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Novo projeto muda rua de entrada de alunos da escola Presidente Vargas

21 maio 2012 - 15h20Por Redação Douranews

A reconstrução da Escola Estadual Presidente Vargas já tem 30% dos trabalhos concluídos. A informação é do responsável pelas obras, Francisco Romero Tomiatti. Segundo ele, os blocos I e II já estão reformados, entrando em fase de acabamentos. Nesta etapa a área onde funcionará a cozinha, salas adaptadas, além da administração e sala de professores já estão com todas as instalações elétricas e hidráulicas prontas, ingressando na parte de revestimentos.

O deputado federal Geraldo Resende (PMDB), que viabilizou os recursos que custeiam a reconstrução da escola, acompanha todas as etapas da obra. Segundo ele, que foi aluno da escola, a expectativa é a de que a ‘nova Vargas’ seja o colégio mais moderno do interior do Estado.

Além da área de reforma, também já está adiantada a construção de 24 novas salas de aula que ficarão atrás dos blocos I e II. Uma outra novidade é que a entrada dos alunos será pela rua Ciro Melo como forma de prevenção no trânsito, tendo em vista o forte fluxo de veículos na antiga entrada principal, pela Oliveira Marques.

Além das reformas e ampliações, o projeto também prevê a construção de um anfiteatro [que o deputado sugere seja denominado “Celso Muller do Amaral”, em homenagem ao ex-vereador que doou a área onde se localiza o prédio da escola], restauração total do prédio e instalação de equipamentos modernos, restabelecendo o número de salas de aula, além dos setores administrativos, estrutura para prática de esportes e laboratórios.

Também está prevista a preservação de toda a fachada histórica, em suas características originais, construção de um novo pavilhão com dois pavimentos, laboratórios e área pedagógica. Na área restaurada serão construídas salas para biblioteca, secretaria, direção e recepção. A previsão é de que o ano letivo de 2013 já funcionará no prédio reconstruído.

O projeto vinha sendo encaminhado nas diversas instâncias desde 2009 e os recursos foram garantidos depois de diversas articulações, somando emendas do deputado Geraldo Resende e do senador Waldemir Moka, a contrapartida do governo do Estado e os recursos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), somando mais de R$ 5 milhões em investimentos.