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MISSÃO

Tiago Botelho quer ser o senador municipalista

Professor da UFGD assume o desafio de levar Dourados pra Brasília

29 junho 2022 - 11h13Por Redação Douranews

Aos 39 anos de idade, e empolgado depois de jantar com o ex-presidente Lula e o ex-governador Geraldo Alckmin, em São Paulo, no final de semana, o professor Tiago Botelho retornou a Dourados animado com as perspectivas de se tornar o primeiro senador da Grande Dourados e do Conesul do Estado pelo PT.

Nascido em Ivinhema em 1983, Botelho cresceu em Naviraí e se formou em Dourados em Direito pela UEMS e História pela UFGD. É advogado com mestrado e doutorado em Direito e atualmente exerce a função de coordenador e professor no curso de Direito da UFGD. “Está na hora de mostrar as nossas potencialidades e eu me proponho a esse desafio”, disse o professor, nesta quarta-feira (29), ao Douranews.

Ao elencar as cinco principais metas para a futura campanha, o pré-candidato ao Senado diz que visualiza um Mato Grosso do Sul sem extremismos. “Política é a arte de construir pontes, distensionar o debate e eliminar os extremos, eu quero ser o senador do municipalismo, ouvir dos prefeitos e dos vereadores as necessidades de cada região”, defende.

Prestes a completar 87 anos de fundação, Dourados continua alimentando o sonho de ter um senador para representar essa região em Brasília. Já tentou com Totó Câmara, Egon Krakhecke, João Derli, Murilo Zauith, mas ainda não conseguiu romper o estigma de “cidade complicada”, como o próprio Tiago Botelho enxerga o cenário político local.

O professor da UFGD se mostra aberto a conversar com todos os segmentos, da política e fora dela, nesse projeto. Se diz amigo do deputado Fábio Trad (PSD), irmão do pré-candidato a governador Marquinhos Trad, ex-prefeito da Capital, admira o trabalho ‘brilhante’ que realizou pela Saúde o ex-secretário Geraldo Resende, agora pré-candidato a deputado federal pelo PSDB, diz que o ex-governador André Puccinelli (MDB) é um gestor competente, “longe de ser considerado inábil”, respeita e elogia o trabalho do atual governador Reinaldo Azambuja, mas responsabiliza a ex-ministra e potencial adversária direta na disputa de outubro, a deputada federal Tereza Cristina (PP), pelo aumento dos índices de fome e miséria: “ela precisa explicar”.

CONFIRA A ENTREVISTA DE TIAGO BOTELHO:

 

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