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Fim dos programas emergenciais mostra compromisso fiscal, diz secretário

08 janeiro 2021 - 15h31

O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, disse que o fato de o governo ter encerrado todos os programas emergenciais no dia 31 de dezembro mostra o compromisso com a consolidação fiscal. "O presidente Jair Bolsonaro vetou a prorrogação do auxílio emergencial, algo que lhe dava popularidade. Quer mais prova de alinhamento com a questão fiscal?", afirmou, em evento virtual do site de notícias Jota. Ele voltou a defender o cumprimento do teto de gastos e disse que existe consenso na equipe econômica de que a consolidação fiscal é necessária para a retomada econômica. "A grande tarefa do governo federal em 2021 é manter o fiscal sob controle", afirmou. Privatizações Sachsida disse estar otimista com a agenda de privatizações do governo e que a concessão da Eletrobras deve ser feita em 2021. "Espero que tenhamos mais sucesso em privatizações do que o governo de Fernando Henrique Cardoso", completou. Vacinas O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia afirmou ainda que a vacinação da população brasileira contra a covid-19 é a prioridade da pasta. "Não vai faltar dinheiro para vacinar, é a prioridade absoluta do Ministério da Economia. O principal é deixar a população segura de que haverá vacina", comentou. De acordo com o secretário, o aumento do distanciamento social decorrente de restrições localizadas em algumas capitais não afetou as projeções de crescimento econômico feitas por especialistas e pela própria SPE.

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