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Uma boa pesquisa ajuda a encontrar produtos de Natal com preço bom, orienta Procon

16 dezembro 2016 - 12h34

Os fiscais do Procon de Dourados encontraram produtos para o consumo específico nessa época do ano com preços bem mais acessíveis em relação ao primeiro levantamento do gênero realizado na primeira semana do ano. Na pesquisa de produtos da ceia de natal realizada nesta quinta-feira (15), em 10 estabelecimentos comerciais do município, com 47 itens da época, a castanha-do-pará, por exemplo, foi encontrada a R$ 7,90 (a embalagem com 200 gramas) contra R$ 16,39 do levantamento feito no dia 5.

Entre os itens constantes da pesquisa, foram incluídos o levantamento dos preços para os panetones, carnes (aves, suína, bovina e peixe), frutas, enlatados e bebidas. Foram encontrados 17 produtos com diferença superior a 100% do estabelecimento com menor para o de maior preço. Ainda assim, a pesquisa apresentou queda de 3,1% em relação ao levantamento anterior.

Veja os preços encontrados

Entre os produtos com as maiores diferenças constatadas entre o maior e o menor preço, foram destacados: Uvas passas escura (200 gramas) - menor preço: R$ 2,98 e o maior, R$ 6,98, uma diferença da ordem de 134,23%, atingindo o preço médio de R$ 4,36; Panetone da Casa (500 gramas) - menor preço: R$ 3,95 e o maior preço, R$ 19,49, uma diferença de 393,42% para o preço médio de R$ 8,48; a garrafa de Sidra Tradicional sabor maçã (com 660 ml), com o menor preço de R$ 3,99 e o maior a R$ 11,13, registrando uma diferença de R$ 178,95% para o preço médio de R$ 6,79; e o presunto Tender (1 kg), menor preço de R$ 19,90 e o maior, R$ 39,90, atingindo o preço médio de R$ 29,40, uma diferença de 100,50%

O diretor do Procon, Rozemar Mattos Souza, observa que o consumidor deve efetuar uma cuidadosa pesquisa de preço, avaliando sempre a relação preço x qualidade, “ficar atento às informações contidas nos rótulos, como peso, data de fabricação, prazo de validade e condições de conservação, antes de concluir as compras”. Ao destacar o trabalho das fiscais Eliane de Santana e Iara Nascimento, ele disse que deve ser sempre considerado o custo beneficio do deslocamento no caso de estabelecimentos que estão apresentando produtos mais baratos que o da região. Por fim, o consumidor deve sempre exigir a nota fiscal no ato da compra.

Neste final de ano, também, o Procon vai manter o serviço de Atendimento ao Consumidor, pelo telefone 151 ou, nos dias úteis, o 3411 7754, para eventuais dúvidas e esclarecimento dos clientes.

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