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Brasil começa a caminhada rumo ao Hexa

Seleção promete ser competitiva contra o Marrocos

13 JUN 2026 • POR Agência Brasil • 08h36
Vini Jr e Raphinha, o ataque brasileiro - Reprodução

Quatro jogos estão agendados para este sábado (13) pela Copa do Mundo de 2026. O destaque é o confronto entre Brasil e Marrocos, às 18 horas de Mato Grosso do Sul, em Nova Jersey, pela primeira rodada do Grupo C.

Os próximos adversários brasileiros, Haiti e Escócia, se enfrentarão às 21 horas (MS), em Boston. Mais cedo, às 15 horas, Catar e Suíça fecham a primeira rodada do Grupo B, iniciada com a partida entre Canadá e Bósnia e Herzegovina, que empataram nesta sexta (11) em 1 a 1.

A última partida será entre Austrália e Turquia, na madrugada de domingo (14), válida pelo Grupo D, que tem também Estados Unidos e Paraguai, equipes que também já se enfrentaram com a goleada, nesta sexta (12), dos americanos por 4 a 1 sobre os paraguaios.

Brasil x Marrocos

A seleção brasileira entra em campo sendo comandada pela primeira vez em uma Copa do Mundo por um técnico estrangeiro: o italiano Carlo Ancelotti.

Caso se confirmem as expectativas de escalar, para as laterais, Danilo e Alex Sandro, o Brasil tenderá a adotar um estilo de jogo que lembra o da escola italiana, com estes jogadores priorizando o papel defensivo. Dessa forma, Ancelotti terá condições de dar liberdade ao meio de campo para fazer ligações rápidas, explorando a velocidade dos atacantes Raphinha e Vinícius Júnior.

Marrocos tem uma equipe bastante organizada e de grande disciplina tática. A equipe consagrou-se campeã da Copa Africana de Nações em 2025: o mais importante título do continente. No mesmo ano foi campeão mundial pela equipe sub-20.

Foi também semifinalista na Copa de 2022, torneio em que terminou ocupando o 4º lugar – algo inédito para uma seleção africana; e medalha de bronze nas Olimpíadas de Paris 2024.

Esperança

Vinícius Júnior e Raphinha formam a principal dupla de ataque da Seleção Brasileira, brilhando na Europa pelo Real Madrid e Barcelona, respectivamente.

Embora tenham números expressivos por seus clubes—somando mais de 160 gols desde o último Mundial—o desafio de ambos é traduzir esse protagonismo e entrosamento para a camisa amarela.