A Comissão Permanente de Investigação e Fiscalização das Condições de trabalho em Mato Grosso do Sul garante, em nota enviada ao Douranews, que o líder indígena Nisio Gomes “foi executado e, depois de morto, teve seu corpo levado pelos pistoleiros” em uma caminhonete usada no ataque praticado contra os indígenas do acampamento Tekoha Guaiviry, localizado entre os municípios de Amambai e Ponta Porã.
A Comissão, que atua há 18 anos investigando a denunciando situações de desrespeito aos direitos humanos trabalhistas na região, diz que tem acompanhado a luta dos povos indígenas e o trabalho degradante, além das condições de discriminação. O coordenador do grupo, Maucir Cauletti, cobra mais ações das autoridades no combate ao trabalho escravo e à violência contra os índios.