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Política

Geraldo destaca luta de Redovino contra a intolerância religiosa

07 novembro 2016 - 16h33

O deputado federal Geraldo Resende (PSDB) lamentou a morte do bispo emérito de Dourados, Dom Redovino Rizzardo. “Perdi meu pastor e meu amigo”, disse Geraldo ao ser informado sobre o falecimento do líder católico com quem conviveu nos últimos anos e com quem sempre se aconselhava nos momentos de maior dificuldade espiritual. “Ficará sempre a lembrança de um homem que nasceu para servir ao próximo e pregar a palavra de Deus”, ressalta Geraldo Resende.

Segundo o deputado, as pessoas de fé de Dourados e dos municípios vizinhos estão em luto pelo falecimento de Dom Redovino, que perdeu a batalha que travava contra um câncer de próstata. “Ele deixa um legado de amor, de fraternidade, de respeito aos povos e de posicionamento firme em defesa das minorias”, enfatiza Gerado. “Foi um homem que transbordava fé e bondade, sempre pronto para ouvir seus fiéis, para trazer uma palavra de conforto e de carinho”, completa.

Geraldo lembra uma coincidência com a data da morte de Dom Redovino. “Nosso querido bispo nos deixou no mesmo dia em que o Ministério da Educação aplicava a segunda etapa do Exame Nacional do Ensino Médio cuja a redação trazia como tema a intolerância religiosa e os caminhos para combater essa questão em nosso país”, pontua. “No mesmo dia em que Dom Redovino nos deixou, mais de oito milhões de brasileiros de todas as idades dissertavam sobre os caminhos para combater a intolerância religiosa, algo que nosso bispo fazia no seu cotidiano”, analisa o deputado.

O parlamentar cita ainda que durante toda permanência à frente da Diocese de Dourados, Dom Redovino sempre pregou o respeito às demais religiões, numa atuação que traduzia o ecumenismo da forma mais literal possível, abrindo espaço para que líderes de outras religiões compartilhassem com ele centenas de cultos ecumênicos celebrados na Catedral Imaculada Conceição. “Era um líder religioso nato, sempre aberto ao diálogo e sempre promovendo o respeito entre os povos”, lembra Geraldo.

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