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SENADO

Mandetta, Murilo e Tereza podem disputar vaga

Ex-ministro já disse que 'teatro' pela terceira via não interessa mais

23 abril 2022 - 12h25Por Redação Douranews

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, (União Brasil) disse que as negociações para uma candidatura única da terceira via viraram um “teatro” no País e que agora ele decidiu centrar as atenções, novamente, para o Mato Grosso do Sul, onde pretende disputar o Senado.

Mandetta já foi deputado federal pelo DEM e, antes disso, secretário de Saúde na Capital durante a gestão do ex-prefeito e atual senador pelo PSD, Nelsinho Trad. O ex-ministro participou em março do lançamento da pré-candidatura da deputada federal Rose Modesto (ex-PSDB) pelo Podemos.

“Trabalhei muito por essa união. Instalei uma mesa democrática, divulgamos um manifesto. Mas depois o [João] Doria se lançou, o [Sergio] Moro, agora o [Luciano] Bivar. Todas as candidaturas ditas irreversíveis. Prefiro não participar”, afirmou ao portal Terra.

Os partidos União Brasil, MDB, PSDB e Cidadania afirmam que irão anunciar em 18 de maio o nome que representará uma candidatura única das quatro siglas à Presidência da República neste ano, diante da possibilidade de formação de federação partidária com essas legendas.

Repercussão em MS

Com o anúncio da pré-disposição de Mandetta em concorrer a uma vaga ao Senado, e em caso de confirmada essa federação partidária, à atual senadora Simone Tebet, ‘empacada’ com 1% em todas as sondagens com pré-candidatos a presidente da República, restará concorrer a deputada federal pelo MDB.

Disputa boa vai ser travada para definir o candidato que irá encabeçar a chapa majoritária, já que, nesse leque, André Puccinelli (MDB) e Eduardo Riedel (PSDB) alimentam as mesmas pretensões. A deputada Rose espera ter o apoio do União Brasil nesse projeto.

Tereza é abraçada por Michele, sob os olhares do marido Jair ao deixar ministério

Da mesma forma, Mandetta poderá arrumar um ‘adversário’ considerável para o Senado, caso o atual vice-governador Murilo Zauith (União Brasil) resolva também assumir essa condição. Ambos, inclusive, ex-companheiros no DEM, poderiam até tornar um pouco mais difícil o caminho, hoje visto como livre, para as pretensões da ex-ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que também deixou o DEM, mas optou pelo PP para ser a candidata preferida do presidente Jair Bolsonaro (PL) na única vaga ao Senado pelo Estado.

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