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Comércio conta com R$ 200 milhões do 13º. salário para animar vendas

16 novembro 2016 - 19h32

A estimativa do setor varejista e atacadista de Dourados neste final de ano está concentrada na liberação do montante equivalente a cerca de R$ 200 milhões [R$ 140 milhões do salário de novembro pago no início de dezembro, mais uma parcela de R$ 69,8 milhões do saldo do 13º.salário dos empregos formais], isto sem considerar as parcelas que deverão receber os aposentados, os pensionistas, os segurados e as empregadas domésticas, para aquecer as vendas.

Da população economicamente ativa, que receberá a parcela do 13º salário neste final de 2016, segundo levantamento produzido pela Fecomercio em ação conjunta com o Instituto Manoel de Barros e o Sindicom (sindicato do comércio varejista e atacadista de Dourados), 22% utilizará uma parte dele para pagar contas em atraso (cheque especial, cartão de crédito, negativação de crédito, etc.), 16% pretende investir na poupança, apenas 17% vai gastar com as compras de Natal e 10% reservarão para as despesas do início do ano, como IPTU, IPVA, despesas escolares, etc.

Ao entrevistar um contingente de 200 pessoas, da população economicamente ativa da cidade, a pesquisa verificou que 65% da população está disposta a ir às compras, 25% não possuem expectativa de presentear e 10% compõe o número de indecisos. A pesquisa ainda revelou que a média de presentes a serem comprados deverá chegar a 2,9 presentes por potencial cliente e o valor médio pago por cada um será de R$ 235, acima da média dos anos anteriores, o que contribui para que o volume a ser injetado na Economia local possa se aproximar dos R$ 15 milhões no comércio de Dourados.

O presidente do Sindicom, Valter de Castro, explica ainda que, quanto à situação financeira comparada ao ano passado, 34% da população acredita estar melhor neste ano e a maioria ainda presenteará com roupas (29%), seguido de brinquedos (21%). O principal local de compra apontado são as lojas do centro da cidade (75%). A maioria diz que vai pesquisar os preços (77%) antes de formalizar a compra e 71% pretende pagar em dinheiro. Dos que parcelarão as compras (19%), a maioria fará em mais de quatro prestações.

Segundo ainda os números apurados, o item de maior importância na escolha do presente é a qualidade (para 31%) e, refletindo a disposição de comemorar, 78% dos entrevistados afirmou que pretende se reunir para festejar a virada do ano. O gasto com a comemoração, para a maioria (27%), está concentrado em até R$ 50, podendo atingir a média de R$ 122, responsável por uma movimentação total de R$ 9,3 milhões, conforme o levantamento do Sindicom e da Fecomercio.

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