$ 6,8 milhões) junto à bancada de Mato Grosso do Sul no Congresso.

“Estamos empenhados, junto com a Ebserh, na viabilização dos recursos para que as obras de construção da primeira etapa do Hospital da Mulher e da Criança não sofram nenhum processo de paralisação. Já estivemos por três vezes na Ebserh manifestando essa preocupação”, explica o secretário.

Do encontro, participaram além de Geraldo Resende, o presidente da Eberh general Oswaldo de Jesus Ferreira; o vice-presidente Eduardo Chaves Vieira; o procurador de Mato Grosso do Sul Leonardo Campos Soares da Fonseca, a auditora de Mato Grosso do Sul Denise Lucena e a chefe de gabinete da Ebeserh, Iára Guerra.

Na primeira etapa, que poderá entrar em funcionamento logo após a conclusão dos trabalhos, o Hospital da Mulher e da Criança vai ofertar 55 leitos e serviços de pronto-atendimento pediátrico, pronto-atendimento obstétrico, alojamento conjunto da maternidade, Centro de Parto Normal com cinco quartos PPP (Pré-parto, Parto e Pós-parto), Centro Obstétrico com quatro salas cirúrgicas, Ambulatório Pré-Natal de Alto Risco, além de estruturas de apoio, como sala de plantão, área de apoio a Ensino e Pesquisa, brinquedoteca e área de convivência, com café e recepção geral. Segundo Geraldo Resende, a Ebserh deverá, até a conclusão, trabalhar na viabilização dos equipamentos necessários.

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Pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência aponta que o contrabando continua respondendo pela maior parte dos cigarros consumidos em Mato Grosso do Sul: 87% de todos os cigarros que circulam no Estado são contrabandeados do Paraguai. O montante deve movimentar cerca de R$ 352 milhões apenas neste ano.

Esses números representam um recorde histórico da participação do cigarro ilegal no mercado e pode ser atribuído a três fatores: redução no volume de apreensões, aumento da participação de mercado de cigarros ilegais (nacionais de 0% para 2% e contrabandeados de 82% para 85%) e - apesar do pequeno crescimento - preço médio do cigarro ilegal muito baixo (o mais barato do país). Segundo o Ibope, o cigarro ilegal no Estado passou de R$ 2,59 para R$ 2,82 enquanto o preço mínimo estabelecido pelo governo para o cigarro legal no Brasil é de 5 reais o maço.

Para o presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), Edson Vismona, os dados do Ibope devem ser vistos com bastante atenção, e mostram como o fator financeiro impacta no crescimento do contrabando. "É fundamental reduzir a principal vantagem dos contrabandistas nessa guerra contra o contrabando: a diferença de preços entre os cigarros legais e aqueles trazidos ilegalmente do Paraguai. O atual sistema tributário penaliza principalmente os consumidores das classes C, D e E, pois o imposto que incide sobre os produtos premium é exatamente o mesmo dos produtos populares", afirma Vismona.

A importância das ações de repressão e apreensão no enfrentamento do contrabando pode ser vista pelos dados recentes da Receita Federal. Entre janeiro e junho deste ano foram apreendidos 629 milhões de cigarros - 8% menos do que no mesmo período em 2018. O cigarro ainda é o principal produto apreendido no Estado (95%) e isqueiros (0,6%) e relógios (0,22%) seguem na segunda e terceira posição.

Perda do Mato Grosso do Sul com arrecadação em 2019 é de aproximadamente de R$ 205 milhões O levantamento mostrou que das 10 marcas mais vendidas no Estado, quatro são contrabandeadas e juntas respondem por 84 % do mercado. A campeã de vendas é a ilegal Fox que lidera com 69% de participação. Para se ter uma ideia, se todos os pontos de participação de mercado ilegal fossem convertidos em produto legal seriam gerados apenas em ICMS a arrecadação de R$ 187 milhões e de IPI proveniente do FPE (Fundo de Participação do Estado) cerca de R$ 18 milhões para os cofres estaduais para serem revertidos em saúde, segurança e educação, por exemplo.

Entre os municípios mais afetados pelo contrabando no Estado estão a capital sul-mato-grossense, Corumbá, Dourados, São Gabriel do Oeste, Coxim e Três Lagoas. "Esta é uma luta muito dura e que deve envolver a coordenação de esforços de autoridades governamentais, forças policiais e de repressão, consumidores, indústria e, claro, das entidades que lutam para a redução do tabagismo no país. Somente desta forma vamos conseguir combater a concorrência desleal e promover uma melhoria do ambiente de negócios no País com melhoria de renda, emprego, saúde pública e segurança para todos os brasileiros" acredita Edson Vismona.

