Reinaldo diz que eleitor pede mudança no Brasil
Candidato ao Senado encontra eleitor ansioso em começo de campanha
Reinaldo diz que eleitores estão ansiosos
por mudanças urgentes no rumo do país
O candidato ao Senado 222 fez uma avaliação positiva de ontem, primeiro dia de campanha
O candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul, ex-governador por dois mandatos em Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PL), se reúne com prefeitos do Estado no final da tarde desta terça-feira (18) para avaliar os primeiros dias da campanha iniciada domingo (16). O contato direto com os eleitores que lotaram comitês, adesivaços e encontros em Campo Grande e no interior, sobretudo na terra que o projetou para a política, a cidade de Maracaju, sinalizam, que o eleitor está ansioso por mudanças e pela certeza de que ele fará a diferença no Senado da República para mudar o Brasil e tirar o país da crise econômica instalada pelo atual governo federal.
"A política ninguém faz sozinho. Você faz em grupo. E o que vimos neste primeiro dia foi a energia de um povo que acredita na mudança e quer um Senado que trabalhe pelo Brasil", afirmou Reinaldo. Nessa mobilizaç˜ao incial, que contou com a presença do governador Eduardo Riedel, candidato à reeleição, e da primeira-dama Mônica Riedel, o candidato participou de adesivagem nos altos da Avenida Afonso Pena ao lado do outro candidato ao Senado, Capitão Contar.
Defensor de uma campanha sem ataques pessoais, centrada em propostas e resultados, Reinaldo disse que o Senado terá papel decisivo na revisão de políticas públicas equivocadas e na construção de soluções para o país. "O Senado tem a responsabilidade de ajudar o Brasil", declarou.
Entre as prioridades que pretende defender na Casa de Leis estão a atualização da tabela SUS, o aumento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e a revisão do pacto federativo. "A tabela SUS está há muitos anos defasada. Os valores pagos estão muito abaixo dos custos reais dos atendimentos, o que tem provocado enormes dificuldades para hospitais públicos e filantrópicos em todo o Brasil", alertou.
Reinaldo também defendeu a descentralização dos recursos arrecadados no país. "Ou a gente muda a política ou, cada dia mais, o prefeito vai com o pires na mão para Brasília e volta com ele vazio, porque a União não tem nada para entregar", criticou, ao lembrar que a União concentra cerca de 58% da arrecadação tributária nacional, enquanto a participação federal no financiamento da saúde caiu de 52% para 40% em duas décadas, sobrecarregando estados e municípios. "O dinheiro precisa estar onde as pessoas vivem. É nos municípios que a população busca atendimento de saúde, educação, infraestrutura e serviços públicos", completou.Ao falar sobre o futuro de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja vinculou o projeto de desenvolvimento do Estado à reeleição do governador Eduardo Riedel, que tem transformado MS em referência nacional de crescimento e desenvolvimento, e à eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. "Vamos falar das possibilidades e dos avanços de Mato Grosso do Sul. É um Estado que, com certeza, com a reeleição do governador, vai poder entregar muito mais", afirmou.