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Programa 'abre' Paraguai para industriais de MS

29 dezembro 2016 - 12h16

Com inflação estável nos últimos cinco anos, crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) na casa dos 3% e 70% dos habitantes abaixo dos 35 anos de idade, o Paraguai tem se mostrado um exemplo relevante para outras economias e atraído o interesse dos empresários brasileiros, em especial, dos sul-mato-grossenses.

Nesse sentido, em 2014, o Governo do Estado criou o Programa Fomentar Fronteiras para facilitar e fomentar a atividade econômica nos municípios da faixa de fronteira, de forma a dar suporte à expansão de indústrias brasileiras no Paraguai, aumentando assim a competitividade e a convergência de atividades aos referidos municípios.

Para alavancar a utilização do Fomentar Fronteiras pelos empresários sul-mato-grossenses, nos últimos 15 dias, o presidente da Fiems, Sérgio Longen, visitou os municípios paraguaios de Pedro Juan Caballero, Capitán Bado, Salto del Guairá, Ciudad del Este e Hernandarias. “Nessas localidades, encontramos ambientes favoráveis ao setor industrial do Estado e esperamos agora ofertar essas opções para os empresários sul-mato-grossenses ao longo de 2017”, declarou.

Sérgio Longen destaca que o Programa permite aos municípios fronteiriços a atração de empresas e a ampliação da competitividade das indústrias instaladas no Estado. “O Fomentar Fronteiras foi criado para facilitar e fomentar a atividade econômica nessas cidades. Na prática, as empresas podem migrar parte da produção para o país vizinho usando a Lei de Maquila, ou seja, as empresas continuam instaladas em Mato Grosso do Sul, mas produzem com uma pauta fiscal diferenciada no Paraguai”, declarou.

Ele reforça que a indústria passa hoje por dificuldade e, por isso, tem de criar a condição de produzir parte no Paraguai e, nessa condição, trazer esses produtos fabricados em empresas parte paraguaia, parte brasileira, mantendo os incentivos fiscais. “Dessa forma, a indústria de Mato Grosso do Sul fica competitiva e a gente enfrenta a crise econômica, gerando mais empregos nos dois lados da fronteira”, analisou.

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