O contrabando no Brasil

O Ibope apontou crescimento no mercado ilegal de cigarros pelo sexto ano consecutivo: 57% de todos os cigarros consumidos no país em 2019 foram ilegais, sendo que 49% foram contrabandeados (principalmente do Paraguai) e 8% foram produzidos por fabricantes nacionais que operam de forma irregular. Com isso, 63,4 bilhões de cigarros ilegais inundaram as cidades brasileiras. O número deste ano representa um crescimento de 3 pontos percentuais em relação à pesquisa de 2018. A arrecadação de impostos do setor será inferior à sonegação causada pela ilegalidade: R$ 11,8 bilhões contra R$ 12,2 bilhões. Esse valor, se revertido em benefícios para a população, poderia ser usado para a construção de 5,9 mil UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), 21 mil UBS (Unidades Básicas de Saúde) ou 8,6 mil creches.

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Enviar e receber sinais para satélites em órbita da Terra não é algo recente, fruto da tecnologia, pois os radioamadores tem feito isso desde a década de 1970. Mas, receber sinais de satélites com as mesmas imagens que vemos no noticiário sobre o tempo é algo bem mais recente, informa Ademir Machado, representante regional da Labre, a Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão.

Com a tecnologia disponível atualmente, um simples aparelhinho comprado na China por 20 reais permite que qualquer pessoa possa receber qualquer tipo de sinal de rádio ou qualquer emissão no espectro que vai desde alguns Khz até a banda de micro-ondas. “Isso inclui as faixas de Radioamadores e outras, como a dos satélites meteorológicos NOAA, responsáveis pelo envio de imagens de alta resolução com as condições climáticas sobre a superfície abaixo dele, como na foto abaixo”. Decodificar ou “interpretar” o significado das cores visto que são várias imagens sobrepostas, depende de um especialista na área, no caso o meteorologista, explica o radioamador.

A foto mostra as imagens do satélite NOAA-18, que passou sobre o Brasil por volta das 8h30 desta terça-feira (12), explica do representante da Labre. “Os sinais foram recebidos com uma antena relativamente comum, porém de construção caseira e um ‘dongle SDR’ que são conectados em um computador”, observa.

Jornalista técnico e radioamador há mais de 37 anos, Ademir Machado explica que a recepção de sinais de rádio é uma atividade legal, científica e muito importante para o País. “Só em países como Coréia do Norte e outras ditaduras que atividades tão simples como ouvir ondas de rádio é algo proibido”, lembra.

A subseccional da Labre em Dourados pode ser contactada pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, anunciou nesta segunda-feira (11) a edição de uma medida provisória que extingue o seguro obrigatório DPVAT e o DPEM a partir de 2020. O primeiro indeniza vítimas de acidente de trânsito e o segundo vítimas de danos causados por embarcações.

"A Medida Provisória tem o potencial de evitar fraudes no DPVAT, bem como amenizar/extinguir os elevados custos de supervisão e de regulação do DPVAT por parte do setor público (Susep, Ministério da Economia, Poder Judiciário, Ministério Público, TCU), viabilizando o cumprimento das recomendações do TCU pela SUSEP", informou o governo em nota.

De acordo com a Seguradora Líder, gestora do DPVAT, no primeiro semestre de 2019 foram pagas 18.841 indenizações por morte; 103.068 indenizações por invalidez permanente; e 33.123 indenizações para despesas médicas. O governo diz que a medida não vai desamparar os cidadãos em caso de acidentes, já que o SUS (Sistema Único de Saúde) presta atendimento gratuito e universal na rede pública.

Bivar atingido

Ao editar essa medida, o presidente Jair Bolsonaro acabou atingindo uma empresa do atual adversário no PSL, o presidente nacional da legenda, Luciano Bivar, sócio da seguradora Excelsior, credenciada pelo governo para atuar na cobertura do Dpvat.

A empresa do deputado detém cerca de 2% da Seguradora Líder, consórcio que administra esse tipo de seguro e tem o direito de exclusividade para atuar nas indenizações de pagamentos de seguros a acidentados no país. (Com informações do G1)

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A Caixa Econômica Federal anunciou que vai reduzir, a partir de 1º de dezembro, a taxa de juros cobrada no cheque especial. Segundo o banco, a taxa terá um corte de 63%, e passará a ser de 4,99% ao mês. O anúncio foi feito junto com a apresentação dos resultados do lucro líquido contábil, de R$ 8,026 bilhões, apurados no terceiro trimestre, uma alta de 66,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. O lucro recorrente foi de R$ 4,224 bilhões, queda de 14,2%, segundo o Valor Econômico.

O resultado bruto da intermediação financeira (o que o banco ganha com empréstimos) totalizou R$ 16,078 bilhões, alta de 58,1% em relação ao terceiro trimestre do ano passado. As despesas com provisões para devedores duvidosos [o ‘colchão financeiro’ formado para cobrir possíveis perdas] ficaram em R$ 2,933 bilhões, com alta de 8,2%. As despesas administrativas caíram 7,7%, para R$ 2,786 bilhões. As despesas com pessoal aumentaram 4,7%, para R$ 5,183 bilhões. A receita de prestação de serviços ficou em R$ 6,980 bilhões, com leve redução na comparação anual, de 1,8%.

