Apagando as luzes
A observação do jornalista Clóvis de Oliveira
Analisando o quadro eleitoral antes das convenções e na 'janela' partidária. O primeiro a deixar o PSDB, ainda antes do período de troca-troca para as eleições de 2026, foi o ex-governador Reinaldo Azambuja, em 2024, no compromisso firmado com o ex-presidente Jair Bolsonaro, de que teria a legenda assegurada para disputar o Senado nas eleições deste ano.
A partir daí, o próprio Reinaldo passou a coptar tucanos de vários municípios e a comandar um processo de 'arrumação partidária', justificada como preparação do projeto de reeleição do atual governador Eduardo Riedel. "Essa é a principal prioridade nossa", define o ex-governador.
Agora, depois que os outros dois deputados da legenda, Dagoberto Nogueira [foi para o PP com Riedel] e Beto Pereira [assumiu o comando do Republicanos e levou junto o vice-governador Barbosinha], restava Geraldo Resende. Nessa última decisão tomada, o trio de ex-tucanos permanece em partido alinhados ao projeto de reeleição do atual governador.