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CELEBRIDADE

Feira homenageia Mestre Cilso

Proposta de Laudir terá encontro cultural e sessão solene na Câmara

22 março 2022 - 11h31Por Redação Douranews

O vereador Laudir Munaretto (MDB) apresentou requerimento à Mesa Diretora, na sessão desta segunda-feira (21) da Câmara, propondo a realização da 1ª Feira de Artesanato de Dourados e uma sessão solene para homenagear os artesãos do Município. A 1ª Feira do Artesanato, denominada “Mestre Cilso” vai ocorrer das 7 às 19 horas do dia 28 de março e das 7 às 13 horas nos dias 29 e 30, no saguão da Câmara de Dourados.

Já a Sessão Solene alusiva ao Dia do Artesão será realizada no dia 30, às 19 horas, no Plenário Weimar Gonçalves Torres. “Queremos trazer esses artistas para dentro da Casa de Leis para que mais pessoas tenham acesso as suas obras, além de homenageá-los e transformar esse espaço em um local de difusão de cultura e arte”, explicou o vereador Laudir.

Artesão há mais de 30 anos, Cilso Aparecido Tibúrcio ficou conhecido pelas obras realizadas. Nascido em Buritama (São Paulo), Mestre está no município desde 1972, onde trabalha com o ateliê “Mão na Massa” nos altos da rua Monte Alegre.

Mestre Cilso

O artista, que já fez cursos com vários ceramistas de renome, possui a própria técnica de queima em fornos noborigamas e se dedica na criação com argila. Durante todos esses anos participou ativamente de amostras em feiras e oficinas, para aprimorar técnicas e ministrando palestras.

A homenagem leva o nome “Mestre Cilso”, por se tratar de uma artista que criou o principal artefato da iconografia do Estado, sendo uma referência do artesanato em Mato Grosso do Sul.

Por meio de projeto antigo da Prefeitura, o profissional criou diversas obras que identificam Dourados, escolhida como “Cidade Celebração”, durante a passagem da Tocha Olímpica, a única do interior do Estado onde a chama pernoitou.

Quem visita o Parque Antenor Martins, conhecido popularmente como Parque do Lago, encontra diversas peças produzidas pelo artista, como a onça-pintada, a família de capivaras, vasos ornamentais, assim como no CAM (Centro Administrativo Municipal). Também há obras do artesão como Ervateiro, símbolo do trabalhador durante o processo de colonização, principalmente indígenas e paraguaios, “de quem herdamos o famoso tereré”, observa Laudir Munaretto.

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