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Um homem de 47 anos morreu na tarde desta segunda-feira (11), na BR 163, em Dourados, ao ser arremessado do carro que dirigia. Segundo a polícia, o veículo de Claudiomir Dal Moro invadiu a pista contrária, bateu em uma carreta e capotou, parando na vegetação às margens da rodovia.

Segundo boletim de ocorrência, o condutor da carreta viu o momento em que o carro invadiu a pista contrária e como o motorista estava: "Acordado e com o olhar fixo na carreta", disse à polícia o caminhoneiro quw não teve tempo de evitar o acidente.

Segundo a Perícia Técnica da Polícia Civil, o corpo do motorista do carro parou a alguns metros do veículo, em um acidente que foi registrado no boletim de ocorrência como “provocado pela própria vítima”.

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A árbitra sul-mato-grossense Crislaine Fernandes Alves, de Dourados, que havia se transferido para São Paulo e agora integrava o quadro de arbitragem da FPB, a Federação Paulista de Basketball, foi encontrada no meio da manhã desta terça-feira (12), com sinais de espancamento após ter desaparecido na noite anterior, quando foi vista pela última vez após sair de um curso do qual participava com outros colegas de quadra da Liga Feminina de Basquete. Ela atuou em várias competições realizadas no Município.

De acordo com colegas do curso, ela não foi localizada no começo da manhã quando deveria ter retornado ao curso. A Polícia paulista foi acionada e após rastrear o aparelho de telefone celular identificou que a árbitra estaria nas proximidades da Praça da Sé, no centro da capital paulistana. Mais tarde, a moça foi localizada com sinais de fortes machucaduras. “Mas, está viva, graças a Deus e sendo tratada”, relatou uma colega, em áudio enviado aos amigos do grupo.

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A Secretarias de Educação e de Cultura iniciaram, na semana passada, em Dourados, o projeto ‘Primeiro Acorde – Orquestra em Cordas’, envolvendo alunos das escolas Maria da Conceição Angélica, Clori Benedetti de Freitas, Bernardina Correia de Almeida e Pedro Palhano.

O secretário de Cultura Wesley de Queiroz Santos e a coordenadora de Educação Física e Esporte Escolar da Secretaria de Educação, professora Mariza Araújo, estiveram reunidos para os ajustes finais e as aulas já iniciaram nessas unidades.

O projeto-piloto consiste em oferecer aulas de violão para os alunos da Rede Municipal de Ensino de Dourados, no contraturno escolar. Wesley Queiroz disse que o objetivo da parceria com a Secretaria de Educação é oportunizar aos alunos da rede municipal de ensino o aprendizado básico de execução de músicas ao violão, aliado ao desenvolvimento cultural, visando complementar a formação do aluno.

Segundo a coordenadora de Educação Física Escolar da Semed, Mariza Araújo, um mapeamento já foi realizado junto às escolas para apurar as unidades que dispõem dos instrumentos para o desenvolvimento do projeto e 14 escolas já manifestaram o interesse em levar essa modalidade para seus alunos.

A professora destaca que o projeto piloto está sendo possível graças à parceria com a Secretaria de Cultura, que disponibilizou os professores para se deslocarem até as escolas a fim de ministrar as aulas.

Os músicos e professores no projeto se reuniram com a coordenação e direção das unidades para ajustes de horários e formação das turmas, e ainda visitaram as unidades contempladas para a manutenção dos instrumentos e organização do espaço e o início das aulas.

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“Os brasileiros de Dourados sempre nos receberam muito bem e da mesma forma os descendentes de japoneses que aqui vivem sempre se esforçam para contribuir com o desenvolvimento dessa cidade. Esta festa é o principal reflexo da preservação da nossa cultura”.

O agradecimento foi feito pelo cônsul geral do Japão em São Paulo, Yasuchi Noguchi, ao participar, no final da semana, da 18ª. edição do Japão Fest, evento organizado pela comunidade nipo-brasileira em Dourados, e que atrai adeptos de todos os municípios da região.

Na cerimônia de abertura oficial da festa, inclusive, sexta-feira (8) à noite, o presidente do Clube Nipônico, Kosuke Ono, anunciou que a partir deste ano o Japão Fest também terá uma réplica anual em Campo Grande e o presidente da comissão executiva do Festival do Japão que é realizado em São Paulo pela Associação Wakayama, envolvendo cerca de 180 mil pessoas por edição, disse que Dourados realiza com perfeição a missão de unir as comunidades.

O Japão Fest deste ano repetiu em Dourados as atrações da cultura e da gastronomia oriental, e contou com a presença, entre outras autoridades, do presidente da Câmara de Vereadores, Alan Guedes com o colega Romualdo Ramin e do deputado estadual Barbosinha.

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