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Volume de exportações cresce 7% no Estado

16 fevereiro 2017 - 10h24

A receita com as exportações de produtos industrializados de Mato Grosso do Sul iniciou 2017 com crescimento de 7% no mês de janeiro em relação ao mesmo período do ano passado, aumentando de US$ 243,5 milhões para US$ 261,4 milhões, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. Quanto ao volume exportado, na comparação mensal, as exportações de industrializados tiveram redução de 2%, caindo de 729,8 mil toneladas em janeiro de 2016 para 714,6 mil toneladas em janeiro deste ano.

Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, ainda em janeiro, a participação relativa dos produtos industrializados na pauta geral de exportações de Mato Grosso do Sul respondeu por 89% de toda a receita. “Os principais destaques ficaram por conta dos grupos Celulose e Papel, Complexo Frigorífico, Açúcar e Etanol, Extrativo Mineral e Óleos Vegetais, que, somados, representaram 97,4% da receita total das vendas sul-mato-grossenses de produtos industriais ao exterior”, citou.

Desempenho

Em janeiro de 2017, as exportações do grupo “Celulose e Papel” somaram US$ 98,7 milhões, apontando queda de 7% sobre o mesmo mês de 2016, quando as vendas atingiram US$ 106,4 milhões. A redução observada se deu pela diminuição no preço médio da tonelada, comercializada em janeiro de 2017 por R$ 410,00 contra R$ 537,37 no ano de 2016, sendo que em relação ao volume foram vendidas 240,4 mil toneladas em janeiro deste ano contra 197,9 mil toneladas em janeiro de 2016, tendo como principais compradores até o momento China, Itália, Holanda, Estados Unidos e França.

No “Complexo Frigorífico”, a receita de exportação de janeiro 2017 alcançou o equivalente a US$ 74,8 milhões, sinalizando aumento de 37% sobre o mesmo mês de 2016, quando o total ficou em US$ 54,8 milhões. O aumento observado se deu principalmente por conta do aumento das compras em importantes mercados para as carnes de Mato Grosso do Sul, com destaque para Hong Kong, Arábia Saudita, Chile, Rússia, China, Emirado Árabes, Irã e Japão, que, somados, apresentaram aumento de US$ 17,9 milhões.

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